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12.17.2018

O presente ideal neste Natal é...


Meninas, eu sei o que querem ter no número 1 da cartinha ao Pai Natal. 
Atentem no que vou aqui fazer.

Meninos que nos leem só porque as vossas esposas, namoradas, companheiras, mães dos vossos filhos, amigas coloridas partilharam este post. Não foi engano nem para verem a colcha da cama. É uma maneira subliminar de vos dizer “QUERO PARA O NATAL!”. Pronto. Vejam lá o que fazem à vossa vidinha, façam-nas desembrulhar à frente de toda a família aquele trem de cozinha com panelas em aço inoxidável que é vê-las meter o melhor sorriso, o número 31, e depois logo veem se não vos aparece, como por magia, uma malinha à porta no dia seguinte. Posto isto, só têm de ir aqui a este linkzinho da Lumea Prestige, da Philips e já ficam a saber o que está no topo da lista, sim?  

Meninas, dei o meu melhor. Pelo sim, pelo não, é ir fazendo um mealheiro e, se não for neste, fica para o próximo Natal, de vocês para vocês. 

[E quando eles nos perguntam o que queremos de presente e dizemos “oh amor, deixa lá, não quero nada” e eles acreditam mesmo?] 

Aconselhei e não paro de aconselhar esta maquineta, a Lumea Prestige, da Philips, porque estou mesmo, mesmo contente com os resultados. Já fiz as sessões todinhas e estou que nem posso com estas pernocas macias e sem pêlos. Agora é só ir fazendo manutenção em casa e pronto: acabou-se o stress de passar a lâmina a correr ou de marcar depilação para não conseguir ir e ter de desmarcar. Para quem não tem vida e tempo para gabinetes de estética, esta solução é a ideal. Não é barato, mas o barato às vezes sai caro e, por vezes, mais vale investir em algo que nos traga conforto e que seja mais duradouro. (Isto se acharem que é algo de que precisam mesmo e em que possam investir).


Coisas a saber:
- não doi ou não é suposto doer (se estiver a doer, não devem estar a usar a intensidade adequada)
- tem um sensor smartskin que indica qual será, à partida, a intensidade indicada (dá para pelos louros escuros, castanhos e pretos e também a vários tons de pele, desde muito branco a castanho escuro)
- também dá para fazer depilação no buço e traz um acessório diferente para essa parte do corpo
- é relativamente rápido (15min a fazer as duas meias pernas por exemplo, axilas e buço é ainda mais rápido)
- é bastante fácil e intuitivo de usar e de posicionar no corpo
- tem uma APP que serve de calendário e que nos envia notificações com os agendamentos das sessões


Algumas de vocês levantaram algumas questões no primeiro post e eu juntei mais algumas que me surgiram na segunda vez que escrevi sobre o assunto. Podem ler aqui. Se tiverem outras dúvidas, digam.

*Este post foi escrito em parceria com a Philips.

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12.03.2018

As minhas estrias, as minhas cicatrizes, a minha história.

Tinha 14 anos quando reparei que tinha estrias. Nos joelhos. Nos joelhos? Como? Andava toda contente porque as minhas colegas já tinham ou no rabo e nas ancas e eu nem vê-las e afinal… ali estavam elas, num sítio tão improvável. Depois delas, veio a celulite (e eu a pensar que escaparia). E novas estrias, desta vez nas mamas. Nem imaginam a injustiça que eu senti ao ver aqueles rasgões nas minhas maminhas. Sim, maminhas, tão pequeninas e com estrias, como se tivessem crescido tanto que a pele se vira obrigada a ceder. Só voltariam a crescer na gravidez.

A minha sorte, dentro do azar, era que, depois do choque, depois do tom rosa avermelhado, ficavam brancas e fininhas, ou pelo menos era o que me parecia. E eu encolhia os ombros, desvalorizava, e seguia com a minha vida. Contentava-me saber que não estava sozinha. E que pessoas que eu considerava lindíssimas, como a minha mãe, também as tinham e que não era por isso que deixavam de ser mulherões. 

