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quarta-feira, 20 de junho de 2018

Querem ser mais felizes? É isto.


Depois de ter lido o post da Joana sobre fazer 32 anos e como "Está tudo bem como está: é o possível e o possível é suficiente.", não deixo de concordar. Temos de parar de tentar sempre sermos perfeitas em tudo, mas nem por isso podemos arranjar umas boas estratégias para "poupar tempo", aproveitar melhor o dia e sermos felizes :) 



Agora que chegou o sol, que os dias ficaram mais longos, temos um novo boost para reorganizarmos o nosso dia e nos sentirmos mais felizes :) Querem saber o que faço para aproveitar melhor o dia? 


# Acordo cedo

Aquele acordar à rasquinha não traz um princípio de dia calmo. O descanso da noite (para quem já durma ;)) desaparece rápido e começamos logo a ficar tensas a pensar em tudo aquilo que temos para fazer. Acordar cedo, mais cedo que "o necessário", dá-nos tempo extra para ficar no banho, para passar o creme, para limparmos a nossa pele, demorarmos mais a tomar o pequeno-almoço, prepararmos a nossa mala (e não andarmos sempre com a mesma durante semanas, uma neutra para combinar com todas as roupas, eheh) e acordar os nossos filhos com calma, termos mais tempo para os mimos. 

# Digo mais vezes que sim 

Aqueles pedidos que vão fazendo e que parecem perfeitamente e inusitados quando estamos com pressa para sair de casa, às vezes, não são assim tão demorados e ganhamos mais em dizer que sim do que mudar o ambiente para pior.


# Repensar as nossas rotinas a nosso favor

Por muito que gostemos, temos tempo para ir ao supermercado durante a semana? Ou far-nos-ia mais feliz, agora no Verão, ir esse tempo para o jardim com os miúdos? Nada como encomendar online e pedir para que entreguem mais tarde. Ou, em vez de cozinharmos num dia da semana, ser o dia de encomendar frango. Que seja. Não se cozinha e aparece feito.


# Multi-tasking

Somos peritas nisto. Acho que somos mesmo boas demais até. É perigoso para quem é ansioso por nunca conseguir viver no "presente" enquanto faz algo, mas nada como a satisfação de conseguir ter as coisas prontas mais cedo para aproveitar o tempo que resta. Um dos multi-taskings que eu faço é enquanto a Irene está a tomar banho sentada (atenção que tem 4 anos), arrumo o meu quarto e o dela (dá para olhar para dentro da casa de banho durante).

# Listas curtas

Amo listas, mas é mais uma coisa com a qual se tem de ter cuidado. Listas demasiado longas podem deixar-nos frustradas. A ideia é pôr, por ordem de importância, o essencial a ser tratado nesse dia. Se conseguirmos fazer tudo a tempo, acrescentamos mais assuntos.


E vocês? Como fazem para conseguirem aproveitar o dia ao máximo (possível)?




segunda-feira, 28 de maio de 2018

Até gosto de recém-nascidos!

Vá. Até gosto. 

Passei grande parte da minha vida a dar o meu melhor quando me mostravam fotografias de recém-nascidos. A maior parte das vezes parecia-me apenas "uvas-passa" com olhos. Ou velhinhos em ponto pequeno (mesmo antes do Benjamin Button). 


Saiam-me sempre expressões de quem tentava mesmo dizer o que estava certo, tipo: "opáaa... que bebé...!", "tão pequeninooo...".


Fazendo uma reflexão há vários motivos para gostar de recém-nascidos: 



Não falam.


E a verdade é que a maior parte das chatices que temos na nossa vida é porque alguém (tipo eu) fala demais. 


Fazem cocó e xixi na fralda. 

Não nos pedem que fiquemos a olhar para eles durante horas enquanto estão na sanita. Ou que lhes contemos histórias.


Não demoram horas a comer.

Seja com mama ou biberão são rápidos. Respeitam o tempo de um gajo (ahah). Querem e comem, não há cá tretas.




Não se mexem.

A nossa ansiedade relativamente à sua localização não é comparável a quando já sabem andar de um lado para o outro e aparecem em cima da televisão com uma faca do pão na mão.


Não se atiram para o chão a chorar quando faltam 5 minutos para sair de casa. 

Até se atirariam para o chão e chorariam se os deixássemos cair do trocador, mas seria um galo calhar 5 minutos antes de sair.


