terça-feira, 21 de junho de 2016

Reunião com a educadora da Irene.

A Irene vai entrar na creche no dia 1 de Setembro (ou por aí, acho que ainda não sei a data certa) e já sei que vamos ter uma reunião com a educadora da Irene em Julho. 

A escolha já está feita, pelo que não a irei mudar de escola a não ser que fique descontente por algum motivo imprevisível e grave.

Que coisas devo dizer ou perguntar? 

Quero que a alimentação dela na escola seja semelhante à de casa, com atenção (ou corte) aos açúcares, etc. Preocupam-me os lanches, mas sei que os poderei enviar de casa. Por isso, depois de ver as alternativas, lá me arranjarei. 

E que outras coisas? 

Ajudam-me mães que trabalham em creches? Mães que têm filhos nas creches, etc.? 

Devo perguntar como vão fazer o desfralde ou qual a posição em relação a isso, visto que a Irene usa fraldas? 

Ajudem aqui a menina ;)



PS - Já sei que me vão dizer para relaxar, mas ponham-se no meu lugar: a Irene vai para a creche e eu não percebo ainda nada disso. 

29 comentários:

  1. Conselho de mãe de duas: não leve lanche à parte a não ser que o lanche da escola seja mm desequilibrado (o que duvido), faça o desfralde, a Irene vai agradecer.

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  2. Olá, Joana. A educadora vai ter uma espécie de guião com perguntas que fará para melhor conhecer a Irene. São vários os tópicos, desde os hábitos de sono, alimentação, sociabilidade, e desfralde. A maior parte das creches tem em cuidado as orientações de alimentação saudável e acredito que seja esse o caso. Acho que não vale a pena stressares muito com isso, porque os assuntos vão ser abordados com calma e atenção. Mais importante é perceberes a sensibilidade da pessoa com quem iras falar e que ficará a tomar conta da Irene. Vai correr bem!

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  3. Quais as datas em que fecha o colégio.
    Que tipo de festas e atividades é que implicam a presença dos pais.
    Se há algum kit (que regra geral inclui bibe, chapéu, t-shirt, etc. e que se paga à parte) e quanto custa.
    Se podes levar a alimentação da Irene.
    Quais as coisas que tens de ser tu a levar (lençóis, toalhas, fraldas, toalhitas, pomadas, etc.).
    Quais os horários (mais ou menos) e a rotina - para o almoço, para a sesta, para o lanche.
    Onde é que as crianças ficam antes e depois do horário de abertura da sala (regra geral há uma sala que recebe as crianças que vão muito cedo, depois dali é que passam para a salinha correspondente à idade. Ao fim do dia, acontece o inverso, a salinha fecha e as crianças vão novamente para a sala comum. Para mim é muito importante perceber como funcionam estas salas comuns. Visitei um colégio onde as crianças passavam para a dita sala às 18h, mas a sala, apesar de ampla, não tinha nada, nem brinquedos, nem cadeiras nem mesas. O que estavam à espera que as crianças fizessem até às 20h? Pois, que andavam a correr doidas de um lado para o outro, não gostei nada!).
    Quais os procedimentos caso a Irene adoeça ou tenha febre (se tens de ir logo a correr buscá-la, se eles lhe administram um Ben-u-ron e podes ir mais calmamente).
    Se tens de avisar com antecedência ou não as férias da Irene (num colégio disseram-me que eu tinha de avisar as ausências do meu filho com um mês de antecedência).
    Se nos dias em que a Irene não vai à escola é descontada a alimentação da mensalidade.
    Qual o procedimento nas festas de anos (são os pais que levam o bolo, é o colégio que trata disso? E se os pais levam bolo eles dão às crianças, mesmo se tiver doce de ovos e chocolate e afins? É que num colégio há sempre alguém a fazer anos, o que quer dizer que eles estão volta e meia a comer doces.).

