5.19.2016

Agora elas ;)

Ontem continuámos a nossa passadeira de famosas para xuxu e fomos ao "Agora Nós", falar do nosso (e vosso) livro - a Mãe é que sabe: como sobrevivemos aos primeiros 2 anos. 

Entrevista aqui, começa aos 13 minutos (para não terem de ver esta catrefada toda de fotos se quiserem ir directas ao business). 

As nossas meninas foram vestidas de igual. Estivemos indecisas até à última se faríamos isto ou não, mas acabámos por fazer, ambas adorámos a roupa da miini möh da Kide Fashion (nossos parceiros, depois explico-vos tudo num post) e não conseguimos resistir a um matchy matchy interfamiliar (é assim que se diz no mundo beto, não é? "matchy-matchy"?). 

A Isabel e a Irene a apaixonarem-se uma pela outra nos bastidores (ainda não pararam de falar uma da outra desde ontem) e, sem modéstias, estão as duas lindas! 

Aqui parece que a Isabel vai fazer anos e a Irene quer imenso ser convidada.

A Joana Paixão Brás a ver se envia mais um bebé na barriga porque este já está quase a sair.

Que perfeitinha - mesmo com dente partido. Se bem conheço a Joana, já lhe deu uma formação intensiva de como não mostrar o dentinho nas fotos.

Sempre a embuchar as bolachas da Irene, sacanita. 

Houve algumas birras por um pedacinho de pão ter caído no chão e depois a imitação da outra macaquinha. 

A pôr-se na fila para ser maquilhada.

A indignar-se por não lhe terem posto uma base de mais de 5 euros.


Uma foto publicada por a Mãe é que sabe (@amaeequesabe) a


Depois da Irene ter dito "mãe, põe moeda", a fotografia das cinco.

Primeira vez que, numa fotografia, não sou eu a "Badoxa".

A equipa do blogue "a Mãe é que sabe". 



Um vídeo publicado por a Mãe é que sabe (@amaeequesabe) a

Roupas das meninas: miini möh da Kide Fashion
Laço da Irene: Nini Lace
Roupa da Joana Paixão Brás: Porta 18 
Roupa da Joana Gama: do seu bolsinho (Lanidor do ano passado - em saldos muahaha)

A Isabel partiu um dente da frente

Não quis escrever no dia do acontecimento nem no seguinte, propositadamente. Quis acalmar a catadupa de sentimentos que me invadia (até tive insónias nessa noite), por saber que estava a exagerar.

Na terça-feira, eram umas 15 horas, e ligaram da creche. A Isabel tinha um dente da frente partido. Fiquei nervosa, claro, antes, durante e depois da chamada. Pedi que me enviassem fotografias. O meu coração gelou quando vi. Metade de um dente caiu e tinha uma ponta afiada. Fiz um esforço enorme para não chorar.

Afinal a queda de segunda-feira deixou uma sequela. Pequena, claro. Há que relativizar logo desde o início. Sabemos, naquele momento, que não é nada grave, que há problemas a sério e que até é estúpido estarmos assim tristes, com tantas crianças doentes e pais a passar pela maior das provações. Filha saudável, feliz, brincalhona, cheia de vida. Aquilo não era nada. Mas e explicar isso a uma mãe? Explicar a isso a uma irmã, cujo irmão sofreu um bocado na infância com um dente preto e que até hoje não gosta de recordar essas fotografias?
Preocupei-me na hora com a raiz do dente, com as dores, com o dente definitivo, mas confesso que a parte estética também me chateou. Não tenho de me armar em Madre Teresa convosco e encher este texto de ensinamentos e reflexões, nem de frases feitas, para desculpar a minha futilidade, vaidade, falta de problemas reais, o que lhe quiserem chamar. Tenho consciência de que uma criança ter um dente de leite partido não é - em princípio - um big deal e, também por isso, me revoltei mais comigo e com o que estava a sentir.