Não mudam de opinião sobre que comida gostam. 

Lá fizémos nós aquela bolonhesa que nunca falha e, de repente: NÃO GOSTO DISTO. NÃO GOSTO DE CARNE. NÃO GOSTO DE MASSA. QUERO UM PRATO DE OUTRA CÔR.



Não se chibam aos outros familiares de coisas nossas. 


"No outro dia, a mãe e eu, comemos só pizza sem sopa". Não. Eles não se queixam. Nada. São só nossos. Muahahahaha.


Que outros motivos há para gostar de recém nascidos? Sem ser o "cheirinho" que lhes pomos com o gel de banho? 


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E nos nossos pessoais:

terça-feira, 15 de maio de 2018

Afinal era tudo mentira!

Confesso que não "perdi" muito tempo a reparar no que imaginava com a maternidade. Lembro-me vagamente de algumas coisas do meu irmão Pedro - que agora é um borracho de 22 anos, principalmente que raramente parecia querer comer, mas não me lembro de conscientemente ter retirado a conclusão que "não quero ter filhos, que isto é horrível".  Aliás, depois dele até cheguei a ter vontade de ser mãe e de constituir família, mas depois desapareceu. Cansei. Era um sonho demasiado grande para estar a aguentar todos os dias. 

No entanto, acho que, de acordo que aquilo que vamos fantasiado e que nos vão vendendo achamos que: 


1 - Os bebés recém nascidos são super calminhos e bem-cheirosos.

Talvez por causa daquele tipo de fotografias em que os enfiam num cesto ou em cima de uma ovelha. Estão tão adormecidos que, para mim, até fica demasiado esquisito, como se alguém se tivesse esquecido deles quando foi algures e ficaram ali postos, tipo chaves de casa. 

Anne Geddes

2 - Dar de mamar é uma experiência só incrível e amorosa. 

Também é, mas pode começar por não ser. E tem momentos em que não é de certeza. Ficamos com algumas imagens na cabeça e, depois, não é bem assim. Acabamos por achar que o problema é nosso e que nada funciona bem no nosso corpo quando o percurso pode ser acidentado. 

Kimberlin Gray 
Nestas fotos das mulheres a dar de mamar por entre as sebes penso sempre que foi um tipo creepy a ver e que até pôs um filtro giro no VSCO (app de edição de fotografia) depois quando guardou a fotografia.

3 - As mães estão sempre impecáveis

Como só publicamos - mea culpa também - fotografias em que estejamos todas tesudonas e de baton vermelho (tipo isso, mas não necessariamente sempre), quando andamos pela casa a cheirar a leite azedo, a tomar banho em toalhitas por não conseguirmos ter tempo para tomar banho ou com cheiro a 10 fraldas com cocó na cozinha, achamos que somos desorganizadas e que não temos jeito para sermos mães. 



Gosto de imaginar que da cintura para baixo está com umas calças de pijama com cheiro a humidade por não ter secado bem, que não faz as virilhas há meses e que tem as unhas dos pés cheias de cutículas com os calcanhares todos gretados.

4 - Eles são uns anjinhos

Claro que sim. Ninguém consegue - ou tem vontade - tirar-lhes fotografias quando estão a fazer birras enormes para adormecer, a espernear, em loop por já estarem tão desorientados que já nem conseguimos fazer grande coisa, nem eles. Então, quando muito, temos fotografias quando eles já estão a dormir, que é quando o amor nos volta a surgir também haha. 

Getty + GK Photo



5 - Dá para continuar a nossa vida de igual maneira quando se tem um bebé

Claro que as fotografias que se vão publicar na internet são naqueles momentos de frescura em que se anda por aí com eles, mas ninguém sabe que estamos em contagem decrescente para a sesta ou para o próximo biberão ou mamada. Ou ninguém sabe se a fralda do bebé está mesmo limpa ou se ele está com tosse ou se fez febre ontem ou se vão a caminho do hospital mais próximo. Nós é que fazemos a história. Claro que, se a localização for o Dubai ou Bali não dá grande margem para dúvidas. 
Além disso, não nos esqueçamos, há malta que amas que ajudam a cuidar dos bebés ou avós muito presentes e envolvidas em toda a dinâmica e, com um staff grande, tudo é mais simples. :)





Se calhar eles até estiveram a discutir a noite toda para ver quem é que o ia acalmar daquela vez ou ela estava aborrecida porque queria ir sair com as amigas e ele disse que nesse dia jogava o Benfica e que não lhe dava jeito.


