Mostrar mensagens com a etiqueta Joana Paixão Brás. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Joana Paixão Brás. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Lavar os dentes é uma festa!

Não tenho a melhor relação do mundo com dentes e dentistas. Ou não tinha. Já vos disse aqui, fiquei quase 4 anos sem ir a um dentista. Infelizmente, fiquei um bocado traumatizada com as extrações dos dentes do siso e nunca mais lá pus os pés, nem para tirar o último que tinha de ser retirado (sim, sim…) Claro que deu asneira e estou a desvitalizar um dente.

Não quero que as minhas filhas tenham a relação que eu tive com os dentes e com os dentistas. Comecei desde cedo a lavar-lhes a boca – à Isabel ainda comprei uma daquelas dedeiras de silicone, quando lhe nasceu o primeiro dente, com 9 meses. Com a Luísa já passava compressas molhadas com água, ainda ela não tinha dentes. Assim que começaram a ter curiosidade em agarrar a escova e em imitar-nos, passei-lhes as escovas para a mão. No caso da Isabel, sempre foi fácil, no fim da lavagem, dar “uma de mão”, ou seja, lavar eu mesmo a sério. A Luísa dá um bocadinho mais de luta, mas paciência. O que tem de ser tem muita força.

Ajudou, desde sempre, ter pastas a saber a fruta (apesar de só passar o tamanho de uma unha do mindinho delas na escova ou até menos) – chegámos a tentar um sabor menta mas odiaram – e escovas coloridas. Trocamos bastante de escovas de dentes, ou porque deformam um bocado ou porque não se torna muito higiénico. Lavamos todas as manhãs e todos os dias a seguir ao jantar. Quando eu me esqueço e já estou a caminho do quarto para lhes contar a história, elas são as primeiras a lembrar-me! Até a Luísa, no seu português macarrónico, se faz perceber muito bem com “détes!”. Quando tudo isto entra na rotina, não há como falhar. Tenho de ir com elas em breve ao dentista – a Isabel foi aos 2 anos quando partiu o dente da frente; a Luísa nunca foi. Acho muito importante criar-lhes bons hábitos. Com os dentinhos não se brinca, mesmo! [Eu que o diga quando tive a minha primeira dor de dentes a sério há um mês. Credo! Apanhava-me o cérebro, mal conseguia abrir os olhos, um horror! (parecia as velhotas no autocarro a queixarem-se, agora).]




Neste momento, estamos a experimentar umas novas escovas e pasta de dentes de uma marca norueguesa, a Jordan, que tem pastas e escovas para todas as idades. Não sei se já se cruzaram com elas no Continente, são muito fixes! Gostei do design da escova dos 0-2 anos mais larga na base, bastante ergonómica, com silicone, para que agarrem com maior facilidade e não escorregue. A dos 3-5 anos já tem um formato mais convencional, mas com desenhos de animais - a Isabel tem a do hipopótamo. As pastas, além de apelativas visualmente, com animais, têm 1450 ppm (flúor) e estão totalmente livres de sulfatos, o que me tranquiliza muito.

Por enquanto, é uma festa lavar os dentes (ainda não chegaram à fase mais porquita da adolescência, graças ao senhor!) mesmo tendo um temporizador, que vem com a escova da Isabel, para assegurar que ficam ali tempo suficiente.

E vocês? Quais são as vossas rotinas dentárias? É uma luta para eles lavarem os dentes ou arranjam estratégias porreiras?











O temporizador da discórdia (irmã mais nova a boicotar)

Já está, mãe! (a mãe agora vai só espreitar para ver se ficou tudo impecável e dá mais uma de mão)

A Isabel, a ser perfeccionista (e as tatuagens “do Portugal”?! lol) 

*post escrito em parceria com a Jordan



Sigam-nos também no Instagram:
E nos nossos pessoais:

Sweet 16 o caraças, sweet 32!

