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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Já escolhi a actividade extra curricular para a Irene!

Tenho um medo tremendo de me transformar numa daquelas mães da série Toddlers and Tiaras no TLC (o melhor canal para o cérebro morrer devagarinho do mundo inteiro, mas tudo tem a sua função, ahah), mas adoraaaava que a Irene quisesse ir para a ginástica acrobática. 

Ainda é cedo para a Irene ter uma actividade extra-curricular duas vezes por semana e que puxe muito por ela. Natação acho que seria muito intenso (e dúbio por causa das otites serosas que ela tem), mais aulas de matéria e ao final do dia acho que além de não render que é demasiado, mas a ginástica parece-me ser um bom plano, sendo esta apropriada para a idade dela. 

Ainda por cima é na própria escola, o que faz com que as horas não andem muito para a frente e não se tenha de andar com carrinhas para a frente e para trás e tal. 

Adorei fazer ginástica quando era pequenina e, no outro dia, o meu pai disse-me que era bastante boa nisso (fiquei toda vaidosa, claro). Era uma ginástica de pinos, rodas, cavalos, trampolins, cambalhotas, coreografias e apresentações. Usava maillot, sempre. E o meu professor tinha um bigode farto. Agora é que me apercebi que há um director na minha empresa muito parecido com ele, ahah. 



Adorava o tentar e conseguir. Adorava reparar que tinha força e fazer parte de um grupo. Uma das minhas maiores tristezas foi ter que sair da ginástica porque deixamos de morar na Rinchoa (morar na Rinchoa, ao contrário do que se possa pensar, até tem muitas vantagens, ahah). 

Ainda hoje consigo e adoro fazer rodas e pinos. Tenho feito nas aulas de PT ou de Yoga que tenho tido e... faz-me sentir super orgulhosa.

Na aula de Yoga com a Mahima do Chama a Sofia.


A Irene vai experimentar hoje, vamos ver como corre. Vou um bocadinho mais cedo para também conhecer o professor/professora...

A única actividade que teve antes (tem 4 anos, Jasus, não é preciso ter actividade extra curricular nenhuma) foi Música e com uma professora da qual sou fã. É ma-ra-vi-lho-sa. Dá aulas ao fim-de-semana e... mudou por completo a infância da Irene. Se quiserem experimentar, digam. 

O que estão a fazer os vossos? Com que idades? 


quarta-feira, 25 de julho de 2018

Coisas para fazer neste Verão. ♡

Há uns tempos (há dois anos, mas como já tenho 30 já digo "há uns tempos" quando já passou muuuito tempo) fiz uma lista que ainda tem dado jeito a algumas pessoas: 60 actividades para fazer com eles em casa




Neste momento, de férias, temos feito imensas coisas: 


- Fazer pizza em casa;

Podem comprar a massa ou fazê-la em casa. 

- Fazer pão com chouriço;

Podem usar a mesma massa da pizza. 

- Aguarelas e lápis de cor;

Não falha. Até para nós, para termos o famoso momento Mindfulness. 

- Passear;

Só. Sem ser com o intuito de comprar alguma coisa. 

- Ensinar a fazer as tarefas domésticas; 

Eles sentem-se mais crescidos e estamos a formá-los, eheh. 

- Ler muito;

Ler muitos livros e com calma, sem ser só antes de dormir. Desligar a televisão. Aproveitar o tempo "a mais". 

- Jogos...

Trouxe o diablo (mais para mim que ela ainda não gere bem), o Twister, o Quem é quem, Legos, Traga Bolas... Preferência para coisas que se possam fazer em conjunto para criar memórias e ligação. 

Tenho a cabeça tão calma que nem estou a conseguir pensar em mais nada, mas também trouxe as bolinhas de sabão, claro. :) O que levam nas vossas malas para eles? 

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

As nossas brincadeiras.

# jogo do silêncio

Começamos a brincar a isto as duas. Não sei como terá começado - acho que fui eu, mas não tenho a certeza. O jogo do silêncio é, basicamente, lermos nos lábios uma da outra o animal que a outra está a dizer. Ela adora. E eu também. Hi-pó-pó-ta-mo. Divertimo-nos imenso. 


Estou apaixonada por estas fotos da Yellow Savages.

# ela fingir que é outra pessoa 

Por muito que às vezes me passe pela cabeça se isto é normal, cada vez mais entro na brincadeira. Preocupar-me-ia se ela se perdesse na fantasia, mas nem por isso. Eu sou a Joana Paixão Brás e ela é a Isabel e temos um Nenuco que é a Luisinha. 

