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domingo, 10 de junho de 2018

Vamos de lua-de-mel sem as miúdas, SIM!

Uma das coisas que me têm perguntado alguns amigos e família (e até em comentário anónimo um pouco desiludido ao post de ontem) é se as vamos levar de lua de mel. A resposta é: NÃO!

Sem culpas.

Ainda não sabemos ao certo para onde vamos, mas de uma coisa tenho a certeza: não as vamos levar. 

Queremos dar-nos a este luxo sozinhos. Queremos mergulhar no mar, fazer refeições às horas que mais nos apetecer, dar as mãos e respirar fundo, ler livros ou simplesmente não fazer nada.

Não somos muito de passear sem elas, verdade. Gostamos de andar com elas às costas, de as ter debaixo de olho, por mais cansativo que possa ser, faz-nos sentido assim. O máximo que tivemos sem a Luísa foram 4 dias, e foi no mês passado (já não viajávamos só os dois há quase 4 anos). O máximo sem a Isabel uma semana, quando esteve de férias com os avós no ano passado. E desta vez vamos mais dias, uns 12. 

Mas sabem que mais? Elas vão ficar lindamente, nos sogrinhos! "Ah mas como é que vais fazer com a mama da Luísa?" Até lá já a terei desmamado durante a noite, logo vos conto como está a correr esta etapa, e vou confiar que vai ficar bem também. (Eu terei muito provavelmente que levar máquina para extrair e aliviar. Sim, ainda tenho bastante leite).

Vamos sobreviver e chegar mais felizes ainda. Merecemos este descanso. Queremos ter férias de pastar ao sol e molengar como já não temos há 5 anos. A culpa não vai morar aqui. As saudades vão. Mas essas só vão dar-nos cada vez mais certeza de que as nossas filhas vieram encher-nos de amor e que foram a melhor escolha das nossas vidas.

Só que com um cocktail no bucho enquanto ganhamos uma corzinha por fazer praia fora do período 7h30-11h, ou deixar cair uma gota de baba enquanto adormecemos ao sol, vai ser só INCRÍVEL.


Longo suspiro...


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segunda-feira, 16 de abril de 2018

O dia em que vesti, pela primeira vez, um vestido de noiva

Se eu fiquei emocionada só de entrar no atelier e de experimentar vestidos, nem imagino como ficarei quando for O DIA. O dia dos meus sonhos está a tornar-se cada vez mais real e estou cada vez mais entusiasmada.
Ainda por cima senti que a Margarida e a Catarina me conseguiam ler e construir comigo o vestido que una os meus gostos, o estilo do casamento, o que me poderá favorecer mais, o lado prático e pouco pesado para poder desfrutar do dia e das minhas filhas... foi muito mais do que tirarem-me as medidas, foi conhecerem-me e perceberem-me. Sinto que dificilmente estaria em melhores mãos do que na STOA.
Depois andei a ver os toucados, as jóias - têm lá muitas opções lindas - e já a começar devagarinho a idealizar como poderá ficar o cabelo, talvez numa trança? Sapatos têm de ser rasos ou com muito pouco salto por todas as razões: porque fazem mais o meu estilo, porque quero estar confortável e porque não quero ficar mais alta do que o noivo. 
Não quero adiantar muito que o noivo ainda cá vem ver, mas posso dizer-vos que estamos a pensar usar tule, transparências, usar rendas, talvez manga comprida, mas a parte boa é que nada está fechado e que este vai ser um trabalho em construção - e isso agrada-me muito.
Nunca tinha entrado num vestido de noiva e adorei, adorei, adorei. Que emoção!

Podem inspirar-se aqui. Garanto que são ainda mais bonitos ao vivo.


Podem ler mais sobre o casamento aqui:





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terça-feira, 10 de abril de 2018

A quem achou triste que eu andasse a "pedinchar" para casar...

Não tenho palavras amarguradas para vos dizer. Não fiquei triste, nem sentida, nem zangada, ao contrário do que provavelmente esperavam que me sentisse, quando leio comentários a um post que julguei que fosse despertar só sentimentos positivos.