32 anos é uma idade mesmo boa: ainda temos um pé na juventude (ou um dedo, que eu já não aguento noitadas...) e já começamos a ter um lamiré da serenidade dos entas. Ontem diziam-me que eu não fazia 32, fazia 23. Epa, não. Gosto mais de mim agora, gosto mais da minha vida como ela é agora. E sinceramente não me apetecia viver tudo de novo: era cansativo. Prefiro ter mais anos com este estado de espírito. Sweet 16? Aos 16 anos tinha tantas emoções dentro de mim e angústias e ânsias de ter mundo que não sei se foram lá muito sweet: agridoce talvez. Tem piada a ingenuidade dessa idade e as paixões que se vivem de uma forma muito intensa e exacerbada, as músicas que parece terem sido escritas para nós e até algum egocentrismo. Mas agora sim: sweet 32: trabalhei, fui à reunião de pais da escola da Isabel e depois jantar com a família e com os amigos mais próximos no restaurante do mano. Apagar as velas com as minhas miúdas. De sonho.
















Obrigada a todos pelas mensagens queridas.


O bolo maravilhoso e fresco é uma pavlova da Sweet in a Box - super recomendo!


Restaurante do mano - óptimo para jantares de grupo, com petiscos (tem dois pisos, varanda e logradouro para quem quer fumar, por exemplo) - TapaBucho Gastrobar

Sigam-nos também no Instagram:
E nos nossos pessoais:






segunda-feira, 18 de junho de 2018

Último dia com 31 anos

Sabem o que acho disto de fazer anos? Adoro! Continuo a adorar. E cada vez mais: sinto-me cada vez melhor, mais calma e serena, menos exigente comigo e com a vida, no geral. Continuo sonhadora mas já não vivo angustiada. Aprendi a apreciar as conquistas dos outros de forma a que não me sentir uma falhada por não conseguir ou não ter. Aprendi a rodear-me de quem me quer bem, a dizer "não" mais vezes, a ter mais confiança em mim. E isso só tenho conseguido com a idade, só ela me tem trazido esta tranquilidade. Eu era muito exigente. Eu era muito ansiosa. Eu queria o MUNDO e parecia que enquanto ele não chegasse eu não estaria completa. Aprendi a sentir-me completa mesmo estando incompleta: tinha demasiadas coisas na minha lista, lista essa que nunca parava de crescer. Insatisfação, sabem? Acho que nem era coisa de menina mimada, era coisa de quem achava que tinha de provar ao mundo e a si mesma que conseguia. Ser, ter, ter, ter, ser. 

Agradeço às minhas filhas por isso. Ainda não me sinto com a plenitude que desejaria, mas estou a caminho. Umas aulas de Yoga, meditação e espero conseguir. Separar o essencial do acessório. Ser e sentir mais do que ter: não ando a comprar nem metade do que comprava, uso roupa de há anos e anos e está tudo bem com isso: prefiro poupar para viajar e para casar. Sim, tudo luxos, mas acreditem que há uns anos eu achava que tinha de conseguir TUDO e TUDO AO MESMO TEMPO. Agora sei estabelecer prioridades. 

Último ano nos 31 e este ano foi um ano em que percebi que não faz mal (voltar a) mudar e que é bom estarmos os 4 juntos, a pouca distância uns dos outros, mesmo que isso implique viver mais a correr e viver num T2 minúsculo e sem elevador na cidade. Que eu posso e consigo trabalhar numa área diferente daquela em que sempre trabalhei (televisão) e que consigo estar bem e realizada. Que não faz mal ter "falhado" mais um ano nas operações bikini/verão/não sei quê: quando começar a dormir durante a noite, logo terei cabeça para me levantar às 6h30 para ir correr. Está tudo bem como está: é o possível e o possível é suficiente.

Venham os 32 anos ainda com mais força e amor, o resto vem!

Foto tão fixe do Pau Storch - lembrem-me só, da próxima vez que me passar pela cabeça usar o macacão com fecho atrás, que é uma péssima ideia, principalmente quando se está naqueles dias... vocês sabem.
Por alguma coisa estava guardado no armário há meses...

