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domingo, 19 de agosto de 2018

Somos más, muito más!

Eu, pelo menos, sou. Não sei se vocês se têm aproveitado ou se se aproveitaram quando era altura, mas... ahah... estão a ser os tempos mais felizes da minha vida. Não tem a ver com o facto da minha filha ser maravilhosa e de ter uma mãe ainda mais, não tem mesmo nada a ver com isso. Tem a ver com o facto dela ter 4 anos e de não ter noção de algumas coisas, como por exemplo: quantidades. 

Não sou, de todo, de a obrigar a comer. Lembro-me quando ela era bebé que até transpirava por ver que ela não comia nada daquilo que lhe dava. Eu chorava enquanto armava uma espécie de piquenique no chão da sala para ver se ela queria comer qualquer coisa: nunca tinha fome (petiscava entretanto e/ou mamava, chegando à hora das refeições, sem interesse algum, claro).  Escrevi sobre a minha mudança de atitude e o quanto isso nos ajudou aqui em "Há esperança"

Se precisarem de ajuda com isto deles não comerem e de tudo aquilo que sentimos (é pura rejeição, eu sei) por causa disso, aconselho - mesmo não tendo lido - o livro do Dr. Carlos Gonzalez - O meu filho não come. 

A verdade é que, em princípio, numa criança digamos "regular", se não come é ou porque não tem fome ou porque fui eu a cozinhar - e tenho tanto jeito para cozinhar como para não me rir quando dizem "hádem". 

Foto antiga da moça, mas caramba que tive aqui muita sorte na aparência do bicho. E no resto também. Os genes da mãe são fortalhaços, ahah. 


Não a obrigando a comer, tenho a noção que às vezes se desinteressa da comida por estar mais interessada noutra coisa. Normalmente aplico a consequência directa de "se não tens fome, não comes". E, mais tarde, se tiver fome, volto a aquecer-lhe o jantar, por exemplo. 

Às vezes, porém, só para ficar descansadinha ou para não ir uma colher de sopa para o lixo (que parvoíce, estou a aperceber-me da mariquice), digo-lhe: "vá, só mais 5 colheres". Ela vai tentar negociar, claro e diz: "6!". E eu... "Oh Irene... 6? Vê lá... Pode ser!" e zunga. 

Não é porreiro e não devo estar a ajudar a perceber quantidades e afins, mas aquela colherzinha de sopa dá-me alento para o resto do dia. 'Tadita da minha filha, olha, Deus me perdói (como algumas pessoas dizem - deve haver quem diga, sei lá). 

Um dia mais tarde, nos teus 20, lembrar-te-ás disto como um acto de traição por parte da tua querida mãe, mas o que vale é que sopinha para o lixo ia quase nenhuma. Prioridades. Ahah. 

Vá, vou parar de insistir nessas colheres extra e, se não quero que vá para o lixo, como eu. Meh. Deve ser por uma questão de estabelecimento de autoridade e não por preocupação no meu caso. Ser eu a ficar com "a última palavra". Que diferença fará uma colher ou outra? Ter sido eu a decidir quando é que ela deve parar de comer, claramente. E a criança é ela, não eu.  Vou repensar isto aqui e já volto. 


Mães que sofrem muito a dar a comida aos filhos, já estive aí exactamente onde vocês estão. Querem ler? Aqui em "Odeio! Odeio dar-lhe de comer!".

É proibido dizer isto a uma grávida.


Vá, se temos acesso a vocês todas que nos lêem todos os dias, toca lá a tentar mudar o mundo post a post para ver se todas nós vamos tendo uma oportunidade mais sincera de sanidade mental pré parto, durante parto e pós parto. 

Amanhã já me passa e falo-vos de uma série que ando a papar há uns meses e que me estou a passar com o fim. Alison, como assim? Não, não!

Bom, sigamos. Tenho de fazer uma viagem no tempo para há 4 anos para me lembrar de coisinhas que me tenham dito com aquela simpatia "tuga" ou "familiar" do costume e que me tenham enervado. Não será muito difícil, vamos a isto? Podem completar!

