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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Como está a correr a vida em Santarém?

Ninguém perguntou, mas já soube que algumas pessoas se mudaram para o campo depois da minha mudança. Não me posso sentir a responsabilidade desse passo, como é óbvio, mas fico feliz se correr tão bem como tem corrido connosco.

Não vão ouvir aqui só passarinhos. Nem sempre é bom (como em tudo na vida). Tenho melgas em casa e toda a espécie de bicharocos (até um morcego...), uma casa destas requer maiores cuidados e limpezas, não tenho amigos por perto, etc, etc, etc. Mas o que é bom, não é bom, é óptimo.

A vida é mais calma, não perdemos tempo no trânsito, há imensos parques espalhados pela cidade e vamos variando, se não formos passear depois da escola, há sempre flores para regar em casa e festas para fazer aos cães, as caras são-nos mais familiares... é bom, muito bom.

As miúdas são felizes aqui. Sê-lo-iam provavelmente numa grande cidade porque o mais importante não é onde estamos, mas com quem estamos. Mas há algo em mim que me diz que esta ligação à terra, irem apanhar amoras, ir à horta da vizinha apanhar feijão verde, andarem descalças na rua lhes dará memórias para a vida. 

Agora que a Luísa foi para a escola, tenho tido mais tempo para a casa e para mim, assim como para o blogue e outros trabalhos (escrevo e faço locuções), e, apesar de ter de ir algumas vezes a Lisboa e voltar, faz-se bem. Tenho 6 horas sem elas para gerir (e acreditem, passa a correr), mas, apesar desta fase de adaptação ter sido difícil até para mim, já percebi que vamos ser muito felizes este ano. 
Estou confiante. 

Por isso, a resposta à vossa pergunta imaginária: a vida em Santarém está a correr bem. 










 


www.instagram.com/joanapaixaobras
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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A outra Joana não me vai perdoar...

Só podem andar a dormir! Só podem, mesmo!!


Têm visto as fotografias da Joana Paixão Brás? As que ela tem tirado às filhas? Desde sempre que teve muito jeito para isto, mas parece que o segundo parto fez com que se tornasse profissional. Há quem diga que nasceu para ser mãe, eu acho que a Joana nasceu para ser fotógrafa. 

Ela não me vai perdoar, mas c*guei! 

Peçam-lhe para vos fotografar as filhas, eu fico a agente dela! :) Enviem e-mails para mim joanagamafreire@gmail.com que eu trato disso só para que ela não aceite fazer tudo de graça por ser boa pessoa. 

Eu espero que ela se torne famosa para lhe sacar uma de graça! 


(eu não estou a brincar!)

Ai só agora reparei que estão vestidas de igual, Meu Deuuuus!

Epá que coisa linda... 

Quase que oiço uma música nesta fotografia.

Sim, a Joana leva adereços deste calibre para as sessões certamente. 




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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Pintei o cabelo de roxo e cor-de-rosa. Crise dos...31?

Será?



Se calhar.


Seja como for estou kicking ass, biatttheeeesss!!!





Desde pequena que quis fazer uma coisa mais fora. Quando era mais nova queria ser mais loira e tanto punha água oxigenada (não resultava assim grande coisa) como betadine no cabelo e escorria amarelo na natação. Agora já posso fazer as coisas de uma forma BEM melhor, pelas mãos da Lina do Nela Cabeleireiros e vou "chafurdar" para sempre. Acho que a minha vontade de mudar o meu visual vai durar mais que o meu casamento (ehhhh).

Se isto são os 31, estou tão tranquila ;)

Também têm uma vontade secreta de fazer coisas esquisitas ou são mais de ir fazer uma nuance e ficarem ofendidas por ninguém ter reparado como a Joana Paixão Brás? :)


 ❤


Fotografia - The Love Project 

Cabelo e Unha de Gel - Nela Cabeleireiros

Smartwatch - Fóssil

Filha - Eu e o pai dela


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terça-feira, 18 de julho de 2017

A minha filha merece uma exposição no Tate.

Corro o risco de parecer aquelas mães maluquinhas que vêem logo pequenos génios têm eles 12 dias de vida e fizeram um cocó em forma de caracol ou bolçaram para o colchão e ficou um Pollock. Nada disso, as minhas filhas são perfeitamente normais, com imenso talento para desarrumar e para danças contemporâneas no chão enquanto fazem birra, além de atingirem agudos que nem a Maria Callas conseguia atingir.