# tem uma irmã que é um Nenuco

Deixa-me muito feliz vê-la a brincar com a bebé. É a brincar que consigo ver o que é que se passa na cabeça dela, qual é a percepção dela das relações e onde manifesta as suas preocupações do momento. A melhor maneira de saber o que se passa com ela é vê-la e ouvi-la a brincar. 

# somos a Selena Gomez e Jennifer Lopez

E damos um espectáculo num palco que é o tapete que agora pus no chão do quarto dela. Ela segura no microfone e eu numa garrafa de água. Ela canta no seu melhor inglês a "Wolves" da Selena Gomez e eu delicio-me a vê-la. 

# macaco de imitação

É tão simples quanto isso. A miúda adora que a imite. Estamos as duas sentadas na cama - dá-lhe mais para isto antes de ir dormir - e imitamo-nos. 



# nhecs

Lembram-se da brincadeira de há uns bons anos? A miúda adora e faz-me isso e eu a ela. Divertimo-nos muito. Ela já percebe mais ou menos o conceito e farto-me de rir. 


São algumas das brincadeiras do momento, além das outras coias que, quando tenho tempo, tento fazer com ela como já vos mostrei aqui nas 60 actividades para fazermos em casa


📷 Fotografias: Yellow Savages


🎔


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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Quem haveria de dizer?

Tenho uma amiga muita chata e que me envia sempre whatsapps quando me vê de cortinados abertos no quarto e em perigo de expôr indevidamente à rua - é minha vizinha, portanto - que insiste para que conheça "o nosso bairro". Morei já em muitos sítios deste nosso país à beira mar plantado e, até agora, só a Rinchoa/Fitares é que me fez sentir mesmo que estava em casa. Não sei porquê, vivi mais tempo em Oeiras, mas o sentimento é tão crú que sempre que estou nos subúrbios, quanto mais se assemelharem à Rinchoa, mais em casa me sinto. 

Não conheço muito aqui a zona - Benfica. Mas, no outro dia, num vipe de "'Bora lá sair de casa que está um dia lindo e adoro viver", fui tomar o pequeno almoço com a miúda a um café ali em baixo já com vista a seguir a sugestão da Renata de irmos ao Jardim do Palácio Baldaya (do qual nunca tinha ouvido falar - shame on me) que, agora, por altura do Natal, está decorado com muito carinho para eles. 

Foi uma manhã fenomenal em que, depois de um pequeno almoço com calma, fomos à feirinha ali à frente, ainda ouvimos um coro a entoar canções de Natal e fomos ao jardim. Também almoçámos no centro comercial Fonte Nova - que também identifico muito com a minha infância - e descobrimos uma nova hamburgaria que me dá vontade de borrifar para a resolução de me alimentar melhor. 

Em vez de grandes planos aqui e acolá, já deram uma oportunidade ao vosso bairro? 









Quispo e calças - Boboli


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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

E de repente não me passo quando ela quer sujar tudo.

Ui, meninas! Espero que não tenham noção do que é viver cada movimento deles com um stress enorme antecipando aquela mancha de iogurte no sofá ou aquele rasto de migalhas da sala até ao quarto. A plasticina espalhada por aquele tapete que é difícil para caraças de aspirar, terra das plantas no edredão da cama, essas coisas. Vivo com muito stress (tudo no geral, mas em particular...) a possibilidade dela sujar alguma coisa e, por isso, o meu instinto é acabar com a brincadeira ou estar a fazer ressalvas de 2 em 2 minutos - o que é , de longe, das coisas mais irritantes de sempre quando se está no lugar da pessoa que só quer fazer alguma coisa em paz. 

E, houve um dia em que aqui esta mãe que hoje espalhou mal a base e como não a trouxe vai ter que lidar com isso até às 22horas teve a brilhante ideia de ir buscar a toalha anti-manchas que a mãe lhe ofereceu para por debaixo das toalhas normais da mesa. De repente, a Irene tem um tapete em que pode ajavardar o que quiser, como quiser e eu sei que é só pegar naquilo e sacudir na janela ou espetar para dentro do tambor da máquina e entrar em negação sobre o que aconteceu. 

Fotografia de Março de 2015, no post de receita de Plasticina Caseira.
Fotografia de Março de 2015, no post de receita de Plasticina Caseira.

Isso tem feito com que a Irene não só se possa lambuzar toda em tintas, mas também fazer papinhas com coisinhas fora do prazo que a mãe guarda no frigorífico até começar a ganhar um verde floresta simpático, assim até saem de lá mais cedo. A plasticina pode ser amassada no chão, até pode ser pizzada ou até posta dentro dos iogurtes, não quero saber. 