Pronto, dizem que o interior é que conta,
conheçam-me também por dentro com a primeira eco oficial da Irene. 
Entretanto já não vou a esta clínica ;)


- "Já estás com o pano... deve ser rapariga." 

Há muitas alterações nos nossos corpos quando estamos a alojar uma pessoa dentro de nós. Uma delas - que também me aconteceu - é ficar com a cara toda escarafunchada como se tivesse posto em prática aquele meu sonho recorrente de me chafurdar num fondue de chocolate. Além de estarmos em 2018 e de já termos tido tempo para verificar as excepções aos mitos e, por isso, deixarmos de acreditar neles... nunca será simpático apontar transformações desagradáveis que a pessoa esteja a "sofrer" (viram aqui a palavra? é SOFRER!). Se há quem saiba que está com a cara toca carcomida é ... a pessoa! E não ajuda pensar que é por ser rapariga. Ou, aliás, não ajuda saber que a pessoa que nos disse isso acha, em 2000 e tal que as raparigas "roubam a beleza às mães". A sério? Vá, venham lá daí estudos sobre hormonas que diz que o estrogénio não sei quê e eu calo-me (um bocadinho). 

- "Dorme agora porque depois..."

Esta é a parte em que não é mito, mas prática comum. Ter bebés que durmam a noite toda desde sempre é algo que - segundo ouvi dizer - só acontece a quem, numa vida passada, tenha engravidado de um carapau. Nem todos tivemos essa sorte, vamos ter de lidar com a nossa (há a Constança do Centro do Bebé que poderá ajudar, cuidado a quem pedem ajuda, malta) e desejar que façamos amor suculento com um carapau nesta vida para que, na próxima, não tenhamos que optar entre amor próprio e a sobrevivência dos nossos filhos. Seja como for, a não ser que seja, então, para nos apresentarem a um peixinho com um bom traseiro, as referências ao sono - que só dão mais medo e pressão - podem passar a ser feitas para dentro de um tupperware (pode ser dos de marca branca que vai dar ao mesmo, vá). 

Realmente já fui mesmo muito magra, olhem aqui!
Acho que tenho vindo a ganhar peso desde que nasci... que esquisito! 


- "Quantos kgs já ganhaste?"

Ah, 'tá. A sério que nem enquanto estamos a desempenhar o trabalho mais importante da humanidade - assegurar a sua continuidade (já vi a Handmaids' Tale, já) - não há quem nos deixe em paz e queira falar-nos do facto de estarmos menos agradáveis visualmente para as referências exigentes e dificilmente atingíveis na sociedade actual, mesmo quando não estamos numa contagem decrescente para o parimento. 

- "Já tens tudo pronto? "

Porquê? Estás preocupada? Ah, eu vou ter um filho, mas ainda bem que me lembraste porque às vezes esqueço-me disto que se está a passar na minha vida. Se não fosses tu, o miúdo ia nascer e nem daria por ela. Deixo só aqui à vossa consideração se precisamos mesmo de tudo aquilo que compramos (também podemos pedir emprestado) e se não poderemos simplificar. Simplificar desde o início deve ajudar-nos depois em tudo (não foi o que fiz, enchi-me de tretas, claro - quanto maior a insegurança...). 


É a Isabel e a Irene, ambas com um mês de vida :) 

- "Tens medo do parto?"

Claro que não! Qualquer mulher que passe por isso uma primeira vez (ou até segunda, imagino), o que mais quer é que lhe tirem uma melão de Guadalupe ali por baixo. Ainda para mais depois de descrições como esta... não estou a ajudar! Se contribuir positivamente, a Joana Paixão Brás, no primeiro parto, acho que se pariu toda a rir (drogas naturais dela). E eu não estava lá, como assim? 

- "Vai nascer em Março? Ui!"

Há gente estúpida nascida em todos os meses do ano. Gente estúpida, teimosa, zangada triste, mal encarada, que cospe no chão, que estaciona em segunda fila (lálálá), que cola pastilhas por baixo das secretárias, que grita com pessoas do telemarketing... Isso, apareçam do nada e digam-nos que vamos criar Satanás. Além de ser bastante útil é também bastante preciso. Obrigada. 

