segunda-feira, 31 de julho de 2017

Andava a cometer tantos erros..

Agora que tenho mais tempo para ver o que gosto (quando estava casada, os interesses tinham de ser cruzados), tenho visto vários documentários sobre variados temas desde a influência da alimentação na saúde, o descrédito da medicina tradicional, a problemática da fast fashion, alimentação biológica, as verdadeiras causas do cancro, etc.

Neste momento tenho a cabeça a implodir com demasiada informação. Claro que nem tudo o que aparece na televisão é verdade - tal como o que aparece na internet - mas há coisas que não posso ignorar que é o de fazer decisões mais conscientes no que toca à alimentação da Irene (e minha também, pois claro). 

Do que percebi dos vários documentários que li, andamos a ingerir demasiada proteína para as nossas necessidades e as mesmas necessidades podem ser supridas com proteínas vegetais com propriedades mais saudáveis para nós e que não causam uma inflamação imediata no corpo, além de conhecermos a ligação da carne a maiores probabilidades de se contrair cancro. 

Não pretendo retirar a carne da alimentação da Irene, não posso correr esse risco, mas vou diminuir substancialmente, visto não haver necessidade para tal e variar mais frequentemente a fonte de proteínas (com leguminosas, sementes trituradas, etc) e também os acompanhamentos. Reparo que frequentemente lhe dou ou arroz ou massa e que estou a deixar de fora uma enorme quantidade de alternativas que lhe fariam melhor dada a variedade e que também lhe criaria um maior leque de experiências. 



Quero incluir pratos vegetarianos na alimentação da Irene. Quero dar mais amor às sopas em vez de atirar um conjunto de vegetais para uma panela e "logo se vê" o resultado. Cada vez mais me apercebo da questão profilática, do papel da alimentação na nossa saúde e, por isso, tenho que me esmerar mais na alimentação da Irene. 

Outra das questões que me "preocupa" é o leite de vaca. Além de tudo o que está por trás da sua produção - é muito difícil ignorar se tivermos visto e sabido como se processa - e coitadas das vacas e seus vitelinhos (a sério, que horror) - o leite da vaca está programado para fazer com que os vitelos cresçam e muito rápido. Está 100% naturalmente composto para os vitelos com tudo o que isso quer dizer até a nível de pus (sim). É uma fonte grande de químicos desnecessários também porque todos os químicos a que as vacas estão sujeitas passam directamente para o leite e já está provado que a questão do cálcio e da osteoporose foi má propaganda, como dizerem agora que leite é "essencial". Já nem têm nada para dizer e estão aflitos e dizem "leite é bom". 

Há outras opções e mais saudáveis como as bebidas vegetais, há as biológicas e ter em atenção para não terem açúcar - felizmente para isto já estamos todas mais conscientes. 

Estas questões dos químicos também me assustou, desde as propriedades dos vários plásticos com que lidamos diariamente, aos cosméticos, aos produtos de banho, às pastas de dentes ... Estamos constantemente a bombardearmo-nos com químicos que além de ninguém nos dizer o que significam (são nomes complicados), também ninguém nos avisa para as consequências. 

Se andássemos todos nus como antigamente, se prestássemos a mesma atenção ao nosso corpo que prestamos às nódoas na roupa, fios puxados, pequenos buracos, saberíamos melhor o que nos andamos a fazer em vez de escondermos os nossos problemas ou imperfeições de nós próprios. Não falo só a nível estético, claro. 

É-me difícil, sabendo que existem alternativas muito mais saudáveis, não fazer as melhores opções dentro daquilo que julgo saber. 



Por exemplo: os nossos vegetais são sempre do cabaz biológico Biocabaz, o detergente da roupa da Irene é da Rebento, os produtos de banho e escova e pasta de dentes são da Origami Kids e mais de 70% dos brinquedos da Irene são de madeira (até porque combinam com a pedagogia que tanto gosto - Montessori). 

Também nas minhas últimas compras já optei por detergentes ecológicos e de alta tolerância na nossa pele. 

É uma das outras grandes vantagens de morar só com a Irene: faço as minhas escolhas sozinha. Em tudo. 

