segunda-feira, 24 de julho de 2017

"Habituei o meu filho a dormir com muito barulho!".

Isto surgiu no meu post de ontem à noite em que fiz um exercício de simplificação e de humor sobre o que é o divórcio.


Muitas mães "acusaram o toque" - fui uma delas - e achei logo que tinha post para hoje. Aqui está ele.

Agora era só isto e publicava, ahah.

Vestido da Irene - Tuc Tuc


Vamos lá a ver se pomos os pontos nos ii:

- Cada criança é uma criança e, por isso, há de haver crianças com maior sensibilidade ao barulho - quem leia um pouco sobre os estágios de sono, percebe que isto do "hábito" parece (atenção ao parece, que não sei tudo) ser um bocadinho totó - e outras com menos.

- Isto é facto também: descanso com barulho e sem total conforto é de menor qualidade que descanso sem barulho e com o total conforto. Não precisamos de comparar a sesta feita no comboio até chegar a casa da sesta na nossa cama, certo?

- Cada mãe é uma mãe e há várias coisas que nos separam neste assunto e que nos fazem agir de forma diferente (além de termos filhos diferentes):

1) privação de sono - se temos um filho que, seja qual for o motivo, se farta de acordar durante a noite, não há nada mais que desejemos para a nossa sanidade mental e familiar que ele vá dormir e que fique a dormir. Por isso, o "'ma lixar se fazes barulho com o microondas, o puto tem que se habituar", não tem grande espaço para experiências porque poderá ser a diferença entre a mãe chorar de esgotamento nervoso ou mais duas horas em que pode lamentar-se por não ter ido dormir e ter ficado a ver televisão. 

2) respeito pela qualidade de sono - mesmo antes de ser mãe e agora que, aos 3 anos, a Irene dorme a noite toda, sempre respeitei muito o sono e o descanso dos outros. Acho que é um direito que nos assiste e que todos os outros, os acordados, devem mudar a sua vida para que, quem descansa (porque precisa) tenha o sono mais reparador possível.  Lembro-me de ser várias vezes acordada por me abrirem as persianas do quarto ou com barulho da loiça da máquina e, infelizmente, isso afectava-me e muito a disposição. Faz-me muita confusão quem acorda os outros para perguntar coisas que poderia ter protelado ou quem faça barulho porque "ele não acorda". Eu acordava, mas voltava a adormecer (às vezes). 

3) ansiedade - está ligado ao primeiro ponto, claro. A verdade é que se já tiver acontecido que - por coincidência ou não - o miúdo tenha acordado quando se puxou o autoclismo, a mãe cansada não tem vontade de se aventurar a fazê-lo enquanto está a sesta ou o sono da noite a decorrer. Com o tempo, muitas "coincidências" existem e a casa vai-se tornando um antro de perigos desde correntes de ar à porta do microondas, aos gatos que têm ataques de corrida.



Nem todas as sestas têm de ser descansadas e no quarto, isso é um facto, mas isso também depende: 

1) dos planos que a família mais goste de fazer e sua necessidade

2) do impacto que tem em cada criança uma sesta mal dormida (a Irene fica im-pos-sível, mesmo até se protelar a sesta 40 minutos fica já fora de si)

3) no quanto a mãe gosta de aproveitar a sesta da criança para descansar também e se forem as duas a dormir no restaurante, fica esquisito. 

Quanto a "habituá-los a dormir com barulho", é um raciocínio que parece fazer sentido a muita gente: tudo ok. Para mim, não faz. É o equivalente a: vou dar-lhe só arroz durante um mês porque assim, se me faltar comida, fica já habituado que poderá comer durante um mês a mesma coisa. Ou, não lhe vou dar colo, porque fica mal habituado. 

Eu vou habituá-la - já está - a descansar nas melhores condições possíveis. Aproveitando-me descaradamente para descansar também. Fica é o compromisso para haver cada vez mais excepções que, de certeza, para ela iriam ser boas experiências apesar do cansaço como fazer uma sesta na praia ou num jardim. Melhores experiências ainda para mim, por não ter que interromper os meus planos por causa dela. 



Sofri muito com a privação de sono, escrevi sobre isso, muitas vezes aqui

✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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62 comentários:

  1. Está tudo dito na última frase. Quem diz que as crianças têm de de habituar ao barulho e dormir em qualquer lado, são também aqueles que não abdicam de uma jantarada com os amigos e por consequência a criança vai também. No ovo ou no carrinho, acabará, por adormecer devido ao cansaço num ambiente que é tudo menos propício a uma criança. Quem tem filhos com a ideia de que eles é que têm de se adaptar à nossa rotina, está redondamente enganado. As crianças não pediram para vir e os pais têm de pensar no seu conforto em primeiro lugar.

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    1. Nem mais, nem menos! Simples e perfeito, assim!!!

