sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Agora fui eu a vítima.

Vejam. ;)



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Trocou-me as voltas...

... e afinal já não queria mais ir mascarada de borboleta-fada.


Ontem, quando a fui buscar à escola, cruzei-me com a educadora que me informou que a Irene estava convencida que ia mascarada de pirata. Ora bem, ela realmente tinha pedido para ir de pirata e a mãe, que já tinha tudo alinhavado e máscara preparada, disse que "um dia ia", "para o ano". A rapariga de 3 anos não entende bem ainda a noção de tempo. Tanto que diz "ontem a Necas dizia lélélélé" e a Necas já não diz lélélé desde os 5 meses. A educadora dela disse "não consegue safar nada em casa?". E eu pensei: não. Depois da ideia assentar... achei que até conseguia e... foi este o resultado: 





Uma fita minha da Claire's de quando eu achava que era pin-up. Um pseudo xaile meu todo de algodão de há uma década da Zara. Umas calças às riscas brancas e pretas da nova colecção que a Avó Celina deu e depois tintas na cara que claramente ainda não tinham secado. Foi contente. Agradeceu-me. Deu-me um beijinho na perna e assim já foi brincar como o pirata que acha que é.

Nem sei bem se ela sabe o que é um pirata, mas tentei dar umas luzes!

Para o ano vou esperar pelo dia anterior antes de garantir máscaras...

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Amamentação: ultrapassei, com a 2a filha, o tempo da 1a!


Era um dos meus objectivos, assim que engravidei da segunda filha: ultrapassar o tempo em que amamentei a primeira: 9 meses. A Isabel fez um falso desmame que eu não consegui reverter, mesmo depois de muita ajuda (de que já falei em vários posts, procurem aqui).

Dou maminha muitas vezes durante o dia - não sei quantas, que não conto (e também durante a noite, coisa a que fui praticamente poupada nos 6 primeiros meses), mas até agora, não tem sido penoso, muito pelo contrário. A única coisa de que me vou queixando neste momento é de fazer piscinas, à noite, entre filhas - a Isabel só quer a mãe no quarto dela à noite e a Luísa nem sempre acalma só com o colo do pai -, mas como ando numa fase boa e optimista, nem isso me tem tirado o sono (ah ah ah). Hoje estávamos sem o pai e dormimos as três na mesma cama e foi maravilhoso [a Isabel aceitou o meu convite e veio dormir no meu quarto].

Fiz muita coisa diferente agora nesta segunda volta, aproveito tudo muito melhor, e estou a adorar amamentar. Tinha muitas saudades. Não sei quanto tempo teremos pela frente, não estabeleço grandes metas, mas gostava que fosse tudo muito natural e sem grandes stresses. Espero que cheguemos longe, mas sinceramente não queria chegar ao ponto de estar muito cansada e de não me apetecer mais. Era óptimo se estivéssemos sempre em sintonia e que este namoro acabasse quando ambas quiséssemos. Veremos. 


adoro a fotografia, mas o papel ali a descolar faz-me tremelicar de um olho ;)

depois disto, claro que me puxou o nariz, o lábio superior e fez-me 2 mil arranhões na cara. mas as festinhas no peito compensam.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Mas por que é que lhes continuamos a dar papas com açúcar?

Ontem comprovei, mais uma vez, que não faz sentido o sucesso das papas de compra que se vêem pelos supermercados, para bebés, a partir dos 4 ou 6 meses (atenção que o recomendado pela OMS e outras instituições é os bebés fazerem, salvo raras excepções, leite materno, ou de fórmula, até aos 6 meses e só depois ser introduzida a alimentação complementar). Fico até surpreendida em como somos levadas na cantiga, como é que é o que os pediatras ainda sugerem, e nós vamos atrás e compramos. Eu comprei muitas vezes nutriben, cerelacs e afins cá para casa, mas já me deixei disso definitivamente. A Isabel até já distinguia a "Celelác" daquela a que chamávamos "papa boa", que era a papa de aveia, só para terem noção. Até que deixámos mesmo de oferecer papas com açúcar adicionado e, além de sabermos que lhe estávamos a proporcionar refeições mais nutritivas e saudáveis, começámos a fazer contas. É muito mais barato fazer papas caseiras.

Um pacote de 500g de flocos de aveia, por exemplo, custa 70 cêntimos e qualquer coisa e rende para uma semana, a ser usado não só em papas como também em bolachas ou crepes. E é tão fácil fazer, tanto no microondas como num tacho, além de dar para fazer só dia sim, dia não, e guardar no frigorífico ou até mesmo congelar, deixando a descongelar na véspera para a manhã seguinte.

