sábado, 10 de outubro de 2015

Não quero arranjar problemas...

... mas a verdade é que ele não lê o blogue. Lê a mãe dele e o pai, mas eles não se vão descoser que são cá uns fofos os meus sogros, não são?

Tenho estado em casa com a Irene desde que ela nasceu e o pai, maioritariamente, também. Ele é argumentista freelancer e o trabalho dele, quando há, envolve mais saídas à hora do jantar e afins (ou, pelo menos é o que o malandro me diz, mas depois vem a cheirar a perfume rasco para casa). 

Nestes quase dois anos (estive de baixa também no final da gravidez), temos estado juntos 24h por dia. Parecemos aquelas colegas de trabalho que até já têm os períodos sincronizados. Acabamos as frases um do outro, não só por sermos soulmates (sei lá, ele pode vir cá ler é melhor prevenir!), mas porque já andamos sempre a dizer as mesmas coisas.

No outro dia ele saiu à tarde. E eu costumo sempre ir passear com a Irene à tarde, esteja ele em casa ou não. Decidi, porém, ficar em casa com a Irene. E... tão bem que me soube! 

Tão bem que me soube ter uma tarde em casa só com a minha miúda. 

O pai não estraga nada, mas parece que tivemos um momento "só de gajas", não vos sei explicar. ;)

Amo-te muito, amor, ok? 

É aos 13 anos que elas nos passam a rejeitar ou antes? É só para me ir preparando...

4 comentários:

  1. Hummm. ..cá em casa temos um rapaz de 16 anos que nada quer saber de mim (confesso que por vezes o tenho de agarrar para lhe conseguir dar um beijo sem sabor)...um de 12 anos para quem a mãe ainda é o seu grande amor e uma de 2 anos para quem a mãe é quem lhe satisfaz as necessidades básicas conjuntamente com o pai por quem é apaixonada...
    Penso que se não fosse a chegada da pikena, a adolescência do mais velho tinha sido muito mais...crítica. Assim só parece que me andam a arrancar o coração aos bocadinhos.
    Um bocadinho por cada rejeição....

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  2. Eu e o meu namorado conhecemos-nos no trabalho e trabalhámos na mesma empresa durante 2 anos (depois ele ganhou juízo e despediu-se). É programador de aplicações mobile freelancer (parece que ser freelancer, nesta crise, é o que está a dar) e passou a trabalhar em casa.
    Quando trabalhávamos perto, vamos sempre juntos para o trabalho, regressávamos juntos, e fazíamos tudo juntos.
    Agora ele arranjou um escritório, a alguns quilómetros de casa. Parece que no nosso pequeno T2 ele não se consegue concentrar (diz ele). O facto é que corre muito melhor. Quando ele chega temos novidades para contar um ao outro e tal.

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  3. deve custar tanto...

    bjs <3

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