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    2. Concordo plenamente 👍

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    3. Permita-me discordar de alguns pontos. Tomei de forma consciente a decisão de ter um filho, resguardei-o (enquanto assim me aconselharam) de centros comerciais e locais de muito barulho. Tenho actualmente 30 anos e a minha bebé 3 meses, obviamente as noites de copos deixaram de existir, muitos dos meus amigos (ainda sem filhos) foram, sem culpa, continuando e aproveitando a sua vida enquanto eu me delicio com a melhor coisa que me aconteceu. Mas se me convidarem para jantar fora, dependendo das condições que tenha a nível de acessibilidade e dependendo do local (não vou para o bairro alto com uma criança) EU VOU. Alias, vamos os três em família. Não o fazemos todos os dias, nem todas as semanas mas já tivemos em restaurantes só os 3, já tivemos com amigos, já tivemos com família. Não privo a bebé do sono mais depressa me privo a mim de comer um naco de carne sem interrupções e sentada. Cada família é uma família, não discordo do post da Joana mas permita-me discordar do seu. Ass. Joana Carvalho

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    4. ridiculo! Agora que tenho uma filha não posso ir a jantaradas? oh por favor! Sim..já não vou para a discoteca até as 4h da madrugada..mas jantares? às 8h da noite? que se prolongam até até sei lá à meia noite? onde a criança se diverte..brinca..e provavelmente adormece cansada no meu colo, de tanto brincar e divertir-se? É preferível fazer o que? ahh fazer igual às bloggers de renome, contratar babysisters...deixar com os avós..ou seja não estar com os filhos...A minha, esporadicamente (talvez uma vez em cada 2 meses), fica com a madrinha para eu ir a algum sitio onde não entram bebés (cinema, por exemplo) de resto a minha filha vai comigo, porque eu é que tenho de cuidar dela...não os outros. E sim, as pessoas gostam de complicar, tive que alterar muitas das minhas rotinas..adaptar-me a um novo ser, mas as crianças também se adaptam..é a vida.. A minha dorme em qualquer lado..com barulho...e não é por isso que não tem um sono tranquilo bla bla bla..por favor..deixem-se de tanta complicação..vivam a vida de forma simples...sem tanto método..estudo e leituras sobre cada comportamento...por favor.
      ps: a Irene é linda linda linda :) e todo este comentário nada tem a ver com o gostar ou não do blog..beijinhos para as Joanas.

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    5. Concordo plenamente, não é difícil ver bebés em jantaradas e em almoços tardios pelos restaurantes deste país. Cada uma sabe de si e dos seus filhos, é o meu lema, mas acho uma falta de respeito pelas crianças e pelo seu desenvolvimento alguns excessos que se veem por aí. Um pai e uma mãe não têm de se anular completamente porque tiveram um filho, mas a vida muda e é assim que tem de ser, eles primeiro, SEMPRE!

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    6. Não concordo com a primeira frase deste comentário, embora concorde com o teor geral dele.
      A meu ver, quem julga que as crianças 'dormem' em qualquer lado está mal informado sobre o tema sono a nível pediátrico/científico. Se fizerem uma boa pesquisa (se possível em inglês para conseguirem boas fontes de informação) verão que é comumente aceite na comunidade científica que o 'sono' na cama é superior em qualidade ao sono em carrinhos, em viagens de carro ('sono' em festas, lamento, mas julgo que os pediatras nem conseguem estudar esse fenômeno). A razão é simples: o cérebro entra numa espécie de estado letárgico ao sentir o movimento do andamento. O sono na cama é que proporciona o verdadeiro descanso do cérebro com as tais fases que todos já ouvimos falar de sonhos e sono mais profundo, que vão variando conforme as idades.
      Dito isto, também julgo que os pediatras não dizem que de vez em quando, e sobretudo estando a rotina de sono já bem estabelecida, não se possa fazer uma viagem ou um passeio em que a criança durma una sesta. Cabe aos pais gerir isso de acordo com os interesses familiares, que naturalmente têm em conta o próprio (eventualmente mau)humor da criança caso não durma ou durma fora da rotina/horário/local habitual.
      E também quem nunca, em desespero quandova criança está numa fase (que pode ser maus temporária ou mais prolongada) em que dorme muito mal, não a meteu no carrinho ou no carro e foi dar uma volta só para ver se ela fecha os olhos sossegada?
      Enfim, sobre as festas... Eu também tenho uma irmã que adormece em qualquer sofá numa sala cheia de gente em festa. Mas claramente não faz um sono reparador. Ela não está mesmo a dormir, está meio acordada e depois ainda tem de dormir mais para compensar.
      Aliás, em pesquisas de qualidade sobre o tema, aparece sempre um facto comum: um dos sinais de privação de sono numa criança é precisamente quando ela adormece em qualquer lado. Ou seja, uma criança que é 'habituada' a dormir em locais e alturas não apropriadas, é uma criança com permanente falta de sono e daí estar sempre a adormecer a qualquer hora e em qualquer lugar. Isto não sou eu (leiga) que digo, é a comunidade científica de pediatria internacional.
      Agora, uma mãe ou pai ou cuidadores podem estar-se borrifando para a comunidade científica. Cada um sabe de si. Se ach que isso não é importante para as suas crianças....
      Para acabar, que já vou longa no comentário (JG parabéns mais uma vez pelo tema extremamente pertinente!) alguém já ouviu falar, por exemplo, de creches onde a sesta não seja em total descanso??? Eu não... A área académica da educação também concorda com o silêncio durante a hora da sesta.

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  2. Bom dia. A minha pequenina está internada na Estefânia desde que nasceu. Fez 6 meses a semana passada. Apesar deste tempo todo ela não se habituou totalmente aos barulhos do hospital. O serviço é misto,dos primeiros meses até aos 18 anos.
    Há algumas sestas em que ela simplesmente desiste, ou então está quase meia hora a adormecer. Há outras em que adormece instantaneamente com o cansaço. Concordo cada criança é uma criança.

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    1. As melhoras para a sua filha e que vá rápido para casa!

