1.23.2015

Afinal havia outra (#02) - Violetta, Violetta



É em dias como hoje - em que milhares de pais em procissão se encaminham para o Meo Arena, atrás de um bando de filhas histéricas e de bandeiras da Violetta em riste - que agradeço ter sido mãe apenas há 17 meses e uns dias. A minha filha não diz pão, quanto mais Violetta e por enquanto gosta de rock e música alternativa. De vez em quando brindamo-la com alguma pop azeiteira (mas em bom). O máximo que autorizamos lá em casa é a música do genérico final da Casa do Mickey Mouse, a “Olha a Bola Manel” e “o Balão do João” – duas canções bastante tristes onde os protagonistas acabam a chorar mas que a minha filha parece apreciar de sobremaneira – e a canção do Ruca. De resto, a criança ainda não tem querer e estas músicas só são accionadas em loop em casos urgentes de birra eminente. Para dançar, Twin Shadow e D’Alva são os preferidos mas na verdade basta cantar “lá lá lá” para ela começar a abanar o esqueleto de forma bastante desengonçada e hilariante. A minha filha tem o ritmo no corpo mas não é um ritmo oriundo da américa latina. Quando for suficientemente grande para escolher, Violetta já estará transformada numa Miley Cyrus ou Britney Spears demasiado bêbeda para encantar criancinhas. Assim o espero até porque, como disse Ricardo Araújo Pereira na sua Mixórdia de Temáticas dedicada ao tema, “o problema não é serem cantorias, é serem cantorias em espanhol”. Eu pensei que o flagelo de “Carrossel” e “Chiquititas” tivesse servido para aprendermos alguma coisa mas aparentemente não. E não, o facto de Violetta ser da Disney não altera a triste realidade de terem filhas viciadas numa telenovela. Volta Gabriela, que pelo menos não cantas e és mais crescida. E boa.
Burros que somos não aprendemos nem com as novelas venezuelanas nem com o Avô Cantigas. Xana Toc Toc, miúda, estou a falar contigo. Mais esquisito do que um velho que nem é velho (estou a falar de quando eu era miúda) e que veste jardineiras, é uma quarentona com braços de ginásio e bronze de solário que gosta de se vestir de boneca e dar-se com crianças. É até ligeiramente perturbador. Vejo pais de pele pálida e ar miserável a falar na televisão nos concertos dos Caricas e da Toc Toc, com os filhos aos pulos o tempo todo, a confessarem que o rádio do carro já não lhes pertence e que todas as viagens eram feitas ao som das canções dos filhos.
Pais que sofrem tenho uma cena para vos dizer: os grupos infanto juvenis não são uma invenção deste século. Em 1980 e picos havia uns grupos musicais chamados Ministars e Onda Choc que enchiam salas de concertos e apareciam todos os fins de semana na televisão. Lembram-se? Eu, como vocês, hoje pais da minha geração, adorava-os, queria ser como eles e comprar roupa nos Porfírios e na Cenoura (dois opostos). Mas não deu, azar. A roupa era cara para caraças e os meus pais não foram em cantigas, literalmente. Também nunca me passou pela cabeça obrigá-los a ouvir os Onda Choc, fosse no carro ou em casa. Com os meus pais no carro ouviam-se os Beatles e os Supertramp e o Eric Clapton e o Elton John. No carro da minha avó aprendi a letra de “Eu tenho dois amores” porque se ouviam as cassetes da minha avó e não as minhas. E se o Marco Paulo não é razão suficiente para os pais recuperarem o controle dos rádios dos seus carros, não sei qual será. 
Leididi, mãe há 17 meses
O Blog do Desassossego

Afinal havia outra é a nova rubrica do A Mãe é que sabe, escrita por outras mães que não as Joanas. Podíamos dizer, qual candidata a Miss Mundo, que queremos dar voz a outras mães mas no fundo, no fundo, o blogue está a correr tão bem que já nos podemos dar ao luxo de ter escravas a trabalhar por nós. 

Afinal havia outra - (#01) Grávida pela primeira vez

Tenho saudades de estar grávida. Grávida pela primeira vez. É algo irrepetível que nos marca para sempre. Tenho vivido de perto a primeira gravidez de uma amiga e é incrível ver nela as minhas dúvidas, as primeiras descobertas e o amor que cresce desde o primeiro minuto. Desafiei-a a escrever sobre este estado de graça e o resultado não poderia ter sido melhor.