O casamento era um sonho meu, sim, só meu. Até que começou a ser um plano dos dois. Dele para me agradar (e porque, convenhamos, não iria propriamente para a forca) ou dele porque me ama e me quer ver feliz ou dele porque afinal passou a fazer sentido ou dele porque quer ir de lua de mel (ahah, pensam que eu não sei, o que o sono faz às pessoas...). O que quer que o tenha impulsionado a querer casar, só a ele e a mim pertence. Percebo que achem que nos conhecem porque venho aqui partilhar umas coisas, que quisessem pintar diferentes cenários, que construam novelas mexicanas (em que até me ouviram a chorar desesperada a dizer que ou casava ou lhe punha as malas na rua, enquanto emborcava 30 comprimidos), que sintam que têm de opinar mesmo que corram o risco de poder melindrar ou magoar alguém, porque vos sabe bem ter opinião (e sentem que têm poder e liberdade), quaisquer que sejam os motivos, não vos vou julgar como vocês fizeram. Deixo-vos o texto emocionado que lhe escrevi quando estávamos a caminho de casa, depois de um fim-de-semana maravilhoso em família. E desejo-vos, sem qualquer segundo sentido ou ironia, que caso ainda não tenham tido esta sorte, um dia sejam amadas por alguém como eu me sinto por este homem.



"Casava aqui, meu amor. Com os teus, os meus, os nossos. Com estas cores, estes cheiros, uma cadeira de cada nação, migas nos pratos, flores campestres e miúdas descalças. A bem da verdade, contigo caso em qualquer lado. A bem da verdade, já sou casada contigo há quase 9 anos (mas tenho de dizer isto baixinho, senão tu dizes que tinhas razão). Quero a festa. Quero a celebração. Quero o simbolismo. Quero mais um dia inesquecível ao teu lado e junto dos nossos pais, tios, irmãos e melhores amigos. Nada muito ensaiado, nada muito elaborado, para que nos sintamos em casa. Merecemos. O nosso amor merece vinho, merece dança, merece sorrisos.
Mal posso esperar. Obrigada por alinhares nesse dia comigo, ainda por cima no ano em que tudo acontece e em que temos mais papos nos olhos e cansaço acumulado. Vai valer a pena! (Já está a valer a pena desenhar o dia contigo)."

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terça-feira, 3 de abril de 2018

Onde vai ser o meu casamento?

Ainda a procissão vai no adro, mas já começamos a pensar em algumas coisas, até porque queremos casar lá para final de Outubro, Novembro. Somos loucos de ter só uns 7 meses para preparar tudo? ;)

Já temos ideia do tema, das cores, do estilo; já sabemos mais ou menos quantos convidados; já tenho coisas pensadas (não faço ainda ideia de onde vai ser o vestido, ando a tentar perceber primeiro o que quero, dentro do boho, vintage, mas não é para já uma prioridade), mas há uma coisa - que é talvez a mais importante nesta dinâmica toda - que está longe de estar decidida e que só a partir dessa consigo fechar as outras: o espaço.

Gostava de uma quinta ou um turismo rural com quartos para que pudéssemos lá ficar (ou quem quisesse) que fosse de fácil acessibilidade e que fosse acessível (se é que me entendem... eheh). Mas, na verdade, nem nisso somos muito esquisitos: já fui a um casamento num restaurante na praia e achei formidável, por exemplo! Mas bem, convém não abrir muito o leque, que não tenho 27865 fins-de-semana para andar a visitar espaços e a pedir orçamentos. Queremos um espaço com interior e exterior (nem que seja uma varanda, um terraço, mas de preferência jardim). Por isso, lembrei-me de vos perguntar pessoas casadoiras (ou que já foram a alguns casamentos): na zona Oeste (Mafra...),  Lisboa, Santarém, Alenquer, Azambuja o que recomendam (e, caso saibam, valores médios)? Em dando, que tenha igreja ou capela por perto, se não for pedir muito!