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    2. Iguais desejos de melhoras! Eu, mãe de um pequeno de quase dois anos e meio e uma pequenina de quase 3 meses, aliás como qualquer mãe , sinto um aperto no coração ao saber de casos de pequeninos doentes. Que tudo corra bem para si e o seu bebé.

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    3. Sem desprimor para quem não é mãe! Eu própria também não era antes de o ser (lol para mim, agora parecia a lili caneças). A verdade é que depois de ser mãe parece que os sentimentos de pena, impotência, aflição, empatia por outras crianças e mãe e pais (como aqueles que vemos na Tv a carregar os bebés nos barcos de refugiados) se exacerbam e intensificam. É de partir o coração.

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    4. Clarisse... um beijinho enorme. Muitos miminhos à família <3 <3.

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  3. Completamente de acordo, sem queter achar me melhor ou pior que ninguém, acho óbvio tentar dar um descanso o mais reparador possível a uma criança. E digo mais, gostava de conhecer quem no seu estado normal consegue dormir com barulho (falo de adultos) porque a mim parece me que ad crianças que dormem com barulho,não dormem!!!! Desmaiam de cansaço simplesmente porque o corpo já não aguenta mais e isso, para mim, parece me de uma violência tremenda.

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  4. A minha desde que nasceu foi habituada a dormir com barulho e em todo o lado, ate um ano tudo muito bem. A partir dai do dorme em silencio e na cama e nunca dormiu a noite toda a partir do ano. E tem agora 4. Por isso as pessoas nao se metam na vida das outras. Cada crianca e uma crianca e dao todos diferentes. E cada mae decide o que e melhor para o seu e nao deve condenar nem opinar das decisoes de outras. O que para si parece ser o melhor para outra mae pode parecer errado e nao resultar.

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    1. Sabe ler??? Passo a citar: "Aliás, em pesquisas de qualidade sobre o tema, aparece sempre um facto comum: um dos sinais de privação de sono numa criança é precisamente quando ela adormece em qualquer lado. Ou seja, uma criança que é 'habituada' a dormir em locais e alturas não apropriadas, é uma criança com permanente falta de sono e daí estar sempre a adormecer a qualquer hora e em qualquer lugar. Isto não sou eu (leiga) que digo, é a comunidade científica de pediatria internacional." Não é o que para si parece ser melhor, está provado já. Faça o mesmo durante um ano também e depois conte como foi.

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    2. Bom, a ver se nos entendemos. Quando invoquei pesquisas idóneas falei de cor, pois já pesquisei muito sobre o tema. Mas as palavras são minhas para explicar a conclusão das pesquisas. Os indícios de privação de sono (apenas indícios , minha gente) serão, a título exemplificativo: criança adormecer imediatamente no início da viagem de carro ou mal aterra no carrinho de passeio. Como disse, não me lembro de ter lido pesquisas sobre 'adormecer' em festas. Simplesmente porque essa não será a situação ideal. Os livros de pediatria obviamente não irão explicar essa situação. O que todos sabemos dos livros é que as crianças devem dormir nas suas camas em local tranquilo, dentro de um horário rotineiro. E claro que qualquer pediatra diz que a família também não deve inibir-se de uns passeios saudáveis. Umas sestas no carro ou no carrinho de vez em quando. Por sistema adormecerem fora do ambiente de cama tranquila é que é mau, porque não permite criar boas rotinas de sono, o que pode ter repercussões. Um pai pode achar que o filho dorme muito bem todas as sextas no restaurante em jantaradas ou todos os domingos a sesta em almoços de família, mas pode (possibilidade!) haver consequências futuras para a criança por não ter frequentemente o descanso adequado.
      É certo que estamos sempre desejosos que eles durmam para nós ficarmos descansados (a dormir também ou a fazer outra coisa) mas não nós esqueçamos que o essencial do sono da criança é isso mesmo, o (bom) sono da própria criança.
      Dito isto, eu tenho agora uma segunda bebe com dois meses. Tinha receio se o choro dela e a agitação inevitável das mamadas iam acordar o irmão (de dois anos e meio) no quarto ao lado. Mas até agora ele em princípio não acorda, se calhar as crianças têm uma espécie de bloqueio para os ruídos que não lhes interessam.
      E claro que quando há irmãos a rotina da família é diferente e não vamos privar os maus velhos de passeios. Tudo com equilíbrio.
      Esses barulhos de casa ou passeios será completamente diferente, a meu ver, da situação de levar crianças para restaurantes durante a sesta embora ainda assim não tão mau como levar durante o horário em que começa o sono noturno. Acho eu.
      Em conclusão: eu também , apesar de me preocupar com o sono do meu filho, que dorme até bem normalmente a noite toda e faz sestas sempre a mesma hora (salvo excepções como doença ou fases de desenvolvimento em que quer mais brincar e resiste um pouco a ir para a cama) , portanto eu que até me preocupo e leio , também uma vez levei quando ele era pequenino no ovinho para um jantar de aniversário porque tinha colegas que diziam que sempre tinha corrido bem com os filhos deles. A princípio ele dormiu, mas às tantas começou n berreiro tal que nunca mais quis repetir a experiência. Ele sempre dormiu bem a noite mas quando passou por fases em que acordava ou resistia à sesta, comecei a ler sobre o assunto e apercebi-me que de facto devemos sempre tentar ao máximo respeitar as horas e locais apropriados de sono. Sob pena de a criança poder ficar com défice de sono e haver consequências futuras.

