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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Já consigo ter um antes e depois para vocês!!

Meninas, a minha sensibilidade, medo, vontade e necessidade de auto-controlo reflecte-se muito na maneira como como e, por isso, desde que me lembre (não ajuda ter uma família que fala muito do "peso" e aponta muito o dedo a isso e sem grandes tactos), que lido com algum descontentamento com a minha imagem (não façamos isto com os nossos filhos, pff). 

Passei por uma fase de amealhamento de gordura e estou pronta para a perder. E hoje, quando vesti as mesmas calças que usei em Junho, reparei a diferença. Querem ver? 


Ai garotas, para celebrar, hoje vou à Brasserie (não ponho o link que apesar de ser a minha amiga Renata quem me vai pagar o bife, não é a Brasserie a oferecer), mas vou só cheirar as batatas. O que faço agora é cheirar o que não quero comer... (ou que quero muito, vá, depende da perspectiva), esta é a minha relação actual com pizza:




Claro que não tenho feito isto sozinha (apesar de me saber muito focada e determinada quando quero muito alguma coisa - resvalo para fundamentalismos, infelizmente, tenho de ter cuidado), tenho tido ajuda da Carina e da Mahima do Chama a Sofia (professora de Pilates e PT e professora de Yoga, respectivamente). 


Estão aqui os meus valores e objectivos... estão comigo? 


Olhem para aqui eu a rebentar o instagram com a minha sensualidade toooooda!. Nope. Not true. Isto é a vida “instagram“ (que by the way, decidi passar a vê-lo no máximo duas vezes por dia e escrevi sobre isso hoje no blog, este post foi agendado. Buuuuuu! ). A vida real está na fotografia a seguir onde vos mostro as minhas medidas e peso actuais. Hoje começo a levar isto mais a sério. Tenho feito tudo devagarinho para não serem mudanças mais bruscas, mas chegou a altura de definir objectivos. Tudo isto por ter chamado a Sofia (conhecem? @chama_a_sofia ) e por ter conhecido não só a incrível @carinacarvalhogoncalves mas também a Mahima ( @ganapatiyogamahima ). Torçam por mim porque vou fazer medições de mês a mês (ou mês e meio) e o objectivo é chegar a Novembro mais perto daquilo que desejo para mim. 💪 Atenção que o peso poderá ser indicador de excesso de gordura, mas já viram a quantidade de coisas que se mede no corpo? O peso é apenas uma delas e nele junta-se o peso dos nossos órgãos, ossos, músculos, água... Guiem-se por medições mais exactas, até para terem maior satisfação com os resultados, mesmo que a balança vos dê a entender que não fizeram nada. Eu já tenho notado diferenças impressionantes em mim, mas agora vou ter a certeeeeeza 😎
Uma publicação partilhada por Joana Gama Freire (@joanagama) a

Estou a fazer isto de uma maneira muito calma e saudável. Estou a comer bem, a reeducar-me a comer e tentar separar a tristeza e a ansiedade da comida, lidando com elas de outra forma... 

Também acho que tenho de aceitar que o meu equílibrio é feito de momentos de desequilíbrio, não tem mal. Cansa é mais, acho eu :)

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Quero ser mais feliz que isto! (#2) - Quero um frigorífico vazio!

Estou mesmo numa onda de resoluções, mas começo a achar que só por acaso coincidem com Setembro. Acho que estou mesmo numa fase de ter percebido coisas e de as estar a pôr em prática. Depois de, no primeiro post, vos ter falado que acabei com a minha relação sôfrega com o instagram (leiam aqui em: "Quero ser mais feliz que isto! (#1) - Adeus Instagram!"), agora quero falar-vos do que decidi quanto ao meu frigorífico.


Tinha de por uma foto para que aparecesse no thumbnail, achei que como estou girinha nesta e como isto fala de mim, sei lá! Não tenho fotos do meu frigorífico em condições, ainda! haha AINDA! Claro que está cortadinha na zona do pneu... hahah achavam! 

Há uns tempos li um documentário sobre minimalismo aplicado ao quotidiano por uma dupla de rapazes (The Minimalists) e isso tem-me inspirado a olhar para as coisas à minha volta com um maior filtro do que preciso e não preciso.