Foi um post muito parecido com este com o qual inauguramos este blog, vejam aqui: "Como ser violentado por uma grávida."



terça-feira, 14 de agosto de 2018

Vamos dar uma abada a este Verão? Tenho um kit para vocês! ;)

Ainda se lembram que o Verão começou torto durante imenso tempo? Estou com desejos que, sendo assim, depois dure até Dezembro. Mas, como já me conheço, sei que se ainda estiver calor em Outubro que começo a ficar nervosa e já a vestir camisolas de gola alta só por "já ser a altura" e já ter encaixotado a roupa toda algures na cave. 

O que sei é que estou a fazer imensas coisa para melhorar o meu bem estar mental e físico (que tontas que somos quando achamos que uma coisa pode ser separada da outra, ai...): desde treinos de pilates, yoga e também fitness, a psicanálise (um luxo, bem sei) e também, em momentos que me sinta mais inchada ou que precise de uma ajuda a controlar o meu apetite: Depuralina. 


Além de ter ido a uma reunião e de ter estudado bastante até decidir que poderia tomar Depuralina (tinha dúvidas, como muitas vocês terão), cheguei à conclusão que é um suplemento totalmente natural e que o único cuidado que tenho de ter (além de ver se sou alérgica a algum dos componentes) é de beber água e de tomar comedidamente (não é agora viver à base de Depuralina que, também, se decidíssemos viver à base de bebida de amêndoa, por muito saudável que seja, também não correria bem). 

Por isso quero oferecer-vos - às curiosas que quiserem experimentar - um pack Depuralina que inclui: 

Duas Unidades Depuralina Express 
No meu caso faço uma semana de toma com dois comprimidos por dia (um ao almoço e outro ao jantar). Saibam mais sobre o produto aqui

Nunca experimentei, confesso que nunca tive muita celulite (não me odeiem), mas em compensação tenho barriga de cerveja de 16 anos. Saibam mais sobre o produto aqui

E uma caixa de Barras Nutriberry (24 unidades)
Já vos falei delas aqui neste post. São óptimas para contornar o almoço seja para controlo de peso ou até - nalguns casos - para facilitar a vida. Nos dias em que preciso de usar a hora de almoço para outras coisas, nunca fico sem almoçar :) As barras são mesmo doces, óptimas. E repletas de proteína. Saibam mais aqui.

Este prémio tem o valor total de 178,10€.




O que têm de fazer é muuuito simples: 

Tagarem três amigas neste post de Facebook. 

Seguirem a Mãe é que sabe e a Depuralina no Facebook. 

E a vencedora será escolhida via random :) 





Boa sooooooorte!! E espero-vos deste lado da vida em que quase que não acordo mal disposta quando sou acordada sem necessidade por andar tão feliz, ahah. 

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domingo, 12 de agosto de 2018

Passar férias com os nossos pais.

A Irene e eu, neste momento, estamos no Algarve a passar férias com a minha mãe, meu padrasto e meu irmão. Fizemos isto o ano passado, já que foi o primeiro Verão desde o divórcio e seria mais fácil conciliar tudo. Parece que está a tornar-se numa tradição, ir de férias uma semana no Verão.

Uma semana em que a família está junta mais do que meramente à hora de almoço ou ao lanche. Em que se distribuem novas dinâmicas para umas coisas e em que se reavivam outras. Com todas as perfeições e imperfeições que todas as famílias têm, não deixa de ser comovente ouvirem-se (para mim) as ligações familiares. Ver a Irene a chamar ao meu irmão de tio, ao meu padrasto de Avô (não com muita frequência) e à minha mãe de avó. 





A nossa família não é daquelas que se vêem com frequência. Vemo-nos quando dá ao fim-de-semana, sendo que é fim-de-semana sim, fim-de-semana não e se não houver festas de aniversário ou fins-de-semana fora, o que for. 