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    3. Outro exemplo: o meu filho sempre dormiu bastante bem. Aqui há uns meses quando começou o bom tempo, passámos a ir todos fins de semana para casa de família. Viagem de 1 hora depois do jantar, ou seja, na hora em que começa a rotina de ir dormir. Ele adormecia sempre no carro e ia ao colo quando chegávamos e continuava a dormir. Maravilha. No entanto, passado umas semanas, ele começou a ter resistência a dormir, em casa durante a semana. Coincidência? O facto de termos alterado sistematicamente a rotina todos os fins de semana (sexta à ida e domingo à volta)? Outros factores? Porque entretanto nasceu a irmã e ele ressente-se e demonstra-o tornando-se mais carente na hora de dormir? Não sabemos. Mas por via das dúvidas, voltámos a cumprir mais escrupulosamente a rotina do deitar na cama e a horas certas. O que eu sempre achei é que quando eles já sabem dormir bem na cama deles , não faz mal de vez em quando quebrar a rotina . Nunca o contrário: habituar a 'dormir' sem rotina e em qualquer lado para que ele aprenda a dormir bem. Isto não faz sentido. Dormir bem é dormir tranquilo em casa.
      Agora a segunda bebé claro que tem de se adaptar à vida da família com um irmão que já faz mais passeios, mas isso não significa que ela não tenha a sua rotina e horários. Tem também. Vamos gerindo com equilíbrio.

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  5. As crianças não são todas igual nem todas conseguem dormir com barulho. Nem eu que sou adulta não consigo dormir com barulho e se acordar com barulho fico com muito mau feitio.

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  6. Sou apologista que quando temos um filho temos que adaptar a nossa vida mas também temos que os adaptar a nós ao estilo de vida que temos. Obviamente que não se habitua nem conseguimos obrigar um criança a dormir no meio da discoteca só porque queremos. Eu tenho duas filhas, uma com 3 anos que posso muda la do carro (inclui elevador) para a cama mudar lhe a roupa e ir ao quarto dela fazer qualquer coisa enquanto dorme que ela continua a dormir. Tenho até um exemplo que acabou por ficar como recordação desse ano: quando ela nasceu em 2014 a festa de passagem de ano foi na casa de uns amigos e ia preparada me vir embora a qualquer momento (ela tinha 4 meses) e chegamos lá ela mamou e dormiu o tempo todo! Na cama dos nossos amigos, com música e outros miúdos a gritar. Quando viemos embora peguei nela enfiei a dentro do macacão e dentro do ovo, chegamos a casa meti a na cama. Sempre a dormir!! Até as 9h da manhã! Tenho outra filha com 8meses que basta tirar os cintos do ovo na esta a abrir os olhos! Desta ainda não tenho histórias para contar simplesmente acorda sempre!!! :p

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    1. Os meus filhos são assim sem tirar nem por! O mais velho quando adormece é para valer, o mais pequenino acorda com muita facilidade.
      Sobre o dormir, também dormem em qualquer lado mas prefiro que descansem na cama em casa. Isso condiciona algumas coisas, mas pouco.

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  7. Olá Joana!
    Cada vez que leio os teus posts fico contente por existirem pessoas como tu que ainda conseguem ser elas próprias.
    Depois quando leio os comentários fico triste porque entendo que hoje em dia as pessoas acham-se no direito de se ofender com tudo.

    Concordo, quase sempre, contigo a 100%z lembro-me de ficar impressionada com o post que dizia que a Irene escolhia a roupa dela. Bravo! És a maior!
    Neste post volto a concordar contigo e também dou essa importância ao sono e também acho que a privação do sono tem um efeito péssimo em nós, na nossa disponível e na nossa maneira de ser e estar.

    Continua Joaninha! És de longe a maior.

    P.s- ontem li aqui que estavas a tentar fazer crer a ti própria que eras feliz. A sério, evita responder quando o assunto é felicidade. Claramente tal pessoa entede disso a sério ��‍♂️

    Grande beijinho para ambas e os melhores desejos do mundo.

    Gosto muito de vocês.

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  8. Concordo com o que escreveu. O anónimo que comentou ontem aqui no blog tem razão numa coisa: nós moldamo-nos às crianças e eles a nós. Mas cada criança é uma criança, cada família é uma família e não devemos criticar os seus hábitos porque vão contra aquilo que fazemos ou em que acreditamos. Dentro das quatro paredes de uma casa, apenas a família sabe o que se passa e devemos sempre lembrar-nos que o que vemos são pequenos momentos dessas famílias quando nos cruzamos com elas na rua. No entanto, não me deixa de fazer confusão quando noto que existem famílias que em nada adaptam os seus hábitos anteriores enquanto eram somente dois ao pequeno ser que geraram e que estão a ajudar a crescer. Não sou apologista de que a vida termina quando somos pais e que devemos deixar de ir ao restaurante de que tanto gostamos ou deixar de passear como fazíamos anteriormente. Apenas acho que não devemos submeter as crianças a determinados ambientes ou horários apenas porque nos faz sentir bem. Esta questão de dormidas (como tantas outras na maternidade) geram sempre polémica e aquilo que faz sentido para uma família, pode não fazer para outra. O que interessa é que se pense, acima de tudo no bem estar dos mais pequenos, pois esses são os que mais importam :)

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    1. Nem mais nem menos! Obrigada!