Do estado de graça ao estado de alarme

“A mãe é que sabe” propôs-me escrever. Não hesitei! Gosto de o fazer, mas atenção, esta mãe ainda não sabe nada! Estou na chamada primeira viagem e ainda me falta sentir o cheiro da minha menina (pirosa já estou! Melhor só o pai que lhe chama “a minh'Alice”). Sinto-a e vejo-a. E sinto cada vez mais porque soluça muito e porque deve fazer coreografias dentro de mim! Vejo-a cada vez mais porque ando a fazer ecos semanais. Já a vi num sonho e num pesadelo. Também sonham com isso? Já a vi morena linda e já a vi tipo lobisomem cheia de pêlos (é que nem a dormir a paixão e o medo se largam). Mas falta-me o cheiro! O cheiro maravilhoso a bebé que deve superar tudo quando o bebé é nosso. Só quando a sentir nos braços e me preencher os cinco sentidos começarei a tornar-me "uma mãe que sabe". Por agora, sei que passei de um estado de graça a um estado de alarme. Sei que a gravidez é este turbilhão entre a paixão e o medo. A paixão por passarmos a sentir dois corações dentro de nós... Por passarmos para um lado transcendente e tomarmos consciência do nosso super-poder.

Depois, a paixão que se reacende com o pai e a compaixão por quem nos rodeia e mima! Não sei se é assim noutro lugar, mas os portugueses sorriem para as grávidas (exceto nas filas do supermercado). Durante os nove meses não há quem nos queira mal, mas há um estado de alarme! Começa quando as análises confirmam a gravidez e esperas três meses até anunciar. Porquê? Nunca pensei fazê-lo, mas decidi guardar segredo. Um medo que se intensifica a cada ecografia. Na véspera não se dorme bem e antes de entrar respira-se fundo. Depois, vamos sorrindo devagarinho a cada boa notícia mas só no final soltamos o grito.

Chega a preparação para a parentalidade (só nomes pomposos). Vale muito a pena, mas acciona o estado de alarme! “Já têm pediatra?” “Já sabem onde vão ter a criança?” “Creche ou avós?” (Bolas, será que já deveria estar a tratar disto às 26 semanas?) E o doudout? (um boneco para dormir) “Se dormirem já com ele terá o vosso cheiro e acalmará a criança!” (Raios, não estava a pensar comprar nada disto e já temos o boneco na cama e duas chuchas na gaveta). E quando rebentarem as águas, se for transparente podem tomar banho e comer, se for verde não demorem tanto e sigam para hospital, e blá blá blá. E eu que sou calma e descontraída começo a acusar a pressão!  “Não posso esquecer disto!" “Ai não tenho camisas!” “Ai 'bora lá ver da creche.” “Recapitulando, se for verde... Errr!” Mas depois respiramos, descarregamos no pai e voltamos à normalidade, nunca total.

E não termina aqui! O estado de alerta vermelho dá-se lá para o último trimestre. “Aí tenho uma dor.” “Aí não, é bexiga cheia.” “Ui estou a ter uma contração.” “Vê lá o que achas?” “Não me parece, a barriga não está toda rija.” Diz o pai. “Olha agora é mesmo!” “Sim, agora é!” “Mas hoje já tive uma.” “Mas foi há uma hora.” “Olha outra. Espera. Desta vez é uma cólica.” “Será que isto é mesmo a miúda a mexer?” Entretanto já fez uma coreografia e põe-me também a saltar cada vez que mexe, mas pelo sim pelo não pedimos ao pai que coloque a mão para confirmar. “Estarei com falta de ar?” “Não, é ela que já ocupa espaço.”

Pode não parecer mas a paixão aumenta muito mais do que o medo. E o medo já é fruto da paixão. É o nosso estado de graça que nos coloca em alarme, porque o amor é tanto e não queremos que os nossos poderes especiais falhem. Não é, mães que sabem? 



 
 Célia Alves, grávida de 35 semanas e 6 dias
Blogue O meu coração de criança
(acabadinho de nascer)


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a Mãe dá (#05) - Livros da Joana Gama

Claro que não vou dar os livros que tenho aqui em casa. Ah, afinal vou!

Não são é aqueles que tive de comprar. Assim é que é!

Escrevi um livro sobre a minha pré-gravidez e, depois, gravidez. Um livro de homenagem à Irene.

Um livro que mostra como a mãe foi mudando com o tempo, como foi preparando a cabeça para a chegada da filha e tudo o que foi crescendo nela (para além da borreguinha na barriga).

Fica aqui uma descrição mais profissional do livro:



Estou toda grávida - Crónicas de uma vida anunciada" é a perspectiva de uma outsider sobre algo que está a acontecer inside her.

A maria-rapaz lá da escola que nunca quis ter filhos está agora ansiosa por ter um e está a ver a sua barriga a crescer.

É o crescendo de uma mentalização, o derreter de um cubo de gelo e um escorregar emocional no que é a maternidade. Isto, pela miúda que usava um boné da Nike quando queria estar bonita para ir para as aulas.

"Irrita-me a forma como falam com as grávidas no sites e nos livros. Tratam-nos como se fossemos uma espécie de Carris metal: somos úteis para transportarmos pessoas, mas suspeita-se sempre de um atraso."

"Na última consulta, a Dra. tinha dito que era uma menina, mas que só tinha 80% de certeza. Agora vimos o pipi! Não da Dra., claro."

"Estou a adorar estar grávida! A ver se não me afeiçoo muito a este estado de graça, senão depois passo os dias a ver se consigo voltar a pôr o miúdo ao pé das minhas trompas."


