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domingo, 14 de janeiro de 2018

A Mãe é que Sabe COMER #02 - Fauna & Flora

Já conhecem o Fauna & Flora? É daqueles restaurantes a que se tem de ir, com ou sem filhos. O ambiente é muito descontraído, familiar, o espaço é muito bonito, branquinho com flores e plantas por todo o lado. Vão encontrar lá as instagrammers do momento, mas também turistas e até famílias, como nós. 

A comida é deliciosa e saudável. Tem bowls (com caril de frango, basmati, romã e folhas frescas, por exemplo); tostas em pão saloio com abacate e ovos escalfados (divinal); hambúrgueres com picadinho de atum fresco com chimichurri em bolo do caco, e mais não sei quantas opções, todas elas de babar. Ah! Húmus de beterraba, peçam o húmus para entrada, com palitos de vegetais crus, que fica delicioso. Para acompanhar há sumos naturais, smoothies ou vinhaça. 

E, minhas amigas, as panquecas... falemos das panquecas. Há uma opção com frutos vermelhos e doce de leite que, se tivesse um último desejo para pedir, provavelmente seria isso. A de chocolate e manteiga de amendoim também é a maior delícia, mas não destrona essa. E, para quem gosta de misturar o doce e o salgado, têm também panqueca salgada com bacon e ovo - também já provei (shiuuuuuuu).

Como é perto do meu trabalho e vou lá almoçar, confesso-vos que ainda não reparei se tem cadeirinhas ou trocador, penso que não, porque não vi, mas não posso jurar. Já vi, no entanto, crianças por lá, da idade da Isabel, pelo que serão certamente bem-vindas. :)





Fauna & Flora

Rua da Esperança, Madragoa
Brunches, almoços ou lanches com amigos ou família

Comida: óptima, para brunch com amigos e família, com bowls, tostas com ovos escalfados, com opção vegetariana, hambúrgueres, panquecas, taças de granola ou com açaí...

Preço: boa qualidade/preço - uns 15€ por pessoa

✔ Serviço: óptimo, uma simpatia e rápidas

Espaço: muito bonito, acolhedor e suave, branco com apontamentos de madeira e muitas plantas

Crianças: não tem menu infantil, no entanto as minhas comeriam ali sem problema algum, já que tem bastantes opções e o espaço é muito acolhedor

 Vista: não tem vista (nem esplanada)

Estacionamento: é "onde houver", ali por aquela zona


Outras ideias de restaurantes aqui, aqui e aqui.


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domingo, 7 de janeiro de 2018

Quando não souberem o que oferecer a crianças... ofereçam livros!

Um livro é a prenda mais revisitada lá em casa. A par da família dos coelhinhos e dos lápis e canetas para pintar, é ao que mais "brincamos".

Comecei a fazer a biblioteca da Isabel quando ela estava na minha barriga. Começámos o ritual da história antes de ir dormir com meses, talvez uns 6, se não me falha a memória. Desde cedo que vi nela interesse em acompanhar o que lhe queríamos contar, com variações na voz, com diferentes sons e personagens. Com a Luísa, nem sempre foi assim, nem sempre consegui que ficasse concentrada a escutar uma história e a acompanhar as imagens, mas agora já lá chegámos. Mais ou menos. Ainda acontece não termos acabado e já estar a ir buscar outro. Mas este ritual, o ritual de ler, é algo que sempre fiz questão de lhes incutir (e começa logo, ainda antes de acharmos que estão preparados). Vou rezar para que o mantenham, sempre, mesmo quando isto concorrer com os desportos, a música, os jogos, os amigos, os festivais, os telemóveis. Que guardem sempre uma vontade de se evadirem com histórias e personagens. Que levem sempre um livro para a praia. Que tenham vários de cabeceira.

Este é o livro do momento cá em casa (pedi a uma tia delas no Natal, quando me perguntaram o que elas queriam. Elas não sabem mas querem muito livros! eheh). Comecei a fazer a biblioteca da Isabel quando ela estava na minha barriga.