- Ter muitas coisas faz-me não conseguir usar nada porque nem sequer ver o que tenho

- Ter muitas coisas dá sempre aquela sensação de que "não tenho espaço para nada"

- Ter muitas coisas dá sempre aquela sensação de que "está tudo desarrumado" porque... guess what... é capaz de estar ;)


E, no caso do frigorífico, o que eu notava era: 

- Desperdiçava muita comida por não conseguir usar toda a tempo antes de se estragar. 

- Muito tempo de indecisão a escolher o que iria comer ou não comer.

- Frigorífico pouco limpo.


Agora tenho o mínimo indispensável


- Em vez de encomendar sempre 20€ do BioCabaz (é de onde mando vir todos os nossos legumes - biológicos - e de entrega gratuita), encomendo aquilo que precisar para AQUELA semana. Sem planear muito, mas não comprar tudo o que gosto, só porque sim. Comprar o suficiente para uma sopa e alguns snacks ao longo da manhã e tarde. 

- Vou mais vezes às compras num supermercado do bairro (esta semana já brindei um MiniPreço ali praticamente na Cova da Moura com a minha presença porque quero conhecer o que me rodeia - não estou a brincar) para as coisas pequenas que me faltem. Não leva assim tanto tempo e, na prática, isto resume-se a duas vezes por semana no máximo, vá. Que sempre que me falta alguma coisa, não tenho de ir a correr comprar, não é? 

- Sinto que estou a poupar dinheiro porque não tenho "fúrias de compras". Agora é para fazer as COMPRA TODAS do mês e acaba-se sempre por comprar coisas que não se precisa. 

- Tenho feito muita mais comida fresca para a Irene (e para mim, by the way), usando de forma inteligente as porções que faço num dia para darem para o jantar do dia seguinte, tentando cozinhar as coisas em separado para poder fazer mais combinações. Por exemplo: cozinhei as ervilhas fora do arroz. No dia seguinte pude só comer as ervilhas... 

- Tenho um frigorífico tão lindo, arrumado e limpinho... Sempre que o abro tenho aquela pica de "ahhhhhh a vida está toda arrumadinha, é isto mesmo". E, tendo em conta as vezes que abrimos o frigorífico por dia, é uma boa coisa para se sentir. 


Só vejo vantagens, mais uma vez, nesta resolução. Estou contente! :) Isto vem acompanhado de outras resoluções que depois vos falo. Como funcionam com os vossos? 


Se quiserem ver um vídeo (cheio de comédia e humor porque sou muito engraçada) que fiz sobre isto, fica aqui:





terça-feira, 21 de agosto de 2018

Por que estão sempre a atirar tudo para o chão?

Irene, pára. Irene, não! Não, Irene! Pára, Irene. Já chega. Irene, vá lá. Não ouviste a mãe? Só podes estar a gozar. Por que é estás a fazer isto? A mãe não vai apanhar mais vez nenhuma [mãe apanha]. Irene, pára com isso, pára! Que chatice!

Até fiquei enervada só de me lembrar. Isto era quando a Irene ainda só tinha meses e tinha a "mania" de atirar tudo para o chão. Aliás, depois vim a aperceber-me que não é "a Irene", são todos! É um passo de desenvolvimento tal como gatinhar e andar, o de atirar coisas para o chão. 


Com isto, eles estão a aprender (li neste site e em mais uns quantos para confirmar): 

- Usar as mãos; 

- Perceber o que acontece ao objecto quando cai; 

- Medir distâncias;

- Testar as suas aptidões; 

- Perceber a relação de causa-efeito (através do barulho, a reacção dos pais, etc); 

- Interagir socialmente;

- Etc. 

Se é irritante? É. Já vi até mães - mais espertas que eu - a, nalgumas alturas (tipo restaurante), terem os brinquedos presos por um fio para não terem sempre que se baixar (ahah). Foi um daqueles momentos "Quem me dera ter pensado nesta porraaaaa!". 


