domingo, 9 de julho de 2017

Temos acordado às 6 da manhã e... temos adorado!

Depois de muito ter sofrido (3 anos a acordar mais de três vezes por noite) com o [não] dormir da Irene, acordo todos os dias muito feliz por ela já dormir noites seguidas e com o coração em todas vocês que andam tipo zombies durante o dia, sem poderem dar o vosso melhor em nada, sendo metade do que conseguem ser em tudo, apesar de saberem agora, mais do que nunca, o que é amar. 

Depois de, pela primeira vez nas nossas vidas, a Irene precisar que eu a acordasse para ir para a escola (leiam aqui), percebi que - a par de outras mudanças na nossa vida como, por exemplo, a minha separação do pai - ela não estava particularmente equilibrada com o deitar-se "mais tarde" e acordar "mais tarde" que o habitual. Voltei aos horários habituais. 

Deita-se agora por volta das 20h30 e tem acordado entre as 6 e as 7, o que tem sido fabuloso. Além de conseguir ter mais um tempinho para mim à noite (o que conta imenso, como vocês sabem), temos tempo de manhã, as duas, para fazermos tudo com calma e para vivermos tudo com mais prazer. 

Não há cá berros, nem "anda lá com isso", nem "a mãe já chamou", nem frustrações. Estamos as duas calmas e felizes (nem sempre, claro que há birras, mas passamos do 80 para o 8) e, por isso, praticamente tudo o que daria em conflito é negociado mais calmamente e criativamente. 

Consigo fazer ovos, panquecas, consigo cortar-lhe frutinha, estar com ela enquanto tomamos o pequeno-almoço, vesti-la com calma, fazer-lhe uma trança, lavar-lhe os dentes sem ter que a perseguir pela casa, preparar o lanche de manhã (menos uma coisa que tenho que fazer à noite) e até já tive tempo para passear pelo jardim de manhã, antes de ir para a escola. 

 




Esta é a rotina que eu prefiro. Apesar de ter de deixar a Irene meia hora mais tarde para não ter que assistir aos colegas mais velhos irem para a praia (ela é das mais novas da turma e este ano ainda não podia ir) e de isso me complicar a rotina do ginásio, começo o meu dia com o que me deixa mais feliz. É um privilégio (até tenho tempo para passar uma gilette nas pernas se me apetecer ir de vestido nesse dia e não estar a contar). 

Quanto a vocês, mães, que estão a passar pela tortura do sono: um dia vai passar. E vocês são as maiores! Quando a vossa vida voltar a ser vossa, farão tudo com uma perna às costas. Estou convosco!


Ler tudo o que já escrevemos no blog sobre "sono" aqui


Coisinhas giras: 




✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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8 comentários:

  1. Ainda estou na fase em que acho que nunca mais vou dormir 1 noite seguida na vida, aiiii. Obrigada :) Beijinhos J. Mesquita

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  2. Ai que belas palavras... que conforto, que esperança!!
    A Joana tem 15 meses...o pai trabalha à noite e essa gestão tem sido tão mas tão dificil!!

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  3. Eu quando achei que ia começar a dormir noites inteiras outra vez... Engravidei e começou tudo de novo. ao todo, mais de 4 anos sem dormir and counting... :)

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  4. Por aqui formem-se noite inteiras desde os 6/7 meses... Uma sorte eu sei. Quanto ao acordar cedo, acordamos às 6h e eu detesto!!!! Fazemos tudo a correr na mesma porque eu entro muito cedo e ao fim de semana, como está habituada, acorda às 6h na mesma... ��

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  5. Aqui em casa somos uns privilegiados, a nossa pipoca de 11 meses dorme a noite toda praticamente desde 1 mês de idade! Claro que há noites menos boas mas são a excepção e quase sempre por causa de tosse/nariz congestionado. Mas ela também acorda por volta das 7 e aos fins de semana é óptimo para tomar um pequeno almoço calmo em familia e fazer tudo muitoooo lentamente! Beijinhos Joana

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  6. Ao ler este post só me apetece chorar... eu adoro acordar cedo; mas ao fim de 2 anos sem dormir uma noite seguida; a hora de acordar é horrivel!e já perdi a esperança de uma noite completa... à medida que fica mais velha menos dorme e mais vezes acorda... já entreguei os pontos todos... agora ando a dar umas gotas (e nao; nao quero saber se sao drogas; já estou por tudo!!! pelo menos durmo mais do que 2 horas seguidas!!!) e a seguir vou ter que me aconselhar com um pedopsiquiatra... nao sei que fazer mais! Beijinhos mamãs zombies

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    1. Leve a sua filha a um osteopata que faça um trabalho nos ossos da cabeça ... um beijinho

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  7. É horrível! Custa muito! Leva-nos ao desespero! Mas irá passar. Vai passar. Coragem. Ou então, gotas, como a Tânia. Mas não se deixem enlouquecer. Encontrem solução. E não tentem descansar durante os pedaços do dia que podem. Deixem a roupa, a loiça, o pó... que se lixe. O mais importante é a vossa saúde e sanidade mental. E se a vossa mãezinha fazia tudo isso e não se queixava... ou se a vossa amiga consegue e vocês não... que se dane. Cada uma de nós tem os seus limites. Os meus não são os teus. E os teus não são os meus.

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