O Cuquedo uma lengalenga muito divertida que a Isabel já sabe de cor e salteado. É simples e tem piada. As ilustrações são bonitas. É fácil de contar. E já há a sequela (O Cuquedo e Um Amor que Mete Medo) que tenho de lhe oferecer nos anos. No outro dia, quando fui buscar a Isabel à escola, estavam a desenhar o cuquedo e a senhora cuquedo por isso já percebi que há romance no ar.

Fica a dica, quando estiverem, como nós, sempre à procura de livros para eles. São os "brinquedos" que faço questão que tenham.



Depois, um que mostrei nos stories do instagram e que estaríamos a adorar não tivesse a Luísa dado cabo de duas páginas é este, O Monstro das Cores, em que as emoções são explicadas através das cores. [A personagem principal é um monstro que muda de cor consoante o que está a sentir e a sua amiga explica-lhe o que significa estar triste, estar alegre, ter medo, estar calmo e sentir raiva.] Organiza os sentimentos em frasquinhos. Giro, giro. 

Ainda nesta onda de explicar os sentimentos, este. O Livro Zangado ajuda a explicar a raiva, a ira, e ajuda a lidar com as zangas. Quando a Isabel está zangada, normalmente pergunto-lhe de que cor acha que está e lá se lembra do livro e da cor vermelha e lembra-se de contar até 10. (Temos também O Livro com Sono).

Hoje ofereci este à prima da Isabel e da Luísa, que fez anos, e espero que ela goste muito. Conheci este autor, o Hervé Tullet, através da Joana Gama e, coincidentemente, foi uma das histórias na hora do conto lá em Santarém, que deixou os miúdos todos super atentos. Oh! Um Livro com Sons! leva-nos ao mundo da imaginação através das cores e quem faz os sons somos nós, carregando o dedo na página). Muito divertido, muito estimulante e um óptimo passatempo para pais e filhos (a prima fez 5 anos e acho mais apropriado para essa idade, ou a partir dessa idade).

Só mais um! Nas nossas férias em Azeitão os nossos amigos tinham este e foi risada garantida: A Toupeira que Queria Saber Quem lhe Fizera Aquilo na Cabeça. Aquilo é um cocó. Risadas garantidas, com um tema tão escatológico abordado de forma tão natural e divertida. Não temos, mas está na lista.



Pronto, já têm aqui uma listinha bem jeitosa para a vossa biblioteca. Quando não souberem o que oferecer, ofereçam livros! Livros nunca são demais.

Quero ideias para a troca. Digam-me coisas: quais são os vossos preferidos?


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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Primeiro filho? Não é preciso comprar tudo novo!

Depois de se saber que se está à espera do primeiro filho, as maiores dúvidas são - a par do "vou dar conta do recado?" "Vou conseguir sobreviver à privação de sono?" ou "vai chamar-se Henriqueta ou Camélia?" - o que é mesmo essencial comprar? E é aí que damos por nós todos baralhados e, a depender de todos os opinanços à nossa volta, teríamos uma lista de 79 páginas, frente e verso com mais de 891654 itens. E como é o primeiro filho, estamos mais inseguros e somos até capazes de ficar convencidos de que precisamos mesmo de um fato de astronauta para o momento da muda da fralda. E compramos. Em primeira mão porque para o nosso filho tem de ter tudo do melhor que há no mercado e a brilhar. Esta é a lógica, exagerada, mas com um fundinho de verdade.

No meu caso, acho que não fui sempre atrás desta lógica, por já ter amigas e família já com filhos e por acreditar muito nas coisas emprestadas ou em segunda mão. Antes de ter o blogue que, como sabem, nos possibilita ter acesso a pouco de tudo o que é artigos de puericultura, comprei no OLX, por exemplo, uma banheira de bebé e roupa. Dinheiro bem gasto, artigos impecáveis e, ao mesmo tempo que poupei bastante dinheiro, ajudei alguém e ajudei o ambiente. Sim, sim, consumimos demasiado, compramos demasiado plástico, e essa é também uma preocupação minha. Nem sempre mas quase sempre.