Até chegar aos vinte e seis, engordei e emagreci e engordei e fiz dieta e ganhei estrias nas pernas, na zona interior, compridas. Ia pondo para trás das costas. Mas quando engravidei, comecei a olhar mais para o meu corpo, capaz de gerar vida e de me fazer a pessoa mais feliz do mundo, e tive vontade de cuidar melhor dele. Cremes nas zonas mais propícias a novas estrias (e uma grande dose de sorte, hidratação e genética?) fizeram com que, desta vez, nem uma ficasse para contar a história. Ou então nem reparei. 


Segunda gravidez e uma operação de urgência, logo após o parto, fez com que ficasse com uma grande cicatriz. Inesperada. A minha primeira, “à séria”, que me faria lembrar, para sempre, do maior susto da minha vida – uma atonia uterina que só parou depois de 6 horas de muitas tentativas, transfusões sanguíneas e medo. Está cá para que nunca me esqueça de que sobrevivi e vivi, após tudo o que me aconteceu, com ainda mais vontade, força e amor. Não gostei dela sempre. Sentia que algo tinha falhado. Tinha estado a um passo de ter o parto dos meus sonhos, pouco instrumentalizado, em que puxei a minha filha para o meu colo e, sem pontos, ia ter uma recuperação muito fácil, para poder dar atenção às duas filhas. Aquela cicatriz significava dores, dificuldade em levantar-me e levava-me àquele hospital e àquela sensação de impotência. Achava-a feia. A enfermeira do centro de saúde recomendou-me que espalhasse e massajasse com Bio-Oil e, com o tempo (terão sido meses?), aquele vermelho foi começando a perder a nitidez. Ainda cá está. Acho-a bonita. Relata uma história com final feliz.


Bio-Oil faz parte dos meus dias, desde então. Daí que o desafio em falar deste óleo, que marcou uma das fases mais duras (mas também mais mágica) da minha vida, seja tão especial. E não é por acaso que é o produto mais usado em estrias e cicatrizes em todo o mundo: é porque resulta. Não apaga nada, mas disfarça. Além de hidratar profundamente, reduz a aparência das estrias, cicatrizes, manchas e também do envelhecimento da pele. Também já experimentei na cara (duas gotinhas, não mais) e, ao contrário do meu receio (mito a abater), a pele não fica nada oleosa – pelos vistos, o PurCellin Oil deixa a fórmula mais leve, não fica gordurosa e a pele absorve-a de forma rápida. 


E vocês, que histórias contam? Sofreram ou sofrem ainda muito com marcas e estrias?
Já se aperceberam de que somos muitas?


*post escrito em parceria com a Bio-Oil

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11.29.2018

Este livro é mesmo delicioso!

Foi a primeira coisa que comprei quando soube que estava grávida. Pronto, a segunda.
A primeira foi um babygrow mínimo, para anunciar ao David que ele ia ser pai. E para anunciar a toda a família.
A segunda foi um livro. Estava decidida. A minha filha iria ter uma biblioteca repleta de histórias, de cores, de sonhos. Podia nem vir a ter mais brinquedo nenhum. Mas livros teriam de fazer parte da nossa rotina.
Comprei-lhe um livro a cada mês da minha gravidez. Escrevia-lhe cartões a acompanhar os livros, para que, mais tarde, soubesse todo o amor que havia nas palavras e no coração. Comovia-me. Comecei a ler-lhe histórias com dois meses. Antes de dormir, íamos para o cadeirão, e contava-lhe uma história. Durante algum tempo, a mesma. Ainda nem falava e já fazia gestos, já conhecia a história de trás para a frente. E esta paixão por livros vem dali. Não há um único dia que não contemos uma história: eu, o pai ou quem ficar com elas. É dos momentos mais ternos do dia.

Os livros são as coisas mais valiosas cá por casa. A Isabel nunca estragou nenhum. Já a Luísa… bem, uns quantos já estão colados a fita-cola. No entanto, continuamos a deixá-la explorá-los, não nos faz sentido de outra forma.