"Só quem está na casa é que sabe o que se passa lá dentro" já diziam TODOS os concorrentes da Casa dos Segredos mas que, provavelmente, seria mais "Çó quem está na caza é q sabe o q se paça lá dentruh". 


terça-feira, 8 de maio de 2018

Eu faço só que tu não sabes.

Há tanta coisa que nós, mães, fazemos se que eles saibam. E que, se nunca lhes dissermos, nunca irão saber...

1- Aconchegá-los à noite. 

Já estão a dormir há algumas horas mas, antes irmos dormir, vamos lá dar um aconchego. Principalmente naquelas idades em que dormem a noite toda com o rabo de fora, fica gelado e também não se tapam. 

2 - Ter momentos de pura contemplação.

Podem estar blá blá blá ou só simplesmente estar sentados na sanita e terem pedido companhia. Há momentos em que parece que tudo o resto deixa de existir e olhamos só para eles com aquele "és tão bonito ou bonita", "como é que já estás tão crescido?"



3 - Falar com a educadora/escola.

Podemos desvalorizar algumas coisas quando estamos a ouvi-los, mas ficamos "com a pulga atrás da orelha" e, sempre que se justifica, damos o toque certo à educadora ou falamos com outros pais para saber se também se passa o mesmo ou nem por isso. 

4 - Trememos quando têm dores

Quando têm dores ou desconfortos em que não podemos ser úteis, tentamos passar leveza mas, por dentro, sentimos que é injusto não podermos fazer mais nada. O "já passa" nem sempre é um "isso não é nada", é mais um "filha, não consigo fazer mais nada para te ajudar, mas gosto tanto de ti, desculpa."

5 - Comer os doces

Às vezes, quando eles desaparecem, não desapareceram sem deixar rasto. Às vezes tinhas razão no número de Ovos Kinder que havia lá em casa e que parece terem acabado "muito rápido". 

6 - Inventar propriedades para alimentos

Não é verdade que a sopa te faça correr muito rápido. Não é por comeres espinafres que andas a saltar mais alto mas, se quisermos aprofundar muito a questão, também é por causa disso, vá. 

7 - Afastar e dizer nomes

Às vezes, quando nos irritamos, temos que nos afastar uns segundos para não explodir (quando conseguimos parar um bocadinho) e, nesse bocadinho, dizer umas quantas asneiras ou engolir um Ovo Kinder de uma vez só para ver se voltamos mais bem dispostas. 

8 - Dizer "depois"

E não haver depois. Tipo: "A mãe dá-te mais bolachas depois de lavarmos os dentes". E, depois (às vezes!)... Se não se lembram, problema deles :)

9 - Dizer que não havia. 

Aqueles pedidos especiais que não podemos estar sempre a satisfazer... e que sim, até fomos às compras, mas não... "que esquisito, mas a mãe não viu!". 

10 - Ficar às vezes em stand-by depois de adormecerem

Muitas vezes estamos cheias de pressa, loucas para que eles adormeçam e, depois, quando finalmente adormecem ficamos com saudades. Ou, então, ficamos ali ainda mais alguns minutos enquanto estão a dormir para apreciar... e cheirar... 


Fotografias - Yellow Savages

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Como funciona a cabeça de uma blogger (como eu).

Ahhh! O título está bem explícito! Se não querem saber os pensamentos mais íntimos de uma blogger no que respeite ao blog, sintam-se livres de fechar esta janelinha e de voltar para outros feeds. Ah, acabou de me aparecer uma notificação aqui do Facebook a dizer que tenho de ir dar os parabéns ao meu primo Francisco, venho já. Dei pelo Facebook, não sou de ligar. Pronto, já está. 

Ok. Então, como funciona a cabeça de uma blogger (como eu)? Ninguém perguntou mas, lá está, já vão perceber porque é que decidi fazer este post.


- PREOCUPAÇÃO CONSTANTE.