Fomos nesse dia ao dentista, fazer raio X, e o mais importante está assegurado: não haverá, à partida, implicações com o dente definitivo. A raiz parece intacta.
Uma das coisas que me preocupava era que ela agora se cortasse e tivesse dores (até a espirrar morde o lábio de baixo, tadinha), achava melhor limar o dente, mas o médico disse que a melhor lima era a erosão natural, com saliva, língua, etc, para não desgastar mais o dente com a broca. Quanto a meter massa, não aconselha, mas disse que a decisão seria nossa. Dente pequenino e de leite, pouca estrutura para segurar a massa, e que de 15 em 15 dias lá estaríamos de novo. Bastava uma maçã, um impactozinho, e lá se ia a massa. Faz se quisermos - viu pela forma como a Isabel se deu na consulta (portou-se tão, mas tão bem!) que seria uma intervenção fácil - mas não considera necessário.

Já confessei: custou-me muito vê-la com o dentinho partido, de cada vez que sorria ou que nos mostrava. Mas agora também vos tenho de dizer que não há nada como deixar passar uns dias. Parece que o peso nos vai saindo de cima, que a culpa se vai indo embora ("não a devia ter deixado em cima da cadeira sozinha!") e que nos vamos habituando. Ela vê-se ao espelho, fala disso, mostra às pessoas, mas não tem para ela o significado que teria para nós adultos, se nos acontecesse agora. Está tudo bem. Vai ficar tudo bem.

Uma das fotos que me fez gelar o coração, quando a recebi. Como canta a Isabel agora todos os dias, "já passou!".


5.18.2016

Visitas na Maternidade? Não, obrigada!

Ora então vamos lá ver se os nossos amigos não apagam o nosso número de telemóvel e se as tias afastadas não deixam de nos oferecer meias no Natal.
Este é um manifesto. Manifesto-anti-visita-na-maternidade.

Imaginem uma pessoa cujas veias da testa não rebentaram por pouco e que acaba de estar 12 horas a tentar fazer passar um mamute pela toca de um coelho. Imaginem que essa pessoa não ingeria - nem uma pevide, um tremoço, nada - há mais de 20. Imaginem que, lá pelo meio, esteve em sofrimento. Imaginem que não esteve em sofrimento, mas está muito, muito cansada. De repente, encheu-se de beta-endorfinas, ocitocina, prolactina e outras "inas". Esteve 9 meses à espera de conhecer aquele ser. Finalmente pode olhar para ele, namorá-lo, estar pele com pele. Precisa desses momentos contemplativos, de calma e paz. 

E, afinal, vê-se enfiada numa discoteca com música muito alta, varão e presenças de pseudo-vips da casa dos segredos. Vê-se obrigada a ter de descrever repetidamente, já rouca, tudo o que lhe aconteceu. Uma e mais uma vez. Querem pegar-lhe no filho, ainda mal ela fez o corte do cordão - "lave só as mãos, por favor" - cheirá-lo e sentenciar parecenças, mesmo que o bebé tenha ainda cara de repolho inchado. 

Vamos lá ver aqui uma coisa. A intenção das visitas é a melhor, a curiosidade é muita, a vontade de partilhar momentos de emoção com os nossos amigos é enorme. Mas vamos, como em quase tudo na vida, aguardar convite. Perceber se a nossa presença é muito desejada. 

Adorava desejar muita gente no meu quarto: era sinal de que estava pronta para a rambóia e a cowboyada, que tudo tinha corrido às mil maravilhas, que não estava a desmaiar cada vez que me levantava, que estava pronta para outra. Mas, o melhor é aguardar. Ver como corre. Apalpar terreno. Até lá, só estão convidados os pais, os sogros, a minha avó e os tios (os nossos irmãos) e os melhores amigos. E a Isabelinha. Todos os outros - que amamos do coração - vão ter de esperar por notícias. Até pode ser que eu esteja cheia de força e coragem para ver pessoas! Era óptimo sinal! Mas, para já, é "esperar para ver".

Já ouvi dizer que há quem não assine o manifesto e prefira "despachar" logo tudo na maternidade e ter sossego em casa. Por aí, como preferem?
 

"Mamã, papá, Necas, bebé.".

Ontem, não podíamos ter deixado de aproveitar o facto do pai não ter ido trabalhar à tarde como costume para sugerir irmos ao jardim com ele. A Irene fez questão de escolher o chapéu menos feminino - o que acho muita graça - e lá fomos rumo ao jardim do costume. A ideia até era ir à praia, mas o vento desincentivou-me. 

Esteve uns bons 20 minutos a ser empurrada pelo pai nos baloiços mal chegou. Isto enquanto ia dizendo algumas piadas mas principalmente referindo os presentes (algo que ela faz agora e que me deixa de coração cheio): "mamã, papá, Necas, bebé". 