Para mim, o OLX é um dos melhores sítios para se encontrar tudo o que procuramos. Com a aplicação no telemóvel então nem se fala. Além de ser fácil a pesquisa, onde podemos escolher o tipo de artigo, o estado e o preço, e até a localização que nos for mais conveniente, podemos facilmente falar com o vendedor por chat para saber mais pormenores, negociar valores, o que seja, e receber notificações. Das coisas que mais gosto na aplicação é poder guardar os favoritos numa listinha e depois ver tudo com mais calma e escolher melhor. Há de tudo, mas o que tenho visto ultimamente são muitos produtos de qualidade a preços muito bons. Há mais de 100 mil artigos de bebé e criança



É um mundo, mas é bastante fácil navegar nele e escolher o que mais nos agrada e para a nossa carteira. Já o disse mil vezes, uma das melhores coisas que podem comprar é uma mochila ergonómica ou um sling para transportar os vossos bebés. Por cá gostamos imenso do nosso ergobaby e já vi que no OLX há imensos à venda a um preço espectacular, como por exemplo este aqui.
Depois, por exemplo, uma banheira Shantala, que eles adoram. Por que não poupar 50% na compra de uma? E cama de grades, que é para usar tão pouco tempo, dá perfeitamente para comprar em segunda mão e encontra-se muitas vezes já com colchão e roupa de cama (estou seriamente a pensar colocar lá a nossa à venda).
Sem falar de carrinho de bebé! Eu sou das que considera um essencial (não tanto quanto uma mochila ou pano mas quase), tive emprestado nos primeiros tempos da Isabel e deu imenso jeito. Há imensas opções por aqui que me parecem em óptimo estado!



Só têm de fazer o download da App aqui e começar a navegar. BOAS COMPRAS!

PS. Tenham em atenção todos os pontos do vendedor porque há quem não aceite devolução (o que não significa que as coisas não estejam em bom estado).

Espero que tenham gostado das minhas dicas. Quero saber as vossas. O que vale a pena comprar no OLX?


* post escrito em parceria com o OLX




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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Ahh! Então é por isto que eles fazem birras!!

Eu não sou coach, nem o Gustavo Santos. Sou apenas uma mãe que, tal como vocês, vai "aprendendo a andar nisto", mas que tem dias em que o nome deste blog lhe parece fazer muito pouco sentido. Ainda antes de ontem a Irene e eu tivemos um momento menos feliz, mas que gosto de pensar que o resultado tenha sido produtivo, apesar de tudo. 

Vou tentar escrever para amanhã algumas dicas para acabarmos com as birras, mas antes tinha que escrever este post. 


Sejamos francas, não são só as crianças que fazem birras (aqui um post sobre As Birras da Irene) Nós, todas adultas e quês, também temos as nossas fraquezas e o que é que as piora? Não termos as necessidades básicas em ordem, como vos falei neste post "O MEU melhor conselho para recém-mamãs"

#1 - Isto é: será que têm sono? Mesmo que tenham dormido bem à noite ou à tarde, não se poderão ter cansado?

#2 - Será que não estão a ter atenção suficiente nossa e estão a fazer disparates só porque têm saudades nossas? É possível e, às vezes, incorporando-os nas nossas tarefas é o suficiente. 

#3 - Será que estão a passar por uma situação mais complicada? Aos três anos, por exemplo, existe um período muito sensível na construção da sua identidade e, para além disso, os pais da Irene (minha filha), separaram-se recentemente. Será normal ela andar mais sensível? Claro. 

"Não vemos as coisas como elas são. Nós vêmo-las como somos" 
 Anaïs Nin
(também não sei quem é, mas a frase é óptima - obrigada, Anaïs)




#4
- O que nós achamos que eles estão a fazer por serem mal-educados ou porque nos estão a desafiar, pode ser verdade para eles. O ó-ó não é o único boneco que a criança tem e que é especial para ela e que tem uma "representação" que transcende o material. A pasta de dentes que ofereci no outro dia à Irene era "uma prenda da mãe" e não uma mera pasta de dentes. As "coisas"/"situações" podem ser especiais para eles e, às vezes, até cruciais por algum motivo: segurança, por exemplo. 