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    2. Tal e qual o k penso e faço com o meu filho,concordo a 100% com o k disse.
      Cristina

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  9. Estou contigo Joana! Percebo perfeitamente estes efeitos colaterais da privação do sono! Se ja somos mães leoas, quando mexem com o descanso dos nossos filhos, as garras saem imediatamente de fora! Cada família é uma família e cada criança/bebé tem as suas necessidades e especificidades, tal como qualquer ser humano! Há pessoas que às vezes pensam que os bebés são programáveis, sem personalidade própria, e afundam em abordagens comportamentalistas. O que tenho contra isso? Nada, desde que toda a família esteja consciente e se sinta bem assim!!! Connosco, dormir no barulho, também não funciona!! Beijinhos

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  10. Ótimo! Eu sempre tive problemas de sono, antes mesmo de ter um filho, e agora o que eu mais prezo, é uma noite bem dormida. Dormir pouco (e mal) não dá pra acordar bem. E o meu pequeno (de 1 ano e meio) é como eu. Ele costuma não acordar ou não se incomodar (muito) com alguns (pequenos) barulhos durante o próprio repouso mas também não o coloco em meio a barulhos de propósito apenas para acostumá-lo. Porque, como você disse (e muita gente sabe), a qualidade do sono é muito importante. Seja para os pequenos seja para os adultos.

    P.s: eu acompanho teu blog há muito tempo mas só hoje resolvi interagir. Sou uma brasileira que mora em Roma e tenho um pimpolho lindo de 1 e 6 meses.

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  11. Deve respeitar-se o ritmo de cada bebé e de cada família e não se abdicar de tudo da nossa vida 'pré-filhos'. Sempre recebemos pessoas aqui em casa e a nossa bebé dorme muito bem na sala connosco, mesmo com pessoas mais barulhentas. Adoramos jantar fora e a nossa bebé dorme lindamente no carrinho (claro não o fazemos todas as noites mas pelo menos duas a três vezes por mês). Os bebés e as dinâmicas de cada família são diferentes e devemos respeitar pois fazermos ou sermos diferentes não quer dizer que façamos melhor ou pior do que os outros.

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  12. Tenho 3 filhos. O mais velho dormia até em pé se fosse preciso. Fazia sestas de horas em qualquer lugar. Um luxo. O do meio até aos 4 anos que acordou durante a noite. Aliás ainda hoje aos 8 se levanta. Ou é xixi, ou sede, etc. fazua sestas de 15 m e não podia haver barulho nenhum. Eu a colapsar de cansaço até a campainha da rua desligava. A minha bene que tem agira 22 meses só adormece ou ao colo ou no carrinho de passeio (e quando mamava era na mama). Ou seja 3 filhos diferentes ritmos de sono e só 1 mãe. Sempre tentei que dormissem bem, porque não dormir tem um custo enorme e birras monstruosas

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  13. Parabéns Joana é mesmo isto.
    Desde sempre respeitei a hora do sono dos meus filhos.
    Se eu não gosto de dormir com barulho, porque é que os vou sujeitar a isso?
    Para alguns pode não fazer sentido, mas para mim faz. Descanso a 100%.
    Beijinhos
    Analisa

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  14. Bom dia! Concordo inteiramente com o que escreveu a Joana... às vezes dou por mim a pensar (tendo uma filha com 15 meses) que podia responder de outra forma aos comentários, sugestões, conselhos dos outros! Tal como ao comentário "habituei o meu filho a dormir com barulho" pois bem... vejamos então uma boa sugestão para estes pais que devem adorar a privação do sono: "Pai/Mãe, experimentem "dormir" numa festa/bar/restaurante cheios de sono e cansados, com a música bem alta as pessoas a falarem cada uma mais alto do que a outra. Não experimentam? Experimentem! Que maravilhoso que ia ser "acordarem" desse sono tão descansado e perceberem que foram atropelados por um comboio!!!" Os bebés, crianças e adultos são todos diferentes, é verdade! Mas há necessidades básicas comuns a qualquer um destes. Necessidades que precisam ser satisfeitas em local e hora apropriados, respeitando o normal e saudável desenvolvimento de cada um!

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  15. Haverá sempre uma pessoa que se acha a maior no domínio da maternidade. Essa mãe talvez só tenha tido um filho e que tenha o sono bem pesado. Detesto críticas sem fundamento. E como se faz habituação para que a criança não acorde? Desligamos os ouvidos dela? Todos os dias aspiramos a casa para a criança adormecer?
    Vão se lixar mães que tudo pregam que sabem.
    Andam por aí emproadas a ressonar a noite inteira sem mérito próprio nenhum. Têm é sorte, muita sorte com o sono dos vossos bebés.
    Pessoal que não sabe o q é não dormir.
    Ahhhhhh

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    1. "Andam por aí emproadas a ressonar a noite inteira sem mérito próprio nenhum."
      Desculpe? Mas isto tem algum sentido? Vá-se tratar.

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    2. Eu percebi perfeitamente o que a sofia disse. E quem são estes anónimos que estão constamente a dizer às outras pessoas para se irem tratar ou para procurarem ajuda psicológica...

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    3. Bem observado...
      Aha a minha teoria sobre os anónimos é que às tantas é só um ou dois que se divertem a gozar com tudo isto. E atiram achas como essa da ajuda psicológica (ou a outra/outro que exclamou sobre nem pensar perder jantaradas só porque teve uma criança, ou lá o que foi) só para gozarem o prato da reação das pessoas e aparecerem mais comentários parvos.