Pois. Não, não estou grávida. Apesar de ter emagrecido mais de 10 kgs, a minha barriga insiste em me lixar a silhueta. Até já tive uma ou duas anónimas a darem-me os parabéns. Coisa que me deixa feliz de saber que há mesmo imensa gente que não sabe o que é barriguinha de gordura e o que é ter de a disfarçar durante uma vida inteira ;)

A Irene menciona sempre "o bebé" depois de "Necas". Já pensei que pudesse ser um amigo imaginário (apesar de achar que poderá ser cedo), mas quando pergunto quem é o bebé, ela diz que é a Necas, o que me deixa mais descansada.

Estava sol. Um sol que me preocupou por possivelmente me estar a derreter a base que tinha na focinheira, mas o que importava? Estávamos ali os dois a olhar para "o bebé e para a Irene". É relativamente frustrante quando ela fica mais virada só para brincar com as pedrinhas, mas é o que o Frederico diz "isto é para ela, ela é que decide o que quer fazer". 







Depois fomos para casa, hora do banho, hora de a por como eu mais gosto: cheirosinha. Sem cheiros adicionais de perfumes, nem nada. Cheiro a banhinho e a roupa lavada. Continuei de máquina em riste porque não aproveitar este sol de fim-de-tarde que desenha umas sombras giras é crime. 




Sou apaixonada por este pijama. Acho que já largamos definitivamente os polares (até porque já não lhe servem).



Ela é louca por este garfo azul. Acho que aqui já devia ter alguma fome e estava a fazer olhinhos marotos ao gato já que se diz que há quem os coma... 



Adoro as posições deles. Mal sabem que um dia um PT chato lhes vai exigir isto num ginásio qualquer.



Esta deixou-me também "comovida" (entre aspas que não sou a Joana Paixão Brás e não me comovo com tudo o que me aparece à frente, tipo um bloco de papel cavalinho). A Irene tinha as mãos frias e o pai perguntou se podia aquecê-las. Ela levantou-se prontamente e foi. Adoro ter uma máquina à mão.

Amo a minha família. Com estes planos simples, estes pormenores, sinto que ganho força para tudo. 

(abimbalhei muito?)

5.17.2016

Ficou louca!!

Moramos muito perto da estação de comboios. Quando não tínhamos tempo para dar grandes passeios ou quando eu estou mais cansada e não estou com paciência para grandes rebaldarias, vamos só "ali" e vemos os comboios a passar. 

Começou a adorar comboios. Depois lembrei-me que, como tinha passe para ir para a rádio no Chiado, que podia entrar e sair com ela e vermos os comboios mesmo dentro da estação. Ficou ainda mais fã. 

Ontem, depois de a ter trazido à rádio para conhecer os meus colegas todos e as instalações...




... a Irene pediu para ir ver os comboios: 

- Irene ver comboios.

- Irene... não vamos ver comboios. Vamos andar de comboio?

- SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM.

Começou a loucura. Desde o descermos as escadas, a comprarmos bilhete, a passar pela máquina, estarmos dentro da carruagem, o barulho que o comboio faz...





Ficou louca.

Chegamos ao Rossio, bebemos um suminho de laranja e voltámos.


Que ideia tão simples e que nos deixou tão felizes. A brincadeira ficou em 5 euros, mas dá para contar à noite, para ela adormecer durante uns bons meses.

Conto-vos isto porque também me diverti imenso e porque, às vezes, só por pararmos um bocadinho para pensar podemos ter uma ideia simples mas que muda tudo, foi o caso ;)

Somos tão parvas!

A sério. Não sei como vocês ainda nos levam a sério. Vão deixar de levar depois disto, só pode. Aproveitámos a boa vibe (yô) do babyshower da Luisinha para disparatar em frente à máquina fotográfica. Foi isto.







É bom ter uma amiga assim, sem medo do ridículo, que alinha nos mesmos disparates que nós (e nem é preciso metermo-nos em drogas nem nada). Gosto mesmo da minha Joana Gama. E agora - incha porca! - prepara-te para conduzires o barco sozinha durante uns tempos, que eu vou entrar em modo parideira e não estou para deixar 292810 posts escritos. Love you.