    Epah e assim de repente já não me lembro de mais nada...
    Recorda-te sempre que a satisfação da Irene é o teu barómetro para avaliares o colégio. Mas não só. E se for preciso, muda. Ela adapta-se melhor e mais depressa do que nós adultos :)
    Boa sorte!!

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    1. O meu filho vai entrar este ano também, e eu não pesco nada do assunto. Este comentário deu-me um jeitão! Especialmente essa história dos bolos de anos, eu sou obececada com a alimentação dele. Bom ponto de vista.

      Muito obrigada Alexx :)

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    2. Adorei o comentário ;) super completo!
      Só uma coisa, as crianças têm de ter 22 dias de férias por ano lectivo, está legislado. Ora nós adultos marcamos as férias por ano civil e as creches "esquecem-se" de pedir o mapa de férias dos meninos e só se lembram em março quando têm de fazer o mapa dos funcionários... o meu conselho é começar já a planear o mapa de férias da Irene para o ano lectivo, ou pelo menos para o primeiro período ;)

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    3. De nada :)
      Se não é indiscrição, que idade tem o seu filhote? Se é obcecada com a alimentação dele, pode procurar duas coisas: ou colégios que tenham a alimentação que se coaduna com a sua ideia, ou colégios que permitam levar a alimentação de casa. No colégio do meu filho, a alimentação, apesar de não ser má, claro, não é a que mais desejaríamos (volta e meia há douradinhos, atuns, raramente há legumes cozidos ou salteados ou assados - apesar de haver sempre sopa e salada - bem como pelo menos uma vez por semana têm direito a sobremesa, que pode ir da gelatina ao arroz doce). Como na nossa casa temos uma alimentação mais variada e não achamos que crianças tão pequenas precisem de sobremesa, optámos por levar nós a comida do pequeno. Claro que dá muito mais trabalho, mas preferimos assim, pelo menos por enquanto, que ele só tem um aninho. Talvez mudemos a nossa opinião daqui a uns tempos, mas pelo menos temos essa opção. No colégio onde ele estava antes, quando mudasse de sala já tinha de comer a comida de lá obrigatoriamente (o que foi uma das razões para o mudarmos).
      Mas acima de tudo, a minha sugestão é que veja vários colégios e compare. Vai sempre haver algo que não vai gostar, sabemos que nenhum sítio é perfeito, mas assim ao menos pode comparar. E não se preocupe, ele vai adaptar-se super bem. Custa-nos mais a nós do que a eles :)

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    4. Maria Carloto, concordo consigo. As crianças não devem nunca ser despejadas nos infantários para os pais poderem ter férias! No entanto, felizmente tenho a sorte de ter avós que de vez em quando querem levar o piolho de férias com eles e isso pode acontecer em cima da hora e por isso prefiro um infantário onde não tenha de indicar com tanta antecedência as faltas do Tiago. Apenas por isso :)

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  4. Também me parece melhor fazer o desfralde sera muito mais fàcol para a Irene.
    Adoro ler-vos

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  5. As minhas perguntas foram todas feitas antes de escolher o local, para perceber a posição da instituição (e assim acabei por riscar algumas da lista). Para mim era importante perceber a questão do desfralde, se retiravam a sesta aos 3 anos, qual a posição relativamente a aprender a ler e escrever antes da escola primária (preferia mesmo que não o fizessem, de todo),... Porque eram coisas que para mim eram importantes. :) Um beijinho

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  6. O desfralde será muito mais fácil para a Irene quando ela estiver preparada para isso :) também podemos achar que é muito mais fácil para uma criança ir pro bercario a saber andar, e não anda ninguém a sugerir que se ensine bebes de 6 meses a andar.. :) há tempo para tudo, não vejo necessidade ou vantagem nenhuma de tentar antecipar os marcos de desenvolvimento das crianças. Só causa stress a todas as partes envolvidas.. Quanto à alimentação, na creche do meu venderam a ideia de que a partir de um ano eles começam a querer lanchar e comer o mesmo que os outros. Tem 21 meses e continua a levar tudo de casa. Para mim iogurte com papa industrial não é saudável, nem estrelitas. E o que cobram pela alimentação dava para eu alimentar o meu filho dois meses.. Enquanto ele não se recusar a comer o que mando, vou manter assim. As rotinas são tipicamente informadas pela própria creche, e há sempre um regulamento interno. O mais importante, para mim, é observar reação dos outros miúdos as educadoras e auxiliares, ver como lidam com eles, observar se andam visivelmente negligenciados (vi creches com miúdos com ranho seco pela cara toda, todos sujos, mesmo com ar de quem não lhes ligava nenhuma). Saber como fazem quando não sabem dormir sozinhos, se os obrigam a comer mesmo qdo não querem, esse tipo de coisas