E as possibilidades de combinação e sabores? Infinitas! Esmagar uma banana na hora e acrescentar, triturar manga, fazer puré de maçã, de pêra, deixar pedaços de fruta maiores, ralar cenoura e deixar cozinhar um bocado (aprendi esta com a Catarina Beato), pôr alfarroba, que muda completamente o sabor, cereais puff por cima, sementes, polvilhar com canela, raspas de limão, enfim... todos os dias é possível mudar sabores, ingredientes e nutrientes! Até já lhe cheguei a fazer um jantar só de papa (porque avaliei e vi que estava morta de sono, para "despachar") e acrescentei um ovo e ficou mesmo boa.

No caso da Luísa, de 8 meses, não lhe dou papas (estamos a fazer BLW), mas quando começar a comer com colher, tenho a certeza de que farei, tal como faço com a Isabel. Por agora ponho a mistura de uma banana esmagada, com um ovo e aveia numa frigideira e faço panquecas que ela come à mão (e adora).

Por aqui somos fãs de aveia (e fazemos com leite vegetal ou de vaca), mas também já fizemos com farinha de espelta, por exemplo, e há mil outras opções: farinha de milho, millet, arroz, quinoa, trigo sarraceno... a que basta adicionar água quente e uma (ou várias) frutas que ficam uma papa deliciosa (a última que fiz para a Isabel era de espelta com banana esmagada e manga e garanto-vos que estava deliciosa e fiz em 3 minutos). 
Li algures uma mãe dizer que cozia a fruta (maçã, pêra) e usava a mesma água da cozedura para misturar nos cereais, o que lhe dava ainda um sabor mais intenso e docinho. Excelente ideia.

Por isso, aconselho-vos papas caseiras. Se tiver de ser de compra (ou quiserem ter sempre uma à mão, comprem então Holle, à venda nos Celeiros desta vida, que não têm adição de açúcar [foram as primeiras que comprámos para a Isabel, por acaso, mas depois desvirtuámos]).

Garanto-vos que são rápidas e fáceis de fazer. Vão por mim.

imagem WeHeartIt
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Porquê treinar e não enfardar bolachas?

Tenho partilhado convosco, embora com alguma calma, o meu entusiasmo pelo fitness. Não foi por ter visto demasiadas miúdas abaixo dos 20 no instagram com altas rabos e me ter deprimido que fui treinar. Foi uma espécie de grito meu. Precisava disto. Precisava mesmo. Porquê?

- Farta do Casa - Trabalho

Precisava de mais qualquer coisa do que estar sempre focada em mini-tarefas. 

Uma publicação partilhada por Joana Gama (@joanagama) a

- Gestão de stress

É meu objectivo tentar melhorar-me todos os dias, reparei que não tinha nenhum momento ao longo do dia em que pudesse deixar sair as minhas emoções mais negativas. Nem que seja por não ter tempo a sós. 

- Tempo a sós

Apesar de treinar duas vezes com O Melhor PT do Mundo, treino outras duas por semana sozinha. Precisava muito de voltar a ouvir música e de não estar a falar com ninguém. Tenho muita pressão em cima e é crucial ter este "voltar à base". 

- Gratidão

Consigo sentir-me mais grata pela minha vida. Sinto que consigo saborear melhor as coisas boas e estar mais disponível para criar oportunidades positivas para mim e para a minha família. 

- Auto-estima

Sinto-me capaz de tudo. Venci a inércia. Estou forte e organizada e focada, mas divertida. 

Uma publicação partilhada por Joana Gama (@joanagama) a


- Satisfeita comigo

Diferente de auto-estima. Sinto que estou a fazer um bom trabalho por mim e isso reflecte-se na minha relação com os outros. Até com a Irene. 



As bolachas não me davam nada disto, antes pelo contrário... Só custa começar a sério!

'Bora treinar?

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Ainda sobre o Capuchinho Vermelho

Há um jogo de que todos gostamos cá em casa, do Capuchinho Vermelho, em que temos de encontrar os pares. Podem encontrá-lo aqui. Além do típico jogo da memória, podemos contar a história com as peças, pô-las por ordem cronológica, inventar histórias alternativas, fazer torres com as peças, basta puxar pela imaginação. Ainda por cima é em madeirinha, como eu gosto. <3






Lanche com o lobo

Os saquinhos do chá (foto acima) e estas quatro bolachinhas são da Vera, do Eu, ele, a Maria e o Miguel <3


Sessão da Capuchinho completa: aqui. <3


Jogo Capuchinho - Catavento
Fato de carnaval - Imaginarium
Cesta - Tiger

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Não quero saber o que possam dizer: ganhei.

E fico contente com esta minha reacção. Eu vou para casa com a bicicleta (até podia que é perto) e vocês continuam na vossa vidinha sem se interrogarem grandemente porque é que faço de tudo uma competição, nem que seja a fingir. 

Ontem mostrei-vos o disfarce da Irene para este Carnaval, aqui. Hoje mostro-vos dois meus (que a minha mãe e avó deverão ter escolhido, pelo menos o primeiro, digo eu) e que eu acho que roubam a atenção das duas miúdas mais graúdas do blog. 

Ora, a desfilar na passarela temos, para começar, a MINHOTA meio DARTH VADER: 

Honestamente? Esta escola poderá ter sido em qualquer parte do país. Sou mais viajada (cá dentro) que o Cavaleiro da Dinamarca (se calhar tenho de ler qualquer coisa para as minhas referências literárias não serem do 5º ano). Já viram bem a chatice que deveria ser vestir aquele colete? Andar com o véu o dia inteiro a pesar a cabeça? Andar com correntinhas que dúvido que fossem de ouro (ou talvez fossem para equilibrar o véu) e não ser assaltada por aqueles bandidos lá atrás?


Logo depois da MINHOTA DARTH VADER temos a CAROCHINHA que PODIA SER UMA TOALHA DE MESA: 


Acho que a minha mãe me pintava sardas ou um sinal preto na bocheca e fazia um risco nos olhos. Ia toda vaidosona nestes dias por ir maquilhada... Tenho boas reecordações. Muito boas. O livro da Carochinha é um dos livros mais importantes para nós as duas. A minha mãe ainda o tem guardado (ela guarda muita coisa) na cómoda da sala (onde também guardava os isqueiros que me confiscava haha).
Talvez devêssemos ter conjugado a Carochinha também ali na mistura Darth de Melgaço e ficaria ainda mais bombástico. Lembrar-me destas coisas dá-me ainda mais vontade (quando a Irene era pequenina, dizia não compreender a emoção do Carnaval) de alinhar na brincadeira. Um dia ela vai ver que foi uma fada na floresta. Ou, para o ano, talvez um Darth Mocho ou algo do género.

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Raio de Carnaval, já me enervaste(s)

Até podia dizer que nunca tinha sido muito fã do Carnaval. É mentira. Tenho fotografias minhas vestida de minhota com uma máscara de Veneza e outras de Carochinha (vou mostrar-vos amanhã - ui, o suspense) e lembro-me muito bem dessa máscara de Carochinha.

Como vos mostrei aqui (um vídeo com 4 dicas para o Carnaval dos mais novos), a Irene decidiu mascarar-se de fada/borboleta (pelo menos até à altura do vídeo) e assim foi. Obviamente que assim que viu o tal vídeo, a Joana Bandeira do agora The Love Project  antes era Love Lab mas assim pôde registar a marca começou logo a salivar e a imaginar o cenário, a edição, tudo. Não me largou até que cedesse (a brincar, já não preciso de ser tão convencida, ando a adorar cada vez mais isto das sessões fotográficas). 

Na sexta-feira passada lá fomos para uma sessão da fada/borboleta no bosque. E... aqui está a magia :) A Joana Paixão Brás deve ter meio avcêzito por ela ter ido com os ténis que queria e com calças de fato-de-treino, mas eu sofri muito por só poder usar ténis nos dias de educação física! Nem sei quanto de mim adorava educação física por ser o dia em que podia calçar as minhas botas Nike :)

Bom, o resultado? Maravilhoso. Gosto muito de escrever, desde sempre. Estas fotos dão-me vontade de inventar histórias bonitas e felizes e mágicas, o que já não é tão meu costume. E - aqui entre nós - isto foi enquanto os 40 filhos da Joana Bandeira andavam a brincar com a Irene e com as bolinhas de sabão (somos amigas, ela não vai levar os filhotes para as sessões, don't worry). Sentem o mesmo? 

Ah! As asas ficaram postas ao contrário. Até podia dizer que foi mais uma coisa que a Irene fez questão, mas não. Fui eu que fui totó e a Joana também achou "muito bem, sim senhora".  Ahah 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Coisinhas que possam ter achado giras: 

Fato de fada/borboleta - Imaginarium

Camisola aos corações - Vertbaudet

Ganchinho - Lemon Hair Lovers 

Casaco polar (ninguém acha giro, mas é útil ahah) - Decathlon

Coisinhas que recomendo que vejam: 




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A Mãe não veste Prada - #01

Ora pois que agora também nos deu para aqui. Podia ter-nos dado para algo pior, uma rubrica sobre pneumático ou bricolage. A verdade é que ando toda vaidosona, agora que comecei a comer melhor e até a correr (quem diria?!!) e que passei a caber num 38 (elástico, mas shiuuuuuuu, já é bem bom!) e a outra agora é toda do fitness, a treinar 4 vezes por semana, e qualquer dia também há-de querer aparecer aqui, que eu sei.
Tirando um casaco de inverno, acho que há bem mais de um ano que não comprava nada para mim e na semana passada tomei-lhe o gosto. A Mãe não veste Prada, que a Mãe tem 392827 fraldas para comprar, mas até se veste bem. Às vezes.

Olhar para o horizonte e fingir que se está a andar (sim, que eu já papei - e papo - muita Pipoca e Stylista, não ando aqui a brincar) ;)
Pronto, parece que tive ali uma trombosezita no braço, mas ninguém vê.


Faz de conta que não estou a imitar uma fotografia da Joana Gama, aqui, e que até sou engraçadinha.
Na verdade, comi uma dourada e até tinha perguntado à senhora do restaurante se as batatas doces eram fritas em azeite, mas depois espetei-lhe com metade de um brigadeiro de tacho no bucho. <3
Ai tão divertida que eu estou que até mostro metade da gengive, como dizem certas e determinadas 'ssoas.


Encostada à parede, confiante, à espera do 708. Super verosímil.
Adoro, adoro, adoro. Nada a apontar.

Coisa mai' boa de filha que um dia chega aos 1.74 da mãe e eu choro. E mirro.
 
Túnica mãe - Bastidor Colorido
Calças e ténis - Zara
 
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Quero criar um filho feminista.

Não sou feminista. Nem de extremos. Muito menos radical. Cada vez mais me apercebo dos tons de cinzento que existem na vida, para além do preto e do branco. Mas vou ser radical, extremista e feminista a educar o meu filho. Quero e devo criar um homem feminista. Porque o carácter, as opiniões, as atitudes e o bom senso das pessoas adultas começam na educação. Porque não basta serem as mulheres a lutar pelos seus direitos, têm de ser primeiro os homens a perceber o que está errado e a quererem fazer alguma coisa por isso. 

Vou ensinar o meu filho a fazer a cama, a lavar a loiça, a cozinhar, a querer ser proactivo nas tarefas de casa, a perceber que estas têm de ser feitas por todos, não apenas quando lho pedem. Já o eram antes de chegar, continuarão com mais um elemento. Vou exigir-lhe o mesmo grau de perfeição que exigiria se fosse mulher, porque começa em nós essa distinção, essa diferenciação de géneros. As meninas têm de fazer tudo bem feito, os rapazes são trapalhões e, por isso, dá-se o desconto. Não. Nascemos todos com a mesma capacidade de organização, de aptidão, com todos os campos em aberto à espera de serem cultivados. Caso contrário os homens não seriam cirurgiões, arquitectos, escritores, designers. A sensibilidade, noção de espaço e coordenação motora têm todo o seu potencial em criança. Vou sensibilizá-lo para as relações entre homens e mulheres, para a bondade, para a educação para com os outros. Porque abrir a porta a uma mulher não é um acto feminista, nem discriminatório, é uma questão de tradição e educação. É uma questão, acima de tudo, de amor. E tal como o amor deve ser dado e recebido de igual forma em qualquer relação familiar, amorosa, de amizade, deve ser de igual modo partilhado por homens e mulheres. Tal como a nossa casa é habitada por homens e mulheres, deve ser tratada e conservada de igual modo pelos dois. Tal como os filhos são originalmente criados por pais e mães, devem ser cuidados pelos dois, em igual responsabilidade.

É nossa responsabilidade, de mães e pais, mudar o mundo para melhor. E temos esse poder nas nossas mãos. Não precisamos da pressão de inventar a cura para o cancro ou da resolução dos problemas ambientais, podemos, sim, mudá-lo para muito melhor com tão pouco. E o tão pouco é ensinarmos aos nossos filhos que nascem iguais, têm oportunidades iguais e responsabilidades iguais. Porque eles serão os próximos directores empresariais, os chefes de serviço, os políticos, alguns deles os primeiros ministros e os presidentes da república. Outros percorrerão o mundo em causas humanitárias, ou serão apenas pais de outras crianças com toda a responsabilidade que isso implica. 

Vou ensinar ao meu filho a importância do amor e do respeito pelos outros. Mas acima de tudo vou ensinar-lhe que um homem não é nem mais nem menos. E que deve ser tão ou mais feminista que uma mulher.




 


Joana Diogo


A Joana escreve no O que vem à rede é peixe
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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Carnaval, assim até gosto de ti.

Não resisti. Assim que o fato de Capuchinho Vermelho chegou, comecei logo a magicar cenários aqui perto de casa para contar a história. Tenho um gosto enorme em fotografá-las, estamos no campo, têm estado dias lindos... tínhamos as condições todas para umas fotografias bonitas. E cá estão. Tivemos a sorte de ter o pastor a pastar as ovelhinhas e a Isabel adorou. 
Carnaval, assim até gosto de ti <3




















Sim, eu sei, tenho MESMO de lhe cortar a franja (a fita ainda espalmou mais a dita e zás, olhinhos)

Afinal até é bom porque tapa o sol.


















Gostaram?


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Cesta - Tiger

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