A Irene aqui com um ano e 2 meses :) 


Por isso, se já se tiverem passado com eles por fazerem isso... é normal. Foi a reacção que eles tiveram vossa (a Irene teve uma mãe muito muito enervada com isto, mesmo "passada da cabeça"!) mas agora que já compreendem porquê - caso não tenham tido a ideia de ir saber o motivo - podem mudar a vossa postura com maior empatia ou até para um segundo ou terceiro ou décimo filho ou dar aquele toque a uma amiga receptiva e que vos dê espaço para falar (só para não ser mais um daqueles bitaites que vai deixar a malta nervosa). 

Sei que estou muito focada na alimentação. Ainda ontem ou lá quando foi falei naquelas colheres "a mais" que damos quando eles dizem que não querem mais, mas acho que já esgotei a minha inspiração para este tema, não se preocupem. Amanhã vou falar de auto-caravanas (acho que não haha).

Mais posts sobre o tema "alimentação" de ambas, aqui nestas palavras a laranja e que se chamam links (eu sei, estou a brincar).



domingo, 19 de agosto de 2018

Somos más, muito más!

Eu, pelo menos, sou. Não sei se vocês se têm aproveitado ou se se aproveitaram quando era altura, mas... ahah... estão a ser os tempos mais felizes da minha vida. Não tem a ver com o facto da minha filha ser maravilhosa e de ter uma mãe ainda mais, não tem mesmo nada a ver com isso. Tem a ver com o facto dela ter 4 anos e de não ter noção de algumas coisas, como por exemplo: quantidades. 

Não sou, de todo, de a obrigar a comer. Lembro-me quando ela era bebé que até transpirava por ver que ela não comia nada daquilo que lhe dava. Eu chorava enquanto armava uma espécie de piquenique no chão da sala para ver se ela queria comer qualquer coisa: nunca tinha fome (petiscava entretanto e/ou mamava, chegando à hora das refeições, sem interesse algum, claro).  Escrevi sobre a minha mudança de atitude e o quanto isso nos ajudou aqui em "Há esperança"

Se precisarem de ajuda com isto deles não comerem e de tudo aquilo que sentimos (é pura rejeição, eu sei) por causa disso, aconselho - mesmo não tendo lido - o livro do Dr. Carlos Gonzalez - O meu filho não come. 

A verdade é que, em princípio, numa criança digamos "regular", se não come é ou porque não tem fome ou porque fui eu a cozinhar - e tenho tanto jeito para cozinhar como para não me rir quando dizem "hádem". 

Foto antiga da moça, mas caramba que tive aqui muita sorte na aparência do bicho. E no resto também. Os genes da mãe são fortalhaços, ahah. 


Não a obrigando a comer, tenho a noção que às vezes se desinteressa da comida por estar mais interessada noutra coisa. Normalmente aplico a consequência directa de "se não tens fome, não comes". E, mais tarde, se tiver fome, volto a aquecer-lhe o jantar, por exemplo. 

Às vezes, porém, só para ficar descansadinha ou para não ir uma colher de sopa para o lixo (que parvoíce, estou a aperceber-me da mariquice), digo-lhe: "vá, só mais 5 colheres". Ela vai tentar negociar, claro e diz: "6!". E eu... "Oh Irene... 6? Vê lá... Pode ser!" e zunga. 

Não é porreiro e não devo estar a ajudar a perceber quantidades e afins, mas aquela colherzinha de sopa dá-me alento para o resto do dia. 'Tadita da minha filha, olha, Deus me perdói (como algumas pessoas dizem - deve haver quem diga, sei lá). 

Um dia mais tarde, nos teus 20, lembrar-te-ás disto como um acto de traição por parte da tua querida mãe, mas o que vale é que sopinha para o lixo ia quase nenhuma. Prioridades. Ahah. 

Vá, vou parar de insistir nessas colheres extra e, se não quero que vá para o lixo, como eu. Meh. Deve ser por uma questão de estabelecimento de autoridade e não por preocupação no meu caso. Ser eu a ficar com "a última palavra". Que diferença fará uma colher ou outra? Ter sido eu a decidir quando é que ela deve parar de comer, claramente. E a criança é ela, não eu.  Vou repensar isto aqui e já volto. 


Mães que sofrem muito a dar a comida aos filhos, já estive aí exactamente onde vocês estão. Querem ler? Aqui em "Odeio! Odeio dar-lhe de comer!".

terça-feira, 5 de junho de 2018

Como lido com a minha ansiedade.