Se já alguém tiver lido o livro, diga (de mansinho, se for negativo para eu não chorar) o que achou nos comentários :)

Senão, podem ver esta entrevista em que pareço extrema amiga do mê amigo Mané e, um dia minha patroa, Cristina Ferreira:

Entrevista no Você na TV aqui (entro aos 9:02, mas as outras senhoras são muito queridas e simpáticas, vale a pena ouvir o que elas têm para dizer também).

Vá, toca lá a participar para eu oferecer dois livrinhos (e... e...! ;))

Para participar é preciso:
1) Fazer like na página d'a Mãe é que sabe (mas isso já está, não é?)
3) Partilhar publicamente o link do post no seu perfil do Facebook.
4) Preencher o formulário em baixo.


Condições:
Os vencedores será anunciado algures durante a próxima sexta-feira, 30 de Janeiro.
Os vencedores serão escolhidos aleatoriamente através de random.org.

Só é válida uma participação por endereço de e-mail.



1.22.2015

Carnaval para bebés: sim ou não?

É a discussão do momento. É um assunto tão importante que vai a debate parlamentar. E eu estou à beira de um ataque de nervos porque não sei que faça. Preciso muito da vossa ajuda, antes que seja tarde demais...

Os bebés têm Carnaval ou não têm Carnaval? Devemos fazer deles os nossos macaquinhos, sem eles terem a mínima noção do que está a acontecer e se nem se vão lembrar? 

Confesso, não vou em carnavais. Se for assim no Brasil, com 30 e tal graus e uma caipirinha no bucho, aí já 'tamo falando outra língua! Me chama q'eu vou!

Agora por cá, tenho dificuldade a achar piada a isto. Raras foram as vezes, nos meus 28 anos de existência, em que não choveu, em que não fez frio, em que não achasse descabido bundas desnudas a tentar sambar e a fingir que está tudo numa grande alegria. 

E, atenção, não sou uma pessoa cinzenta, adoro festejar e celebrar, não tenho medo do ridículo, mas Carnaval para mim é como a passagem de ano: ainda bem que só acontece uma vez por ano. Se pudesse hibernar nesses dias, não perdia nada. 
"Ah! É porque nunca vieste a Torres!" "Ah! É porque nunca foste a uma festa de jeito!" A única vez que me mascarei já adulta jurei para nunca mais.

Por outro lado, não quero condenar a minha filha a este espírito anti-carnaval. Por eles, tudo. Até me imagino a agarrar na máquina de costura e a fazer o fato mais cool do mundo para ver a carinha dela feliz. Até me imagino a mascarar-me de novo, por ela.

Mas em bebé faz sentido? Mascararam ou vão mascarar os vossos bebés?

 


 



 

Cheira-me que...

Vou confessar isto e 5 minutos depois vou arrepender-me: 

- adorava o cheiro do nº2 (cocó) da minha filha. 

Está escrito no passado porque, enfim, depois lá teve que começar a comer sopas e tudo mudou. Por muito que goste dela, o nº2 que tinha um cheiro tão agradável (a iogurte e a bebé) de quando estava só a leite foi embora e deu lugar a um cheiro similar ao de um cadáver com alguns meses de putrefacção ao pé de uma ETAR (não me perguntem como é que eu tenho este termo de comparação).

Nunca usei tanto o meu nariz na minha vida (raramente me meto onde não sou chamada) e agora sinto que, sem ele, quase que não conseguia ser mãe. 

É com o nariz que:

- sem os estarmos a despir, podemos saber se têm o tal nº2 ou não; 

- sabemos se, por exemplo, estão com algum problema nos ouvidos (cheira mal, mas também pode cheirar mal e ser só de ter muita cera!);

- quase que nos sai um fo**-se quando lhes cortámos mal as unhas e pegámos neles ao colo;

- o nosso leite é produzido mais rapidamente - gostando do cheirinho deles, libertamos oxitocina e o nosso leite desce (ou sobe ou lá o que é - chumbei duas vezes no código, por isso não me perguntem direcções); 

- nos partirmos a rir por eles ficarem a cheirar a sopa da boca tão pequeninos depois de almoçarem ou jantarem;

Quem haveria de dizer que o nariz nos ajudaria a sermos melhores mães e a gostarmos ainda mais deles? 

Já passaram 5 minutos e, afinal, não me arrependi!

Gostava mesmo do cheirinho do nº2 da minha filha! :)

1.21.2015

Sou avó

Hoje sou avó, por uns minutos.

Uma avó cuida, ama ao quadrado e ainda leva reprimendas. 

Uma avó já foi mãe embora os filhos façam questão de lhe relembrar, vezes sem conta, que já foi há muito tempo, que já não sabe nada e que não é ela a mãe.

Uma avó quer agradar e passar tempo de qualidade com os netos. Não tem de ser mãe.

Uma avó não ralha e mesmo que façam o maior dos disparates “foi sem querer, coitadinho.”