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    1. Amen para a parte do desfralde... não percebo a pressão.

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  7. O mais importante é tentar perceber a rotina da escola, a sensibilidade de quem lá trabalha, e se é um ambiente seguro...
    Quanto ao desfralde, acho que seria mais facil se aproveitasse agira o verão para o fazer em casa... Com a minha filha o que fiz foi o ano passado quando fomos de férias, tirei a fralda e pronto... Ia perguntando se queria fazer xixi tipo de 5 em 5 minutos... lol Parecia que tinha engolido um gravador!! Se resultava? Não! Lol Andou a fazer no chão durante 2 ou 3 dias... Depois começou a ter noção que estava a começar a fazer e passado 1 semana já pedia para ir à sanita... Tinha 26 meses...

    Quanto ao lanche... Não será certamente assim tão mau o da escola para que tenha de levar de casa, digo eu!

    É relaxar... É até normal ela chorar nos primeiros dias, mas tudo passa criam-se novas rotinas...

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  8. Joana, além do que foi já dito, vou-te referir o que foi mais importante para mim desde que o meu filho ingressou na escola. Têm sido temas que não me lembrei mas que depois surgiram e fui esclarecendo.
    1) Atividades fora do horário de sala. Para os meninos que entram mais cedo e saiem mais tarde e normalmente têm sala de acolhimento, o que é feito nessas horas? Por exemplo, na escola dele desde que mudaram a sala de acolhimento andavam a ver televisão - algo de que discordo. Acabei por conversar com a coordenadora da creche e a situação foi regularizada (agora voltaram a fazer mais desenhos, plasticinas, contar histórias,...). Então sugiro perguntares se vêm televisão e se sim, quanto tempo, etc... Perceber o que fazem neste horário e quem fica com eles (educadoras, auxiliares,??).
    2) Em relação à alimentação, também tenho tido algumas questões. Por opção, também não damos açúcar ao Afonso mas à medida que eles crescem vai sendo mais complicado gerir os fatores externos. Em relação aos lanches, pedi para não darem papas nem bolachas, e ele come sempre o pãozinho com leite/iogurte. Depois, sugeria perguntares (falando do que foi relevante para mim) qual a "política" em relação aos bolos de aniversário. Isto porque nem todos os pais pensam como nós (nem têm) mas quero saber (e se puder, evitar) os bolos processados e industrializados (e já ouvi histórias de quando são maiores levarem sacos de doces e afins...).

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    1. Filipa, concordo a 100% consigo. Nós também não tínhamos noção de nada disso quando o Tiago foi para o colégio e essas foram duas coisas que me começaram a inquietar quando deixei de ter horário reduzido... Tanto que acabámos por optar por mudar de colégio para um que fosse mais próximo das nossas ideias.

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  9. Sem stress..sou mãe de uma filhota de 2 anos que está na creche desde os 15 meses. Não devemos ser fundamentalistas, mas realistas. Vai torcer o nariz a algumas coisas (porque de facto ninguém, por muito dedicado que seja, consegue tratar dos nossos filhos com "aqueles" pormenores), mas sinceramente acho muito importante criar uma boa relação/empatia com a equipa educativa. Tentar arranjar um equilíbrio entre o que nós queremos e o que eles podem fazer. De facto, pagamos muito, mas a educadora e a auxiliar também têm um trabalho árduo. Nós mães achamos sempre que "é demais": "as bolachas em exagero", a "fralda molhada", o "creme muda fraldas em exagero", mas sinceramente vejo a minha filha feliz e com vontade de estar com os amigos e tudo isso torna-se secundário. O que mais me custou (está a custar) são as doenças. Mas isso é inevitável. A partir do 2º-3º mês já estamos habituados e em relação a isso não há nada a fazer. Boa sorte e que tudo corra pelo melhor!