É como tudo na vida: às vezes lido bem, outras vezes lido mal. Porém, com o tempo, e com novas estratégias, situações que poderiam antes ser muito mais trágicas, estão a tornar-se mais fáceis. E, melhor, até já vejo a vida com outros olhos (isto era um slogan óptimo para uma loja que vendesse olhos às pessoas). 


Coisas que me ajudaram e ajudam imenso: 

- Dormir

Meninnnnas! Nem se metam nisso! Não há maneira de conseguirmos pensar o de funcionar direito se não andarmos a dormir o suficiente! Já vos contei num post que isso é uma das nossas necessidades primárias e que podemos estar a fazer de tudo um drama, a pensar tudo de forma errada e a tomar decisões importantes estando fora "do sítio". Certifiquem-se que andam a dormir. É ingrato dizer isto num blog de maternidade (a Irene não dormiu uma noite seguida durante 3 anos), mas garantam o vosso descanso - dentro do possível - acima de tudo. 

- Beber água e boa alimentação

Se andamos a dar combustível da trampa ao nosso "carro" como queremos que ele ande bem? Andamos para aí na reserva e com a expectativa de estarmos no nosso melhor. Não é justo. Para bons resultados, tem de haver preparação. E cuidado. E carinho. Aquele que conseguimos ter com os nossos filhos (comer sopa, fruta...) devíamos também ter connosco, caramba! 

- Suplementação

Bem sei que às vezes leio demasiado, mas cheguei à conclusão que, hoje em dia, também com o tipo de alimentos que temos ao nosso dispôr é praticamente impossível (a não ser que nos dediquemos quase que exclusivo a isso) ter uma alimentação que ponha o nosso organismo a funcionar perfeitamente. Eu não tenho capacidade para ser exímia a cozinhar, escolher os ingredientes, as combinações, etc. Sei que preciso de vitaminas, de alimentos, de minerais que não encontro nas refeições que consumo com frequência. Tenho feito períodos de toma de Depuralina Express que me ajuda a fazer uma espécie de reset quando tenho períodos de maior ansiedade e em que ingeri mais Chocapics e Kinders do que "devia". Faço o tal reset e apercebi-me que, quando tomo, além do meu apetite emocional - aquele que é fome a fingir e que sabemos perfeitamente que não é fome -  baixa substancialmente, também fico muito mais calma. Depois vim a descobrir que era também do extracto do Slimzen. Que é um extracto de Chá Verde rico em L-Teanina que está clinicamente comprovado e, que controla os impulsos emocionais que nos levam a cometer excessos mesmo quando não temos propriamente fome. Isto é de uma forma 100% natural, além de desintoxicar o meu organismo, também me ajuda a estar mais calma e centrada. Isto para além de me retirar aquele sentimento de culpa por querer sentir-me melhor comigo mesma e de não "estar a fazer nada extra". 

- Psicologia e Hipnoterapia Clínica 

Depois de ter experimentando imensas coisas ao longo da vida, esta foi uma das abordagens que me deu resultados mais imediatos. A que me aliviou mais rápido. Requer continuidade, mas com a hiponose garante-se também um conforto durante o processo de compreensão e desconstrução do que se passa para a pessoa se sentir ansiosa. Foi com a minha (agora amiga) Eugénia Amaro, posso dar-vos o contacto, se precisarem. 

- Psicanálise

Faço psicanálise duas vezes por semana. É um luxo, bem sei. Porém também sei que reorganizando as nossas prioridades que conseguimos alcançar muitas coisas que preciamos quando temos o mindset certo. A psicanálise é um trabalho mais demorado, requer muita paciência e disponibilidade (tempo e mental), mas que me parece ser um percurso muito sustentado (vocês acho que têm sentido a minha mudança de postura no blog ao longo dos tempos). 

- Ler sobre isso

Pode ter o efeito contrário nalgumas pessoas, mas têm-me ajudado imenso a compreender e a perceber que não estou sozinha nisto da ansiedade e porque é que sinto isto e como se processa. Ouvir e ler outras pessoas a falar sobre o assunto ajuda-me a relativizar e a ver que o mundo não vai acabar só porque sinto que sim. 