Uma avó mima e (não) estraga. Em muitos casos, não vê os netos todos os dias e quer condensar o tempo perdido num fim-de-semana. Quer voltar a ver crescer e voltar a ser criança. Quer que uma hora seja uma montanha russa de emoções.

Uma avó deixa as maçãs e as peras na fruteira e encarrega-se de lhes adoçar a boca, mas não faz mal porque “é só hoje”.

Uma avó partilha segredos com os netos. Quer criar cumplicidade e não quer levar na cabeça.

Uma avó fala pausadamente, com carinho e frescura na voz, e com toda a paciência do mundo. Está disponível para fazer o avião, mesmo que as cruzes não colaborem, e para fazer ovos com salsichas, caso eles não queiram a sopa.

Uma avó é presa por ter cão e por não ter. Se o neto faz birra no supermercado, a culpa é dela, que o estragou. Se lhe compra o chocolate, faz-lhe as vontades todas.

Uma avó ama incondicionalmente e tem de levar com o peso da idade como desculpa para não saber nada.

Uma avó quer reaver o tempo que não teve para os filhos e dá o melhor de si aos netos.



À minha mãe, à minha sogra e a todas as avós que nos seguem, 
obrigada por serem o nosso e o outro lado.

Obrigada por serem Avós.


Sigam-me no instagram@JoanaPaixaoBras
e o @aMaeequesabe também ;)

Arrotas a tua parte do bolo e já vais com muita sorte!

Esta é daquelas que dá gozo falar!

Vamos lá pôr as nossas agulhas de tricô imaginárias e a linha à volta do pescoço e começar aqui à "tesourada": 

- Ai filhas, mas e não é que a outra, depois mandou uma fatura de 20 euros aos pais do amigo por não terem ido à festa de aniversário?

- Só podes estar a gozar, melhere!

- Ai não estou, não! A outra perguntou se iam à festa do filho, eles disserem que sim, ó depois não aparecem, ache muito bem! Têm mais é que pagare. Então e se toda a gente fizere isso? A mãe além de ter de aturar a criança a chorare porque nã tem amigos, também tem de depois, ficar a arder com a festa? Ai, comigo, não 'migas. Estou já a dizere.

Tirando a minha mão da anca (que não a tenho, tendo em conta as minhas formas actuais), o que é que aconteceu (assim "por alto" que é assim "por alto" também que se precisa de ler as coisas para comentar, muito à lá tuga): 





Pronto. Aqui está. Acho muito bem, sinceramente, mas eu sou insuportável. Sou a pessoa que, nos jantares de grupo, por não beber álcool, me recusava a pagar parte das bebidas dos outros, etc. Sim, odeiem-me! :) E acho que isto devia virar moda!

Temos muito a mania, em Portugal, do "vou, vou" e depois não meter lá os pés. Das duas uma: 

- ou se acham insignificantes ao ponto de acharem que ninguém vai dar pela vossa falta e isso é triste e merece uma consultinha no sr. Dr.  

- ou acham que os outros são insignificantes e, portanto, é indiferente se contam convosco ou não pelas coisas e isso merece um punho (com força), na axila. 

Se, desde o início, não queremos ir a alguma coisa, dizemos que não querermos ir! Por que não? É só para termos o prazer de sermos convidados mais vezes para fazer uma coisa que não gostamos?

O que custa dizer que não. Vá, nem que se minta. Que, só nestas alturas, é que as mentiras podem servir para alguma coisa...

Eu não. Eu digo que não quero, que não faz o meu género, etc. No fundo, digo aquilo que me faz não querer ir. Devíamos ser mais assim para eu não me sentir tão bruta por dizer a verdade! Às vezes custa!

A maior parte das coisas que não deviam correr mal só correm porque alguém não está a dizer o que verdadeiramente pensa ou sente. 

(Hã? Esta dava para uma pequena imagem de Facebook a pedir partilhas. Tão à 2014, não era?)

Estamos pouco habituados a ouvir e dizer a verdade. Que mal tem não querer ir a algum lado num determinado dia ou não gostar de fazer algumas coisas? 

A maior parte das vezes já decidimos o que vamos fazer (ou não) assim que somos convidadas... É mentira?

Inventam tudo (#05)

Já tinha pensado no desperdício que é encher a banheira para os piolhos mais crescidos tomarem banho todo o santo dia e que teria de haver já uma solução para isso. E há: o chuveiro, eu sei.

Pois que muito provavelmente isto não é novidade nenhuma para vocês, mas para mim, que até ser mãe só me interessava por roupa de bebés e pouco mais, há todo um mundo novo por descobrir.
É uma barreira que reduz o perímetro para o banho, poupa água e tempo.


BabyDam

Alguém tem? Funciona bem?

a Mãe dá com a Marcador (#03) - Vencedoras

As vencedoras são: 

Ana Rita Nunes e Ângela Pirralho.

Parabéns, garotas!


Enviem, por favor, um e-mail para amaeequesabeblog@gmail.com com a vossa morada, pff!

Acabaram de ganhar estes belíssimos prémios da montra final!