Da mesma maneira que, quando se tem um filho, vêm daí as responsabilidades e a presença delas mais ou menos constante na nossa cabeça - estou a comparar um blog a um filho, ai Jesus - também o criar de um blog e levá-lo a este nível, inunda a nossa cabeça de preocupações. A Joana e eu queremos manter o blog com publicações frequentes e, por isso, "hoje tenho de fazer um post", "a ver se escrevo já o de amanhã porque como tenho uma consulta, não vou ter tempo", "aproveitava era o fim-de-semana para escrever já uma semana de posts para tirar umas férias".

- OLHO DE PRODUTOR

Vamos vivendo o dia-a-dia sempre com "um olho no burro e outro no cigano". Tentamos ter 10% da nossa cabeça atenta a possíveis temas que possam servir para escrever aqui. Hoje, por exemplo, a Irene quis levar a viola que os avós e o pai lhe ofereceram para a escola e, desde que a deixei, estou a pensar na vaidade que sinto dela gostar tanto da sua viola e talvez falar da relação da Irene com a música para que outras mães, se quiserem, apanharem algumas ideias. Ou, quando a estou a adormecer, ponho-me a rever o dia, as coisas que correram bem ou menos bem, as coisas pelas quais me sinto grata e, a seguir, naturalmente, é pensar quais delas dariam um bom post (sendo que, para nós, um bom post é um post que interesse a muita gente e que contribua positivamente para a vida de quem lê) e começar a escrevê-lo na minha cabeça. 


- TER UM NEGÓCIO EXTRA

A par de tudo aquilo que geralmente já tenho de resolver na minha vida pessoal (enviar prescrição do exame do sono para o Hospital para validarem a marcação do exame, marcar dentista, ir consultar o regulamento do condomínio do meu prédio, tenho que fazer sopa logo à noite, arrumar a casa...) junto a isso ter que ir "responder a mails" do nosso mail. Tenho como prioridade os assuntos que necessitem de resposta imediata (sejam propostas comerciais ou leitoras que precisem de algo de nós imediatamente como conselhos ou ajuda em que possamos ser úteis), depois as parcerias que possam ser interessantes para nós e, por último, concretizar algumas ideias com parceiros, enviando e-mails proactivamente. 

- TENTAR ENCAIXAR SESSÕES FOTOGRÁFICAS

Apesar de ter a Inês da Yellow Savages e a Joana Sepúlveda Bandeira do The Love Project sempre prontas para nos fotografar, confesso que não faz parte ainda do meu mindset ver a "sessão fotográfica" como algo que me apeteça muito fazer, apesar de adorar o resultado e de colorir o blog e de os posts ficarem ainda mais giros. É também, na minha cabeça, uma conversa frequente comigo própria: "Outra vez uma foto desta sessão? Tens de marcar outra, as pessoas já devem vomitar esta sessão". 

Das minhas sessões preferidas, esta com o The Love Project, da Joana Sepúlveda Bandeira.


- ENCAIXAR REUNIÕES EM TEMPO RECORD

Não sou nada fã de reuniões. Acho que se fazem demasiadas reuniões mas há assuntos que têm mesmo de ser tratados frente a frente, especialmente quando ainda não se conhecem os parceiros. Não consigo ter a disponibilidade que queria para tratar destas coisas com calma e, por isso, tem de ser na minha hora de almoço (porque no restante tempo estou ou a trabalhar ou já com a Irene) e aqui perto do trabalho porque senão só tenho 15 minutos para falar com a pessoa presencialmente. 

- GERIR EXPECTATIVAS E PERFECCIONISMO

A motivação extra (gostamos sempre de escrever aqui, mas nem sempre conseguimos) tem altos e baixos. Quando tem altos, sou louca e penso: "vamos alimentar mais o canal de youtube", "vamos criar um programa de televisão", "vamos lançar mais um livro". Quando tem baixos, penso "não tenho nada que falar... olha, já sei, vou escrever sobre esta minha preocupação ou como funciona a minha cabeça no que toca ao blog". Eheheh. 

- VONTADE DE ACABAR COM TUDO

Ui, meninas. Se soubessem a quantidade de vezes, quando tenho a cabeça mais cheia que penso "epá, mas vou estar a chatear-me com uma coisa que fui "eu" quem criou? Acaba-se já com isto e não tenho mais que pensar no assunto, que chatice! E atenção que 99% da pressão é só criada por mim mesma. 


