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12.10.2018

Amanhã é o dia! Acho que estou mais entusiasmada que ela!

Tenho imensa sorte de ter a Irene numa escola onde as mães - so far - têm sido muito porreiras. Adoro a mãe de uma das melhores amigas dela. Acho-a impecável, fabulosa e com óptimo sentido de humor (ela nem lê o blog, por isso nem estou a dar-lhe graxa) e a mãe da outra melhor amiga da Irene também (essa acho que já lê, por isso não quero que fique esquisito, haha, fico com vergonha). 

Já há algum tempo, a Irene foi convidada para ir a casa de uma das amigas. Foi no Verão e estiveram a brincar na piscina e até fizeram sesta juntas (fiquei louca, só me apeteceu que a mãe da amiga fizesse babysitting...). Eu nunca cheguei a convidar de volta porque, como não tenho piscina, achei que nunca seria tão divertido. Até que... a Irene começa a pedir, a pedir e a pedir. 

A Isabel da Joana Paixão Brás na esquerda e a minha Irene à direita. Ambas com um mês de vida :) 


Tem pedido muito que o A. durma com ela no quarto e o pai dele no sofá da sala (what the hell hahah), mas também quer muito ir à casa das amigas e que elas venham cá. Agora que já tenho mais cabeça para pensar nisto, porque não? Só porque é durante a semana? Siga!

Amanhã é dia da Irene ter, pela primeira vez, uma amiga da escola cá em casa e aposto que vai ser excelente. Se calhar até para mim que vou poder ler o meu livro em paz, ahah. 

Costumam fazer isto? 

E esta semana ainda deve haver encontro com a sua amiga preferida fora da escola: a Isabel da Joana Paixão Brás ;) Certo, Joana? 

7.29.2017

Casar a melhor amiga é...

A melhor amiga vai casar. Uma das. Hoje. As minhas miúdas vão ser meninas das alianças e eu vou chorar tanto, mas tanto, quando entrarem todos na igreja que não vai dar para aguentar a maquilhagem. Ver a Raquel casar é tão emocionante, para mim, quanto o dia em que ela foi conhecer a Isabel lá a casa. É como que o ritual de entrada na idade adulta. É a nossa passagem. O momento simbólico em que nos apercebemos de que já não somos as miúdas dos Onda Choc, a caminho de um concerto em Mirandela, lado a lado no autocarro, a contarmos todos os segredos que tínhamos para contar uma à outra. Sei que vai estar linda (fui a uma prova do vestido e está ma-ra-vi-lho-so), sei que vai estar feliz, radiante e radiosa, e eu - lamechas assumida - vou chorar. Choro em todos os casamentos, como não chorar neste? 

Casar a melhor amiga é:

- vermos festas, lágrimas, desabafos, mensagens, karaokes, gargalhadas de anos e anos passarem-nos diante dos olhos, como flashadas
- recordarmo-nos de quando dormíamos em casa uma da outra, desabafávamos os amores não correspondidos, riamo-nos de paixões assolapadas ou de beijos que não tinham sido como o esperado ou de quando íamos alugar filmes ao videoclube, ao cinema e às piscinas
- lembrarmo-nos dos colares de missangas que davam voltas intermináveis ao pescoço e brincos de fimo amarelos fluorescentes enormes que se usavam (usavam?) com BW altíssimas, e calças com uma boca de sino tão grande que lhes chamávamos pata de elefante
- vermos aquela foto tipo passe tirada num fotógrafo manhoso que nos fez soltar pinguinhas de chichi de tanto rir (talvez tenha sido só eu a incontinente, vá)
- pensar nas viagens que se fizeram para estarmos uma com a outra, ao longo de anos, e mais valorizadas ainda depois de sermos adultas
- lembrar as mensagens/whatsapp/messenger trocadas, sobre tudo e sobre nada, porque é também do nada, das coisas corriqueiras do dia-a-dia, que as amizades se reforçam
- vermos um sonho de alguém, que adoramos profundamente, realizado e desejarmos que seja infinitamente feliz.

Hoje vou chorar. De FELICIDADE.





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7.21.2017

Borrifei-me tanto para vocês!

Ontem sabia perfeitamente que era "o meu dia" de fazer posts. A Joana e eu gostamos muito de escrever, mas levamos isto do blogue a sério - ambas gostaríamos que, um dia, fosse a nossa principal ocupação profissional, digo eu - e, por isso, temos uma espécie de organização interna em que, em princípio, cada uma fará um post por dia. Ontem era o meu dia de fazer um post à noite (e hoje de manhã também por compensar outro dia), mas não quis saber menos de vocês. 

A Irene costuma ficar com o pai à sexta e dormir na casa dele, mas tinha um aniversário ontem. De uma amiga minha da faculdade. Daquelas raparigas que tinham uma vibe demasiado cool para se conseguir gostar delas mas que, depois de a ter conhecido melhor, passei a gostar dela. Não somos muito próximas diariamente, mas acho que sempre nos respeitamos e admiramos mutuamente. Sempre quis mais dela, mas creio que somos as duas muito independentes à sua maneira. Acho que chegou a nossa altura, Susana. :)

Era o meu dia de folga. Muito cansada, deitei-me no sofá até chegarem as compras online e adormeci. Só quem tem gatos percebe o que é adormecer com a areia deles por limpar. É estar a sesta toda com a sensação de que estamos a dormir lá dentro. Foi terrível. Devia ter limpo aquilo primeiro. 

Adormeci, acordei com as compras - só vieram metade das compras, que nervos - e, rapidamente, depois de um banhinho, dei uma segunda demão na maquilhagem. 

Aqui vou eu rumo à Calçada do Duque. Só conhecia a aniversariante e outra amiga da faculdade, a Mónica. Não conhecia mais ninguém do grupo e eram só mulheres. Fico sempre nervosa. Primeiro, por ser uma pessoa nervosa no geral, mas nunca me senti muito confortável perto de mulheres. Insegurança, sim. 

Senti, porém, que era um ambiente seguro. Os 30 são uma idade muito mais calma nisto do território. Estavamos todas lá porque a Susana fazia anos e estavamos todas com vontade de ter uma óptima noite - nota-se muito que não estou acostumada a ir a aniversários e jantares de grupo? 

Juntou-se um grupo em que cada membro tinha mesmo o seu interesse e a sua personalidade. Adorei conhecer cada uma das mulheres daquele jantar. Talvez tenha falado demais, mas é como diz um amigo eu: "eu sou passeada". Tenho muita energia e, quando saio, extravaso. 

Não me senti julgada. Tive uma das melhores noites que me lembre e apetecia-me que este jantar se tornasse uma espécie de de tradição. 

É bom sair. Com mulheres. Jantar. A uma quinta.

Borrifei-me para vocês. Escrever um post não podia fazer parte dos meus planos de ontem, mas a verdade é que me fartei de falar de vocês na mesma, quais são os meus objectivos com o blog, o que vos quero passar e o quanto gosto de sentir que ajudo muitas de vocês a se sentirem menos sozinhas. 

Isto é: borrifei-me para vocês mas não quer dizer que não vos ame.

Não tiramos nenhuma fotografia de grupo, mas fica aqui uma tirada à socapa pela Mariana que faz com que ou este jantar tenha mesmo existido ou eu tenha ido a um restaurante aleatoriamente e tenha pedido para me tirarem uma fotografia tentando enquadrar um pouco de couscous vegetariano. 



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