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  16. Quando a minha filha era bebé achava que ela poderia dormir as sestas em qualquer lado. E então, não como rotina, mas algumas vezes, ela dormia no carrinho dela, no nosso carro, etc. A verdade é que ela dormia, mas rápido percebi que: dormia menos tempo do que quando fazia as sestas em casa e ou acordava mais agitada e mal-disposta, ou acordava bem mas rapidamente se cansava. Percebemos que as sestas que ela faz em casa, no quarto, recolhida dos barulhos (não de todos, porque os vizinhos existem e nós estamos acordados) e com menos luz a deixavam melhor. E realmente eu consigo perceber que gosto mais de dormir nestas condições do que no meio de barulho. Posso e consigo dormir com barulho, mas não é tão reparador.

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  17. A minha filhota so por acaso dorme em qualquer lado, nao porque lhe abituei assim, simplesmente porque quando tem sono, dorme! Mas em casa a sesta dela é sagrada, cortinas fechadas e porta do quarto encostada... a Tv na sala no minimo possivel, se eu mae nao gosto de dormir com barulho por que raio iria habituar a crianca a dormir com barulho?????

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    1. Também podia gostar de escrever sem erros ortográficos.

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    2. Na minha casa é o mesmo,fecho cortinas e estores de todas as divisões e vou pá sala com a tv no minimo ou adormeço na sala tambem.

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  18. Sou uma mãe de um menino que faz 2 anos no próximo mês e que nestes últimos 2 anos não dormiu mais de 4/5 h por noite porque ele tem um sono muito agitado. Quando leio este tipo de comentários fico passada!! Só quem passa por uma situação assim é que sabe o que custa. Engraçado que quem faz este tipo de comentários é quem nunca perdeu praticamente uma noite de sono desde que os filhos nasceram...enfim...

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  19. Lamento que quando o assunto é educação que cada um escolhe para dar aos seus filhos seja logo um alvo para criticar. Cada pessoa é uma pessoa, cada filho é um filho (diferente por sinal) e cada criança é uma criança. No entanto os adultos e neste caso as mulheres adoram criticar qq método que seja diferente do seu. Adoram criticar! Amam apontar o dedo e proclamar pelo mundo que o seu é melhor. Não vejo qual a necessidade disto. Talvez seja porque procuram de alma e coração que o mundo saiba que elas sao as melhores... mundo esse que se está a borrifar se são ou não, ou até mm quem são... Rita Lopes

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  20. Cá em casa abdicamos de muito (va quase tudo) para em primeiro lugar o nosso filho poder descansar com qualidade, isso não só inclui as sestas como também ir para cama cedo. Ficamos realmente muito presos a isso, acabaram-se as jantaradas, e os passeios a tarde somente quando ele acordasse, é verdade, o nosso filho não dorme fora de casa, nem com barulho, tao pouco no carrinho ou no carro, desde sempre! Agora com 2 anos e 9 meses se não faz uma sesta ou outra no fds, ou se vai para cama mais tarde, não faz mt diferença, já aguenta-se muito bem sem ficar rabugento. Porém, há pouco mais de um 1 mês tivemos outro bebe, com noites muito tranquilas, e decidimos experimentar (sim, pode não resultar) fazer com que ela durma em qualquer ambiente, e com muito menos stress (é o segundo) estamos a fazer vida "normal" adaptada ao irmão de 2 anos e agora com ela. Espero resultar, pois também gostava de viver um pouco a experiência de sair, passear descansada sem preocupações da hora do descanso, porém vale ressaltar que o meu filho mais velho mostrou mt sensibilidade ao barulho, não dormia mesmo, até que alguém teve a "feliz" ideia de dizer para pô-lo a dormir no escuro e silencio, resultou!!! E foi sim uma feliz ideia, pois havia mt privação de sono e eu andava para enlouquecer.

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  21. Assino por baixo.
    Tudo o que falas faz sentido... o sono para mim necessita de ser num ambiente tranquilo e com pouca luz natural...senão não vale! Se para mim é assim porque não será também para a minha Joana!
    Obvio que de vez em qdo faço chochilos no sofá ou no transporte publico, mas sinto que não descanso, logo com a minha filha passa-se o mesmo pois claro!
    A Joana ainda não dorme a noite toda... acorda pelo menos 1x mas a maminha poe-na logo ko (tem 15 meses)... mas a esperança é a ultima a morrer certo??

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  22. Somos pessoas diferentes, com hábitos e estilos de vida também diferentes. Por estea motivos iremos tomar decisões distintas na educação dos nossos filhos. Não há condutas certas ou erradas, cada um sabe de si e cada mãe sabe o que é melhor para si e para o seu filho. Depois de sermos mães não temos de nos tornar tipo monges e privarmo-nos de tudo. Claro que há saídas que abdicamos, mas um jantar de vez em quando com amigos (levando a criança connosco) não faz mal nenhum. Claro que descansar na cama, sem barulho aunenta a qualidade do sono, mas nem 8 nem 80. Se a criança dorme com barulho à volta, deixá-la. Não somos pais criminosos quando dizemos isso. Até digo mais, quando há irmãos ainda pequenos à mistura é um alívio que o bebé / criança durma com barulho. Não conseguimos controlar tudo e todos. Mas cada um sabe de si. Não há métodos perfeitos.

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  23. Eu fico parva é com os comentários...

    Todas se atacam e sem necessidade nenhuma...

    Já entendemos os pontos de vista de todas...

    Isso faz de cada uma uma pior mãe???
    Não me parece. Cada uma faz o que acha melhor e o melhor que sabe.

