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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Descontos até 40%, tungas!

Pensei logo em vocês quando soube que a Fnac vai ter descontos para a nossa malta. O mail dizia: "FNAC Kids Puxa por Eles: até -40% em Puericultura, Livros, Jogos e Brinquedos para bebés".

Afinal menti. Não pensei logo em vocês. Primeiro pensei em mim e quantos dias passam até receber para ir "às compras" para a Irene. Adoro descobrir coisas "únicas". Não só porque não quero a casa cheia de tralha repetida (mas de cores diferentes), mas também porque gosto de lhe mostrar que tudo pode ser uma surpresa. Aquele livro que tem uma história, também dá para brincar com as mãos, misturar cores, este jogo dá para pescar e este dá para fazer amigos em papel.

Quero que ela aprenda a pensar fora da caixa - se soubessem o quanto eu odeio esta expressão por fazer parte do meu trabalho diariamente, isso e o verbo "agilizar" - e a ver os livros como coisas mágicas, portas para a imaginação dela. Um ponto de partida para se perder no seu mundo enquanto vai aprendendo. 

Depois de pensar em ir "estourar dinheiro", aí sim, pensei em vocês. E lembrei-me que vos tenho mostrado no blog os jogos e os livros preferidos da Irene, fiz uma espécie de top para ver se se controlam quando forem à Fnac. Pus os links das compras online na legenda, caso queiram fazer um orçamento. Está tudo Irene approved. 

Espero que gostem das sugestões e, já agora, se acabarem por levar algum destes para casa, depois digam-me o quanto adoraram. Quero sentir que vos proporcionei um bom momento em família! :)


Loto

Um parecido, muito giro também aqui.
A ideia é pescar os números/cores (que têm a forma de peixe) com uma cana e depois colocar os números no sítio correspondente ou na cor certa. Além de tudo ser amoroso e praticamente de madeira, ainda hoje se interessa por ele e ficou uma das brincadeiras de marca entre ela e o pai. Trabalha motricidade além de conhecimento dos números e cores. E de pesca também se algum dia quiser ir por aí, já tem aqui alguma experiência. 

Hervé Tullet - Mistura as cores 

Online aqui.
Este livro poupa-nos uma limpeza de meia hora. Claro que não significa que não misturemos cores com eles noutros dias, mas o facto de ser um livro atrai-me. O Hervé Tullet, autor de um dos maiores best-sellers deste segmento (atrevo-me a dizer deste), mantém a sua simplicidade e... talento!

Estes livros são mágicos e é isso mesmo que passam para eles. Que estamos a fazer magia e que são eles quem controla a história, enquanto aprendem acções, cores, etc. 

Online aqui.
Este livro é uma combinação perfeita para juntar a família e ainda ficar com uns bonecos especiais com umas memórias agarradas. 


Tem animais para destacar, com as suas características escritas (se são preguiçosos, o que gostam de comer...) e até eu consegui montá-los com cola. Neste caso, em baixo, o coelho fui eu e o Óscar foi o pai. Também já houve uma gata Biba que acho que está debaixo de um brinquedo qualquer no quarto dela.


Aqui, ali e acolá


Online aqui.


Quando a Irene ficou em casa connosco, foi-nos acompanhando ao longo do dia e a maior parte das refeições. Temos um carinho especial por ele. Lembro-me do dia em que o comprei, etc. É daqueles livros que, mais tarde, quando doar os livros a alguma associação ou amiga, irei guardar dentro do armário. 

Além dos desenhos serem amorosos e de dar para adaptar para várias idades, o pai até já criou histórias extra as que lá estão. Tanto que o livro é diferente quando é contado pelo pai e quando é contado pela mãe (o pai é bem melhor nisto). 

Com este livro começou a aprender o aqui e ali (o acolá... dispensamos um pouco), "em cima", "em baixo", "contente", "triste", as cores... Está tudo aqui. Depende só de quem lê.




Num destes sábados (ou domingos, não sei), a Irene ficou a fazer a sesta com os avós enquanto fomos almoçar. 

Quando voltamos, a avó, assim que teve oportunidade, com os seus olhos que sorriem mais do que 20 bocas juntas quando estão felizes, disse-nos "aquele livro das mãos é mesmo muito giro". Ainda tinham estado pouco tempo juntas. Menos de uma hora  e ainda com tempo de fazer piquenique pelo meio (estender um cobertor no chão e comerem pão com manteiga, sendo que é a Irene a barrar no pão dela) e já tinham ido direitinhas àquele livro. Ambas as meninas gostaramA Avó ficou surpreendida por ser tão giro e a Irene adorou aquele momento com a avó e em que, além de ter começado a olhar para as mãos de outra maneira, teve um estímulo enorme para ver as coisas "para além do que parecem". 

As próprias mãos podem ser um brinquedo para horas, sendo elefantes, girafas...


Foi um livro que se tornou num abraço entre avó e neta e também numa descoberta criativa das suas próprias mãos. Afinal, a Irene está sempre acompanhada de coelhinhos, elefantes, cães e sapos... basta querer que eles aparecem. 





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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Foi para isto que quis duas filhas

Foi para momentos como estes que quis ter duas filhas em tão pouco tempo. [Além de ter saudades de ter um bebé pequenino e frágil. Além de querer começar do zero e ter a responsabilidade e o prazer de ver (e fazer) alguém crescer.]

Foi para estarmos os quatro na cama de pijama num domingo de manhã a ouvir a chuva. Foi para olhar embevecida para a Isabel compenetrada em fazer a irmã rir e preocupada com ela quando chora. Foi para vê-las brincar.