Numa brincadeira com tintas caseiras, num workshop em Fevereiro de 2015.



Amén, toalha anti-manchas que salva a motricidade fina da minha filha da minha ansiedade. 



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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Chorou que se fartou, mas recomendo o espectáculo.

Nunca pensei vir a escrever um post sobre um espectáculo onde tivesse ido com a Irene e onde ela tivesse chorado imenso no final. E, pior, recomendando que fossem.

Não que seja uma expert em espectáculos, mas já vi tanto os meus e de amigos com 14 pessoas, como o Cirque du Soleil em Las Vegas. Sinto que há aqui um espectro que poderá ser interessante para vos recomendar alguma coisa - tendo em conta os meus gostos, claro. Eu gosto de comer massa crua, por exemplo (até ter partido um dente), vale o que vale.

Fomos ao Bela e Monstro no Gelo no Alegro de Alfragide e gostei. Gostei por ser tudo tão diferente de alguma coisa que já tivesse visto. Nem na Disney me lembro de ter visto algo tão compostinho. A escala é diferente, bem sei, mas deixa-me feliz saber que há algo tão giro e bem feito, tão pertinho de nossa casa - ainda por cima. 

Eles cantam - e cantam bem - os fatos são fantásticos, a história está bem contada, patinam todos no gelo (há espaço ainda para uma coreografia fantástica de um patinador profissional que faz magia num pista tão pequena), ficamos envolvidos com as personagens, às vezes a acção muda de palco... 

Como a Irene tem três anos apenas, fui preparada para explicar a parte em que o Monstro é apunhalado pelo marido prometido da Bela. Expliquei que tinha sido um susto e que o Monstro estava a recuperar. Quando apareceu em modo príncipe, disse-lhe que o Monstro tinha ido ao cabeleireiro e que, agora, com o pêlo cortadinho a Bela já não tinha nenhum medo dele. 

E foi aqui. No fim. No fim que a Irene desatou a chorar. Chorou. Chorou porque queria que o Monstro ficasse Monstro para sempre. Com algum cansaço acumulado do dia (fomos à sessão das 18h), também se tornou mais difícil que não entrasse em loop, mas é curiosa a reacção.



A Irene não queria que o Monstro deixasse de ser Monstro. 

Giro. Ou foi porque gostou do Monstro e assim o "Monstro" foi embora com tudo o que representava para ela - hoje em dia há muitos livros e desenhos animados que fazem com que os monstros não metam medo. 

Outra interpretação - com psicologia em cima - terá que ver com a tendência com que todos tempos para catalogar coisas. O Monstro para ela poderia ter a representação do mal e o mal transformando-se em bem implica um raciocínio bem mais complexo do que uma mera separação ou até uma mera dicotomia da realidade: bom e mau, benfica e sporting, direita e esquerda...  

Assim que houve oportunidade foi-lhe explicado novamente - como já vos tinha dito aqui que faz parte dos meus planos - que o bom e o mau fazem parte da mesma pessoa. Que todos somos tudo. Que não há Irene má, há a Irene. Que a mãe, quando parece má, continua a ser a mãe que ela adora. 

Que as pessoas que parecem só más também têm coisas boas, que as pessoas que parecem só boas também têm coisas más. Que nem é tudo estanque. Que nem tudo é comentável rapidamente num blog cuspindo a sensação mais imediata que se tenha no coração por dor ou cansaço. 

Somos tudo. 




A história da Bela e do Monstro com tudo o que as histórias de princesas têm de bom e de mau (lá está), ajudou a dar e a materializar um óptimo exemplo para ensinamento da Irene. É para isso que somos uma equipa, certo? :) Para ir ensinando, descondificando...

Recomendo o espectáculo. Vivamente. Gostámos muito de ir. :) Agora brincamos muito à peça, a fingir que patinamos. 



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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

No chão é que é.

É esta a conclusão a que chego. Claro que há muitas brincadeiras que posso fazer com a Irene, mas nenhuma me deixa mergulhar tanto na cabeça dela e na fantasia dela como me sentar no chão a construir em conjunto. 

Cria-se uma ligação diferente e o tempo passa de outra forma. Nem damos por ele, desaparecendo pressas e obrigações. 

Mergulha-se. 

Os Mega Bloks da Fisher-Price são uns dos brinquedos que usamos para ter este tipo de momento. São brinquedos muito úteis para ajudar a desenvolver outras capacidades da Irene como a fantasia,  a imaginação, a motricidade fina ou até mesmo de vocabulário ou de cultura com a explicação da quinta e como funciona ou as letras e para que servem. 