Desculpem o atraso, mas ontem estive a ser toda esquartejada nas costas (e a prova está aqui) ;)

Aqui a Mãe dá e a Mãe recebe ;)


Coisas Nada Aborrecidas para Ser Muito Feliz

BESTSELLER INTERNACIONAL 
100 000 EXEMPLARES 





Mergulha nestas páginas e deixa-te surpreender pelo mundo de Mr. Wonderful, do qual irás sair transformado e com um enorme sorriso. Ler estas páginas é um banho de mar em Agosto, é ficar com dores de barriga depois de tanto rir...

Tens nas tuas mãos um decálogo ilustrado sobre a felicidade explicada com quem fala com um amigo, sincero e transparente.

Coisas nada aborrecidas para ser mais feliz é o livro menos livro do mundo: é uma experiência, um sorriso, é como um espelho, um presente, é um caderno e um álbum.

Este livro é simplesmente um momento de boa disposição garantido.



Pais Que Educam, Professores Que Amam

UM LIVRO FUNDAMENTAL PARA PAIS E PROFESSORES!



Qual o segredo para ser um bom professor? Conhecer bem a matéria? Dominar plenamente as grandes teorias pedagógicas? Saber motivar os alunos? Ter a capacidade de estabelecer relações de amizade? Interagir positivamente com os pais e restantes elementos do processo educativo? 

De leitura fácil e orientada para o desenvolvimento pessoal de pais e professores “Pais que Educam, Professores que Amam” faz-nos repensar as nossas atitudes e posturas relativamente à educação que oferecemos aos nossos filhos e aos nossos alunos.

«Educar é por um lado dirigir os alunos e por outro estimulá-los, de forma a que por eles mesmos descubram coisas e participem.»

Neste livro, o professor Joaquim Machado partilha a sua experiência de mais de trinta e cinco anos ligados ao ensino e à educação em Portugal. 

Partindo de histórias e acontecimentos reais, relata-nos as suas próprias experiências e vivências, através de pequenos capítulos, escritos de forma clara e simples, motivando pais e professores a rever a modo como encaram a educação e oferecendo, ao mesmo tempo, ferramentas e conselhos preciosos para quem se preocupa não só em fazer, mas também em fazer bem.




1.20.2015

Parir? Não custa nada!

Não estou a ser irónica. Claro que parir custa um bocadinho. Claro que não é "um dia bem passado", não me apeteceria parir se não houvesse bebé no fim, seria só parvo. Porém, isto é bem pior. Principalmente porque não dá para levar uma epidural nas trombas (ou umas 20 ao longo de 24h como acho que foi o meu caso) e, portanto, quando fazemos uma tatuagem (ainda para mais enorme), temos de "man up". 

Custou-me muito por ser a minha primeira e porque sou muito piegas e porque fiz num dos sítios mais difíceis de fazer (costas, em cima da espinha). Depois disto, diz a Tânia (a artista) que fazer no braço é peanuts. 

Para quem nunca tenha feito uma tatuagem, a sensação é de como se estivessem a apagar cigarros em nós, em vários sítios, às vezes até no mesmo, sem parar e porque nós queremos. 

Valeu a pena? Valeu, mas só porque é a Tânia Catclaw. Disse-lhe que queria uma homenagem à Irene, ao que é ser mãe e a amamentar (porque gosto muito) e o resultado foi este desenho: 

Aqui, ainda sem querer morrer, já tinha os contornos da tatuagem (até tive vontade de a deixar assim - já viram a precisão dos traços dela?): 




Aqui já tinha passado "pelas passas do Algarve", já tinha ofendido toda a gente, inclusivé a mim própria, mas sempre com "a luz ao fundo do túnel". Se chorei? Chorei, pois. 




Ser Mãe mudou (e ainda muda) muitas coisas em mim e a Irene é o único motivo pelo qual eu faria uma tatuagem (quando tiver outro, terei que fazer mais uma hehe).

Só faria sentido se fosse uma obra de arte. E a Tânia Catclaw foi mesmo a pessoa certa. Ama o que faz e isso nota-se em cada traço, em cada detalhe (e na paciência que teve comigo). 

Vejam aqui o trabalho dela. Vale a pena, mesmo que não pensem em fazer uma tatuagem. 

Sentiram vontade de marcar ainda mais os vossos filhos em vocês? 

Escrevo-vos directamente do meu carro

Não, não se preocupem, não estou a conduzir. Tenho calças de cabedal (ou de plástico, o efeito é o mesmo) mas não sou o Toy que conduzia com os joelhos para poder ter as mãos livres para o telemóvel.

Todos os dias, ou quase, passo cerca de 30 minutos no carro, por volta das 18h30, com a Isabel a dormir lá atrás.
Todos os dias tenho a mesma dúvida: deixo-a acabar a sesta ou levo-a para casa? Já me aconteceu acordá-la sem querer no caminho, mas também já correu bem e continuou a dormir em casa. Esta sesta, depois da creche, é fundamental para ela ficar bem-disposta e jantar bem. E mesmo assim tenho invariavelmente de fazer as maiores macacadas para ela comer tudo, antes de começar a esfregar os olhos e a besuntar-se toda com sopa.