Sigam-nos também no Instagram:
E nos nossos pessoais:



quinta-feira, 14 de junho de 2018

Fui à televisão falar sobre rivalidade entre irmãos

Ou sobre preparar a chegada do segundo filho. Não é fácil para quem esteve aquele tempo todo sozinho, a ter a atenção toda, o mimo todo, a disponibilidade toda dos pais. 
Assim que fui convidada para ir ao Queridas Manhãs para falar sobre o tema, pus-me a pensar no que tinha feito consciente ou inconscientemente para que o processo não fosse doloroso para a Isabel.

- Contei-lhe bem cedo a boa notícia
- Deixei que participasse nas escolhas das roupas, do boneco e de tudo o que pudesse envolver a irmã (disse-lhe que a primeira roupa ia ser a da Isabel quando era bebé e ela sentiu-se especial)
- Quis que fosse das primeiras a ir conhecer a Luísa ao hospital e fiz com que, quando ela chegasse, eu não estivesse com a irmã no colo
- Disse-lhe que ela ia cuidar dela e ajudar em tudo e sempre a envolvemos no processo - ajudar a trocar fraldas, etc
- Pedi para a família mais próxima também lhe comprar um brinquedo, um jogo ou um livro
- Deixei que fosse a Isabel a mostrar-lhe a casa
- Pedi a todas as visitas que primeiro lhe dessem atenção a ela e só depois lhe pedissem para irem conhecer a irmã
- Arranjei quase todos os dias tempo só para ela (acordávamos as duas mais cedo e tomávamos o pequeno-almoço juntas só as duas)
- Tentei sempre verbalizar o meu amor por ela e dizer-lhe o quão especial ela era; ir ao quarto dela quando ela me chamava de noite (ajudou a Luísa dormir bem nos 6 primeiros meses); continuar a fazer parte de muitas das rotinas - dar-lhe banho, etc

Fiz algumas coisas "erradas" pelo caminho, se pensar bem [mas sem culpa, estamos sempre a aprender]:
- Responsabilizá-la e dizer-lhe tantas vezes o quão crescida ela era (comecei a vê-la como maior do que ela realmente era, por comparação e posso ter exigido um bocadinho mais do que era suposto)
- Usei algumas vezes a desculpa da irmã ser bebé e mais pequenina para desvalorizar alguns atos (normais, é certo) da Luísa, desvalorizando as reações da Isabel - se fosse agora, tentaria sempre validar os sentimentos da Isabel - "eu sei como é chato, Isabel"; "a mamã também teve um mano e realmente é uma chatice quando o nosso mano nos puxa o cabelo, mesmo sendo sem querer";
- Não fiz programas com a Isabel as vezes que acho que deveria ter feito: ir mais ao parque só com ela, ir à comer um gelado só com ela, etc. Tudo o que fazia em exclusivo acabava por ser em casa, de manhã ou à hora da sesta da irmã (acredito que a Isabel desejasse que a irmã dormisse 45 horas de seguida para poder ter-me em exclusivo)
- ralhar com as duas quando discutem; dizer que têm de ser amigas ou que fico triste quando discutem; tirar-lhes o objecto da zanga e escondê-lo, entre outros disparates

Estou a ler um livro que me começa a ajudar muito chamado Irmãos Sem Ciúmes (quando terminar, prometo vir aqui deixar algumas dicas). Este é um tema que me interessa imenso e que acho importantíssimo para nos ajudar a ajudá-los, até porque estas questões os definem e podem ter efeitos pelas suas vidas fora.

Cá está o link para o programa de hoje, aqui.

Querem partilhar os vossos DOs and DON'Ts?






Sigam-nos também no Instagram:
E nos nossos pessoais:

O nosso grupo fechado do FB aqui.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Já estão no nosso grupo do FB?

Meninas, o prometido é devido, e já criámos grupo no FB para todas as mães e não-mães que sabem: está... 

AQUI

Adiram e convidem as vossas BFFs para que possamos deixar dúvidas parvas e menos parvas por lá, desabafar e dizer asneiradas à vontade (com moderação, sim, somos todas umas ladies). Cuidado e não convidem a sogra para depois andarem a cortar-lhe na casaquinha.

Ainda não pensámos bem nas regras do grupo (tirando o facto de só aceitarmos mulheres), mas vamos fazê-lo em breve e só espero que - com ou sem regras - não dê muita peixeirada, como em alguns que vou vendo, e que se mantenha com classe. :) 

Até lá!!! 