O último a vir cá para casa é uma pequena maravilha: O Narciso com pelos no Nariz”, que ganhou o último Prémio de Literatura Infantil do Pingo Doce (podem encontrá-lo por lá a, apenas, 3,99€!!!). Isto é serviço público, acreditem. A história é tão bonita, de uma relação entre dois irmãos, tão cheia de suspense e de sentimentos lindos, de rasgos de humor e de descobertas, que vale mesmo a pena. Então agora que a Isabel nos revelou que tinha um namorado, que se chamava João, e que ele brincava muito com o Rock, foi um tiro mesmo certeiro. [Sim, ainda estou em choque! Ahah! Apesar de não ter dado muita importância porque são mesmo pequeninos, são amigos e pronto]. A Rita tem nove anos e quer desvendar um mistério: o irmão mais velho, o Filipe, não anda bem e ela acha que é culpa da magia negra. Poesia, violência na escola, coragem e amizade: há de tudo naquelas páginas. Até paixão. E mais não digo. Leiam (e leiam-lhes, porque, mesmo que os vossos filhotes não entendam tudo, alguma coisa fica, mais não seja o momento que estão a ter convosco).



A Andreia Penso Pereira e a Ana Granado (que, por acaso, é filha do meu professor preferido da faculdade, o António Granado) estão mesmo de parabéns pelo texto e pelas ilustrações, respetivamente. Sem querer desprezar todos os vencedores das edições anteriores (que temos cá por casa, óbvio, e de que gostamos muito, principalmente do Orlando – o Caracol Apaixonado), este é mesmo fantástico! [Já agora, também podem seguir a Ana Granado no instagram, no “Diário de uma Mãe Ilustradora”, que eu já sigo há que tempos e é demais!]



Este prémio é uma iniciativa de louvar, que revela verdadeiros talentos, e que, a um preço muito simpático, torna os livros acessíveis a muitas famílias e, assim, promove o gosto pela leitura dos mais novos.







Acho uma ótima prenda de Natal: um livro é sempre uma ótima prenda.

Boas leituras!

  

[Como é um tema muito pedido, um dia destes fazemos o nosso TOP de livros cá de casa, prometo!]
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11.12.2018

A que brincam elas? - NOVIDADES

Com dois pais que não se levam muito a sério e que embarcam em teatros e danças malucas, acho que já perceberam que não há regras nem limites. Brincamos a tudo cá por casa. Há espaço para livros e puzzles, folhas brancas e brinquedos com luzes, música alta e jogos divertidos. Não há nada mais gratificante do que ouvir aquelas gargalhadas e perceber que estão a crescer, não há nada melhor do que vê-las a aprender enquanto brincam. Há brinquedos que juntam o melhor dos dois mundos: que as fazem rir e que lhes ensinam coisas novas, como o Beat Bo e o Movi da Fisher-Price. Ficam de sugestão já para o Natal. 

Vídeo novo :) 



Post em parceria com a Fisher Price


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11.06.2018

Adeus fralda para todo o sempre?


As mães ficam muito felizes ao verem que os seus filhos ultrapassam uma etapa, que estão cada vez mais autónomos e cada vez mais espertos, mas… também é verdade que, a cada nova fase, ficamos com uma sensação agridoce por vê-los deixarem de ser bebés, os nossos bebés, não é? Custa mais ainda quando a probabilidade de serem o último bebé cá de casa é grande - para não dizer enorme. Adeus fraldas para todo o sempre? 

E este ar de marota?

A Luísa já não usa fralda durante o dia. É uma alegria vê-la ganhar mais esta capacidade; uma gracinha quando nos pede para ficar sozinha na casa de banho; e até mesmo quando nem nos chama para a limparmos. Confesso que ainda não estou a 100% confiante quanto a esta parte, ainda gosto de lá ir examinar e ajudar, mas com as Kandoo e agora com as Aquas, que são 99% água, sem qualquer perfume e biodegradáveis – e que ela pode descartar pela sanita -, é mais fácil confiar. O rabinho fica limpo e hidratado e ela assim não se zanga connosco porque não temos de ir “fazer por cima”.