E se for vegetariana? Ou, pelo menos, se passar a comer muito menos carne? Estou a par de algumas carências nomeadamente de ferro e de b12, mas são facilmente ultrapassáveis. 

E é verdade que algumas das opções são mais caras, mas desde que as fiz que respeito muito mais o que tenho em casa, que não se estraga comida por só encomendar o necessário, que não uso demasiado de cada produto (apenas o necessário) e acredito que poupo também em gastos médicos no futuro. Com tempo e maior organização vou também tentar fazer grande parte das coisas em casa como as bebidas vegetais, os iogurtes, o tofu, etc. 

Estou entusiasmada e motivada. Muito. 

Ando a pensar um bocadinho em tudo e isto de me informar e de fazer escolhas mais informadas dá-me imenso prazer. 

Vocês também? Ou são mais "relaxadas"? 

✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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Tinha saudades do meu rabo.

Bem sei que nada disto terá que ver com maternidade ou... talvez tenha!

Vamos começar do início. Estão a ler uma miúda que sempre gostou de duas partes do seu corpo: os ombros e o rabo. Por causa da ginástica desportiva ou lá o que era que me fazia andar de maillot e de cabelo puxado para trás com gel e mil e um ganchos, fiquei com um rabo empinadinho e redondinho e desde nova.

Sempre tive orgulho no meu rabo (e nojo da minha barriga - apesar de agora ver fotos antigas e achar que estava tão bem dantes) e comprar/vestir calças era uma tarefa árdua para mim. Tinha as minhas calças preferidas da Mango, que acentuavam as minhas curvas mas que, infelizmente, ao longo do dia ficavam mais largas e ficavam tipo fralda. Como tenho a panca de não repetir roupa numa semana (não consigo usar as mesmas calças duas vezes na mesma semana, mesmo não as lavando), era uma "sofrimento enorme" até voltar a ter as minhas calças da Mango lavadas para ficarem rígidas outra vez e eu voltar a sentir o meu rabo digno de me dar confiança no colégio. A minha mãe não compreendia porque é que eu punha as calças para a lavar sempre que as usava e, se bem me lembro, deu pano para algumas birras. 



Também me lembro de umas calças da Zara - agora horríveis a meu ver - que eu amava. Eram rosa a puxar para o roxo, sem bolsos atrás o que faria com que o meu rabo brilhasse. Parecia aquilo a que me costumo referir com o"cu de preta". Adorava-o. Não eram de ganga e, por isso, notavam-se as cuecas saco de pão da Sloggy que eu usava (e que eram todas iguais). Para que tal não fosse tão evidente e visto que não conseguia pedir à minha mãe que me comprasse calças de fio dental (tal como não consegui durante antes pedir soutiens com aros o que fez com que tivesse a levar com as mamas no queixo alguns anos nas aulas de educação física e me valeu alguns complexos mamários pelas minhas mamas terem uma forma mais tipo pêra e as minhas amigas terem umas mamas redondas), entalava as cuecas entre as nádegas para fingir que eram "fio dental". E lá andava eu toda vaidosa com o meu rabo de um lado para o outro. Agora já tinha duas calças preferidas, que me ficavam tão bem. 

Tenho a sorte de não ter muita - quase nenhuma celulite (tenho uma barriga que dá vontade de me odiar para sempre) - e isso também fazia com que eu me sentisse mais confiante quando usava o meu fato de banho de natação. Eram tão justos que parecia que faziam cinta e, lá está, este traseiro estava numa ordem invejável. 

Não me recordo, porém, de nenhum rapaz ou homem mo ter elogiado. Acho que era uma coisa só minha. Vai-se a ver e nunca tive um rabo jeitoso, mas é o que eu acho. 

Comecei por usar fios dentais da Berskha, aqueles que parecem um atacador e que fazem uma esfoliação anal. Não eram agradáveis e não me favoreciam. Rapidamente percebi que o meu rabo precisava de outro tipo de cuidado no que tocava a roupa interior. 

Vamos andar uns 20 anos para a frente, quase. 

Há uns meses, estava a vestir-me no quarto, ainda estava com o meu ex marido, olhei-me ao espelho e disse: "epá, eu pensava que tinha um rabo grande!". Ao que ele respondeu que não, que nunca tive, mas que gostava dele assim. 