Todos os conselhos que me queiram dar, DOs and DON'Ts sobre este e outros temas, estejam à vontade! Estamos com um problema na nossa caixa de comentários (não conseguimos aceder aos vossos comentários...), por isso, por enquanto podem deixar no Facebook, se fizerem favor! Se não vos der jeito ou não se quiserem identificar, criei um email para o assunto e para não estar a moer a Gama com este assunto: amaeequesabecasar@gmail.com. Sejam bem-vindas!




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sexta-feira, 30 de março de 2018

SIM!!!

Sim! Vamos CASAR! Duas filhas e nove anos depois vamos dar o nó! Não podia estar mais feliz: mais um sonho que se vai tornar realidade. Num dia em que tinha vestida uma t-shirt do meu pai, cabelo desgrenhado, sem maquilhagem, sem estarmos num restaurante especial: num dia igual a tantos outros, com as nossas pequeninas, com muito AMOR e com uma intermediária a sussurrar-nos ao ouvido os o pedido e as respostas: eu disse SIM. Perfeito. Digo sim todos os dias, com ou sem anéis, mas aparece-me GRITAR ao mundo a mulher feliz que sou. Ainda acredito no amor: como não?... se o vivo!
Se é para a vida toda? Assim o desejamos, faremos por isso e a vida encarregar-se-á de nos mostrar se é esse o nosso destino. Arriscamos dizê-lo, arriscaria dizê-lo todos os dias. 

A Isabel disse logo que ia casar com a Luísa e eu não me oponho, coisas queridas! <3

Tenho a cabeça a fervilhar com músicas, decorações e já imagino as duas miúdas a levarem-nos as alianças, meu Deus, que imagem mais bonita, ou nós a dançarmos todos juntos. Venham daí essas dicas, essas sugestões, que todas temos uma wedding planner dentro de nós! (Eheh)

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domingo, 11 de fevereiro de 2018

Não quero dividir a minha filha.



Não tenho muito más lembranças de andar sempre com um saco para a frente e para trás à sexta-feira e ao domingo. Era rápida a fazer a mala para a casa do pai. Eram só dois dias e a roupa que levava não era minimamente relevante. Não naquela idade.

Gostava até de voltar "à casa do pai" e de ver as minhas coisas de lá.

Como se fossem mais privadas, mais secretas. Não tinha a minha roupa, não sentia que me incomodasse levar o saco, mas não queria que a Irene passasse por isso.

Então, tanto eu como o pai dela tentamos minimizar essa gestão. Ela tem roupa na casa da mãe e do pai. A única coisa que vai de um lado para o outro todos os dias de dormida é o coelhinho com que dorme e o boletim de saúde e cartão de cidadão. De resto, claro que há bonecos preferidos que têm de fazer a viagem, daqueles que vão mudando todas as semanas.


casa
Fotografia por 
The Love Project


Por outro lado, não me parece saudável esta divisão tão estanque dos objectos. Lembro-me que sentia que era duas pessoas, mudando até de voz consoante o pai com quem estivesse. Eles são muito diferentes um do outro, também tive que me adaptar muito. 


Queria que a Irene visse as coisas como fluídas. A casa do pai e a casa da mãe são só sítios dela e ela não está dividida. Já vos contei que não falamos mal um do outro, ok, mas como continuar esta filosofia noutras coisas?

A roupa do pai e os pijamas da roupa do pai que vêm para cá, vão devolvidos. A roupa da mãe também. E há brinquedos que não queremos que saiam das nossas coisas senão "fica sem eles". Por isso a solução que temos arranjado é: duplicar quando necessário.

A Irene tem uma viola pequenina (acho que é um ukelele, afinal) que ama na casa do pai e, para não andar com ela para a frente e para trás, comprei-lhe uma também. Tem a azul na casa do pai e a rosa na casa da mãe.

Vamo-nos entendendo aos poucos.

O ukelele chega na terça-feira, vai-se passar. :)

Cabelo por: Nela Cabeleireiros


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