Associado a tudo isto existe também GRATIDÃO e VAIDADE. Temos a sorte (e trabalho) de, em 3 anos, termos um blog em que sentimos que vocês nos conhecem e que se relacionam connosco. Adoramos receber as vossas mensagens e comentários em que dizem que vos ajudamos a repensar nalguma coisa ou, melhor ainda, que não se sentem tão sozinhas e anormais. Acreditem que nem sempre é fácil mas... que tem valido sempre a pena. 


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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A minha amiga/ irmã / cunhada está grávida. O que posso oferecer-lhe?

Gravidez. Primeiro filho.
A alegria, o segredo, as expectativas, as dúvidas. Será que vai correr bem? Vou dar conta? Vou adormecer em frente ao computador no trabalho mais quantas vezes? Vou continuar a vomitar nos próximos 8 meses? Como assim enjoar peixe? Vou engordar muito? Isabel ou Maria? O que preciso de comprar? O que preciso de saber? Que livros ler? Que livros ler sem adormecer? :)
Parece que já foi há uma eternidade, mas lembro-me bem deste rebuliço. Trabalhei até às últimas e trabalhava muito, por isso, não tive o tempo todo do mundo para fazer o ninho e para ler tudo o que tinha a palavra "bebé" na capa, mas primeiro filho já se sabe: há um enxoval para ir fazendo e tudo parece ser muito importante. Pomos muito amor em tudo. Começamos a usar "inho" em tudo. É uma fase mesmo, mesmo, mesmo boa. Eu cá gostei. E gostei muito também de me sentir apaparicada. Não tive grandes desejos (laranjas conta?) nem grandes exigências, mas recebi mimos e palavras muito bonitas. Gostei de receber alguns presentes também e que me tivessem emprestado umas quantas coisas. 

(Não posso ver imagens destas que fico logo com o relógio todo descontroladinho)

Agora estou na fase de ser eu a emprestar, a oferecer e a aconselhar às minhas amigas (tive filhos mais cedo que a grande maioria delas). Uma delas já me pediu que lhe fizesse uma lista do que é mesmo, mesmo necessário e irei fazer, prometo. Por agora. uma mais curtinha de:  
o que oferecer a uma amiga, irmã, colega, cunhada que está grávida ou que teve o bebé há pouco tempo?
Roupa para o bebé é uma boa prenda, mas provavelmente não vai ser muito original (além de que podemos enganar-nos no número, calcular mal a altura em que vai nascer se comprado com antecedência, etc, etc). Roupa para a mãe também pode ser fixe, mas é preferível que seja ela a experimentar e estraga-se o factor surpresa. Cremes para estrias tem de ser MESMO a mãe a escolher porque, se forem como eu, vão enjoar cheiros muito fortes.

Deixo-vos as minhas sugestões, nas várias áreas.

DECORAÇÃO e OUTROS DETALHES

Álbum de Bebé "Olá, Mundo!"


Depois de ter comprado um fofinho para oferecer ao David, comprei este para oferecer a uma amiga nossa, quando a bebé dela nasceu. É um álbum para registar todos os momentos do primeiro ano do bebé, cheio de autocolantes queridos e espaços para personalizar.

Bandeirinha ; Moldura Mr Wonderful ; Luz de Presença Unicórnio

Uma luz de presença fofinha, uma bandeirola para decorar o quarto com uma mensagem querida, uma moldura, atentem bem no que se segue. Adoro esta marca!



Um do li tá: difícil vai ser escolher.



LIVROS para a mãe (e para o pai)


Os Bebés também querem Dormir, da Constança Ferreira

A Constança é das primeiras pessoas que nos deve ser apresentadas assim que engravidamos. Ajuda a quebrar aqueles mitos que a nossa sogra ou vizinha do quarto esquerdo já fizeram questão de nos tentar passar: tem de se deixar chorar, que precisam de adormecer logo sozinhos, porque caso contrário ganham manhas e outras coisas que tal. É importante conhecermos as necessidades biológicas de um bebé para que aprendamos desde cedo a relacionarmo-nos com ele e a perceber as suas exigências. Primeiro livro a ler, mesmo antes de todos os outros, este.

Educar com Mindfulness, Mikaela Övén

Não sei se conhecem a Mia, mas é uma lufada de ar fresco no meu feed do Facebook. Fiz um workshop uma vez com ela, pela internet, e fiquei ainda mais fã. Sim, acho muito importante estarmos na nossa melhor versão quando temos à nossa frente o maior dos desafios. Mindfulness faz falta neste mundo em que tudo corre depressa e em que nem sempre temos paciência e calma para apreciar e resolver o que nos incomoda.