    Este tipo de post serve mesmo só para isto... "luta de almofadas" de onde não vai sair nada de diferente.

    Vivam bem a infância dos vossos filhos como vocês acham melhor o resto é ruído.

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  24. Bom dia mamãs,

    Gosto bastante de acompanhar blogs de e/ou para mamãs, mas nem sou muito de comentar. Porque, além de outras coisas, a maternidade mostrou-me que quando nasce um filho nascem uma infinidade de bitaites (muitos deles descabidos, descontextualizados ou inapropriados) que me enervam... BASTANTE!! Tanto ou mais que estes comentários de mães sabichonas que, com imensa sorte, já nasceram com o mestrado em "ser mãe ideal".
    FACTO cada mãe e uma mãe e cada criança e uma criança! Não poderia estar mais de acordo com isto, e é também nesta logica que assenta o CADA MAE SABE O MELHOR PRO SEU FILHO (ou deveria saber....).
    É obvio que discordo com o " ah tem que se habituar a dormir em todo o lado"...WHAT?
    Eu tenho que dormir e apesar de também adormecer no carro sei , por experiência que esse sono, é tudo menos reparador.
    A privação do sono ou um sono mal dormido e/ou interrompido deixa-me bastante mal humorada e indisposta.
    O meu filho (sai a mãe, e que bom...LOL) também dorme em todo o lado (tendo vontade) no carro, no shopping, naqueles jantares de família que mais parecem um concurso de " quem fala mais alto", na praia. Sendo a parte boa, que (tal como já foi referido) não altere os planos da família. Mas sei porém, que em nada é um sono reparador e confortável, aliás nem tem a mesma duração. Por este motivo, comecei desde que chegamos da maternidade a ser rigorosa com a qualidade do sono dele, (alias em toda a rotina dele. Até porque o puto nasceu com os sonos trocados...pfuuu...) Não há barulho e há um certo grau de escuro no quarto (para que ele também distinga uma sesta com o sono noturno) e apesar dele dormir em todo o lado, evito sair durante a hora da sesta dele.... E fui premiada com noitinhas completas desde os 2 meses (yeeeaaahhh)...
    Por isso mamãs...relax.... beijinhos
    ****Margarida S.****

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  25. Mãe de primeira viagem, também acreditei no "habituam-se a tudo". Ao fim dumas semanas o raio do miúdo não se habituava a dormir com barulho nem com luz. Fazia sestas pequenas e ficava impossível. Desistimos de o habituar (ao que parece um hábito precisa de 20 dias e nós já tínhamos ultrapassado largamente a fasquia) e descobrimos quero miúdo gostava de sossego. Ele ficou mais feliz, e nós também! O que vou dizendo aos novos pais é que poderão fazer tudo mas se maneira diferente. Porque se esperam fazer tudo igual vão viver frustrados e infelizes.

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  26. Cada família é um conjunto de ações sentimentos egos etc mas acima de tudo...necessidades. O sono é uma necessidade básica. Se para alguns bebés dormir em festas e discotecas é um hábito para alguns isso será impensável. Para alguns acontece uma vez no ano, e para outros é uma necessidade para manter a sanidade mental. Os pais sejam eles quem forem, devem preservar a sanidade mental pq pais felizes produzem crianças felizes e eles serão o reflexo daquilo que nós somos. Eu não critico nem condeno ninguém. Acho que cada um tem de fazer pela sua felicidade e o que para mim é básico como uma ida à praia por exemplo, para outras mães isso já é um acto de coragem. Se a Joana é mais feliz assim, acho que ninguém tem o direito de criticar. Muito já faz ela em abrir assim a vida privada. Eu só posso desejar toda a sorte e felicidade nesta nova fase porque é preciso ter coragem para recomeçar uma vida, ao invés de se ter deixado ficar numa situação que não implicasse mudança e talvez fosse mais confortável mas que não traria mais amor à vida de cada um dos 3. Muita força para a Joana, o Frederico e a Irene.

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  27. Cada criança é única, cada família é diferente...
    Generalismos aqui não funcionam...
    Mais que tudo isso: cada mãe sabe (digo eu) o que o seu filho precisa, e como se sente melhor!
    As crianças são educaveis obviamente, mas atenção que também têm a sua personalidade e os seus próprios gostos!
    Eu devo ter a melhor filha do mundo 😜 mas o sono pra ela é sagrado: só dorme com silêncio e pouca claridade...

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  28. Um tema ao qual sou muito sensivel e que já me fez ter algumas discussões (acesas) com esse tipo de pessoas descomplicadas que conseguem, elas mesmas (crianças ou não incluídas) adormecer com barulhos.

    Eu cá não e os meus filhos têm sempre o sossego que merecem. Sem barulhos que eu possa controlar (excluídos todos aqueles exteriores a casa que não controlamos como correrias dos filhos dos vizinhos e esses etc).

    E devo ser eu a complicada, é verdade, a ave rara (poupo já a que me chamem nominhos "fofuchos"), a extraterrestre que não tolera sequer que se arrume a loiça caso os meus filhos adormeçam nos entretantos.
    Serei porca?
    Talvez, durante uma noite ou outra, depois a loiça lá se arruma.
    Mas ao menos pude providenciar uns sonhos bonitos aos meus pequenotes como lhes desejo sempre que dormem.

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  29. O comentário sobre a sesta em silêncio faz algum sentido. Isto é, por exemplo se a minha filha adormecer no meio da barulho (café, restaurante...) não Acorda com nada. Se adormecer em casa, sem barulho basta o mínimo barulho para acordar. Neste sentido, acho que faz sentido que a sesta em casa seja sem barulho e que qualquer barulhinho que se faça vá acordar o bebé.