Dei por mim a pensar nas pequenas coisas que fazemos pelos filhos. Esta é uma delas: medir os prós e os contras de tudo e privilegiar o que é melhor para eles em detrimento do que nos é confortável e do que nos dá jeito. Passa a dar-nos jeito que eles estejam bem, isso sim.



1.19.2015

O meu pipi tem um contexto.

Caso ainda não tenham reparado, sou mulher. É verdade. Apesar de não parecer uma fada madrinha ambulante como a Joana Paixão Brás e de ter passado a maior parte da minha vida vestida como se fosse jogar futsal, o meu pipi tem um contexto. 

Tem, tem! Eu até sou aquela que se ri das mesmas piadas dos rapazes, não costumo ter muitas coisas de mulher para falar com as amigas (que amigas? - não, não precisam de chorar, não tenho mesmo jeito para me dar com mulheres, só com mulheres que tenham uma paciência incrível para me aturar), só fiz depilação a cera naquilo que disse há pouco que tinha contexto este ano e já lá vão 28 anos que o tenho, só fiz pedicure duas vezes e, da última, não consegui andar durante um mês (merd* de pedicure: "tem a pele dos pés muito sensível, não tem, D.Joana?", "Diz isso por ter todos os dedos cheios de sangue ou decidiu atirar para o ar, sua valente...")... Pronto. Já perceberam a ideia. Apesar de agora me maquilhar (porque tenho uma rosácea maior do que a daquela personagem do Herman que fazia um programa desportivo e porque, como me visto melhor, sinto que não devo andar com a mesma cara de traseiro - achei que "cu" era demasiado ofensivo e quero manter as minhas leitoras mais susceptíveis comigo), continuo sem ter muito jeito para ser mulher, a verdade é essa. E acho que todas vocês me topam se eu tentar andar de saltos num centro comercial ou se tentar fazer risco com o lápis. Notam que sou uma poser ou/e uma iniciada nisto, apesar de já ser adulta. 

Sabem onde é que eu sei que sou mesmo muito mulher? A estacionar. Epá, já sei que há para aí grandes campeãs que não fazem jus ao estereótipo, mas eu faço. Eu sou aquela adulta que, ao brincar com aquela caixa com buracos e para por formas, em vez de pensar um bocadinho onde pôr a estrela e pôr no sítio certo, não. Prefiro tentar por a estrela no círculo, no quadrado, na casa, no hexágono, até acertar no sítio certo e ficar contente com a surpresa.

O mesmo a estacionar. Ora bem, sendo condutora de domingo (porque sempre andei de transportes), a minha arte de estacionamento ainda não está bem desenvolvida apesar dos meus quase 30 anos de idade. 

Houve uma óptima fase (tentem imaginar passarinhos a cantar), que foi a quando estava grávida em que podia ir aos centros comerciais a horas absurdas (em que são só velhotes e outras prenhas) e conseguia estacionar ou nos lugares enormes para barrigudas ou então atravessada em 3 ou quatro lugares, à vontadinha. 

Agora as coisas pioraram novamente (imaginem uma música dos Sepultura). Sujeito-me (porque posso e acho que deve ser assim, já que posso) aos horários de sono da Irene e, por isso, arrisco-me a ir à hora de maior fluxo (sim, a mim também me vem à cabeça "período" sempre que oiço essa palavra) ao centro comercial. O que é que acontece? Os lugares de crianças de colo, grávidas, famílias (ou lá o que é), estão todos ocupados e aqui a pequena tem de estacionar num sítio entre dois carros (nível um) e de maneira a que consiga tirar o ovo (nível 2) ou, até, deixar o ovo mas conseguir tirar de lá a criança para pôr no carrinho (nível 3). 

Por que é que os centros comerciais não têm mais lugares para nós? Acham que somos todas grandes campeãs a estacionar? Se calhar, vocês até são, mas eu continuo sempre aquela rapariga que põe a estrela no quadrado. 

Por que é que as outras pessoas insistem em não centrar os carros nas marcas de estacionamento? Se não têm a dificuldade acrescida de ter de tirar um mini ser humano da parte de trás, será que podiam deixar aquilo alinhadinho (como se fosse um poema) no lugar para nos poder deixar estacionar entre carros? 

Por que é que não fazem um ovo que deslize de um lado do banco para o outro com um comando? Com o ovinho estamos limitadas e temos sempre de estacionar mais à larga no lado onde está o ovo. As vezes que já me apeteceu trocar o ovo de lado (como, mais ou menos, aquilo onde se põe a gasolina do carro), mas que, infelizmente, dá muito trabalho e teria de mostrar o fio dental a toda a gente do parque de estacionamento. 

São todas campeãs a estacionar ou o vosso pipi também tem um contexto?

Sei que, pelo início, isto não parecia ir dar a um post sobre estacionamento, mas a vida é assim: cheia de surpresas. 