 Espaço -  Mom and Me 

5.16.2016

Nunca tinha visto tanto sangue na vida :(

A sério... até hoje a Isabel nunca se tinha espatifado desta forma. Tem dois anos e dois meses, até era normal que já se tivesse esfrangalhado toda numa esquina de uma mesa, que tivesse dado com a cabeça num brinquedo pontiagudo, eu sei lá. Mas não. Não como hoje. Hoje a miúda deu uma queda enorme, que vi de soslaio - e não, não foi em câmara lenta, foi rapidíssimo - de uma cadeira alta que temos na cozinha (daquelas de balcão) para o chão. Ela já não quer ficar na cadeira da papa, aprendeu a subir para estas cadeiras altas dos "crescidos" (a miúda tem imensa genica) e até hoje tinha corrido tudo bem, porque sabia que tinha de pedir ajuda para descer. Sempre pediu. Só que, estava eu de costas e ela lá se lembrou de tentar passar da cadeira para a banca da cozinha. Vejo os milésimos de segundo dessa operação, ainda pôs as mãos no balcão, mas o resto do corpo não chegou lá. Eu também não fui a tempo de chegar lá. O coração gelou, mas mantive a calma. Caiu de corpo inteiro no chão, de lado. A cabeça não foi primeiro e acho que os braços amorteceram a queda e a cabeça só bateu depois. Foi o que me pareceu. 

"Daviiiiid! Vem já aqui!, gritei baixinho - acho eu - para não a assustar. Peguei nela, dei-lhe mil beijinhos, tentei ver logo a barriga, os braços, as pernas enquanto ela estava num pranto enorme, quando o David me diz "sangue no nariz!". E foram litros. Pedi-lhe logo uma toalha, com a maior calma - que me saiu não sei de onde -, sentei-me com ela, inclinei-lhe um bocadinho a cabeça para trás, beijando-a muito. A minha camisa branca, a camisola branca dela, o chão... era um rio de sangue. Felizmente estancou de forma rápida e ela parou de chorar. Voltámos a analisar tudo muito bem e a achar que se algo estivesse partido, não pararia de chorar. Tudo acalmou, trocámos de roupa e falámos sobre o que aconteceu. Ainda antes de sair para a escola - onde pedimos que ao primeiro sinal de alerta nos avisassem - recapitulou tudo o que tinha acontecido e o que fez de errado (apesar da culpa ter ficado a morar comigo).

Será que ficou alguma coisa da nossa conversa? Será que vai voltar a tentar tamanha proeza? Horrível, horrível. Nunca estamos preparadas, nunca. 

Amor da mãe.

Foto tirada uns 5 minutos antes da queda 

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Adoro não almoçar fora.

Durante a semana almoço sempre no trabalho. Trabalho no Grupo Renascença Multimédia e, anteriormente, trabalhavamos no Chiado com imensas opções fora do edifício: Vitaminas, pizzarias, os Armazéns do Chiado com a sua zona de restauração, restaurantes vegetarianos, etc. Mesmo assim, toda a equipa da Mega Hits (praticamente toda e todos os dias) prefere almoçar no local de trabalho e juntos. Se depois vamos passear, isso é com cada um. Gostamos de comer a comida que sabemos de onde veio e que está exactamente como nós queremos (comidinha de casa), comer ao nosso ritmo, não termos que esperar por mesas, esperar que nos atendam e sirvam, etc. 

Almoçamos todos juntos. Tínhamos um micro-ondas no nosso andar, devagarinho íamos aquecendo e conversando. Poupamos imenso dinheiro assim.

Agora, mudámos de instalações, estamos num sítio maravilhoso - Quinta do Bom Pastor em Benfica, e ainda nos estamos a ambientar a novas rotinas. O que sei é que agora tenho uma marmita cheia de glamour e que combina com o design modernaço dos nossos edifícios. 




Já tinha a marmita anterior e esta, além de ter um design ainda mais apetecível (estilo Apple com round edges), também se tornou mais prática por já não precisar do elástico para ficar bem fechada. Tem agora duas coisinhas (termo técnico haha) de lado (que, ainda por cima a tornam mais bonita) e que fecham perfeitamente os dois andares, além de acondicionarem os talheres-fetiche. Fetiche porque eu morreria se houvesse uma colecção destas para comprar e para ter em casa. São giros, pá. Engata-los-ia tranquilamente se os visse numa saída à noite. 