Foto do Pau Storch com a MariAna Ferro do A Mãe já Vai (já estás no nosso grupo, MariAna? Válaver)

Sigam-nos também no Instagram:
E nos nossos pessoais:

O nosso grupo fechado do FB aqui.

Estamos a fazer o desmame noturno!

Tenho algum receio de que estes post possa incentivar-vos a que tentem também o desmame sem que estejam preparadas (vocês e eles). Aconselho-vos, primeiro, a tentarem perceber o vosso bebé, a lerem, pesquisarem, a falarem com Conselheiras de Aleitamento Materno, de forma a que o façam da forma mais delicada e menos abrupta possível para todos. 

Conto-vos a minha história. Estou muito contente com a forma como está a correr o desmame noturno, agora que a Luísa já fez 2 anos. Foi fácil, muito mais do que eu imaginei. Se calhar também só foi fácil porque ela já está preparada, não sei. 

Já há algum tempo que, durante a noite, não me apetecia dar-lhe mama e tentava dizer-lhe que tinha de fazer óó, pegava-a ao colo ou dava-lhe festinhas, pedia ao David ou dizia-lhe que as maminhas estavam a dormir. Normalmente, ela zangava-se e eu raramente levava aquilo até ao fim, até porque não gostava de vê-la sofrer nem queria que a casa fosse abaixo, acordasse a irmã ou o prédio todo. Desisti.

Na semana passada, depois de falar com a Patrícia Paiva (quem me tem ajudado com a amamentação, desde sempre, enchi-me de coragem e calma, e que é CAM na Amamenta Setúbal), fez-se luz: precisava de reforçar outros momentos de conexão com ela durante o dia - e só com ela, em exclusivo. Assim o fiz, dei-lhe banho, sozinhas as duas, li-lhe uma história na cama e, quando ela me pediu maminha (o nosso ritual antes de dormir), eu disse-lhe apenas que à noite as maminhas têm de fazer óó e que já estavam a dormir. Expliquei que estavam cansadas e que precisavam de descansar. Choramingou (mas eu esperava todo um berreiro, que não chegou a acontecer). Disse-lhe que a mãe estava ali e que íamos dormir agarradinhas. De manhã, com a luz do sol, as maminhas acordariam e já podia. E não é que ela entendeu? Adormeceu relativamente rápido para o que eu estava à espera e dormiu melhor que o costume.

Segundo dia igual e desta vez tive de a adormecer ao mesmo tempo que a Isabel. Isto tudo já no quarto delas (desde que pede para dormir no chão que temos tentado mudá-la e está a correr bem). Demoraram mais um bocadinho (quando são as duas põem-se a falar e a brincar), mas a noite depois foi muito melhor. E já vamos no quinto dia, ou quinta noite. Demoram mais a adormecer e a Luísa acorda às 6h, é verdade, mas tem dormido a noite toda, o que, para mim, e dadas as mudanças, é um autêntico milagre. [Atenção que o desmame não significa que eles acordem menos vezes (até sei de um caso que piorou bastante. No nosso caso, não sei se ainda irá regredir e voltar a acordar - já não alimento grandes expectativas quanto a este assunto ;) ].

Parece-me estar óptima durante o dia. Faz conversa, lá com o português dela, sobre o facto de durante a noite não haver maminha mas de forma tranquila, parece-me. De manhã, é ouvi-la rir-se muito de felicidade por poder mamar.

Ainda não a sinto preparada para o desmame total (ela adora mamar) e quero fazer tudo com muita calma, não tenho pressa nenhuma. Durante o dia, não me incomoda mesmo nada, até gosto. Não ofereço e só dou quando ela pede, sendo que às vezes tento adiar e que perceba que, às vezes, tem de esperar. Durante a semana, só acontece de manhã e, às vezes, depois da escola. Durante o fim-de-semana, pede mais uma ou duas vezes.

Tudo certo.




P.S. Tentem não gogglar muito sobre este assunto, que já encontrei por aí umas supostas "estratégias de desmame" que têm suposta informação a sustentá-las muito pouco científica...
Este artigo, porém, é muito fixe.