Vá, tinha de fazer esta introdução para não parecer demasiado contentinha por ter uma filha que parece gostar muito de fotografar (sim, todos gostam, regra geral). Tenho um medo que me pelo de lhe emprestar a minha Canon, mas a miúda fica tão entusiasmada, mesmo quase não aguentando o peso da dita, que eu não lhe consigo dizer "não". Claro que não tem noção de enquadramento, é tudo ao calhas, mas eu olho para tudo isto com ternura (menos quando me enche um cartão inteiro com fotos de garfos e eu fico sem espaço para o resto). 

Vejam lá se, a preto e branco, não poderiam estar numa exposição num Tate Modern? Hã hã? Ah pois é. Já vi coisas com menos interesse. (ahah)
[Estou a gozar]

Sister.


Smiling father.


Light.

Mother and child.

(a mãe já vai)



Reflexos.

(meio copo de água)

Inexpugnável.

(ahah)
Garfo e caroços de azeitona.

Fotografias: Isabel Brás da Silva
Edição: Joana Paixão Brás

Ler também: Já dormem as duas juntas.



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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Pensava que tinha morrido.


Ser mãe não é pacífico. Calma que já esgotei os meus cartuchos para este mês de lamechices do que é ser mãe, não vem daí mais um texto assim. Vem daí um texto em que vos tento explicar o prazer que é voltar a não ser mãe. Óbvio que a Irene e eu estamos ligadas para sempre como imagino que os gémeos estejam entre si. Uma ligação inquestionável, por muitos kms que os separem ou escolhas. Porém, pensei que tinha morrido. 

Pensei que a minha vida nunca mais voltasse atrás (e não volta). Pensei que a Joana "de antes" era a "de antes", mas afinal não. 

Fui descobrindo-a aos poucos. A Joana que engoliu a de antes e que foi sufocada pela Joana do "durante". 

Essa Joana estava só cheia de medo, com um bebé nos braços e sem saber encaixar a sua loucura saudável, a sua vontade de dizer palermices agora que era mãe. Uma mãe pode ser parva? Uma mãe pode ter piercings nas orelhas? Uma mãe pode querer não ser mãe às vezes? 

Pode. Porque eu posso e, se eu sou mãe e posso, é porque "uma mãe pode". 

Agora, com a separação, tenho uma noite "para mim" por semana (para já, vamos por partes). E a noite da semana que passou foi para ir ao aniversário da Joana Paixão Brás (já vos está a cozinhar um post para logo à noite sobre isso). Estou grata por estas horas. Por não ter que estar com "um olho no burro e outro no cigano" e por poder ser eu, como se ter uma filha fosse uma espécie de segredo. 

Disse disparates, brinquei, comentei, deprimi, falei a sério, falei mais ou menos a sério e quando dei por mim estava num jantar de amigos fabuloso algures na linha com um jantar divinal e a ser a Joana. A Joana que pode não estar atenta a nada porque a miúda está bem entregue. 

E quando supliquei à Joana para que me enviasse as fotografias estava à espera de ver esta. Esta em que olho para mim e em que vejo a Joana pequenina que cresceu, mudou milhares de vezes de escolas, de casas, de amigos, de ideias, de sentimentos, foi casada, é mãe... e... está linda. 

Pensava que tinha morrido. 

Afinal não.


Coisinhas giras: 

Vestido - Mahrla

Brincos e colar - Our Sins 

✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Uma das melhores decisões de sempre.

Sei que nem toda a gente tem esta hipótese. Sei que também tive sorte, mas a verdade é que naquilo que depois pude ser responsável por decidir, decidi bem. 

Neste momento (e calculo que por muitos anos), moro a menos de 5 minutos do trabalho, a 5 minutos da escola dela e a 7 minutos do ginásio. Os três sítios que frequento obrigatoriamente e diariamente. 

Quando a Irene andava numa escola bem mais longe, pelo menos 40 minutos eram passados em viagens à tarde e, com o pai, uma hora e tal de manhã. 

Isto de ter de estar na escola a determinada hora e poder sair 5 minutos antes faz com que o tempo estique. Faz com que os dias tenham as horas que têm e que pareça haver tempo para tudo - apesar de poder não haver energia. Faz com que eu consiga estar a escrever este post de manhã, sem ter de "aviar chouriçada" à noite para conseguir fazer tudo a tempo. 

Faz-me pensar que dantes é que era: trabalhar na aldeia, conhecer toda a gente, os miúdos virem para casa a pé. Vivi um pouco disso quando (atenção à revelação) morei na Rinchoa/Fitares. A casa da minha avó Isabel era tão perto da escola (nº2 da Rinchoa) que ficava a ver-me a chegar à tarde ou conseguia ver-me no recreio com jeitinho. 