E arrumar os Mega Bloks também pode ser giro se jogarmos ao "atira para a caixa". Consigo pôr a Irene com vontade de arrumar assim, mesmo que já seja final do dia. 

Aproveitem para ver o vídeo para conhecerem a minha sala de estar e, já agora, para nos verem às duas em movimento. Como é para vocês, o vídeo, deixei-me de formalismos e é o que somos. :)



*Post escrito em parceria com a Fisher-Price.





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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

A Irene está louca com isto.

E eu também. 

Recebeu algo diferente. Algo que não é para comer nem para brincar. Algo que é para ver, sentir, mexer e, acima de tudo, fazer sonhar. 

É um Mini Mô Garden, umas plantinhas para despertar na Irene a vontade de cuidar e de ver. Não conhecia e sinto o amor em cada pormenor. A Irene também sentiu (os meus gatos também estão a sentir amor por aquele pon-pon cor-de-rosa, mas isso é outra conversa) e hoje, a primeira coisa que foi fazer foi ir buscar o pózinho de fada que estava dentro do vaso. Não o largou e quer dormir com ele. Isto tudo porque a Bete, no vaso, decidiu por um frasquinho com pozinhos cor-de-rosa, de fada, portanto. 



Quase o melhor de tudo é que este tipo de plantas só precisa de luz natural (e nem precisa de ser directa) e de muuuuita pouca água de 15 em 15 dias. Acho que são o meu tipo de planta, honestamente. 




Praticamente não temos visto televisão. Só de manhã uns 10 minutos enquanto preciso de distrair o bicho para me arranjar.  Não há mais televisão, nem iPad (consegui cortar com muitos dos hábitos com mudanças recentes na nossa vida) e sinto que este Mini Mô veio reforçar uma fase menos ruidosa, mais em paz.





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terça-feira, 19 de setembro de 2017

São das mães que deixam sujar ou que até ficam com suores?

Se o meu instinto é - quando ela começa a fazer "porcarias" - dizer-lhe para parar ou para ficar tão nervosa e ansiosa que só me apetece ir comentando tudo o que ela está a fazer para não sujar nada? É. 

Se me borrifei para isso e fiquei comovida com o resultado? Oh yeah.



Vocês são das mães que deixam que as coisas aconteçam ou até ficam loucas como se alguém estivesse a arranhar as unhas num quadro de ardósia?


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Não sou assim tão descontraída. Nós pés dela está um resguardo de plástico que a minha mãe me ofereceu para por por baixo da toalha na mesa de jantar. Achei que a possibilidade de acidente era menor, confesso.


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Não sei para quem foi mais porreiro: para mim vê-la pintada e tão feliz ou para ela.


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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Fazer tintas em casa: fácil, barato e divertido! (preparem o banho!)

No outro dia apercebi-me de que ainda não tinha posto a Luísa a pintar. É importante que, nesta fase, eles tenham contacto com diferentes sensações e texturas. É através do corpo que eles vão conhecendo o mundo. Deixei-me de preguiça e lá fui eu vestir-lhe um babete, buscar as digitintas (são umas da Djeco que se encontram na Fnac, na wook.pt, fisicamente na Didatic by Edicare - que foi onde comprei, no Colombo, quando a Isabel fez 18 meses - vejam só como era pequenina aqui!). Correu bem, muito bem. Estranhou, gostou, pintou com as mãos, os pés, as pernas, a cara (viram nas stories do instagram?)

Único senão: ela querer degustar as tintas. Apesar da senhora me ter dito que estas não seriam tóxicas (e são laváveis, é só passar por água), há sempre aquele receio. Foi então que pensei: se já fizemos plasticina caseira, há de haver maneira de fazer tintas caseiras!

E há, claro. Encontrei no pinterest mil e uma receitas e cá estão as duas que testei.


TINTAS COMESTÍVEIS DE IOGURTE 

- iogurte natural
- corantes alimentares (daqueles que se compram na zona dos chocolates para bolos e gelatinas)
OU
em tendo paciência ou alguma restrição alimentar/alergia/etc, como fazer corantes naturais em casa {acho esta ideia fantástica (e saudável) para aqueles bolos coloridos por exemplo}
Neste caso, se querem cores primárias e fortes têm de adicionar mais corante, porque o branco atenua.




