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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A Marta é que sabe!

a Mãe é que sabe e, portanto, a Marta é que sabe! :)

Como, em princípio, saberão, este projecto começou por serem três amigas, mães que propunham escrever de forma bem humorada, leve e, acima de tudo, genuína as suas opiniões, dilemas, conselhos, etc. 

A verdade é que visto que temos sido tão bem acarinhadas por todas as mães que nos lêem (ui, quase lesbiano tanto amor feminino) que temos vindo a dedicar cada vez mais e mais do nosso tempo e, também, do nosso coração. Como devem imaginar, os nossos parceirinhos (é chato dizer maridos porque o mariquinhas do David da Joana ainda não se chegou à frente, grrr) agradecem porque têm o comando da televisão para eles durante mais algumas horas e é menos tempo que falamos com eles sobre coisas que não lhes interessam (o que, curiosamente, é o que depois vimos escrever para aqui). 

Já tinham lido sobre a Marta Vale Cardoso? 



Marta Vale Cardoso. Tem o dom do multi-tasking e da omnipotência. Consegue dar banho ao Lucas enquanto faz a sua aula de Zumba. Dá um jeito à casa enquanto está na piscina a nadar com ele. O Lucas, para a Marta, é mais portátil que um iPhone. Daria ainda mais jeito se ainda estivesse na barriga para não dar tanto trabalho a transportar! Apesar de tudo isso, não sabe como conseguiu tirar arquitectura no Técnico sem ter olheiras, e agora parece que levou dois murros na tromba.



Pronto. A verdade é que a Marta, apesar de ser uma super-mulher, só tem duas mãos e duas pernas e uma cabeça (apesar de estar super cheia), pelo que o multi-tasking tem limites. ;)

Queremos agradecer-lhe todas as horas de conversa no whatsapp sobre o blogue, a partilha de tantas ansiedades, receios, decisões, posts, ideias, sugestões, críticas, tudo. 

Obrigada, Marta, por teres feito parte da matriz deste blogue, também tu contribuíste para que as coisas estejam tão bem encaminhadas!

A Marta Vale Cardoso não vai desaparecer (porque não é nem mágica, nem a Maddie), sempre que quiserem falar com ela, ela está aqui, enquanto, lá está, despacha uma máquina de roupa, faz a sopa para o Lucas, fala com a mãe ao telefone e toma banho para ir trabalhar. 


Leiam aqui todos os posts da Marta e logo de rajada, se quiserem! 

<3

E se o Lucas quer ser cá da malta...

...tem de comer esta papa até ao fim, até ao fim!

Felizmente esta é uma lenga lenga que nunca tive de usar com o Lucas. Se ele chora à refeição é porque a colher não está a chegar depressa o suficiente à sua boca. Ou isso ou tem sono, pronto. Mas o rapaz ajeita-se a comer à colher. Adora sopa, adora fruta, adora iogurte, papa, o que for!

Sei a sorte que tenho por não ter de andar a fazer aviõezinhos para o meu filho comer. Mas também sei que às vezes é capaz de ser desesperante para alguns pais a dificuldade que têm em que as suas crias se alimentem. Ele é fazer trinta por uma linha para que eles se distraiam para, sem que se apercebam, tunga!, lhes enfiarem uma colher à boca. Desde as brincadeiras com a colher, ao uso de tablets, smartphones e televisão, passando pelas macacadas mais estapafúrdias e pelas cantigas mais irritantes, vale tudo nesta luta para impedir que o nosso filho fique subnutrido.

Como é que esses pais aguentam? Pois, não sei. Mas admiro-os muito! Força pais e mães das crianças que não querem comer! Um dia elas vão tornar-se adultas e já não têm de se preocupar com isso. Embora não consigam, não é?


Ass: A Mãe que, neste departamento, não sabe

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

#hashtagstaograndesqueninguempercebenada

Lembram-se daquele post da Joana Paixão Brás, em que havia uma certa competição entre mães?