Lá por isso não quer dizer que seja pior. São dinâmicas. É o que funciona e, nestas férias, poderão ser reavaliadas as mesmas. Uma oportunidade para rever e reviver.  Experimentar ligações diferentes. Conversar com o irmão Pedro sem estarmos todos juntos, aproveitar e saber o que tem feito o João ou como é que a mãe tem estado. 

Assim há tempo. Estamos uma semana no Algarve. Acho que também é fundamental para mim descobrir ser mãe enquanto sou filha, coexistindo as duas Joanas e o mesmo para a neta, filha sobrinha, Irene. 




quinta-feira, 9 de agosto de 2018

A minha rosácea está 100x melhor!

Ai, miúdas. A roda viva na qual eu andava antes! Não conseguia andar na rua sem me maquilhar (tenho rosácea e tinha vergonha), andava a pintar o meu cabelo a torto e a direito para ver se a tinta me contagiava com amor-próprio, mas não. Treinava imenso para ver se no meu suor saía a tristeza, mas não. 

Foi o que tive de fazer para sobreviver, para me sentir melhor, foi o que estava certo para a altura, mas depois deixou de estar. 

Não fazia sentido sentir-me mal sempre que não me pintava, me mascarava (apesar de fazer todo o sentido que me sinta bem quando me maquilho). Não fazia sentido não gostar do meu cabelo e querer todos os dias que fosse de outra forma. 

O que eu tiver de fazer para me sentir bem, farei, mas não porque preciso, sim porque quero. 

Ontem, como vos mostrei no Facebook, mudei o visual. Gostei muito do cabelo que tive no último ano, mas já não me identifico com ele. 

Fui ao Nela Cabeleireiros na Amadora :) 


E sabem que mais? Andar com menos maquilhagem e menos "tudo", ajudou-me a resolver mais problemas. Em vez de ficar com o certificado de "rosácea" e espetar cremes a torto e a direito e depois ainda uma base ou um pó para disfarçar, comecei a atacar o assunto com lógica: isto é o meu corpo a dizer-me algo, o que será? 


- Água. Tenho reparado que beber água tem ajudado... IMENSO. 

- Deixar de comer coisas que sejam inflamatórias ou evitar - reduzir a carne, por exemplo, tem-me ajudado imenso.

- Introduzir no estilo de vida algo que nos dê consciência do nosso corpo e estado de espírito (o yoga ajuda-me a reconectar-me).

- Deixar de usar cremes com muitos componetes químicos, mesmo os específicos para a rosácea (uso uns sem químicos, supostamente 100% naturais e sem perfume). 

- Tirei o DIU - a brincar, a brincar, acho que o corpo está pensado para funcionar com as minhas próprias hormonas e desde que o tirei que acho que também ajudou à pele.

- Não consumir coisas que já sei que não funcionam comigo: leite, manteiga, carne de porco... 


E, visto que não usamos maquilhagem, conseguimos ver melhor quais são os efeitos dos alimentos na nossa cara e dos produtos. Só assim acertamos. 

Querem alinhar nisto neste verão? Mais nós. Para nos vermos mais? 




segunda-feira, 6 de agosto de 2018

A solução para noites mal dormidas.

Será que é por ser por volta desta altura que tudo nos parece estar a ficar mais fácil? Por muito cansativo que seja criar uma criança de 4 anos, acho que nada voltará a ser tão cansativo e exigente como aquelas primeiras semanas... :) 

Estou a conhecer mães felizes, mães que não se queixam nas conversas (como eu). Mães que conseguem ver sempre (parece) o lado positivo das coisas e que se metem em (mais) trabalhos porque estão (parece-me) só gratas por terem os filhos. 

Claro que não deverá ser a todo o momento, mas noto que têm uma postura muito diferente daquela que me parece ser a minha "natural" (assim inclinada para o negativo) e que lhes sai sem esforço. 

Até poderia dizer que são as mães que sempre puderam dormir, mas não é verdade. Há para todos os gostos. 


A história que contamos a nós mesmas poderá ser mais forte que noites mal dormidas. 

A Irene não dormiu durante 3 anos ou mais. acordava entre 4 a 6 vezes durante a noite e o meu dia girava em torno do meu sono e da tortura a que estava sujeita. Foi bem pior. Nem a aproveitei como deve ser e só me deitei mais abaixo. 