Fiquei triste. A pensar que me tinha enganado a minha pré adolescência e adolescência toda relativamente à qualidade do meu traseiro, mas agora, meses depois ele está de volta. 

Como é que ele voltou? Simples. Voltei a fazer exercício físico e agora volto a ter o meu rabo, orgulho de sua mãe de volta. Ao ponto de não poder usar algumas calças de gangas mais duras por ele não ter espaço. 

Eu aprendi uma lição nós não somos o nosso corpo. Ele está ( e não é) assim. E, se não gostamos, tratamos dele.

Tinha saudades do meu rabo. Já cá está. Bem-vindo meu amor há muito perdido.


Podem falar com o meu PT (#omelhorptdomundo), mas os melhores exercícios para isto, do que tenho aprendido é fazer peso morto e usar elásticos nas pernas e fazer vários exercícios de activação do grande glúteo. 

Sei que é um post a falar do meu rabo, mas nem sempre me apetece falar sobre crianças :)


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A Mãe não veste Prada #07 - Casamento

... mas veste Guess

Já vos mostrei os vestidos das miúdas aqui. Agora é a minha vez. 

Optei por um vestido comprido, o que é raro, mas gostei muito deste. 
Os sapatos são da Zilian (os primeiros, sim, sim, eu sou daquelas que se põe em rasos - bonitos, calma - num piscar de olhos eheh) e a clutch roubei à minha mãe. 
Como o vestido já tinha folhos, optei por um colar muito simples e uns brincos também pequenos na Parfois (confesso que tenho sempre muita dificuldade em combinar adereços, nunca sei o que se usa com o quê, só não gosto de abusar na trilogia brincos-colares-pulseiras e ficar a parecer uma árvore de natal).





















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As meninas das alianças

A Isabel e a Luísa foram meninas das alianças, com a Matilde, do casamento da Raquel e do André.
Não é que tenha corrido propriamente bem, já que a Luísa, a meio do percurso, sentou-se no chão (ahah) mas com crianças ninguém leva a mal e todos soltaram algumas gargalhadas. 
Foi giro assim! :) 
Em princípio a Luísa não seria menina das alianças, porque não sabíamos se já andaria nesta altura, mas há umas semanas decidimos arriscar (começou a andar com 1 ano e 10 dias e agora já é uma coisa mais consistente). 
Não tenho nenhuma fotografia do momento, já que estava lá à frente a chamar por elas, mas tenho do ANTES, enquanto esperávamos pela noiva. 
Foi bonito.

Mandámos fazer os vestidos na Amor comlaço e ficaram perfeitos. 
Para completar o look umas alpercatas e um laço. 
Ah! E uns cestinhos com uvas que elas levaram (e que a Luísa foi comendo pelo caminho ahah). 
Estavam lindas!
(e a Isabel ficou caída de amores pela noiva, só queria estar perto dela).




















[Quando tiver as fotos finais, mostro outra vez, mas não aguentei].


Vestidos Amor comlaço
Laços mmi
Alpercatas Paez (já não fazem números pequenos snif) e Zippy (Luísa)
Sapatos Isabel (trocou depois da missa) Hierbabuena


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sábado, 29 de julho de 2017

Casar a melhor amiga é...

A melhor amiga vai casar. Uma das. Hoje. As minhas miúdas vão ser meninas das alianças e eu vou chorar tanto, mas tanto, quando entrarem todos na igreja que não vai dar para aguentar a maquilhagem. Ver a Raquel casar é tão emocionante, para mim, quanto o dia em que ela foi conhecer a Isabel lá a casa. É como que o ritual de entrada na idade adulta. É a nossa passagem. O momento simbólico em que nos apercebemos de que já não somos as miúdas dos Onda Choc, a caminho de um concerto em Mirandela, lado a lado no autocarro, a contarmos todos os segredos que tínhamos para contar uma à outra. Sei que vai estar linda (fui a uma prova do vestido e está ma-ra-vi-lho-so), sei que vai estar feliz, radiante e radiosa, e eu - lamechas assumida - vou chorar. Choro em todos os casamentos, como não chorar neste? 