A Luísa tem praticamente dois anos e meio (ou 29 meses e 6 dias, para quem ainda conta os meses – mas PORQUÊ?!!!) e “só” agora teve o click. Já ia algumas vezes à sanita em maio e junho pela graça, mas quando experimentávamos colocá-la de cuecas, achava que tinha fralda e fazia na fralda. Só corria bem quando andava nua em casa, no verão. Se calhava vestir-lhe umas calças ou cuecas, pumbas, chichi. Até que, há duas semanas, andou sem fralda em casa – e estava vestida - e não houve nem um descuido. Não precisámos sequer de a ir lembrando, ela ia sozinha. Decidimos arriscar e lá foi ela para a escola só com cuecas. Está a correr muito bem! Já arriscámos mesmo viagens mais longas de carro, supermercado, restaurante ou teatro e tudo nos trinques – já se distraiu em casa e na escola, mas faz tudo parte do processo. É preciso é ter calma, não pressionar e muito mostrar desapontamento.

Ainda não está preparada para ficar sem cueca-fralda de noite ou até mesmo durante a sesta, que a fralda ainda vem composta – se for como a Isabel, só aos 3 anos. No caso da irmã, por volta dos três, começámos a pô-la na sanita ali por volta da meia-noite (ia a dormir) e a levá-la à casa de banho logo às 6h30/07h. Desta vez, acho que vou esperar mesmo por ver fraldas enxutas, logo vejo. Já ouvi pessoas que decidem tirar-lhes logo as fraldas de vez, mudar a cama de noite ou levá-los ao WC, mas esta é a forma como acho melhor para a nossa família neste momento: aguardar.
Se os vossos filhos tiverem a idade da Luísa e ainda não estiverem nesta fase, lembrem-se: os miúdos são todos diferentes, têm ritmos diferentes e, às vezes, mais vale esperar por eles do que nos regermos pelas expectativas dos outros e causar-lhes stress (a eles e a nós também).

Dicas para incentivar:
- dar o exemplo, mostrar (de um irmão, primo, ou até mesmo o nosso, caso não tenham problemas com isso – nós não temos) e/ou comprar um livro sobre o assunto (nós lemos à Isabel o As Princesas também fazem Cocó, mas há mais)
- comprar cuecas com os bonecos que eles mais gostem
- comprar um banquinho para facilitar a subida até à sanita (também há redutores, mas por cá não foram muito bem aceites; elas ajeitam-se na sanita “normal”)
- perguntar sempre antes de sair dos sítios se quer fazer para evitar stresses na rua ou em sítios sem casa de banho próxima
- há quem ande com bacio no carro, e uns sacos que se adaptam; há ainda uns redutores desdobráveis para levar para todo o lado, o que pode ser mais higiénico
- ensinar-lhes o ritual todo logo desde início: a levantar a tampa, a puxar a camisola bem para cima, a limparem-se, a puxar ao autoclismo, a vestirem-se e a lavar as mãos
- fazer uma festa quando são bem sucedidos [e normalizar e mostrar compreensão quando não conseguem]

Boa sorte para esta fase, que pode ter tanto de gira como de stressante J














*post escrito em parceria com a Kandoo


Tudo o que já escrevemos sobre desfralde aqui.


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10.21.2018

Estou maravilhada com isto!



Estou com muito menos pêlos. Podia ser da idade, mas calma, ainda “só” tenho 32. É mesmo da ajuda da Lumea Prestige, da Philips, a máquina de luz pulsada que tenho vindo a usar em casa, quando me dá mais jeito, de forma bastante rápida e intuitiva. E atenção que eu não adoro máquinas e sou um bocado info-excluída, ou só preguiçosa, mas com esta não me sinto nada burra. O manual também explica bem, assim como a aplicação para o telemóvel, a APP Lumea, que serve ainda de calendário e envia-nos notificações (falhei a uma, mas era o meu dia do casamento, estou perdoada? Fiz no dia seguinte).