Temos de dar espaço para que as coisas não sejam o que nós julgamos que são, principalmente se tivermos a tendência para sermos rápidos a julgar por estarmos cansadas ou por ter sido isso que fizeram connosco em criança, o que for. Confiemos que não estamos a criar diabinhos e que as crianças não vieram possuídas e que as temos que purificar com a nossa ilusória imposição de controlo. Precisam de regras, firmeza e amor. Tudo junto, a toda a hora. 

#5 - E febre? Já houve uma manhã em que a Irene estava insuportável e que tentei falar com ela a tentar perceber o que se passava e porque é que me estava a atrasar tanto e, quando fui ver (de manhã costumo estar robótica e cega), estava com 39 graus de febre. Isto é válido para outro tipo de desconfortos físicos como dor, "estar a incubar alguma"... 


#6 - A Irene, tal como eu, não gosta que lhe comuniquem as coisas em cima do momento e de forma peremptória. Também tem vontades e ritmos. É uma pessoa e posso fazê-la sentir que a tive em conta nas minhas decisões ou mostrar como é que pensei nela no processo. Quando sou muito autoritária, mais facilmente tenho que a arrastar. A maneira como correu o nosso dia tem muito que ver com isto, com o tom, a energia, a postura, como preferirem. Também não gostamos quando não simpáticos connosco sem motivo, pois não? 



Amanhã vou partilhar algumas dicas que acabam com as birras da Irene. Querem já ir escrevendo aqui algumas vossas para compilar para amanhã? 



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domingo, 6 de agosto de 2017

O que levamos para a praia.

Apesar de sermos só duas agora, já dantes, quando íamos à praia, íamos sempre só nós. Sempre foi meu intuito simplificar e também por causa disso, claro. Pensei que, mesmo assim, levava demasiada coisa, mas já estive a passar olho por outras famílias e vejo que até me controlo um bocadinho mais do que estava à espera. 

Só vou da parte da manhã ou da tarde. Não passamos as horas de sol intenso na praia, daí talvez levarmos menos coisas também.


Uma publicação partilhada por Joana Gama (@joanagama) a

Fato de banho da Triumph. 

- Chapéu de sol com abas grandes e com fio que prenda. 

Comprei a menos de 5 euros naquela loja que "tem tudo para o desporto". É útil para o vento e para também o ter na água seja piscina ou mar - já experimentei para andar no jardim e claro que resulta também, que parvoíce.

- Chinelos ou Crocs

As havaianas com elástico resultam muito bem para a Irene até porque ela anda sempre em bicos de pés e com os chinelos não consegue. Engolindo tudo o que disse durante mais de 10 anos, comprei-lhe umas crocs e parece que também servem para o efeito, nomeadamente para o peixe-aranha mais a sul - são tão caras, pá!

- Protector solar 50 de vaporizador

Lido muito melhor com as bisnagas ou sprays. Borrifo-a toda de uma vez só e só depois é que passo com a mão para não estar a ir com a mão ao frasco outra vez e deixá-lo engordurado. Blergh.

- 1 toalha grande

Também comprei naquela loja do "tudo para o desporto". Quando ela tem frio enrola-se nela e pronto. Não vejo necessidade de mais toalhas para nós.

- 1 chapéu de sol com "paravento"

Estou a dar o meu melhor para não falar da loja outra vez, mas comprei quase tudo lá no mesmo dia, ahah! Chapéu de sol com protecção UV e mais uns UVS quaisquer 50 (os outros fazem só sombrinha leve, não protegem grande espingarda, digo eu) com uns panos que se põem de lado para o caso de estar vento podermos protegê-los, além de que impede que faça aquele feito de vento por  baixo do chapéu e eu tenha de andar com meia virilha de fora a percorrer o areal enquanto grito: "NECAS, FICA AÍ!".

- Snacks

Hoje levei: 

água
tupperware com: bagas de goji, passas, cereais de milho e tâmaras sem caroço
pacotinhos de sumo 100%
uvas 

- Minha carteira, telemóvel e chaves. 

- Cuecas para a Irene

- Um saco com brinquedos demais para a Irene, mas que vou destralhar em breve. 


E acho que está tudo. 