Um conselho para as mães que estão agora a passar por isso? Pode parecer ingrato, mas... desvalorizem! Abstraiam-se. Encolham os ombros e pensem: "é a vida, vai passar". Porque vai. 

Claro que há problemas de saúde e coisas que terão de ser pensadas antes da postura da relativização, mas acredito que todas, naturalmente, já terão percorrido uma lista interminável de coisas que vos pudesse estar a escapar. 

É a vida. Faz parte. Vai passar. 

Se, além do sono, lhe adicionarmos a nossa negatividade, mais do que sono, vmaos perder a força. E sem força é tudo pior. 

Prontas para contarem outra história? 


quinta-feira, 2 de agosto de 2018

O que tem facilitado para a Irene na troca de casas.

Não sou experiente nisto. 

É o meu primeiro divórcio, se calhar lá para o segundo ou para o terceiro, já faça isto com uma perna às costas, ahah (não pretendo divorciar-me mais vezes, claro, parece que não sabem brincar, que chatas). 




Porém, como filha de pais divorciados, acho que tenho a "sorte" (ehh optimismo) de ter aqui uma perspectiva também interessante. Por isso, coisas que o Frederico e eu fazemos para tornar as coisas mais fáceis para a Irene: 

- Não falarmos mal um do outro, antes pelo contrário.

Sei que é difícil (mais para umas que para outras), mas é mesmo o melhor a fazer. 

- A miúda não andar com malas de roupa para trás e para a frente. 

O Frederico tem roupa da Irene (que ele e os pais dele compraram) na casa dele e na minha também tenho a que comprei para ela. Acontece algumas vezes algumas ficarem em sítios diferentes e, por isso, periodicamente fazemos uma vistoria e trocamos, mas sem pressas. Intencionalmente visto roupa "do pai" quando ela está em minha casa para que ela sinta que a roupa é dela e não do espaço onde está. 

- Associar coisas ao outro pai. 

Sempre que posso, referir que o pai também sabe fazer ou também gosta para que ela sinta que as duas pessoas - apesar de não estarem casadas e de não viverem juntas - têm uma ligação entre si, que se conhecem e que se respeitam. 

- Encorajar positivamente a ida para a casa do outro.

Mostrar que não há territorialismos. Que a mãe não é adversária. Que a mãe fica contente por ela querer ir para a casa do pai. Que sabe que ela gosta e precisa dele e que isso é bom. Atenuar a sensação de "lealdade" nela. 

- Conversar e partilhar fotografias/vídeos com frequência.

Estar a par do que se passa na casa do outro tanto quanto necessário e possível. É importante - a meu ver - que ela assista a esses momentos e que perceba que existe comunicação entre os dois lados. Os pais continuam a ser um plural apesar de já não serem um casal. 

- Aceitar a troca de brinquedos entre uma casa e outra.

Aceitar as sugestões da Irene quando quer trazer determinado brinquedo ou levar. Os brinquedos são dela. Devolvo quando já não são objecto de atenção. 

- Avisar a Irene como vai ser a semana dela a nível de trocas. 

Tentamos manter a rotina, mas aviso-a sempre quando é que é dia do pai a ir buscar e quando é que dorme ou não. 

São algumas dicas que me consigo lembrar para já e que queria por à vossa consideração. Isto é o que fazemos no nosso cenário em que a Irene está maioritariamente comigo, fins-de-semana alternados com o pai e quartas-feiras com dormida alternadas ou fim de dia (consoante seja fim-de-semana de dormida ou não). Nada simples, bem sei, mas dou o meu melhor diariamente para que seja o melhor e mais fácil para ela. 

Querem acrescentar dicas? 


Se quiserem ler mais coisas que tenha escrito sobre o divórcio, carreguem aqui. 


terça-feira, 31 de julho de 2018

Os e-mails da escola enchem-me de pânico.