Catarina e as Marias (#01) - Filha, vais ter uma mana!

Com apenas 18 meses, a Maria Rita recebeu a notícia: “Filha, vais ter uma mana!”. Não queríamos só uma, por isso decidimos lançar-nos à aventura, sem medos – com alguns, na verdade.





Ela reagiu com alguma indiferença, e foi também com indiferença que começou a ver a barriga da mãe crescer. Só nos últimos meses é que ficava mais colada ao meu umbigo e chamava pela “Minês” – na esperança de receber alguma mensagem vinda do interior daquele enorme balão (estão a ver as fotos? Ainda faltavam dois meses inteirinhos…).

Mas o balão rebentou, tinha a Maria Rita dois anos, e aí é que foram elas. Quando regressei a casa com a mana bebé nos braços, os olhos dela pareciam os de um cachorrinho abandonado e só lhe faltou fazer o pino para chamar a atenção. Aí eu percebi claramente que dar-lhe uma irmã foi, ao mesmo tempo, a melhor e a pior que coisa que lhe podíamos ter feito. Mas, caramba, eu também tive duas irmãs e só me fez bem. Ninguém morre por causa dos irmãos – quer dizer, tirando Abel e Caim… 

No meio das mazelas resultantes de um parto natural de um bebé de quase 4,5 quilos (não, não me enganei a escrever, a miúda parecia mesmo um bezerrinho), das fissuras nos mamilos e da desregulação hormonal - céus, que quadro de terror! - eu deparei-me com mais um drama. E agora? Como é que vamos fazer isto?

Mas atenção “mães de primeira viagem com vontade de se lançarem na segunda”, é mais cansativo do que difícil. Com as tarefas bem partilhadas a coisa dá-se. A mãe dá de mamar, o pai põe a arrotar e chama-se a filhota mais velha para o colo da mãe. Ou então, na ausência do pai, dá-se a maminha a uma e conta-se uma história acabadinha de inventar à outra.

Não há cá super-mães nem super-mulheres, não me venham com tretas! Nos primeiros meses temos de olhar à volta, ver a sala num estado de calamidade e pensar: “que arrumadinho que isto está!”. Ou então comer frango de churrasco três vezes na mesma semana e pensar que é importante variar a alimentação e por isso “hoje vai de arroz porque da outra vez foram batatas de pacote”. Isso e sabermos dar desconto a nós próprias – confesso que demorei algum tempo a pôr isto em prática...

Ainda hoje não sei se o que fiz nesses primeiros meses é o mais acertado - provavelmente porque isso não existe. E não sei se não acabei por dar mais atenção à mais velha, por saber que estava mais atenta a tudo, mais sensível. Mas à medida que o tempo foi passando fui – fomos – tentando equilibrar as coisas tranquilamente, de forma natural.


A verdade é que elas dão-se bem, da forma como os irmãos se dão bem: não podem viver uma sem a outra, nem uma com a outra. Lutam – literalmente – pelas mesmas bonecas, lápis de cor, casacos, bolachas... Mas brincam muito as duas, têm grandes conversas e olhar para elas é maravilhoso. A mais velha finge que sabe ler e conta histórias à mais nova, que ouve muito atentamente (durante os dois minutos que são o limite máximo de paciência dela para qualquer tarefa). Dão beijos uma à outra, abraçam-se muito e dizem que gostam da outra. E o meu coração de mãe acredita que, por agora, isto é capaz de chegar…


Catarina Fernandes Raminhos, 34 anos, tem duas filhas, a Maria Rita, 4 anos, e a Maria Inês, 2 anos. É casada com António Raminhos, humorista, coisa que às vezes não deve ter gracinha nenhuma. Assim que engravidou, foram viver para o campo, onde querem criar as filhas no meio das galinhas, salvo seja, e receber sacos de laranjas (sabem pouco...). É a mais recente colaboradora do blogue "A Mãe é que sabe", com a rubrica "Catarina e as Marias".

Passa a outro e não ao mesmo!

É impressão minha ou no infantário os bebés andam a jogar à batata-quente? Parece-me que há lá sempre uma batata - o vírus -, eles formam um círculo e passam de uns para os outros, ao som de uma canção, até que um fica com a batata. É tão divertido! Para ficarem todos contentinhos e ninguém reclamar, na vez seguinte, calha a outro.

Não devem andar a jogar ao "passa a outro e não ao mesmo", porque invariavemente o mesmo recebe a bicharada de volta. No fundo, no fundo, é bom, aprendem o que é o espírito da partilha e da solidariedade desde pequeninos: "se eu tenho bichezas, toma lá também um bocadinho, que eu não sou garganeiro". 
Cá para mim eles já descobriram mas é que se ficarem doentes não têm de ir à escola...

Desde sempre ouvi que um infantário é um infectário, mas como a Isabel se aguentou um mês e meio sem apanhar nada, já andava toda contente a achar que o leite materno era um escudo implacável e que a minha filha não iria ficar logo doente. Pois, pois!