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  30. Joana Gama, acho espectacular a tua capacidade de invocar as pseudo psicólogas/coacher da caixa de comentários. Gostam mais dos post da JoanaPB, mas regam os teus com comentários incendiários e ficam a atirar lenha para a fogueira. Como é que consegues? E mesmo sem te penteares, como elas recomendam, geras buzz e visitas no blog. E mesmo sem escrita estruturada e poética, aparecem e comentam. Não achas fantástico este fenómeno? Elas adoram-te.

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    1. (Santa ingenuidade...)

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    2. Cada um com a sua fé...

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  31. As sestas continuam a ser um tema complicado um ano depois da princesa nascer. Com uma avó a dizer que "os meus filhos dormiram sempre em todo o lado" e que condicionamos a nossa vida por causa da princesa - é um facto, condicionamos, de bom grado e por acreditarmos que estamos a fazer o melhor para ela. E sim, de preferência sem barulho. Se pudermos evitar puxar o autoclismo, andar de um lado para o outro a fazer atividades que possam produzir ruído, sim, fazemos tudo por um sono mais descansado.
    Fazemos tudo o que consideramos ser melhor para ela. Se erramos? Ui, devemos fazer tanta coisa mal. Quando não a conseguimos acalmar durante uma hora antes de adormecer, estamos a fazer algo mal? Pois devemos estar. De acordo com os especialistas, talvez tenhamos excitado demasiado a bebé, esticado demasiado o tempo acordada. Fazêmo-lo de propósito? Só quem nunca ouviu uma criança aos berros durante uma hora pode achar isso. A minha bebé não dorme em qualquer lado. Se preferia uma criança "portátil", como costumo apelidar os bebés que dormem em qualquer sítio/hora? Pois que era capaz de facilitar a vida.
    Posto isto, joaninha, cada um sabe de si e estou certa que todos os dias dá o seu melhor para criar uma criança feliz!

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  32. Parece-me que em vez de comentários a passar atestados de incompetência a mães e pais que deixam o bebé a dormir com mais ou menos barulho podíamos todos respeitar a opinião e educação que cada família escolhe dar às suas crianças.
    Não me parece justo dar sermões a pessoas das quais não conhecemos a realidade. Quero crer que é e sempre será o maior objectivo de uma mãe ter um bebé saudável e descansado a seu lado.
    Se uns fecham janelas outros escolhem não fechar. Se uns nunca saem ou têm família perto a quem deixar os filhos outros não têm essa sorte. Somos todos pais, queremos todos o melhor para os nossos bebés. Não precisamos de leituras extensas nem de bíblias de maternidade apenas de instinto. Joana Carvalho

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  33. Olá Joana, em primeiro lugar quero dar-te os parabéns pela maturidade e sensibilidade com que lidas com os assuntos relacionados com a Irene, o respeito que tens para com as suas necessidades e emoções enquanto individua com personalidade e gostos e não apenas como sendo a "criança", a "filha". Acho que a mentalidade de que os filhos são apenas os nossos filhos e que são demasiados novoa para saber o que querem e o que sentem, já está ultrapassada mas abunda por demais. Por isso parabéns pela tua atitude.
    Em segundo lugar, gostaria de sugerir um post sobre como geres o tempo da irene desde o divórcio, como consegues que ela passe tempo com o pai, os avós paternos, como é que ela se adaptou a duas casas, como lhe explicaste a situação. Penso que seria extremamente útil. Obrigada, e um grande beijo. Força

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  34. Há crianças que têm de dormir com muito barulho e de facto conseguem. Depois há outras que, tal como a maioria dos pais , dormem com o sossego, onde o seu cérebro pode descansar dos estímulos. Para isso é que há a noite na natureza, e a maioria dos animais precisa dela, da ausência de luz, dos barulhos reduzidos, isto é natureza, não pseudo liberalismo de alguns pais. Tenho 3 filhos e nenhum dos meus filhos dorme com muito barulho, nem quero. Dormir não é "cumprir calendário", é uma necessidade básica e cumpre uma função, não dá para fazer isso mais ou menos.

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  35. Ai que chatas, CALEM-SE que eu quero dormir!

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  36. Há que poupar o nosso organismo (pelos sentidos) a excesso de estímulo. Nada como um sono de qualidade. E aliás um acto de amor zelar pelo descanso dos nossos. Em primeira instância logo entre o casal. Atestado aqui por esta mãe de cinco, pequeninos, cujo marido tem os seus deslizes (não encostar portas de quartos por exemplo quando ainda há quem a dormir (falta sensibilidade masculina, não é por mal, está sempre desculpado (porque o amo)). Mas não há pedido por tranquilidade que não seja respeitado, de parte a parte. Não concordo que se esteja a acostumar a criança a ruído (já agora, para quê??) ao irrequieta-la ou expo-la a stress quando deveria repousar e repor energias. De resto não creio também nos devamos privar de um jantar, de uma festa, sendo que já nem nos próprios continuamos no registo da vida pre-filhos, serão converterá convívios saudáveis, pequenas saídas da norma ocasionais. E positivas até, o som da felicidade nas vozes, no ambiente, é cativante e estimulará pelo lado bom os nossos bebés, que estão a aprender o mundo, em muito pelo som. Joana beijinhos dos priminhos p a Irene

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