Mãe, quero mais, da Leonor Cício

Um livro com receitas para os miúdos dá muito, muito jeito. Neste há sugestões a partir dos 6 meses para sopas, papas caseiras sem açúcar (mas deliciosas) e pratos apetitosos e fáceis de fazer (e tem também uma pequena parte dedicada ao Baby Led Weaning, que fiz com a Luísa, que é bom para iniciantes). 

Um que não conheço, mas vou ver se trato disso é este: Pais à Maneira Dinamarquesa. "O que sabem as pessoas mais felizes do mundo sobre como educar crianças confiantes e capazes", com tópicos práticos. Gostei. 
Agora até recomendava o nosso livro, mas não o vou fazer. Está aqui o link, só por acaso, mas não vos quero influenciar. :)


LIVROS e BRINQUEDOS para o BEBÉ
Já insisti aqui que livros são das melhores coisas que se pode oferecer a uma criança. Comecei a fazer a biblioteca da Isabel tinha ela dias (oferecia um todos os meses) e ainda é das coisas que peço, quando me perguntam o que as miúdas querem. Brinquedos didácticos e apropriados aos primeiros tempos são também uma boa aposta.

 

As Cores do Elmer 

O Elmer é uma personagem muito querida cá em casa. Com páginas duras (imprescindível para as mãos sapudinhas e destruidoras da Luísa) e cores vibrantes, cativa a atenção desde logo.

 Guizo Zebra Tuc Tuc 
Bebé tem de ter uma roca, um guizo. Nos primeiros meses, eles não ligam patavina a bonecada (falo pelas minhas) mas assim que descobrem o poder de agarrar em objectos, gostam de chocalhar. Um peluche macio com guizo é sempre uma boa aposta.


 Ginásio Sons da Natureza

De acordo com o vosso orçamento para o presente ou grau de proximidade com a grávida, deixei para último um presente que é muito útil e didáctico. A Isabel passava imenso tempo a brincar no ginásio e foi lá que começou a arrastar-se e a rebolar e tudo.


SÓ mais um: O meu primeiro puzzle com animais de estimação é também uma boa ideia: Lego é sempre uma boa ideia e tudo o que diga "o meu primeiro" é fofinho e vale logo pelo simbolismo. Se for um puzzle, é dinheiro bem investido, mesmo que demorem a saber completá-lo, manuseiam, aprendem as formas, os objectos e animais.

Espero que tenham gostado! Tive de usar, a muito custo, o meu (fraco) poder de síntese para não escarrapachar aqui com 40 opções e deixar-vos na mesma, cheia de dúvidas.

A FNAC está com descontos até 40%, passem por lá e espreitem! [E agora com Tuc Tuc no catálogo também].





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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

As 10 melhores coisas deste Natal

Já lá vai mais um Natal. Em menos de nada estaremos no dilema fato de banho ou trikini? (ou bikini-e-que-se-lixe-não-gostam-metam-na-borda-do-prato - somos todas muito despachadas mas depois é ver-nos a fazer detoxs cheios de espinafres e a beber água com limão a ver se a coisa vai ao sítio em 3 dias). 
Os dias agora já vão começar a ficar cada vez maiores e isso só pode ser bom. Eu cá gosto de ver as coisas pelo lado positivo, mesmo que haja dias em que me apetece falecer um pouco por estar cheia de sono. 

Mas vamos lá falar deste Natal. Quero saber. O Pai Natal foi generoso ou davam-lhe com uma panela em axo inoxidável na tromba? 

O meu foi querido (enganou-se só numa prendinha, que já vai ser resolvida esta semana - viva aos talões de troca! Eheh brincadeirinha). 