Uma das melhores decisões de sempre: ter a Irene na escola ao lado da minha casa que é ao lado do meu emprego.

Quem tiver essa possibilidade, considere seriamente.

Sinto que está tudo alinhado. 

Num jardim bem perto de tudo o que vos falei também. 


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sábado, 15 de abril de 2017

Nunca pensei que este dia chegasse. Its time!

Acho que é típico das mães. Ou, pelo menos, espero que sim. Parece que sabemos que "aquele dia" - seja "esse dia" o dia do desfralde, a entrada para a escola, a saída de casa... - vai chegar mas, no fundo, não o visualizamos, não sentimos na pele que vá acontecer. E ainda bem, que temos de viver mais no presente, mindfulness blá, blá!

Não consigo usar "muito" ou "demasiado" porque acho que o natural é as crianças serem apegadas às mães. Acho também que é natural que, aos poucos - cada família ao seu ritmo - que esse espectro se vá alargando à restante família, começando por aqueles que estão mais perto. 

Até recentemente, a Irene era muito mãe. "Más línguas" ou gente preocupada e bem intencionada diziam ser da "mama", houve quem dissesse que era porque eu tenho uma relação assim e assado com ela, houve quem... A verdade é que chegou a altura: a Irene começou a mostrar de forma muito mais intensa o amor que sente pelo pai. 

Se dantes, em casa, o "sargento" - como ele gostam de me chamar - era o topo da hierarquia para receber mimos e fazer tarefas (que é a Irene a designar "a mãe muda a fralda", "a mãe dá a sopa", "a mãe..."), agora o pai já não tem descanso. E estamos todos muito felizes com isso. 

A Irene tem mais um companheiro em tudo o que queira fazer e não há nada que me deixe mais comovida que vê-los juntos (a não ser, talvez, quando me chega uma encomenda da Zara). 

O pai brinca de outra maneira e ela já vê quais são as especialidades de cada um. 

Isto tem-me dado uma pica para ir reajustando a minha vida que nem vos conto. Compensa esperar pelos timings dela. Tudo a seu tempo. Agora que é mais pai, a mãe pode ser mais outras coisas ou até voltar a estudar - deixem-me ter este sonho até ver horários e propinas (até tenho medo de ir ver e de ficar triste). 


 


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domingo, 4 de setembro de 2016

Será que ainda vou a tempo?

Tenho uma tia que vive em França desde que me lembro. Sempre que ela vinha a Portugal era uma festa porque trazia imensas prendas (é a verdade, o que querem?). Depois, houve um ano em que decidi fazer uma viagem "sozinha" a Paris e acabei por conhecê-la bem melhor. Agora valorizo muito mais a experiência e sinto que é uma adulta (ela e o companheiro Maxime) com quem posso falar sobre coisas mais profundas e interessantes. Este meu lado da família é mais dado à leitura e cultura, se é que assim se poderá dizer. É o lado do meu pai. Associo a um lado mais intelectual. 

Bom, fui ter com eles e o meu irmão Tiago e madrasta Bibi também foram e, sim, há um evento qualquer no Jardim da Estrela (por ser o primeiro fim-de-semana do mês) com bancas muito giras de coisas artesanais, mas acima de tudo, o jardim é magnífico. Não conhecia (se me lembro de lá ir uma vez há muitos anos é muito) e fiquei apaixonada. Claro que a companhia é muito muito importante (estava em família). Será que ainda vou a tempo de vos sugerir irem lá hoje? 

Casais a namorarem na relva, piqueniques com bebés, crianças a andar de trotinete, música ao vivo... 

Pareceu-me estar bem distante da rotina e teve o efeito de férias em mim...

Cada vez mais fã de jardins. Não me apetece nada que acabe o bom tempo... Grr...








 

 


 

 

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Ficámos fechadas em casa.

E foi maravilhoso. Além de estar doente (constipação, nada de grave, mas já debilita qb), ando a por em prática o que vos contei neste post. E aqui estão as coisas que fizemos ontem à tarde: 

As canetas para vidro da Tiger que já vos tinha falado noutro post.

Experimentei fazer os clássicos carimbos de batata (difícil, pá). 

E juntá-los às aguarelas da Irene.

Nota-se que são da Irene. Se fossem minhas estavam limpíssimas, imaculadas - até porque nunca as teria usado. 

Tenho uma mini-mulher em casa...

Ouviste bem: MINI-MULHER!

Toda babada de tanto tentar! Adoro a persistência deles - é mesmo de quem não tem nada para fazer.

O Noddy e a Bubbles.

A Irene a aperceber-se de que para encher um balão tem de ter mais de 5 anos e menos de 60.

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