Ah, não está não. Depois de ter passado férias com os meus amigos na Ilha da Armona, descobri algo fenomenal. Chama-se Gimi e é uma marca que vende uns trolleys de rodas gigantes que servem perfeitamente para andar pelo areal. Já não se vende por cá (acho que o post onde a minha amiga Joana viu foi um do blog da Carlota que fez com que todos os carros num raio de 4853543543 km esgotassem), mas já mandei vir da net. Cheia de nervos que não chegue antes das próximas férias (amanhã) já que gastei uma notita nessa brincadeira. Depois mostro-vos - acho eu! :) 


✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A Irene nunca me tinha deixado fazer soro até que...

Filhas, nem imaginam o pânico que se me foi aliviado aqui nesta pequena alma. Finalmente consigo lavar o nariz da Irene, ainda para mais ela que parece ter saído à mãe também na única coisa má que a mãe tem: sofre de alergias. Isto ao ponto de quando fecho os olhos e a imagino, lembrar-me sempre dela de boca aberta para conseguir respirar. Coitadinha. 

Uma amiga minha (abençoada Joaninha) mostrou-me como funciona o Nasopure (não é um post publicitário - quer dizer é, mas ninguém me pagou para falar disto) e fiquei maravilhada. Experimentei e tudo porque sou muito maricas a enfiar coisas no nariz (reparem a especificidade) e até eu consigo lavar um nariz sem fazer birra comigo própria - como faço por exemplo para depilaçar o meu buço em casa. 

Então, a diferença disto para os outros é que a disposição do frasco de soro é horizontal e por isso adapta-se anatomicamente ao nosso nariz ao invés de fazermos imensa pressão vinda debaixo e só depois de fazermos uma amona à narina é que passa para o outro lado. 

Não vos espeto um vídeo de estar a fazer isto à Irene porque, lá está, publicar fotografias dela amorosa enquanto cresce é uma coisa, outra é ver os litros de ranho que lhe saem nem sei bem de onde, mas deixo-vos aqui uma imagem de alguém com um ar demasiado feliz a lavar o nariz. 


Aliás, a moça está tão feliz que em vez de me atirar aos cajús com ar de marota quando me sentir mais deprimida, vou passar a fazer lavagens nasais. Claramente que a moça já tinha o nariz limpo senão não seria aquele jorro de água tão límpido - ela fez batota, mas o ar de felicidade é impagável. Gostaria que ela fizesse publicidades a clisteres com o mesmo ar de quem esteve a colorir aquelas mandalas mindfullness (que é só mais uma maneira de calar malta a fazer desenhos como fazemos com os miúdos nos restaurantes). 

Seja como for, a Irene agora respira bem e a felicidade que se me estampa no rosto quando vejo o ranho todo a sair é idêntica a quando ela come a sopa. Sabem a que me refiro? Óptimo. Aqui vai, então a recomendação para Nasopure)


Para quem usar: 

- Usar com soro fisiológico e não com as saquetas que eles dão - se for para usar nas crianças.

- Pô-los no nosso colo com uma toalhinha para evitar a restrição de movimentos de termos de ir com eles ao lavatório ou ao bidé. 

- Humedecer primeiro o nariz com um spray nasal ou até com duas lavagens com menor pressão e só depois proceder efetivamente à lavagem útil. 


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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Fazer tintas em casa: fácil, barato e divertido! (preparem o banho!)

No outro dia apercebi-me de que ainda não tinha posto a Luísa a pintar. É importante que, nesta fase, eles tenham contacto com diferentes sensações e texturas. É através do corpo que eles vão conhecendo o mundo. Deixei-me de preguiça e lá fui eu vestir-lhe um babete, buscar as digitintas (são umas da Djeco que se encontram na Fnac, na wook.pt, fisicamente na Didatic by Edicare - que foi onde comprei, no Colombo, quando a Isabel fez 18 meses - vejam só como era pequenina aqui!). Correu bem, muito bem. Estranhou, gostou, pintou com as mãos, os pés, as pernas, a cara (viram nas stories do instagram?)

