quinta-feira, 23 de abril de 2015

Professores de pais.

Bom dia. Sim. Estou a escrever assim. Como se fosse uma sms para a outra pessoa perceber que estou mal disposta de propósito. As últimas duas noites têm sido para esquecer. A miúda deve ter uns 42 dentes a nascer ao mesmo tempo, mas ela está fresquinha. É isso que não entendo. Bom para ela. Bom para ela.

Bem, apanhei isto na net (parece que estou a falar de uma DST por causa do verbo "apanhar") e apesar de ser mais um viral -  e, por isso, poder por-se em causa a veracidade da questão -  acho que é óptimo partilhar. Por que é que ponho em causa a veracidade dos virais? Metade deles depois vem-se a saber que têm uma marca "lá atrás" ou "por trás". O que me agrada muito depois descobrir essas estratégias sacanitas mas, por outro lado, depois muita gente partilha toda bem intencionada e está a fazer uma publicidade de fininho. É como usar t-shirts com a marca a ocupar as mamas todas. GUESS, GANT... Sim, comunicamos um estilo de vida, mas também estamos vestidas como se estivessemos a trabalhar na loja deles. Devia dar que pensar. 



Bom, este viral que vi no SOL (aqui) é uma lição. Mesmo que não seja verdadeiro, a pessoa que pensou nele tem um coração muito amoroso. E acho que é só mais uma maneira de nos obrigar a pensar que temos de dar mais atenção aos nossos filhos. Tal não passa por dar mais prendas (sou filha de pais divorciados, sei o que é) ou por fazermos uma festa quando os vamos buscar à escola. Passa por (mesmo que tenhamos muito pouco tempo com eles) ESTARMOS com eles, ouvirmos o que eles têm para dizer e tentar perceber o que querem dizer mas que ainda não conseguem.



Adorei. Adorei ler isto. Agora, sem querer ser "má língua", aposto que há muitas professoras portuguesas que vão fazer isto e vão receber bilhetes a dizer que "dei um pum", que "o meu pai abraça a mãe nu" ou que "a mãe é muito amiga do senhor do ginásio". 

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