Os livros dizem que a probabilidade de infeção é 10 vezes superior se a criança frequentar a creche ou um infantário. Eu cá falo com os meus botões, para tentar aceitar tudo isto melhor, que este contacto com os vírus são vacinas naturais e que estas infecções vão torná-la mais resistente e que a socialização na creche compensa tudo o resto.

Mas por outro lado, há sempre este vai-não-vai: já está curada, ops!, afinal não estava e já piorou. Já está tudo bem, ops!, afinal já não está outra vez.
Quando eles estão com tosse e ranhosos, devem ou não ir à creche? Como sabemos se não estão ainda a convalescer? Arriscamos demasiado?

"Que remédio!", pensam muitas de vocês. Quando não há uma tia ou uma avó que fique com eles, o que fazer senão confiar na sorte? Que alternativas, ficar com eles em casa ad eternum?


Agora, só me resta ser optimista e rezar para que não venha aí mais nenhuma bronquiolite. E contar os dias para o inverno dar à sola. Também já só faltam 9 semanas...

Livrem-se de me desanimar e dizer que depois na primavera há alergias e que no verão há o perigo das salmonelas ou o diabo a quatro, que eu sou uma pessoa que sofre dos nervos!

Deserta para que venha o bom tempo para poder ver a filha a brincar no pátio ou a levar banhos de mangueirada como já fizeram lá na escolinha (acho uma ideia tão gira, mas deve ser só para os mais crescidos). 

Mais alguém fartinha deste inverno e de ver crianças ranhosas?



*Imagens do Pinterest e do We Heart It

1.18.2015

A Mãe dá (#04) - Carrinho da Greentom

Perdemos a cabeça! É a loucura! A mãe dá... um carrinho da Greentom, igualzinho a este!


Lembram-se da surpresa que a marca de carrinhos 100% reciclados fez à Isabelinha? Pois bem, por aqui ainda é Natal: um de vocês pode ganhar um! E mais: fica ao vosso critério a escolha da cor. Podem ir namorando as cores no site da marca.

Para participar é preciso:
1) Fazer like na página da Greentom
2) Fazer like na página d'a Mãe é que sabe (mas isso já está, não é?)
3) Partilhar publicamente este link no perfil do Facebook
4) Preencher o formulário em baixo (o link da partilha é o endereço do perfil do Facebook)


Condições:

O vencedor será anunciado dia 28 de Fevereiro, sendo aceites inscrições até às 23:59 de dia 27 do mesmo mês.

Os vencedores serão escolhidos aleatoriamente através de random.org.

Só é válida uma participação por endereço de e-mail.

O vencedor deslocar-se-á a Lisboa, no prazo de um mês após o anúncio, para levantar o carrinho e para uma sessão fotográfica, que publicaremos no blogue A Mãe é que sabe.




Restaurantes onde ir com os filhos (#05) - Rio's

É verdade, é verdade que a maior parte dos restaurantes que eu sugerirei aqui terão um buffet de cozido algures durante a semana, mas isso é porque o meu homem anda alimentado a cozido. 

Este cozido, do que ele disse e repetiu umas quatro vezes, incluindo a sopa, é muito bom. Fica dito.

Borrifando-nos para a opinião do meu marido, vamos ao que interessa!

A comida é óptima, os empregados são muito simpáticos, têm cadeiras para bebés (umas que, por acaso, me dão um bocadinho de medo porque ficam só apoiadas na mesa, sem pés), muitos casais, ao fim-de-semana levam crianças, há boa música ambiente...



É um dos meus restaurantes preferidos (acima de tudo por ter um crocante de queijo de cabra com mel que saio de casa já a salivar só de pensar nisso) também pela vista, claro.
Não me apeteceu andar a tirar fotografias ao restaurante por dentro à la turista, por isso ficam aqui as do site deles. 
Quanto à vista lá fora, que aproveitámos enquanto o pai foi fumar um cigarro (o sacana que pode fumar e eu não): 





Agora imaginem isto no Verão! Não eu... Isso não é bom de imaginar, mas o espaço lá de fora para almoçar/jantar e umas drinks (apeteceu-me dizer drinks mas, mais uma vez, uma palavra que nunca me tinha saído, a não ser que fale a dormir).

 Vista: Para o porto de recreio de Oeiras, muito bonita (e com esplanada para as refeições, no Verão, apenas)

 Estacionamento: parque privativo com elevador para o restaurante (é pago e convém levar moedas que é daquelas máquinas que se arma em estúpida com os trocos)

 Comida: Óptima variedade, comida fina e bem tratada. 

 Preço: É carote (apesar de valer a pena), não sei ao certo porque nunca me ofereci para pagar a conta, que não sou parva. 

 Crianças: Bem recebidas, apesar de haver possibilidade de se fumar praticamente na mesma divisão e com cadeiras um pouco duvidáveis no que toca a segurança.

✔ Serviço: Simpáticos e muito atentos, se não estiverem a abarrotar, claro!