Único senão: ela querer degustar as tintas. Apesar da senhora me ter dito que estas não seriam tóxicas (e são laváveis, é só passar por água), há sempre aquele receio. Foi então que pensei: se já fizemos plasticina caseira, há de haver maneira de fazer tintas caseiras!

E há, claro. Encontrei no pinterest mil e uma receitas e cá estão as duas que testei.


TINTAS COMESTÍVEIS DE IOGURTE 

- iogurte natural
- corantes alimentares (daqueles que se compram na zona dos chocolates para bolos e gelatinas)
OU
em tendo paciência ou alguma restrição alimentar/alergia/etc, como fazer corantes naturais em casa {acho esta ideia fantástica (e saudável) para aqueles bolos coloridos por exemplo}
Neste caso, se querem cores primárias e fortes têm de adicionar mais corante, porque o branco atenua.




TINTAS COMESTÍVEIS DE GELO

- água
- couvete de gelo
- corantes alimentares





Caso não tenham grande paciência para caseirices (e até porque os corantes não são a coisa mais fácil de limpar das mãos, convenhamos...) têm aqui as tais das digitintas, que duram e duram (e a Isabel usa bastante).



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quarta-feira, 5 de julho de 2017

8 dicas para ser tudo mais rápido e ganhar tempo!

Agora que sou mãe "sozinha" ou divorciada, ou lá o que é...  Tenho ainda mais vontade (e necessidade) de encontrar maneiras de tornar tudo mais "descomplicado", de ser mais produtiva, para não perder tempo com "coisinhas" e poder aproveitar a filha, as manhãs, as tardes com o mínimo de drama possível. 


1- Escolher a roupa no dia anterior (a minha e a dela). 

A Irene escolhe a sua própria roupa - dentro de alguns limites como, por exemplo, estar adequada à temperatura - e isso, de manhã, com pressa, pode ser uma dor de cabeça e motivo para birra de parte a parte. Com calma, incluir a escolha da roupa do dia seguinte na rotina de deitar. Negociar com calma, estando as duas mais pacientes. No dia seguinte, relembrando que foi ela a escolher, em princípio, aceita tranquilamente. 

2- Ter várias frutas já arranjadas e separadas por tupperwares de vidro. 

Adoro coisas que organizem coisas como tupperwares. Se forem de vidro, fica mais fácil (e bonito) ver o que está lá dentro. Claro que há muita fruta que oxida, mas nada nos impede de termos duas frutas sempre prontas no frigorífico para colorir o pequeno almoço ou para a sobremesa do jantar. "Costumo" ter melancia ou manga sempre arranjadinha. 



3- Purés de fruta bio. 

Uma das grandes descobertas que o Frederico e eu fizemos foram os purés 100% fruta e bio. Além de darem para esconder xaropes quando necessário, são super fáceis de comer e de dar e são fruta que podemos transportar tranquilamente para qualquer lado. 

4- Convidar a estar presente durante a preparação das refeições.

Mais do que estarmos constantemente a sermos chamadas para ir à sala, propor uma actividade que envolva a preparação dos próprios alimentos ou "porque é que não trazes para aqui o piano e tocas ao pé da mãe?". Já todas nos habituamos ao chinfrim, digo eu. 

5- Ter uma rotina clara. 

Há que haver excepções, mas estas não podem competir com a frequência das regras. "Raramente" são as excepções, "quase sempre" são as regras. No meu caso, facilita muito que a Irene não questione a ordem das coisas, por serem, desde sempre, as mesmas: não há brincadeira depois do jantar, é imediatamente xixi, lavar dentes, maminha, ler e cama (às vezes é um livro, outras vezes dois, às vezes não há...). 



6- Estar focadas só nele quando é para os deitar ou arranjar. 

Muitas das vezes demoramos o triplo do tempo por estarmos a fazer quatro coisas ao mesmo tempo. Para mim resulta mais ir por fases. Primeiro eu, depois ela. Há menos lugar para dispersões e mais foco. 

7- Não mexermos no telemóvel às refeições. 

Sim, também adorava que fosse mentira, mas não. Acontece. Se estivermos atentas à refeição, vai tudo "mais rápido" e ainda temos mais tempo para conversar com os nossos filhos em vez de os deitarmos e sentirmos "que nem tivemos tempo". 

