Como assim chegar à oitava edição desta rubrica de auto-contemplação e nenhuma ainda em Santarém? Que erro crasso! Desta vez, vestida - salvo seja, que eu visto-me sozinha e por acaso até acerto no pé dos sapatos e tudo, já ultrapassei a fase da Isabel - pela
Ivens, também de Santarém, of course, que o que é scalabitano é bom. Aproveitei para me emperiquitar toda no
Cut by Kate. Combino sessão com a Joana do
The Love Project e depois vai de roçar-me toda no mercado municipal, que em quase 100 anos nunca aquele azulejo deve ter sentido tanto tecido. Sim, porque a pessoa tem de fingir que foi ali apanhada super desprevenida à espera da caminete.
E o que fazer às mãos senhores, o que fazer às mãos? Quando estava na Sic tinha o microfone numa delas, pronto. Quando tenho filhas, tenho-as a elas no colo ou tralhas para agarrar. Agora assim sozinha? Tenho de ir ver tutoriais ao Youtube, não sei que faça com as mãos.
Mas vá, algumas ficaram giras. :) Outras ficaram engraçadas pelo esforço, que se torna cómico, que eu estou a fazer para parecer natural. Obrigada Joana Sepulveda Bandeira, pela paciência :)
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Olha, desencostei-me!!! |
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Pumbas, rabo na porta, para variar, e porque estar à espera do disparo da máquina cansa imeeeenso. |
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A rezar ou lá o que foi este tique que me deu. O que fazer às mãos, senhores?! |
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"Mexe no cabelo, Joana", disse-me a minha voz interior, mesmo com muita vontade de rir. |
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Aquela dorzinha de barriga básica. |
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Se encostasse ali a cabeça nos joelhos, juro que adormecia (a Luísa anda a acordar de duas em duas horas, máximo). |
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Mas estão mega disfarçadas as olheiras! |
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A pensar no que ia tirar para o jantar. Mentira. |
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E agora novo encosto: uma árvore, mas... |
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... não quero saber se é cliché, adoro esta fotografia, o vestido, tudo!!! |
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Óculos - Tiwi