Sigam-nos também no Instagram:
E nos nossos pessoais:

domingo, 10 de junho de 2018

Vamos de lua-de-mel sem as miúdas, SIM!

Uma das coisas que me têm perguntado alguns amigos e família (e até em comentário anónimo um pouco desiludido ao post de ontem) é se as vamos levar de lua de mel. A resposta é: NÃO!

Sem culpas.

Ainda não sabemos ao certo para onde vamos, mas de uma coisa tenho a certeza: não as vamos levar. 

Queremos dar-nos a este luxo sozinhos. Queremos mergulhar no mar, fazer refeições às horas que mais nos apetecer, dar as mãos e respirar fundo, ler livros ou simplesmente não fazer nada.

Não somos muito de passear sem elas, verdade. Gostamos de andar com elas às costas, de as ter debaixo de olho, por mais cansativo que possa ser, faz-nos sentido assim. O máximo que tivemos sem a Luísa foram 4 dias, e foi no mês passado (já não viajávamos só os dois há quase 4 anos). O máximo sem a Isabel uma semana, quando esteve de férias com os avós no ano passado. E desta vez vamos mais dias, uns 12. 

Mas sabem que mais? Elas vão ficar lindamente, nos sogrinhos! "Ah mas como é que vais fazer com a mama da Luísa?" Até lá já a terei desmamado durante a noite, logo vos conto como está a correr esta etapa, e vou confiar que vai ficar bem também. (Eu terei muito provavelmente que levar máquina para extrair e aliviar. Sim, ainda tenho bastante leite).

Vamos sobreviver e chegar mais felizes ainda. Merecemos este descanso. Queremos ter férias de pastar ao sol e molengar como já não temos há 5 anos. A culpa não vai morar aqui. As saudades vão. Mas essas só vão dar-nos cada vez mais certeza de que as nossas filhas vieram encher-nos de amor e que foram a melhor escolha das nossas vidas.

Só que com um cocktail no bucho enquanto ganhamos uma corzinha por fazer praia fora do período 7h30-11h, ou deixar cair uma gota de baba enquanto adormecemos ao sol, vai ser só INCRÍVEL.


Longo suspiro...


Sigam-nos também no Instagram:
E nos nossos pessoais:

O nosso hotel na Irlanda era maravilhoso!

Acho que nunca tínhamos ficado num hotel tão elegante. Não é muito comum nas nossas viagens ligarmos a isso, mas desta vez foi diferente. Quisemos juntar o útil ao agradável e fazer uma espécie de lua de mel com as miúdas, com tudo a que temos direito: já que não vão connosco na nossa lua de mel e vamos bater todos os recordes de tempo longe delas, quisemos dar-lhes (e a dar-nos) este miminho. Foi especial.


Intercontinental Dublin
Ficámos no Intercontinental Dublin porque, apesar de não ser no centro-centro, nos pareceu perfeito para o que desejávamos e não nos custa nada caminhar (nem sei bem quantos kms fizemos ao todo). Logo que chegámos, ficaram radiantes só de ver um lago com repuxos. "Piscina!", gritou a Luísa. À entrada, o funcionário, que era sul-americano (não me recordo o país), era uma simpatia e começou a dizer umas palavrinhas em português e as miúdas acharam-lhe muita piada.






Dica importante: Reservámos directamente com o hotel porque, além de ficar mais barato, traz outras vantagens - tinha lido o post das Dicas da Bá sobre este programa de fidelização, o IHG Rewards Club e que fala de um estudo que mostra que a marcação diretamente nos hotéis permite elevadas poupanças: 28 milhões de euros por ano em toda a Europa. E eu usava normalmente aqueles sites de comparação de preços... [bem estranhava aquelas estratégias de marketing do "último quarto!", "mais 3 pessoas estão a ver esse hotel"]. O IHG tem vários hotéis, como o Holiday Inn, onde já ficámos, por exemplo, e assim vamos acumulando pontos e tendo outras vantagens, como late check out ou outras benesses, consoante o caso e o hotel. Por isso, não vos digo para não usarem comparadores de preços que até dão jeito, mas no final reservem directamente com o hotel, que é melhor :)

Recepção
A recepção é lindíssima, com um candelabro enorme, e com uma sala e bar em frente enorme e com muita luz. Vemos logo o jardim, muito verdinho e com outro repuxo - jardim que vimos aliás todas as manhãs ao pequeno-almoço - encantador!