8- Reconhecermos as emoções deles. 

Perceber que se acordam birrentos é porque têm sono. Um abraço e compreensão, além de serem carinho, poupam-nos imenso tempo a curto, médio e longo prazo. Se não lhes apetece jantar, o mais provável é ser porque não têm fome, siga! 


Fotografias: The Love Project 

✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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quinta-feira, 29 de junho de 2017

A Mãe é que sabe COMER #01 - O Prego da Peixaria

Já há muito tempo que não vos aconselhava um restaurante, mas ontem fiquei tão fã de um que tinha de ser (e abri toda uma nova rubrica porque este subiu a parada dos restaurantes baby friendly). Apesar de eu não ser muito esquisitinha e de as levar para quase todo o lado, não é fixe sentir que podemos não estar no sítio mais indicado (quando não têm cadeirinha então, sinto-me a mais ali, fico num misto de "como não?" com uma vontade de pisgar-me rapidamente para não importunar, não sei explicar).

Ontem não. Ontem fomos ao O Prego da Peixaria em Alvalade pela primeira vez e ficámos encantados com tudo. Já conhecíamos o conceito - eu já tinha provado os fantásticos pregos no SEA ME e já tinha ido ao Prego da Peixaria do Saldanha - mas este é ainda mais bonito e totalmente baby friendly. Trocador, estacionamento para carrinhos, cadeirinhas, espaços para desenhar, menu infantil e, ainda, staff muito simpático - até ao colo de dois a Luísa foi, espertalhona!



Gostámos de tudo. Queria ter alguma coisa em que pegar, mas não há nada que tenha corrido menos bem.

Para entrada, pedimos bolo do caco com manteiga de alho, tártaro de peixe (não sou fã mas gostei muito), choco frito e picapau de peixe (éramos 4 adultos).


Depois, eles foram para a carne, no prato (há muitas opções: lombo, picanha, etc, etc), com legumes salteados e chips de batata doce; eu fui para um prego de salmão e choco com bolo do caco com tinta de choco. Estava muitoooo bom, mas foi comida a mais.





Para a Luísa pedi o menu infantil (escolhi a opção prego de salmão, água, legumes salteados e -  entre gelatina e fruta compal - fruta compal). Comeu sopa. No final, tarte de limão, mousse caseira e crumble de maçã com gelado (até a Luisinha provou shiuuuuu).



Reparei que aquilo encheu - e o espaço é grandito - mas mesmo assim nunca ficou uma confusão, o que não seria de estranhar com tanta gente e tantas famílias. Reparei também que há de tudo ali: famílias, grupos de amigos, namorados e até pessoas sozinhas ao balcão.













Olhem, gostei. Do espaço, dos funcionários, da comida. Como é raro sair para jantar com filhos, senti-me feliz por estar num sitio tão fixe, tudo ter corrido bem e por estar em tão boa companhia. 



O PREGO DA PEIXARIA - ALVALADE
Av. da Igreja
 Restaurante Baby Friendly

Comida: óptima, sem querer armar ao pingarelho, com saladas, pregos (óbvio), com opção carne, peixe e vegetariano e ainda com menu infantil

Preço: boa qualidade/preço - uns 25€ para duas pessoas

Crianças: bem recebidas com cadeiras, espaço para desenhar e lápis de cor, casa de banho com trocador, espaço para estacionar carrinhos e menu infantil

✔ Serviço: óptimo, rápido e sem enganos e muito, muito simpáticos (a Luísa andou a saltar de colo em colo) 

Espaço: muito bonito, acolhedor e bastante original, a misturar o ferro, a madeira e bastantes apontamentos vintage, como cadeiras de escola, brinquedos antigos... (e a casa de banho Uau! adorei!)

 Vista: não tem vista, mas tem uma esplanada agradável

Estacionamento: é "onde houver" ali por aquela zona, mas por acaso não tivemos problema nenhum em estacionar, arranjámos lugar praticamente em frente


Mais restaurantes onde ir com os putos aqui.


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