10.22.2017

O dia do filho único!

Em quase ano e meio, nunca tinha tirado três horas só com a Isabel. Aquelas tais horas do filho único. Conscientemente, nunca. Ou pelo menos, nunca só as duas, num passeio onde pudéssemos estar, conversar, brincar e fazer coisas juntas. Fazia-nos falta e eu não sabia. Já tínhamos ido ao cinema com ela, os três, duas vezes (a primeira vez para ver a Bailarina e na semana passada fomos ver o Carros 3 - estávamos os 3 sozinhos no cinema e foi giríssimo!), mas estávamos ocupados e desligados, se é que me entendem. Já ficámos várias vezes as duas em casa enquanto a irmã dormia a sesta ou então de manhã, quando a Luísa dormia mais uma horinha, mas nunca foi algo intencional e propositado.

Desta vez, a conselho de uma amiga (a propósito do facto das minhas miúdas andarem sempre a tentar a arrancar um olho uma à outra), fui sair com a Isabel. Ainda para mais depois de dois dias em que fiquei em casa com a Luísa por ela estar doente e que ela teve essa exclusividade. 

Foi maravilhoso! Fomos de carro a conversar e a cantar, almoçámos as duas, fomos ao jardim jogar à apanhada e à sardinha, apanhámos pedrinhas e musgo e fomos às compras, escolher legumes, que ela adora (e lembra-se sempre da lista toda do que precisamos, incrível). Em ano e meio nunca tinha sentido necessidade de o fazer, mas a verdade é que nos estava a fazer falta! Pudemos olhar-nos olhos nos olhos, estar atentas uma à outra, sem mais ruído. Acho que ela se sentiu especial e eu gostei de a sentir assim. 

A partir de agora vai acontecer mais vezes, de certezinha. Com uma e com a outra. Pelo menos uma vez por mês.


Túnica e vestido - Bastidor Colorido
Carneiras - Maria Pipoca

Cão - Pipo 😉

 
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