Casar a melhor amiga é:

- vermos festas, lágrimas, desabafos, mensagens, karaokes, gargalhadas de anos e anos passarem-nos diante dos olhos, como flashadas
- recordarmo-nos de quando dormíamos em casa uma da outra, desabafávamos os amores não correspondidos, riamo-nos de paixões assolapadas ou de beijos que não tinham sido como o esperado ou de quando íamos alugar filmes ao videoclube, ao cinema e às piscinas
- lembrarmo-nos dos colares de missangas que davam voltas intermináveis ao pescoço e brincos de fimo amarelos fluorescentes enormes que se usavam (usavam?) com BW altíssimas, e calças com uma boca de sino tão grande que lhes chamávamos pata de elefante
- vermos aquela foto tipo passe tirada num fotógrafo manhoso que nos fez soltar pinguinhas de chichi de tanto rir (talvez tenha sido só eu a incontinente, vá)
- pensar nas viagens que se fizeram para estarmos uma com a outra, ao longo de anos, e mais valorizadas ainda depois de sermos adultas
- lembrar as mensagens/whatsapp/messenger trocadas, sobre tudo e sobre nada, porque é também do nada, das coisas corriqueiras do dia-a-dia, que as amizades se reforçam
- vermos um sonho de alguém, que adoramos profundamente, realizado e desejarmos que seja infinitamente feliz.

Hoje vou chorar. De FELICIDADE.





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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Quero passar cá férias até falecer.

Sinto falta de ter algumas tradições familiares. Apesar de ter passado vários verões da minha  vida na Figueira da Foz (e se os amei a todos), fiquei sempre a sentir que Verão sem Algarve são só umas semanas a fingir.

O tipo de calor é diferente e sinto que o desligamento também. Como se houvesse algo no nosso espírito, uma espécie de placebo que nos deixa mais felizes, mais livres e com vontade para sonhar um ano com os próximos dias em que, todos juntos (sejamos nós quem formos) apanharemos este bronze de turista que fica mais achocolatado que dourado - pelo menos na minha pele.

Consegui por estas depois de ter diminuído drasticamente a resolução, até para não verem o início dos meus pêlos de gilette. 


Lembro-me de ter passado férias em Olhão e de ir de barco para algumas praias com a minha tia e com a minha prima e lembro-me que era saboroso mudar tanto de ambiente e que era muito feliz. Talvez seja isso que o meu corpo encontra, essas memórias boas, quando estou no Algarve.

Desta vez e ainda bem, pudemos vir passar uma semana de férias com um casal amigo que também tem uma filha pequena. Uma outra coisa boa do divórcio é o Algarve ter passado a ser um destino possível visto que quem manda agora sou só eu, hehe.

Sinceramente, pesquisei pouco sobre a ilha da Armona. A Joana, minha amiga - não esta pessoa com quem partilho o blog e por quem não sinto qualquer ligação afectiva, ahah - falou -me maravilhas daqui e o quanto vêm todos os verões para cá e isso bastou-me.

Inquieta-me bastante deixar o meu carro ali no porto de Olhão durante tanto tempo, mas é nestas alturas que fico feliz por ser "pobre" e por ter um carro que não será nem o 10° a ser roubado na rua.



O vir de barco para a ilha é, só por si, um detox qualquer mas sem andar a fazer xixi do rabo durante dias. Eu que vim no limiar de um esgotamento (mais ou menos vá) com o stress que tinham sido os últimos dias ou meses, o barco funcionou como se fosse uma espécie de abraço da mãe que nos encosta ao peito com tempo e entrega.

Chegamos e para tornar tudo ainda mais engraçado (menos para o Miguel que teve de nós ajudar a carregar as malas - obrigada, Miguel), demoramos uma meia hora até casa. Uma casa tão pequena, tão modesta, tão querida e tão aquilo que eu sinto que precisava...

Além da vantagem da casa ser pequena e, por isso, se demorar 10 minutos a pô-la impecável ao final do dia, parece que tudo faz mais sentido quando estamos menos rodeados de coisas e mais perto de quem gostamos. Parece óbvio, mas sentido na pele é ainda mais certo.