TINTAS COMESTÍVEIS DE GELO

- água
- couvete de gelo
- corantes alimentares





Caso não tenham grande paciência para caseirices (e até porque os corantes não são a coisa mais fácil de limpar das mãos, convenhamos...) têm aqui as tais das digitintas, que duram e duram (e a Isabel usa bastante).



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domingo, 9 de julho de 2017

60 actividades em casa para fazermos com eles.

Acabei de deitar a Irene e queria deixar-vos uma lista de várias coisas que me apetece fazer com ela ou que quero vir a fazer com ela. Vão sair "do nada", algumas, outras já as fiz e correram bem. 

Pensei nesta lista porque às vezes, mesmo no Verão, ficar em casa sabe tão bem e há tanta coisa gira que podemos fazer...  

São actividades mais viradas para a idade dela (3 anos), mas acho que a maior parte talvez se consiga adaptar. Depois acrescentem mais umas quantas, o que acham ?


  • Tomar banho com eles (duche ou imersão)
  • Fazer penteados com eles com água e escova/pente (e inverter)
  • Pintar as unhas (aconselho verniz à base de água para não escavacar as unhas)
  • Dançar na sala vários géneros de música (desde a clássica à Anitta)
  • Ler histórias (e inverter, mesmo que tenham que eles inventar)
  • Aguarelas
  • Fazer pinturas faciais (e inverter)
  • Brincar às escondidas
  • Brincar à apanhada
  • Rasgar revistas antigas
  • Cortar revistas antigas
  • Explicar países e continentes num globo (há uns Montessori muito interessantes para esta idade)
  • Brincar com água e funil e garrafas
  • Passar um cordel por tubos de massa
  • Brincar com massa e contar ou fazer desenhos
  • Fazer ginástica 
  • Luta de almofadas
  • Fazer sopa
  • Dar brinquedos aos meninos que não têm
  • Tocar instrumentos musicais
  • Usar coisas da cozinha para fingir de instrumentos musicais
  • Plasticina
  • Limpar com um pano húmido
  • Usar a swiffer
  • Brincar às papinhas
  • Jogar ao macaquinho de imitação
  • Fazer caretas ao espelho
  • Imitar várias emoções e pedir para adivinhar e vice-versa
  • Fazer desenhos nos vidros (há umas canetas giras para isso)
  • Plantar 
  • Comprar uma banheira insuflável e dar banho na varanda (ou piscina no quintal)


  • Brincar aos bonecos (aproveitar para ensinar empatia, por exemplo)
  • Fazer desenhos no papel
  • Ensinar palavras noutras línguas
  • Deixar mexer numa taça cheia de arroz para sentir a textura
  • Poder martelar bolachas num tabuleiro (ela adorou fazer isto ontem)
  • Andar para trás pela casa
  • Jogar ao "onde está a cor amarela aqui na sala"? 
  • Mostrar fotografias de quando era mais bebé e relembrar coisas
  • Bolinhas de sabão
  • Fazer espuma na banheira ou num alguidar
  • Fingir que o cesto da roupa é um carro
  • Fazer uma tenda com cadeiras e um lençol
  • Jogar o "em que mão guardei?"
  • Brincar ao médico/paciente (e aproveitar para explicar os procedimentos médicos normais para estar mais segura quando for necessário)
  • Alongamentos
  • Ensinar a respirar devagarinho
  • Ensinar a lidar com algumas emoções negativas com estratégias úteis como respirar fundo quando está zangada
  • Conversar. Importante contarmos também coisas nossas e não ser uma entrevista "de avó". Se falarmos, eles falam connosco - pelo menos com a minha resulta. 
  • Brincar com o snapchat ou equivalente
  • Fazer bolinhos/gelados/sumos
  • Ligar por videochamada aos amigos/familiares 
  • Ensinar a dobrar panos da loiça
  • Pedir-lhes para fotografarem as coisas preferidas em casa e conversar sobre o que fotografaram
  • Pedir para lavar fruta (no bidé, por exemplo)
  • Imitar sons de animais e forma de se movimentarem para eles adivinharem e inverter.
  • "Vou transformar-te num...", alguém ter a varinha mágica e o outro ter de assumir o som e forma do que foi designado. A Irene faz muito bem de candeeiro e de cebola (ahah - coisas do pai)
  • Trabalhar com eles e ver o que pode ser modificado em casa para que sejam mais independentes, partilhar ideias e tentar aceitar as deles mesmo que nos pareçam "fora"
Ahh no meio disto já estou cheia de saudades dela. :) Foi um domingo excelente em que fizemos imensa coisa, espero que vos consiga inspirar a fazerem alguma destas coisas em breve (se é que já não fazem a maior parte delas, claro).

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