Até voltei a fazer stand-up. E, há uns anos, acabou porque perdi a confiança. Era doloroso acreditar em mim e viver com ansiedade de subir a palco e até com a negatividade do após. Voltei, agora :) Estou feliz. Sinto que voltei a ser eu. Eu quando estou bem. :)


Nota: o Facebook decidiu mudar o seu algoritmo e a partir de agora vai mostrar-vos mais posts dos vossos amigos e menos de páginas onde fizeram like. Querem saber quando publicamos coisas?
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Post escrito em parceria com a agência de comunicação. 

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Encomendo comida para o jantar e então?

Já vos contei várias vezes que tenho uma grande tendência para ser ansiosa. Sinto que toda a minha vida tenho tentado andar a dar a volta e depois a tentar dar a volta à volta que tentei dar, etc. 

Desde que me divorciei, acumulei mais uma tarefa ao cuidar da Irene sozinha: fazer a comida. Não parece nada trabalhoso mas é mais uma coisa para me preocupar, para falhar, para dizer "agora não que a mãe tem de ir cozinhar". 

Andava a dar em doida, a tentar fazer comida nova todos os dias (como acho que não sei cozinhar, preferia não deixar margem para restos) e, quando havia restos, parecia que não tinham bom aspecto suficiente. Falei sobre isso aqui: Não sei cozinhar

Até que pensei: e se encomendar comida? 

Agora, quando não me apetece pensar nisso ou quando consigo ter oportunidade de rever as minhas prioridades e chego à conclusão de que prefiro brincar com ela a cozinhar. Já comida pronta para descongelar no congelador para qualquer "emergência", mas still, que luxo receber um franguinho assado que dá para mais de um dia e que ambas gostamos. 

Se alguma de vocês se andar a matar para fazer comida "boa" todos os dias como eu andava e a sentir-se pseudo "culpada" por ter que fazer opções ou por sentirem tantos "nervos" em cima... considerem mandar vir comida. 

Não precisa de ser pizzas e tal (mas também pode ser). 

Tem sabido bem. :)


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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Desafio: até ao verão de 2018 ficamos gostosonas.

Vá lá, eu bem sei que não devia fazer este título. Que o mais importante é a saúde. E bla bla bla. Mas isso já todas sabemos, certo? Não vou estar aqui a enganar ninguém. Quero, a par de tudo, ficar gostosona. E, para mim, é mais fácil ficar gostosona se tiver amigas que também queiram ficar gostosonas. :)

Há por aí quem queira abarcar neste desafio comigo?

DESAFIO: até ao verão de 2018 ficamos gostosonas (inspiração na Pipoca mais doce que está um arraso) 


1) temos de ter cuidado com a alimentação. Levei-me pela onda "ah é verão e tal, é preciso é viver e ser feliz" para me desculpar de todos os estragos e de todo o pão com queijo amanteigado ou molhado no molho das ameijôas, de todos os gelados e bolachas e bolos e de todo o leite com café. Nem me pesava para tentar ignorar. Até acharam que eu estava grávida, tal foi a forma como a minha barriga inchou. Pesei-me no ginásio e aumentou massa gorda, aumentou a massa magra, toda eu aumentei. Vou ter mais cuidadinho, sem extremismos.

2) temos de mexer o rabo. Se não conseguirem por questões de orçamento ou de disponibilidade ir para o ginásio (tenho a sorte de estar no SCAPE, em Santarém, com óptimas instalações e profissionais e ambiente, o que é já 20% de motivação extra para não me deixar levar pelo sedentarismo), tentem arranjar 30 minutos diários para uma caminhada (ou correr) ou então treinem em casa. Há imensos canais no Youtube: este por exemplo, com imensos treinos que vos vão deixar a pingar ou este. Comprem uma corda na Decahlon e saltem (para ver como elas mordem ahah). Façam prancha (jesus me valha, que custa tanto).

