quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Fui só eu?

Fui só eu que na gravidez, ali no segundo e terceiro trimestres, fiquei com voz de cana rachada? Vi-me aflita para continuar a fazer o meu trabalho (faço entrevistas e sou a voz de um canal, a SIC Caras), além de, de certezinha, andar a irritar meio mundo com um tom de voz intragável.

Lembrei-me disso agora que entrevistei uma grávida com um tom de voz entre a Cristina Ferreira e a Júlia Pinheiro. Pode perfeitamente estar a passar pelo que eu passei.

Ou estou em delírio e não é normal na gravidez ficarmos com voz de quem tem uma unha encravada que está a ser pisada por um camião TIR?

4 comentários:

  1. Não tenho ideia de ter me acontecido.
    Para mim ficaram reservados os enjoos durante 5 meses, seguidos de azia até ao fim da gravidez...

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  2. Aconteceu-me muita coisa estranha e os poucos neurónios que já tinha ficaram abananados de vez, mas a voz que, confesso, nunca foi grande coisa, manteve-se má.
    Agora a pele e o cabelinho ficaram como nunca estiveram: magníficos. Fiquei cá com uma cabeleira! :D

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  3. não faço ideia, é a primeira vez que oiço tal coisa :)

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  4. Eu senti isso nas duas gravidezes! Além da qualidade vocal se ter alterado, a capacidade respiratória também se alterou e eu, que sou terapeuta da fala, tive imensa dificuldade em exemplificar determinados exercícios vocais a partir de determinada altura!
    Acredito que muitas mulheres passem pelas mesmas alterações e nem reparem nisso porque não fazem um uso profissional da voz. As razões têm que ver sobretudo com questões hormonais, com o aumento do útero e a elevação do diafragma e com o refluxo gastroesofágico (ou azia!) que tantas de nós sentimos quando estamos de bebé! :)

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