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  10. Olá Joana (neste blogue não corro o risco de me enganar no nome), acho que nunca comentei, mas este tema interessa-me: para além do gosto pela área da educação, o meu filho irá para o Jardim de Infância pela primeira vez em Setembro. Vou ficar atenta às respostas.

    No meu caso pessoal o que mais pesa/pesou (pesa/pesou, porque ainda não decidi definitivamente a escola; está quase) na escolha é/foi:
    - Afeto - como é a relação entre as crianças e as educadoras/auxiliares e os outros profissionais da escola. Sugestão: ir visitar a escola com a sua filha num dia e hora em que estejam a decorrer atividades/aulas.
    - Espaço exterior (pesou muito na minha escolha). Queria mesmo que tivesse um espaço exterior;
    - Método Pedagógico: dei prioridade a uma escola que considera que a criança tem um papel ativo no seu processo de desenvolvimento, em que escutam a criança, em que levam em consideração a opinião da mesma, em que o ritmo da criança é respeitado, que é inclusiva...
    - Fator financeiro.
    - Proximidade de casa e/ou trabalho.
    - Eventuais (boas) referências;
    - Alimentação: ver ementas; perguntar se há lanches a meio da manhã e o número de lanches que oferecem na parte da tarde (por exemplo, as crianças que ficam até às 19h00 têm um lanche + 1 reforço?). Se a alimentação é confecionada nas instalações da escola ou se é entregue por uma empresa. Se for distribuída por uma empresa, qual é a empresa? É certificada? Quase de certeza que sim, mas... Existe legislação neste sentido.
    - Se a criança pode usar fraldas aos 3 anos; usar chucha; dormir a sesta aos 5.
    - Segurança dos espaços;
    - N.º e competência das pessoas que trabalham no jardim de Infância;
    - Questionar se fomentam a proximidade entre a escola e família. Como?
    - Verificar se as crianças têm tempo para brincar livremente.
    - Salas: são amplas? Têm luz natural? Como estão organizadas?
    - Horários; prolongamentos se necessário; encerram para férias?

    Coisas que já vi e que não me agradam:
    - Obrigatoriedade de a criança de 3 anos não usar fralda.
    - Todos dormem a sesta / a partir dos 3 anos ninguém dorme a sesta
    - Menções honrosas (vi no 1º ciclo) com o intuito de premiar os melhores em todas as áreas.
    - Uma criança faz anos e leva aqueles sacos cheios de doces para oferecer aos colegas. Pessoalmente, acho muito mais interessante se fizerem um bolo caseiro em conjunto.
    - Escolas sem espaços exteriores.
    - Escolas em que as crianças estão a realizar trabalhos impostos durante períodos longos de tempo.
    ...
    Não me lembro de mais coisas... por agora.

    Um conselho: Ter consciência de que a escola perfeita só existe na nossa cabeça; o que é perfeito para mim, pode não ser perfeito para os outros. O importante é avaliar e decidir de acordo com os critérios que consideramos mais importantes.

    Força, vai correr tudo bem.
    Margarida

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    1. Adorei... é mesmo isso, afecto, método de ensino e espaço exterior no TOP!

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    2. Adorei... AFECTO, método educativo e espaço exterior no TOP!!

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    3. Sofia, não foi propositados, mas o Afeto é mesmo um dos fatores mais importantes para mim. :)

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    4. Entretanto, hoje vou ter reunião com a eventual educadora do meu filho (eventual, porque a escolha ainda não está totalmente definida) e vou levar muitas ideias daqui. Uma coisa é ter em teoria questões que considero pertinentes, outra é levar questões práticas de quem já passou por este processo. Obrigada pelas partilhas. Obrigada Joana por proporcionar esta troca de ideias.