Estou a gostar muito. Só não adoro fazer na parte de trás das pernas sozinha, mas faz-se; de resto, trato eu do assunto sem lamúrias. Faço nas pernas inteiras, nas axilas (é tão rápido!) e no buço - neste caso com outro instrumento que se adapta à máquina [já vem na caixa]. Ainda não comecei a fazer nas virilhas e vai ter de ficar mais para o fim do ano, quando me livrar de um problemita que estou a ter [nada grave, don’t worry; a ser seguida no ginecologista]. Mas estou deserta! É onde gosto menos de fazer a depilação, sofro imenso e fica tudo num estado lastimável, seja com cera, com creme, com lâmina... quero muito começar a ver-me livre desta chatice.



Algumas de vocês levantaram algumas questões no primeiro post e eu juntei mais algumas que me surgiram, que podem bem ser as vossas também. Se tiverem mais, mandem vir.

Pode ser usado a amamentar?
Não, nem grávida nem a amamentar de deve usar métodos para tirar pelos com luz. Nunca foi testado, por isso, mais vale não arriscar. Eu esperei pelo desmame da Luísa.

Pode ser usado por homens?
Este Philips Lumea Prestige pode ser utilizado por homens. Contudo, não existem estudos de eficácia em homens, os estudos foram feitos apenas em mulheres. Deixa lá ver se o David quer ser minha cobaia e depois dou notícias :)

É definitivo?
Nada é definitivo quando se fala em depilação, pelo queo dermatologista  me explicou e algumas esteticistas. O que este aparelho, Lumea, promete é uma depilação duradoura, sem pêlos até 8 semanas. Noto que reduziu bastante os meus pêlos e os que cá estão demoram muito mais a nascer. E ainda não acabei os tratamentos sequer.

O preço compensa?
Tive a sorte de ser desafiada a experimentar e a não ter investido, sim. Sortuda, mesmo. É um grande investimento, de uma vez só, sem dúvida. Acredito que não seja para todos os bolsos, sou realistas. Mas, para quem possa, é um bom investimento. E não sou só eu que o digo, tive gente a comentar o último post que já fez e/ou que também está a fazer e está a gostar muito dos resultados. Experimentando somar o dinheiro que se gasta em depilação a cera; ou o que se gastaria em gabinetes de estética, as deslocações, o tempo perdido, para mim, compensaria. Compensa, para a minha cabeça, só depender de mim para fazer a depilação; compensa não doer nada; compensa sentir a pele mais macia, sem borbulhas, e sentir-me mais bonita. E depois só ir fazendo a manutenção, de dois em dois meses? Perfeito. Mas é a algo a ser bem avaliado, caso a caso, e depois de medir bem os prós e os contras.

Dará para o meu tipo de pele e pêlo?
A máquina dá para pêlos louros escuros, castanhos e pretos e também a vários tons de pele, desde muito branco a castanho escuro (tons de pele muito escuros não têm contraste suficiente entre o pigmento do pelo e o pigmento da pele). Para pêlos brancos/grisalhos, louros claros ou ruivos também não dá.

Dói muito?
Não é suposto doer, tal como vos expliquei aqui. Dá uma impressão, sente-se um disparo, uma picadazinha de calor, mas não mais do que isso. Se sentirem dor, têm de baixar logo o nível (eu fiz isso, há cinco níveis e comecei pelo nível 2, até perceber que o 3 era confortável). Não se esqueçam que a máquina tem um sensor smartskin que, à partida, vos diz qual a intensidade indicada!

E mais? Tudo o que queiram saber, estejam à vontade. Menos perguntas do foro ginecológico, vá. 


*Este post foi escrito em parceria com a Philips.