3) temos de acreditar em nós. Os resultados mais consistentes são os que demoram mais a chegar. Não vale a pena começar com intensidade 100, desmaiar de cansaço, fechar a boca com dietas parvas (já sabemos que é a comer - e bem - que se perde peso de forma consistente, mudando hábitos de toda uma vida) para depois nunca aprendermos a gostar de exercício nem a gostar de comer bem. Não pensem que são as únicas a dizer "odeio isto", "não sou capaz", "que se lixe". Tudo requer tempo. E é no processo que aprendemos sobre nós, sobre o nosso corpo e vamos percebendo que afinal até somos capazes. Somos. Temos de acreditar em nós.

O que posso fazer por vocês? Querem que partilhe sempre que possa o que como e que exercício faço? Gostava que o fizessem também, em comentário. Pode ser? Dão-me as vossas dicas? 

Juntas somos mais fortes! 
(Quantas vezes preciso de motivação...).

#ateaoveraode2018ficamosgostosonas



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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Fruta com manteiga de amêndoa caseira? Delícia!

É a segunda vez que faço manteiga de amêndoa em casa e adoro! Mais fácil é difícil. ;)

Ora atentem:
- Põem as amêndoas um bocadinho no forno ou numa frigideira em lume brando para ganharem uma corzinha. Nesta última que fiz saltei este passo e, apesar de estar boa, não está tão boa como a primeira que fiz! Cuidado para não queimarem. 

- Trituradora com elas - acreditem que, por mais que vos pareça que nunca vai dar manteiga, VAI! Vão libertar óleo e transformar-se em manteiga 😁

- Podem por uma pitada de sal marinho para intensificar o sabor ou há quem ponha um bocadinho de baunilha. Eu não ponho nada e gosto assim. 
(podem pôr também cacau em parte dela, por exemplo, suas gulosas). 

Depois: imaginação. Com maçã e com banana é divinal, mas também uso por exemplo com iogurte grego! 







A Isabel comeria às colheradas, se pudesse. 
A Luísa gosta e espalha pelo cabelo, será que dá um bom hidratante?

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Nas férias relaxo

Relaxo em todo o sentido da palavra. Relaxo nos horários e nas sestas das miúdas. Relaxo do telemóvel (pego nele para falar com a minha mãe e uns 15 minutos diários para ir ao instagram). Relaxo caso elas adormeçam no carro uma vez por outra e fiquem sem tomar banho até ao dia seguinte. Relaxo, até, dos cânhamos e das sementes de girassol desta vida.

Quando fui desafiada a escrever sobre Lipton Ice Tea, imaginei claramente o sítio onde tiraria uma fotografia a beber um ice tea limão: na praia. É onde me sabe melhor, desde sempre. É onde, por estar de férias, feliz, descontraio (se as minhas filhas me derem 5 minutos de pausa) e deixo-me levar pelos pequenos prazeres desta vida. Como saladas (e que bem me sabem) e fruta mas como também sandes. Bebo água, mas bebo também um ice tea, geladinho, acabado de sair da geleira (sim, sim, tenho aquela família clássica que leva geleira para a praia). Como um gelado ou uma bola de berlim. E não faz mal. Com moderação e bom senso, sou mais feliz assim. Aprendi a dizer-me, sem culpa, que, caso me apeteça, não faz mal. De vez em quando não faz mal. Nas férias não faz mal. Em momentos especiais não faz mal. É certo que devemos ter cuidado com a quantidade de açúcar que ingerimos. O nosso corpo não precisa de açúcar além do naturalmente presente nos alimentos, alimentos estes que deverão ser o menos processados possível. E as marcas, conscientes disto, têm feito um esforço para reduzi-lo. Lipton reduziu a quantidade de açúcar de 7g para 4,5g por 100 ml, nos Ice Teas de manga, limão e pêssego, e 3,5g no Lipton Chá Verde (têm menos açúcar que algumas águas aromatizadas de compra, menos açúcar que outros iced teas)) substituindo uma percentagem do açúcar por stevia.

O de chá verde foi uma excelente descoberta (adorei o de hortelã e lima), mas o de limão é o de limão...



Post escrito em parceria com Lipton


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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Que comida levar para férias?