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  11. Quando andei a ver creches não tinha propriamente uma check list mas à medida que fui vendo e ouvindo as educadoras fui formando ideias e construindo o conceito do que queria.
    Para mim era importante o espaço exterior, terem um recreio coberto para os dias de chuva, a alimentação (se era feita no local ou se era um catering externo), o tamanho das salas e o número de meninos por sala. Nas visitas depois fui-me apercebendo de outros detalhes, como a luz natural nas salas, a ventilação, o cheiro (houve uma que tresandava a cocó e outra que cheirava a fechado), o estacionamento - detalhe super importante porque em dias de frio e chuva a saída do carro com chapéus, mochilas e tralhas mil pode tornar-se uma verdadeira odisseia.
    Mas o que acabou por ser o factor decisivo foi mesmo a empatia pessoal com a educadora da sala para onde ele ia, e que me inspirou imensa confiança!
    Segui o meu instinto e não me enganei!

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  12. Olá Joana!
    A educadora irá perguntar-lhe os hábitos da Irene (sono, alimentação, rotinas). Tentará saber algumas das competências da pequena (será só para saber com o que a educadora deve contar, não é nenhuma avaliação para entrar num MBA, relaxe!), tentar saber a rotina familiar e as relações que mantém com familia proxima e amigos.
    Quanto ao desfralde, deixe a Irene seguir o seu ritmo, estar a tirar-lhe a fralda à pressa por causa da entrada na creche não me parece benéfico. Mas na reunião com a educadora pode pedir-lhe ajuda. Concerteza que terá estratégias que a poderão ajudar.
    O mais importante de tudo, seja clara e honesta com a educadora.
    Em relação à alimentação, se a escola fornece lanche será de certeza equilibrado. A maioria das creches é sujeita a controlo alimentar. Pode no entanto pedir que substituam alguns alimentos, iogurte natural em vez de iogurte de aroma, pão com manteiga em vez de marmelada/doce/tulicreme, leite simples em vez de leite achocolatado.

    Estas são pequenas sugestões de uma educadora (mãe há apenas 4 meses!).

    Beijinhos e que tudo corra bem!

    Margarida

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  13. As minhas já saíram do JI há alguns anos... mas o que fixei de lá não foi a alimentação, nem os espaços, nem os desfraldes... o que fixei foram os afectos, o cuidado, a amizade, o amor, o interesse. Não há milagres. Numa escola com 100/200/300 crianças... sejamos realistas, os pormenores são feitos em casa. Nenhum educador tem a capacidade de diferenciar lanches, fralda, nem mimo específico de cada criança que está na sua sala.

    Joana, vá tranquila. Ganhe absoluta confiança na educadora que isso é meio caminho andado. Açucares existem e eles vão comer sempre. Há pais que não são sensíveis a esse assunto e têm que ser tão respeitados como os que vivem obcecados com esse assunto. Eu sempre fui MUITO presente, mas sempre deixei as coisas da escola na escola. O desfralde, por ex., a escola pode sugerir, mas cada criança tem o seu ritmo e não há milagres. As minhas fizeram o desfralde aos 2 anos sem dramas e com total iteração casa/escola... como em tudo o resto aliás. Tentar impor as nossas ideias e querer que os nossos filhos tenham tratamento diferenciado é meio caminho andado para as coisas poderem correr mal... Já sei que muita gente não concordará comigo, mas been there done that... ;)

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    1. concordo plenamente com a Maria João. Muito sábio e ponderado. Em relação ao desfralde, so acrescentar que obvio que não é para "pressionar a Irene, mas é natural que, uma vez que já tem 2 anos esteja preparada. não espere que, sem a sua ajuda, ela de repente diga que não quer mais fralda... tem q ser a Joana a "guiá-la" neste processo (OBVIO que é só a forma como fiz e faço as coisas, vale o que vale).