Ando também a ler um livro que se chama Comer Bem, Viver Melhor que, do que já li, diz que ao fazermos dietas que não nos estamos a ajudar minimamente nem a sermos mais saudáveis nem a emagrecer, que devemos mudar o nosso mindset e devemos é comer o melhor possível, saudavelmente, sermos foodists. Acho que trazer comida para o trabalho é parte da rotina que nos permite comer de melhor maneira e, ainda por cima, com uma marmita tão gira (e mala, viram a mala?) dá ainda mais gozo. É como se fosse uma extensão da minha obsessão por artigos de papelaria mas ao transporte de comida. 



Depois de estrear novas instalações, um novo estúdio também, adoro ter uma nova marmita em que traga a minha comidinha cozinhada pelo Frederico (sou uma mimada, eu sei ;)). 



Vocês também almoçam no trabalho? Eu juro que gosto! Sou uma Marmita Lover.

Marmita, mala e talhares - Smartlunch

5.15.2016

A verdade é esta: não temos dinheiro.

Bem sei que há pessoas em situações muito piores (há sempre), mas esta é a verdade: adorava presentear-vos com fotografias de uma ida em família a Lago de Como (Itália), mas temos que nos arranjar com o que há cá. Não é um post de uma ida fenomenal a um sítio maravilhoso, mas é um post que retrata uma das melhores tardes dos últimos tempos num evento de street food em frente ao ikea (não me pagaram, ponho em minúsculas porque não merecem mais atenção) de Alfragide.

Uma coisa que me pareceu meia "mal-amanhada" (no sentido em que fui à espera de uma coisa tipo pavilhão da Expo98 ahah) mas que nos fez a todos (eu, a Irene, a minha amiga Renata e o filho dela - que não posso publicar fotografias infelizmente porque tenho umas maravilhosas de hoje - Diogo) muuuito felizes. Meia dúzia de roulottes de crepes, hamburgueres, crepes (já tinha dito?), sumos, algumas bancas de coisas boas (uma delas era de uma leitora nossa que me veio dar dois beijinhos e que estava a vender sabonetes 100% naturais - ByMeny - cheiravam muito bem) e música pimbalhona a acompanhar. Perfeito. Juntando a isto algumas cadeirinhas da relva daquela loja sueca que não merece miminhos (ao contrário da banca da leitora), foi uma tarde mais do que perfeita. Eles tinham espaço para correr, apanharam sol e - mais importante que tudo - cansaram-se e adormeceram rápido ;)

A Renata e eu pudemos quase que relaxar nas cadeiras, mamar um valente crepe de Nutella com banana e ainda enfardar umas batatas fritas ali da barraca ao lado (não fiques triste, mãe, amanhã compenso e como só sopa o dia inteiro - a minha mãe cai para o lado se me vir a engordar de novo ou se um dia não pesar 21 kgs como ela ;)). 

O fim-de-semana podia só ter sido hoje que eu sentia que tinha valido a pena. Isto tudo para vos dizer várias coisas: 

1) Informem-se sobre as coisas que acontecem ao pé da vossa casa, há planos muito giros e que se podem tornar no melhor do vosso fim-de-semana. 

2) As pessoas que têm blogs sofrem imenso quando têm amigas que não deixam (e lá têm os seus motivos) publicar as fotos dos filhos delas (tenho umas aqui tão giras buáaaaa).

3) Nutella e Banana? Epá, sim. Acho que fiz amor com aquele crepe e estou-me a borrifar se ele gostou ou não.

4) Renata, adoro-te, estou muito feliz por nos termos voltado a encontrar e já mães e, ainda por cima, vizinhas. Acho que já reparaste porque não somos destas merd*s e até demos meio abraço hoje. 


Tudo dela.

Sim, às vezes não me apetece lavar-lhe as mãos depois de se chafurdar toda com canetas. 

Parecem aqueles pormenores fotografados por fotógrafas com máquinas de jeito. 

Vou continuar em negação que a camisa lhe esteja curta. 

Apetece-me beijá-la tanto e com tanta força que até lhe metia os olhos para dentro. 

Aqui parece que já dá para ver como vai ser quando for grande. 

O cabelo impossível de domar. 

Ehhh dentuças!