Já brincam. Aliás, brinca a Isabel e finge que tem resposta da irmã. Serve-lhe chá e fatias de pizza. Canta-lhe os parabéns. Manda-lhe bolinhas e diz-lhe para as apanhar. Seria de esperar que ficasse chateada por falta de resposta. Mas não, é paciente. Finge que sim. Leva o "faz de conta" muito a sério. O que eu adoro vê-las assim! No parque, no tapete, na cama. Já interagem muito, já vejo o corpo e o olhar de satisfação da Luísa por ter a atenção da Isabel, já vejo a Isabel a contar com a irmã quando parte o bolo. "Para as três, mãe." Sim, filha, para as três. Eu entro na brincadeira muitas vezes. Sou das que gostam de brincar. O meu lado teatreiro adora inventar e acho que tenho jeito. Mas mais do que isso, acho que, mesmo que não se goste, é importante dar o exemplo. Esquecer o que nos apetecia estar a fazer, o que nos falta fazer e estar ali, de corpo e alma, a acrescentar-lhes um bocadinho. É também para isto que somos pais. 

Além de gostar que pinte, que desenhe, que invente comboios com molas da roupa e talheres, que conte histórias e invente letras para canções (ontem à noite fez os seguintes versos: "a mãe fez uma fita, a mãe ficou bonita" e eu soltei uma gargalhada meia nervosa, num misto de explosão de amor com incredulidade por ela estar a fazer uma rima), acho um piadão a brinquedos de madeira, sem cheirarem a plástico manhoso: desde puzzles, à casinha dos coelhos, à cozinha e a todos os utensílios e mais alguns. Descobri na Vertbaudet uma linha maravilhosa de acessórios de cozinha todos em madeirinha e tecido e agora vai ser difícil pararem-me. Já cá cantam a salada (com o vinagre, o azeite e o sal) e a pizza, com todos os pormenores que me fazem babar (sim, tenho uma pancada grande com o realismo da coisa).
Para a Luísa, escolhi um conjunto de seis bolas sensoriais, com diferentes tamanhos, cores e texturas; lembrei-me de que a Isabel gostava de guizos quando era pequenina e não sei o que lhes fiz; e mandei vir  um peluche daqueles com várias actividades e sons, muito fofinho e com uma particularidade: é um lobo que transporta um cordeiro numa bolsa, como se fosse um canguru. Coisa mais querida! Vieram atrelados um roupão do Frozen, um pijama e um tapete para o quarto delas


E um vídeo fofinho para mais tarde recordar.





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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Isto é um privilégio.

Num mundo em que cada vez temos menos tempo para estar com quem verdadeiramente nos faz feliz, tudo aquilo que nos poupe minutos é mágico. É o caso das compras online. Ninguém me tira o prazer de, pontualmente, "ir às compras". Até com a Irene nos divertimos imenso. Porém, desde que ela nasceu que cada vez mais optamos pelas compras online. É  um privilégio poder em 10 minutos resolver o que seriam 2 ou 3 horas mais acartar sacos. As compras vem ter  não à porta de casa, mas à cozinha. 

Existe uma taxa de entrega, mas contas feitas, compensa. Até porque temos de pensar na  gasolina que gastamos (e o tempo, caramba!). 

Quero convidar-vos a conhecerem a minha casa (ainda não conheciam), a ver-me a mim e à Irene a convivermos uma com a outra (só têm acompanhado fotografias e mais da miúda que eu cá gosto de aparecer mas é mais na tv) e a "ouvirem" a história das bananas que a Irene ainda não parou de falar desde que fizemos o vídeo. 


               


Já repararam que podem aproveitar aqueles 5 minutos no trabalho que, em vez de estarem a ver vídeos de gatinhos ou de malas que temos de poupar 10 anos para comprar, podem estar a despachar as compras e tê-las em casa sem esforço nenhum?

Isto é um privilégio e mágico. 

Gostaram da história das bananas?


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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Melhor compra dos últimos tempos.

Nós crescemos com rádios no quarto, não foi? Ou, então, com os restos da aparelhagem dos nossos pais que eles já não usavam... ou ainda aqueles panelões que davam para por um cd e eram altamente portáteis, os rádios de praia...
Quando dei por mim, a Irene pertence a uma geração que não tem nada disso. Que, para ouvir música, tem que a ver também (youtubes e afins). Assim não dança tanto, não faz aqueles videoclips imbecis que nós fazíamos a cantar ao espelho com uma escova de cabelo na mão. Não sou particularmente saudosista, mas a Irene tinha de ter música no quarto. E agora tem.

Agora quando acaba de tomar banho ouvimos "Não há estrelas no céu" ou "Solta-se um beijo" ou "Balancé" ou os D.A.M.A com as músicas que ela apanhou na rádio e não deixou de as cantar. Dança nua em frente ao espelho, cantamos as duas enquanto a visto no trocador ou fazemos brincadeiras na cama com o ritmo...

Tudo isto com uma coluna de meia leca que comprei na FNAC a menos de 30 euros. Ligo por bluetooth (aquela palavra que nos cuspimos todas a dizer) o meu telemóvel, fica no móvel lá em cima e os minutos da música são nossos, para ver outra coisa que não sempre a mesma porcaria de vídeos. 



Comprei também um adaptador para a coluna ficar ligada à tomada e não a um computador quando precisasse de carregar. Excelente compra. Sim, estou a dar-me uma palmadinha nas costas. 

Vocês têm música no quarto deles?