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    2. Concordo com a Isabel, dos comentários mais sensatos sobre o assunto. Assim cm não sabem quando comer sólidos ou quando dormir sem chacha, estão preparados mas têm de ser guiados

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    3. Não podia discordar mais.. Os bebes não precisam ser guiados para comer sólidos, nem para aprender a andar, nem para aprender a falar, nem para aprender a fazer xixi sem ser na fralda.. Senão o que seria das crianças de culturas mais "primitivas", onde não há ninguém a dizer aos pais que deve andar com um ano, comer com seis meses, desfraldar aos 2 anos (nem sequer usam fraldas como nos..) .. Há muita coisa que é apenas fruto do desenvolvimento normal e espontâneo dos bebes, na nossa sociedade desenvolvida o melhor que temos a fazer é aproveitar essas janelas de oportunidade e dar umas achegas". Claro que isto é também só a minha opinião, mas acredito que uma criança que nunca seja estimulada a comer, a andar, a desfraldar, vai fazê-lo na mesma, naturalmente. Basta a observação dos adultos a sua volta para que comece a comer, a andar, a fazer xixi em determinado local.

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  14. Por aqui não fiz grandes questões... Bastou me ver o ambiente... Uma que foi riscada da lista, foi devido à proximidade de uma grande escada com a sala e lá dentro, só haver uma auxiliar que (não culpo, todos somos humanos e erramos) deixou (acredito que inconscientemente, era só uma para uns quantos) tesouras em cima da mesa. ... Parecia que estava adivinhar, meses depois já não havia crianças. Parece que não tinha licença. Algo que poderás perguntar. Muitas sítios, ate Atl Não estão Licenciados.

    Alimentação sempre me preocupou. Mas como uma mãe acima referiu, eles vão sempre comer açúcar, infelizmente, uns mais.. . Na altura era um pisco para comer e viram se negras. Quando finalmente começa a comer bem... Em conversa, reparei que não davam muitos legumes a eles. Começaram a comprar brócolos de propósito! Felizmente, as coisas mudaram e dão legumes, saladas. Aos lanches, tem dias que vou torcendo o nariz.... Ainda ontem, disse me com ar de felicidade : comi cereais!

    Não fiquei muito aborrecida. Os processados já fazem parte... Impossível é nesta sociedade, acabarmos com eles. Como em casa não costuma ter (compro quando o rei faz anos) não é por lá comer às vezes, que vou fazer um drama.

    Quanto às festas, muito aqui comentado : mães, são outras mães que levam para oferecer aos colegas os sacos de doces. A escola aí não é achada nem perdida. Cabe ter consciência e oferecer algo melhor. De duas festas que lá fiz, a minha levou cookies feitas em casa. E quando vem com o saco, tento semore esconder (algumas vezes sem sucesso) ...
    Ah, propõe (se te interessar) um dia (se já não o fizerem) de alimentação vegetariana :) por este lado, parece que vamos conseguir no próximo ano lectivo!!

    Quanto ao resto, foi dito e na hora saberás o melhor.

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  15. Olá! Além de tudo o que já referiram procura saber com a educadora métodos de atuação em caso de mau comportamento (se castiga, por ex..) além disso se há a garantia que é a mesma educadora durante todo o tempo que a Irene vai estar nesse colégio, ou seja se ao longo dos anos se é a mesma educadora. Até ao 1o ciclo o que me importa não e que ele aprenda a ler e escrever (como muitas mães minhas conhecidas dizem ser fundamental) mas que ele brinque muito, se saiba relaciona e respeitar e defender e seja feliz!

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  16. Acima de tudo relax ;)
    Quanto a alimentação vê se tem Bebe Gourmet a fazer o catering. Super confiança e com todas as opções vegan/ intolerâncias/ etc.
    Para mim outro ponto importante era o espaço exterior e quanto tempo por dia passavam la fora.
    Boa sorte!!!
    Beijinho

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