Em primeiro lugar, depende do tipo de férias (se em Portugal, estrangeiro), para onde se vai (se hotel, se casa, se campismo...), idade dos miúdos e mood. Por mood entenda-se uma trilogia vontade-dinheiro-espírito (descontraído OU picuinhas). Há pessoas que descontraem nas férias com a alimentação dos miúdos, há quem ache importante continuar a dar-lhes a melhor comida possível. Eu sou adepta, em podendo, de um misto, de um equilíbrio. Podem comer um gelado ou uma bola de berlim, umas batatas fritas (à Luísa ainda não dou, prova uma ou outra), mas se o resto puder ser nutritivo, variado e saudável, melhor.

[Por exemplo, para Barcelona levei apenas uma sopa para a Luísa, para o primeiro dia, e depois "logo se via". Seriam apenas 4 dias, com voos pelo meio, por isso decidi ser prática. Houve refeições em que comeu bem. Havia creme de legumes em dois dos restaurantes e depois comia o que houvesse: carne, croquetes, pizza e fizemos um jantar em casa (arrendámos casa no centro). Comprámos, na merceeria, iogurtes, bolachas e fruta, comeram muita fruta.]

Desta vez, viemos para o Algarve, para uma casa, uma semana (com o avô Fernando). Se por um lado, não queria complicar muito e ter trabalho a fazer todas as refeições, por outro gostava que comessem bem e com variedade. E, em vez de estar a ir aqui às compras grandes, trouxemos já muita coisa cá de cima e lá em baixo compramos o pão, a carne, o peixe, os ovos e o que for faltando. Comemos, salvo raras excepções, em casa.

1) SOPAS
Copiei a ideia de génio de uma amiga da Joana Gama e trouxe sopas para toda a semana para as miúdas, já feitas, da BebéGourmet que são saudáveis, nutritivas e saborosas. Sopa de Couve-portuguesa com Vitela, Sopa de Brócolos com Frango, Sopa de Espinafres e Grão, Sopa de Cenoura com Massinhas e Pescada e Sopa de Beterraba são algumas das que trouxe. Comeram logo uma na estação de serviço.



2) LEGUMES E FRUTA
Já que iria ter de comprar cá em baixo, por que não levar comigo o meu cabaz? Desde que a Joana me pôs o bichinho, salvo seja, dos produtos biológicos (sim, mesmo depois da investigação da Sábado, eu prefiro confiar), que recebemos um cabaz de produtos bem-bons do Bio Cabaz todas as 6as feiras (o David recebe em Carnaxide e traz). Mirtilos, pêras, meloa, maçãs, pêssegos, curgetes, batatas, cebolas, alfaces, cebolinho, cogumelos, tomates e mais mil e uma coisas que vão variando semana a semana e que se podem adicionar extra ao cabaz. Vejam só a belezura destes alimentos <3






3) FRUTA EM PURÉ
Gosto de levar para a praia, em caixinhas, melão partido aos bocadinhos (que memórias boas de infância!!!), melancia, uvas, etc, etc, mas também acho super prático levar fruta em puré (e a Isabel adora e a Luísa também já gosta). Já há imensa oferta fixe no mercado, sem açúcares adicionados, por isso, compramos de diferentes marcas e até de "marca branca", desde que os rótulos me agradem. Se preferirem bio, têm estas, que encontram já em alguns supermercados (arranjei da Vitabio) em promoção no Continente), no celeiro, e online tamebém aqui.


4) SNACKS
Bolachas, bolinhas energéticas, tiras de cenoura, queijinhos - dá jeito levar algumas coisas destas na mala, para irem(irmos) picando na praia.


5) PAPAS PARA O PEQUENO-ALMOÇO
Aqui já sei que a aveia tem de andar sempre atrás de nós (ou a "papa boa", como lhe chama a Isabel), assim como a Maizena, que lhes comecei a fazer há pouco tempo (receita aqui). De resto, comem ovos mexidos, fruta, pão, o que fizermos para nós.


E venha o resto, que também faz parte: a bela da bola de Berlim, o geladito, os petiscos (elas adoram caracóis, por exemplo, e eu também)...

Ficar em hotéis com tudo incluído é bem porreiro, mas, em não podendo, lá nos amanhamos com as nossas comidas e um ou outro jantar fora, e é bem bom! Ainda por cima, viemos com o avô Fernando que cozinha bem, o que mais se pode pedir?


FÉRIAS, QUERIA-VOS TANTO!
Queria, já não quer? (cssssstum).

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