Eis as 10 coisas de que mais gostei neste Natal: 

  1. Trouxe-me a Marisa no avião de dia 25. A Marisa é a minha irmã emprestada. A aluna da minha mãe de filosofia que há muiiiiitos anos ficou amiga da família e nunca mais a largámos. Já viveu em Londres, esteve uns 12 anos no Dubai e agora está nos EUA. Hoje passou cá a tarde e foi lindo de ver a Luísa a chamar-lhe tia, tia, tia. As saudades que eu já tinha. ❤️


  2. Ninguém ficou doente ao ponto de termos passado dias ou temporadas no Hospital. Desde que estivemos uma semana com a Isabel internada com pneumonia nesta altura que eu valorizo imenso ninguém estar a arder de febre neste dia. O David esteve quase quase a morrer (e já sabem como são os homens com uma dor de garganta...) mas lá sobreviveu e a Isabel estava chochinha na tarde de 24 mas felizmente arrebitou e passou-lhe ao lado.
  3. Sobrou arroz doce. É o meu doce preferido (tem de ser o da minha avó! Fico sempre desiludida quando peço num restaurante, esqueçam, tem de ser o da dona Rosel) e consegui trazer num tapperware e agora aqueço sempre um bocadinho no microondas antes de me alambazar). Ah e o meu almoço hoje foi bacalhau com mangusto. Ainda melhor do que a 24.
  4. Imensas pessoas me disseram que eu estava mais magra. Vocês sabem o quão bem sabe ouvir isso, não sabem? (Pronto eu sei que algumas de vós têm a luta contrária, não se zanguem comigo).
  5. A noite de 24 foi maravilhosa. A avó Rosel estava divertida (há anos em que calha estar assim mais para o  dramático), as miúdas estiveram sempre bem-dispostas, a Luísa foi a coqueluche da noite, a dançar e a jogar à bola, deu espectáculo. A Isabel aproveitou para jogar e carimbar com o tio Frederico (prenda nova da tia Dulce) e foi tudo muito, muito bom. Foram dormir às 23h30, esticámos a corda mas não faz mal. :)
  6. O dia de 25 foi a correria habitual mas sobrevivemos! Vocês não sei, mas nós vamos a duas casas diferentes dia 25, em sítios diferentes e é sempre uma loucura, mas corre sempre bem (e as miúdas adoram o forrobodó com os primos). E sabe bem chegar a casa e esparramar-me no sofá, ignorando os sacos e as malas por arrumar.
  7. O Pai Natal foi generoso: deixou-lhes na rua dois presentes - um violino e um microfone (com pedais para a ovação e para um rufar de tambores e ainda umas luzes) da Imaginarium. Comeu metade de uma bolacha e bebeu o leite quase todo. Nós, pai e mãe, ainda não oferecemos nada, tal é a pilha que, felizmente, recebem de toda a família, a 24 e a 25 (a minha surpresa para elas foi terem a parede do quarto cheia de bolinhas coloridas (autocolantes da Marydoll) quando chegassem a casa. Ah! E a Luísa aprendeu a dizer "obrigada!". Mesmo a calhar.
  8. A empresa deu-me(nos) o dia 26. Como a vida faz sempre questão de equilibrar as coisas, deu-me um dia 26 com o som do berbequim e de brocas e de pancadaria em paredes e em canos (a estas horas ainda os ouço) e, para ajudar à festa, sem água em casa, louça a acumular, roupa a feder e cabelos oleosos por lavar. Tudo certo. Parte boa: ter a Luísa a fazer a sesta no meu colo.
  9. A Isabel emancipou-se, fez as malas e saiu de casa. Credo. A verdade é que, pela primeira vez, a Isabel pediu para ir dormir a casa de alguém. Ontem, virou-se para nós e disse-nos, com a maior alegria do mundo, que queria ir dormir com as primas. "Queres, a sério? Boa! Claro que sim! Dá cá mais cinco!" mas por dentro algo que se desfez em mil pedaços porque estava a sair debaixo da minha asa e eu não me tinha preparado para ficar sem ela nessa noite. Dormiu bem, esteve bem e já voltou ao ninho.
  10. Não faço ideia mas se o título diz que são 10 convém não serem 9. Ah! Já sei. Dei tudo neste Natal, com um macacão giro mas giro da 2 tons dourado. Como não estávamos a planear nada muito chique para a passagem de ano, resolvi fazer concorrência à estrela. Ainda fiz uns jeitinhos no cabelo e maquilhei-me, que estava vaidosa. 

Não tirei fotos com toda a família e agora tenho pena! Mas foram dias maravilhosos, temos muita sorte! ❤️









Macacão - 2 Tons  - confortável e não amarrota!
Fio (Flying Seeds) - Luísa Rosas (reverte a 100% para a Corações com Coroa)



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(Tenho stories giros no Natal, vão lá ver)
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