Piscina
No primeiro dia, já lhes tínhamos dito que iríamos até à piscina e assim foi. Aliás, fizemos um primeiro dia praticamente só de hotel: já chegámos a seguir ao almoço e queríamos descansar - saímos para ir jantar lá perto e ir fazer umas comprinhas ao supermercado.
A piscina era na zona do SPA, coberta, mas com uma vidraça grande a dar para um pequeno jardim, de onde vinha muita luz. Tinha horários específicos para crianças (e acho lindamente, há que dar algum descanso a quem vai para ali sem filhos e para descansar!) - horários bastante alargados, atenção. Estava muito quentinho e ficámos lá até a pele dos dedos engelhar toda. :) À saída vestimos os nossos roupões - elas ficavam a coisa mais apetitosa deste mundo.











Pequenos-almoços
Na manhã seguinte, descobrimos a perfeição. Eu sei que sou uma fácil no que toca a comida, mas foram os melhores pequenos-almoços de hotel de sempre, a sério. Ainda hoje me babo toda a pensar neles, que reforçávamos bem para depois só almoçarmos algo mais leve e mais tarde. Tinha tudo. E quando eu digo tudo, é mesmo tudo. Desde refeições quentes, a imensos tipos de queijos e iogurtes, saladas, fruta imensa, muitos pães, escuros, claros, fatiados, bolos, flocos, frutos secos, ovos mexidos, cozidos ou omeletes feitas na hora com o que quiséssemos, sumos naturais e ainda uns smothies deliciosos (o de banana era uma coisa...) e várias opções para celíacos. Se vos disser que demorávamos quase uma hora a tomar o pequeno-almoço, não vos estou a mentir. Até porque, quando elas descobriram que havia melancias pequeninas, comeram umas 20 cada. 5estrelas: o melhor do hotel.










Quarto e a casa de banho
O quarto era espaçoso (vejam aqui o vídeo nos highlights do instagram)- puseram-nos uma cama para a Isabel e um berço para a Luísa e sobrava ainda imenso espaço - e a casa de banho era branquinha, grande, com chuveiro e banheira (onde elas tomaram banho todos os dias, para matar as saudades e relaxarem de dias intensos (em nossa casa só temos chuveiro). A cama era enorme e com um colchão mesmo mesmo bom.




Refeição no quarto
Na noite seguinte, estávamos tão cansados que achámos que o melhor era mesmo comer no quarto depois do banho. Encomendámos pizzas e saladas e lá fizemos o nosso banquete. Fruta e uns iogurtes bio de coco que comprámos no Tesco (vamos muito a supermercados quando estamos a viajar, abastecemo-nos de tudo o que é bom, até para tentar compensar a falta de sopas delas). Ficou mais barato do que se tivéssemos ido comer fora e sentimos como um luxo: aquelas bandejas a chegarem ao quarto parecia cena de filme :)




Família louca. Foi tão bom!


Juro que a miúda é tão leve que não danificou os arbustos (e sim, dissemos-lhe que não se fazia mal o fotógrafo se apercebeu)

Esta semana sai post sobre as mini-férias com dicas dos sítios que visitámos em Dublin, vai demorar mais um bocadinho a escrever ;)


Sigam-nos também no Instagram:
E nos nossos pessoais:


quinta-feira, 7 de junho de 2018

O que andam estas sacanitas a tramar?

Adoro esta sequência de imagens. Acho que se percebe perfeitamente que a Isabel está a desencaminhar a Luísa. O que acham que lhe está a dizer? Para que lado da força a está a levar?

Ter irmãos também é isto. Este desafio, esta rebeldia vivida a dois. Esta cumplicidade.











Estavam a combinar entrar para o lado de lá do balcão, para irem ver o forno das pizzas. Safadinhas.

Sigam-nos também no Instagram:
E nos nossos pessoais: