sábado, 11 de abril de 2015

A outra mãe é uma drama queen. Ou parva.

É que é mesmo. O que ela não faz para dar nas vistas! Então não é que foi escrever aqui, para vos alarmar a todas, que a continuidade do blogue estava em causa? E vocês caíram? Parece que ainda não a conhecem.

Posso andar de rastos, a chegar a casa às 03h30 da manhã, como foi o caso de ontem, que eu cá arranjo um tempinho para vos escrever. Ora essa, este blogue é como um filhote.

E não, não ando nas drogas. Só se o café contar! 

Depois de 4 cafés e de um dia enooooorme mas proveitoso de trabalho, eis que chego a casa e leio o texto que a Joana escreveu sobre mim. Desatei a chorar, claro. Vá, também pode ter sido de estar a morrer de sono e de já estar "tantan", mas duvido. Aquela Joana tem o condão de me deixar assim, emocionada. Parva.

Sem modéstias, não preciso que me digam que eu sou uma super-mulher, porque é como me tenho sentido nos últimos meses. Mas não somos todas? Não estamos a dar o melhor de nós aos nossos filhos, a trabalhar que nem umas malucas, seja em casa, seja no trabalho?
A verdade é que já nem sei viver de outra forma! E o que eu gostava de ainda meter aqui pelo meio idas ao ginásio e mais actividades ao ar livre com a filhota e mais umas idas ao cinema e ao teatro. Adorava! 

Mas vou-me contentando com o que tenho, que já me preenche bastante. Vida de mãe é assim mesmo: feita de escolhas. 

Obrigada, Joana, pelas palavras e pela compreensão. És linda.

Agora já parávamos com esta troca de galhardetes enjoativa, não era? 

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