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10.04.2018

Serei a única que ainda não teve piolhos em casa? Que sorte!


Eu sei que nem se deve falar muito, que amanhã ainda me calha uma bela surpresa. Devia estar era caladinha. Ou fazer uma reza. Tenho a sorte de ainda não termos recebido a visita de piolhos nem de lêndeas cá em casa, mas deve ter sido mesmo por um fio de cabelo (viram o trocadilho que eu fiz aqui? Epa…): as primas já tiveram, várias vezes, colegas na ex-escola da Isabel já tiveram e… nada. Até agora, bem sei, que é só uma questão de tempo e de sorte. Li algures que, a seguir à constipação, é a “maleita” que as crianças mais apanham. Que todas fossem assim, sinónimo de uma infância feliz e de muita brincadeira.

Lembro-me como se fosse hoje da saga de estar com a cabeça no colo da minha mãe, na casa de banho, toalha branca nos ombros, com ela em busca dos sacanitas. Agora há muitoooo mais oferta e produtos bem mais eficazes: e até o cheiro é bem diferente. Tive pelo menos duas vezes: numa achámos que teria sido muito provavelmente porque partilhei uma escova nas danças de salão (sim, andei uns anitos a dançar a rumba e o paso doble, com uma poupa cheia de laca até lá acima e um top curtinho de seda, roxo - classy). Mas também pode ter sido (é o mais provável) pela proximidade das cabeças dos outros miúdos na dança, na ginástica, nas brincadeiras no recreio e nalguma dessas vezes os sacanas lá vieram morar para o meu cabelo louro. [Só de me lembrar já me estou a coçar, é inevitável].

Já muito se sabe sobre os piolhos e as lêndeas, já é certo e sabido que não são sinónimo de pouca limpeza, por isso, neste jogo de sorte ou azar, o melhor mesmo é detetar cedo, prevenir e, se for preciso, tratar. Caso haja um alerta de infestação na escola, já não é preciso andar ali com os olhos em bico à caça das lêndeas porque há o Paranix Gel Localizador de Lêndeas, que as deixa avermelhadas.

Caso não tenham sido detetadas, é iniciar a prevenção com Paranix Champô de Proteção Contra Piolhos e Lêndeas a cada 2-3 dias, substituindo o champô normal, durante 2 semanas do surto, ou então com Paranix Repel, que mais não é do que um spray que deixa uma película protetora e dificulta que aqueles bichos de 6 patas adiram.

Caso as haja, é iniciar o tratamento contra piolhos e lêndeas de três formas possíveis: Paranix Loção de Tratamento, a grande novidade para cabelo compridos; Spray de Tratamento para cabelo curto ou o Paranix Champô para quem procura a comodidade de um 2 em 1, que elimina 100% dos piolhos e lêndeas ao mesmo tempo que lava o cabelo. Parte boa (a única eheh) é que basta aplicar e de uma só vez, num só tratamento, adeusinho piolhos e lêndeas – o champô tem um cheiro agradável, o spray e a loção não têm assim nenhum odor. É escolher. Sou capaz de preferir o champô, que assim ficam logo de cabelo lavado, acho que facilita (vejam no site como aplicar tudo).

Nada a ver com o que me aplicavam em miúda, nada! Ainda bem!






*Este post foi escrito em parceria com a Paranix.