Nem vos vou falar das chamadas. Sinto um calorzinho muito rápido a percorrer-me o corpo todo desde os pés até ao peito. Fico logo preparada para o pior - sofrer de ansiedade não é fácil, mas receber e-mails da escola também não, ahah. 

Um dos que de vez em quando vou recebendo - e não, não me deixa preocupada (apenas paranoica) - é o que fala dos piolhos. "Há um surto de piolhos aqui e acolá, tomem as medidas necessárias para que não se torne num evento maior..." blá blá.


O meu coração não fica a bater mais rápido por causa dos piolhos, mas fico a coçar-me toda e, claro, muito mais atenta ao que a Irene faz com as mãos. Olho para ela e, de repente, parece que, mesmo não tendo piolhos, não pára de se coçar. 

A única maneira de parar esta paranoia é fazendo o teste. 

O outro dizia que o algodão não engana, eu digo que Paranix não engana. Além de ser número 1 no tratamento de piolhos em Portugal e na Europa, acaba por ser uma facilidade enorme tratarmos dos nervos e do assunto porque tem uma linha completa de deteção, prevenção e tratamento contra piolhos e lêndeas. Ah! E sem inseticidas que não é algo que me apeteça colocar na cabeça da Irene, se puder evitar.


Primeiro,o localizador de lêndeas. Dve ser aplicado com o pente no cabelo seco (bem coberto o cabelo, atenção) e depois passar bem por água. Se houver lêndeas sacanitas, ficam pintadas de vermelho, tipo TCHARAAAAM, em apenas 2 minutos!!! 

Caso não haja lêndeas coloridas na cabeça dos nossos filhos é seguir caminho e passar para a fase da prevenção :) Com o champô de proteção ou o spray repel em ação sinto-me sempre muito mais “preparada” para estes emails!


Se houver, é passar para a fase da ANIQUILAÇÃO TOTAL! Ahah, brincadeira! É a fase do tratamento, que em apenas 10 minutos é 100% eficaz em apenas 1 tratamento! Podem saber tudo sobre os produtos, claro, no site da Paranix, aqui.

Estou munida agora da linha completa de deteção, prevenção e tratamento contra piolhos e lêndeas da Paranix! Cá em casa, não vai haver piolhos que resista :)

Entretanto já me zanguei com a Irene porque decidiu ir posar com outra mãe para a caixa de Paranix. Sempre que sair de casa, tem que me avisar, senão... ai, ai!


Este post foi escrito em parceria com a marca Paranix.
"100% eficaz numa só aplicação" - Ensaios clínicos demonstraram 100% de eficácia de Paranix Champô de Tratamento no tratamento contra piolhos e lêndeas, numa infestação de nível europeu. Estudos in vitro e ex vivo demonstraram a eficácia de Paranix Spray de Tratamento contra piolhos e lêndeas após um período de aplicação de 10 minutos. O produto também foi clinicamente testado após uma aplicação de 15 minutos; “Marca Nº1 em Portugal e na Europa” - Portugal: Dados HMR, Mercado Anti-parasitário Capilar, MAT Abril 2018, Farmácia + Mass Market, Valor e Volume; Europa: IMS Health, Data of Head Lice Europe, MAT Q4 2017, Pharmacy, Value and Volume; Os produtos de tratamento de Paranix (Champô e Spray de Tratamento) são Dispositivos Médicos para o tratamento da pediculose. Paranix Localizador de Lêndeas é um Dispositivo Médico utilizado para evidenciar lêndeas. Paranix Champô de Proteção é um dispositivo médico utilizado para prevenção da disseminação da pediculose. Apenas para uso externo. Evitar o contacto com os olhos ou as mucosas. Em caso de contacto com os olhos, lavar abundantemente com água. Não usar em caso de alergia a algum dos ingredientes. Paranix Spray de Tratamento está indicado para crianças com mais de 6 meses. Paranix Champô de Tratamento, Paranix Localizador de Lêndeas e Paranix Champô de Proteção estão indicados para crianças com mais de 2 anos. Paranix Repel é um produto cosmético. Leia cuidadosamente a rotulagem e as instruções de utilização. Manter fora da vista e do alcance das crianças.