Há muitos restaurantes, mas o dinheiro não abunda e por isso, felizmente, comemos em casa depois das miúdas irem dormir. A Joana tem feito comida vegetariana que não me emagrece e o Miguel tem dado o seu melhor para me dar Sidra todas as noites - é a maneira dele de mostrar que até me curte, apesar de me ter dito que sou maluca pelo meu principal objectivo a jogar SIMS ter sido por as mulheres a se enrolarem umas com as outras (venham daí as acusações da minha homossexualiidade).

As miúdas têm-se entendido cada vez melhor - até porque a Irene já não está a arder de febre - e aos poucos já não há tanto ressentimento com a invasão de espaço mútua.

Agora que começa a ser excelente é quando  começa a acabar. Não estou entusiasmada por voltar, até porque vou ter uma semana demasiado atarefada pelos meus colegas da rádio irem todos fazer emissão em directo para o Meo SW.

Fica, no entanto, a intenção de levar comigo estes grilos que estou a ouvir agora e esta despreocupação com merdinhas que só aqui consigo tantos anos depois da última vez que me senti de férias.

Quero levar este tempo lento para Lisboa, em mim.

Entretanto, tenho aí vários dias ainda sem férias atribuídas (low budget), quem tiver casas modestas com um quarto a mais, estou disponível para lavar a loiça se não forem pessoas assim a atirar para o diferente no que toque a tendências homicidas e isso.


✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Nas férias relaxo

Relaxo em todo o sentido da palavra. Relaxo nos horários e nas sestas das miúdas. Relaxo do telemóvel (pego nele para falar com a minha mãe e uns 15 minutos diários para ir ao instagram). Relaxo caso elas adormeçam no carro uma vez por outra e fiquem sem tomar banho até ao dia seguinte. Relaxo, até, dos cânhamos e das sementes de girassol desta vida.

Quando fui desafiada a escrever sobre Lipton Ice Tea, imaginei claramente o sítio onde tiraria uma fotografia a beber um ice tea limão: na praia. É onde me sabe melhor, desde sempre. É onde, por estar de férias, feliz, descontraio (se as minhas filhas me derem 5 minutos de pausa) e deixo-me levar pelos pequenos prazeres desta vida. Como saladas (e que bem me sabem) e fruta mas como também sandes. Bebo água, mas bebo também um ice tea, geladinho, acabado de sair da geleira (sim, sim, tenho aquela família clássica que leva geleira para a praia). Como um gelado ou uma bola de berlim. E não faz mal. Com moderação e bom senso, sou mais feliz assim. Aprendi a dizer-me, sem culpa, que, caso me apeteça, não faz mal. De vez em quando não faz mal. Nas férias não faz mal. Em momentos especiais não faz mal. É certo que devemos ter cuidado com a quantidade de açúcar que ingerimos. O nosso corpo não precisa de açúcar além do naturalmente presente nos alimentos, alimentos estes que deverão ser o menos processados possível. E as marcas, conscientes disto, têm feito um esforço para reduzi-lo. Lipton reduziu a quantidade de açúcar de 7g para 4,5g por 100 ml, nos Ice Teas de manga, limão e pêssego, e 3,5g no Lipton Chá Verde (têm menos açúcar que algumas águas aromatizadas de compra, menos açúcar que outros iced teas)) substituindo uma percentagem do açúcar por stevia.

O de chá verde foi uma excelente descoberta (adorei o de hortelã e lima), mas o de limão é o de limão...



Post escrito em parceria com Lipton


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Férias neste canto do algarve? Sim, sim, sim!

Em tempo de férias, há menos blogue. Compreensível, espero eu. No entanto, como vamos tirando umas fotografias muito giras às miúdas e estamos a gostar muito destas férias, neste canto do algarve ainda tão castiço e pouco massificado (a Gama esteve bem perto, por coincidência), fico cheia de vontade de ir partilhando!
Espero que gostem. Se quiserem mais, estão aqui neste post: Quem está a trabalhar não devia abrir este post E há (muitas) mais no meu instagram aqui.


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FÉRIAS, QUERIA-VOS TANTO!
Queria, já não quer? (cssssstum).
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