"100% eficaz numa só aplicação" - Ensaios clínicos demonstraram 100% de eficácia de Paranix Champô de Tratamento no tratamento contra piolhos e lêndeas, numa infestação de nível europeu. Estudos in vitro e ex vivo demonstraram a eficácia de Paranix Spray e Loção de Tratamento contra piolhos e lêndeas após um período de aplicação de 10 minutos. O produto também foi clinicamente testado após uma aplicação de 15 minutos. Data On-File; Os produtos de tratamento de Paranix (Champô, Spray e Loção de Tratamento) são Dispositivos Médicos para o tratamento da pediculose. Paranix Localizador de Lêndeas é um Dispositivo Médico utilizado para evidenciar lêndeas. Paranix Champô de Proteção é um dispositivo médico utilizado para prevenção da disseminação da pediculose. Apenas para uso externo. Evitar o contacto com os olhos ou as mucosas. Em caso de contacto com os olhos, lavar abundantemente com água. Não usar em caso de alergia a algum dos ingredientes. Paranix Loção de Tratamento e Paranix Spray de Tratamento estão indicados para crianças com mais de 6 meses. Paranix Champô de Tratamento, Paranix Localizador de Lêndeas e Paranix Champô de Proteção estão indicados para crianças com mais de 2 anos. Paranix Repel é um produto cosmético. Leia cuidadosamente a rotulagem e as instruções de utilização. Manter fora da vista e do alcance das crianças.

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9.09.2018

Adeus, pêlos! Aleluia!


Depois de ser mãe, tive várias fases: a de ter vontade de me arranjar e de me maquilhar; a de me sentir que tinha outras prioridades; a de lamentar a falta de tempo para mim; a de assumir que a onda de desleixo faz parte; a de me rir pelo estado do meu cabelo oleoso e de mal ter tempo para lavar os dentes; a de dizer “basta”. Houve de tudo. Perante isso, já tapei pelos nas pernas com calças em pleno verão, já cortei as unhas bem rentes por falta de tempo para as arranjar, já prendi o cabelo imensas vezes para disfarçar as raízes (como se…), já rezei para que, numa reunião, a luz vinda da janela não incidisse no meu buço ou de estar sempre a uma distância de segurança para que ninguém reparasse. O que me deixava sempre mais desconfortável eram mesmo os pelos. Parece ridículo, mas um dos meus pesadelos era ter de ir ao hospital de urgência e me verem aqueles pelos todos (ahah). A Isabel já me chegou a dizer: “mãe, pica muito!”, quando estava em cima das minhas pernas. A mais nova, nas suas parcas palavras, também já comentou “pica”, quando lhe dei um beijo. Como assim, pica? 

A verdade é que não tenho tempo para ir frequentemente à esteticista; as lâminas, além de me deixarem os pelos em palha de aço, deixam-me sempre a pele cheia de borbulhas e super irritada e a máquina é um instrumento de tortura. O meu desejo de fazer depilação a luz pulsada foi-se tornando cada vez maior, mas nunca cheguei a avançar não só porque isso implicava também tempo e deslocações, mas também porque amamentava.

Assim que a Philips me desafiou e me deu a oportunidade de fazer a depilação em casa com a Philips Lumea Prestige, depois das miúdas irem dormir ou enquanto estão a brincar, no horário que mais me dá jeito, os meus olhos brilharam. Ainda estou muito no início, mas posso já dizer que é muito mais fácil e rápido do que eu pensava: não demorei nem 15 minutos a fazer as duas meias pernas; a depilação nas axilas então foi rapidíssima; o buço foi num minuto – e é feita com um acessório diferente do resto do corpo. Até já desfiz alguns dos mitos que tinha. Não, não dói – tem um sensor Smartskin que ajuda a encontrar a intensidade ideal para cada tom de pele – e é suposto sentir só umas picadas, como se fosse um disparo de calor.

Ainda para mais, a APP Lumea faz com que nunca me esqueça de fazer a depilação. Ficamos logo assim com um calendário das sessões o que para a minha cabeça que anda sempre a mil (trabalho, blogue, miúdas, casamento, heeeeelp!) e não sou a rainha da organização, ajuda muito.




Já sonho com o momento em que vou ter uma pele macia e livre de pelos e já não falta tudo. A ideia de depois ter de fazer manutenção de vez em quando deixa-me uma sensação de alívio enorme. Quero mesmo ficar sem essa preocupação e sentir-me sempre bonitona.

Se tiverem interesse, farei um update à medida que for tendo resultados e respondo às dúvidas que possam ter – se não souber pergunto a quem sabe. Comentem à vontade!



*Este post foi escrito em parceria com a Philips.


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