Ela abraçou-me espontaneamente, apesar de provavelmente estar super envergonhada da mãe estar de calções tão curtos e de collants pretos opacos. 

A minha velhota.

O casaco de não sei quê Inglês que a avó Sílvia lhe deu. Bordado inglês? Parece um padrão em braille. É giro.

Se calhar a Avó não vai gostar muito de ver o casaquinho no chão do campo de futebol ali de Alfragide.

Ahh não se passou nada.

Ups.

Camisinha, laço betinho e casaco de bordado inglês... Joana Paixão Brás, o que me estás a fazer???

Mais flexibilidade que a mãe num dia bom. 

E acabou assim o dia, mesmo em cima da hora de jantar. Super feliz. 

Roupa toda - Zara que eu cá não complico muito.

Sportinggg, Benficaaaa: de que clube é a miúda afinal?

Sou do Sporting, o pai é do Benfica e a miúda é do...

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5.14.2016

Gaguejei na SIC Mulher e falei de sexo na Antena 3

Temos andado a promover o nosso livro (e o blogue, claro) pelos meios de comunicação "afora". Acho que, apesar de gaguejar sempre um bocadinho aqui e ali - para quem não sabia, sou gaga (podem ler aqui) - tenho conseguido passar por cima desse obstáculo com naturalidade e sem qualquer vergonha, aliás, como sempre o fiz. 

Acho que se não vos contasse, achariam provavelmente que era só nervosinho normal e hesitações no discurso. Também é isso, mas é mais do que isso. Quando sou eu a entrevistar e a tomar o controlo da situação, controlo-me sempre um bocadinho melhor, mas quando é mais imprevisível e estou do outro lado, gaguejo sempre um bocadinho. Tudo ok, sou eu. 

Por acaso saí da entrevista com a Ana Rita Clara, no Faz Sentido, da SIC Mulher (que podem neste link: aqui), a achar que só tinha gaguejado, que não tinha corrido grande coisa ou que não tinha estado à altura, sei lá. Depois vi em casa e - raro em mim - até gostei de me ver. Nada de especial, mas nada que envergonhe. 

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Ontem, fui à Prova Oral, da Antena 3, com o ganda maluco do Fernando Alvim (podcast: aqui), com a Sara-a-Dias, a nossa ilustradora (e minha amiga desde a faculdade) e foi muito giro. Falámos dos partos (o da Sara demorou 24 horas, whatttt?), de mamas, dos cabelos que caem no pós-parto, eu sei lá... Se não conhecem o programa, digo-vos para estarem à espera de bastante parvoíce e boa disposição (não vão aprender nada hehe). Uma hora que passou num ápice - pelo menos para mim. Depois ainda gravámos mais 20 minutos e teria ficado ali à conversa mais uma boa meia hora, não estivesse já cheia de chichi e com uma contracção lá pelo meio, com afrontamentos à mistura (estou nessa fase).


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Foi uma semana cheia de holofotes e passadeiras vermelhas (estamos aqui, estamos a dar autógrafos na rua haha) e demasiado entusiasmo, tanto que ontem aqui a menina teve de ir tomar um banhinho de banheira cheia para relaxar, que já andava a contar contracções de 10 em 10 minutos e coiso e tal [sabem o que me aconteceu? Adormeci e dormi uma hora na banheira...]. Está tudo bem, hoje tive consulta e a Luisinha ainda está subida, pelo que não deve acontecer nos próximos dias. Ufa. Na próxima semana, já vou descansar mais, prometo!


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5.13.2016

Algo que me deixa... de rastos.

Sabem aquelas músicas tão mas tão bonitas que nos deixam tristes? Que parece que dão a volta? Na volta não sabem e é uma coisa só minha, mas... eu tenho a tendência para documentar tudo o que tenha ao meu alcance da Irene. Faria na mesma com blog ou sem blog. 

Depois, quando ela adormece e revejo... fico com o coração tão... mas tão apertado (não tenho outra expressão) da gratidão enorme que sinto de ser mãe e mãe da Irene. Acho que fico com saudades apesar de nem "há meia hora" ter pedido a tudo e todos para que ela adormecesse rápido, que me queria vir embora.

Acho que somos as maiores, juntas. E tudo porque ela é... a melhor filha que eu podia ter. 


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 É bom sentir que sou capaz de gerar, criar e amar um pedaço de vida assim, tão perfeito.