quinta-feira, 14 de abril de 2016

A verdade é que a Joana Paixão Brás tem cara de b*tch.

Eu ia escrever um post comovente sobre uma coisa que vi hoje de manhã no comboio, mas a espertalhona da Joana  foi comovente antes de mim (neste post que publicou de manhã) e não quero transformar este blog numa lamechice pegada (amanhã falo disso do comboio). Joana, o post deve estar muito lindo, mas não estou com paciência. Aliás, raramente leio os teus posts. Digo só awww a olhar para ele e pronto, sinto que já cumpri a tarefa. 

Estou toda ácida para fingir que acusei pressão daquele post dela a pedinchar miminhos no instagram (aqui) a dizer que eu é que sou a maior, etc. O costume. 

Uma coisa que tenho reparado é que o blogue está a ter um crescimento enorme. Não há uma única vez em que saia com a Irene e que não seja reconhecida por alguma mãe que me diga que é minha leitora ou que depois envie um mail ou escreva um comentário a dizer que nos viu e que não quis falar connosco porque, enfim, deve ter lá coisas mais interessantes para fazer com a vida dela.

Sempre que sou reconhecida digo à Joana para ela ficar contente por estarmos tão perto de vocês, por se sentirem à vontade para o dizer, por serem tão simpáticas. A Joana diz que quase ninguém lhe fala (não tanto como comigo), mas que ela tem a sensação de que muita gente sabe quem ela é. 

Eu tenho uma teoria - tenho várias - e tal tem que ver com o facto da Joana ter ar de b*tch. A expressão em inglês é: Bitch Resting Face. Todas nós temos uma expressão em repouso pouco agradável, mas a Joana...  Eu cá suspeito que a Joana tenta parecer doce durante tanto tempo que depois, quando a cabeça desliga, fica com o ar da maior cabra do mundo só para desenjoar um bocadinho. 

Alguns exemplos de Bitch Resting Face aqui.

Eis a minha interpretação da Bitch Resting Face da Joana: 

É uma espécie de segundo dia de gripe.

E eis a minha Bitch Resting Face: 

Querida, simpática, maravilhosa.

Tenho andado a fazer contas e para além de dar uma granda abada nas seguidas do instagram, também estamos a 3000 - 2 no que toca a sermos abordadas na rua. Terá que ver com o facto da Joana não morar em Lisboa? Se calhar, mas isso não interessa.  Não agora. 


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E a mim aqui ;) @JoanaGama


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