Pois bem, tenho-me vindo a aperceber que essa competição também existe… Nos hashtags das mães!

Um hashtag não era suposto ser como uma palavra-chave, uma identificação que queremos dar a um post ou fotografia? Para isso, bastava na descrição colocarmos um cardinal antes do que queríamos identificar. Por exemplo, se agora quisesse identificar este post colocaria #hashtag. Assim, se alguém fosse à procura de fotografias, isto no caso do Instagram, onde alguém tivesse identificado o dito #hashtag, só precisava de o colocar na busca, e apareciam todas as fotografias identificadas com esse hashtag. (nota para mim: ver se não faço descrições tão grandes à volta de uma palavra, nomeadamente hashtag)

Pois agora parece ter pegado moda entre as mães fazer hashtags que só vão ser usados uma vez, pois nunca mais ninguém vai usar aquilo na vida. No fundo, lembraram-se de, em vez de escrever uma descrição com espaços e acentos, escrever um hashtag. E ganha a que tiver o hashtag maior e mais ilegível. Senão vejamos alguns exemplos:

Bebé a dormir com o gato:
#adoramdormirenroladinhoshalacoisamaisfofaemtodoouniverso

Bebé a brincar com as folhas no jardim:
#ooutonojachegoueandamosabrincarcomasfolhasamarelas

Bebé a mandar a árvore de Natal abaixo:
#onataljachegoucaacasaeotobiasandaamandararavoredenatalabaixo

Lucas a refilar por lhe termos dito “não”:
#omeninolucasestafrescoestaagorajanaoselhepodedizernaoqueficatodoofendido

Isabel sempre linda e maravilhosa nos cenários que a Joana Paixão Brás prepara:
#aisabeljafazbolachassozinhaquerdizercomumbocadinhodeajudamasquemdecoraeela

Irene a pegar na colher para comer a fruta:
#airenejanaoeumafocacompletanaosojacomequasesozinhacomosepercebemesmoqueefilhadopai

É irritante, não é? (#eirritantenaoe)

PS: Ganhou a Joana Gama

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Os acrobatas do sono

Se eu gostava que o meu bebé ficasse a dormir como o deixei, virado com a cabeça para a cabeceira e tapadinho? Gostava (principalmente para não apanhar frio). Mas não era a mesma coisa.

Com 11 dias, na incubadora. Já prometia...

Isabel (6 semanas) e Lucas (10 semanas)
No sofá da Joana Gama (3 meses)

Na casa dos avós na Madeira (4 meses)
Na cama dele (6 meses)
Na cama dele (8 meses)
Na cama dele (8 meses e meio)
Na cama dele (9 meses e meio)

domingo, 14 de dezembro de 2014

Nails 4 Moms

Há por aí muitas mães que gostam de andar com as mãos como se fossem para a ManiCam do canal E!, e eu sou uma delas. Nem sou de me maquilhar muito, só às vezes, quando se juntam 3 factores: apetece-me + tenho paciência + tenho tempo. Se algum deles falhar, é bye bye Marta sem olheiras e com pestanas maravilha. Anyway... Onde é que eu ia? Tenho a mania de divagar um bocado, por isso depois avisem nos comentários se for demais, ok? As unhas!!! Pois! Isso. Apesar de não ser de andar sempre pintada, se há coisa que não dispenso é de ter as unhas arranjadas. Gosto, acho que dá bom ar. Não sou fã de unhas cheias de rococós, mas uma cor, ou até mesmo aquele brilho transparente, tenho de ter.

Como sou muito multifacetada (modéstia à parte, cof cof), arranjava e pintava as minhas próprias unhas. Tinha muita paciência (e tempo) e era capaz de passar uma boa tarde de fim de semana de volta das mãos para as deixar bonitas. Claro que demorava imenso tempo (já disse que naquela altura tinha tempo?) e é por isso que até agora tem estado tudo escrito no Pretérito Imperfeito (Joana Gama, corrige-me se estiver errada, tu é que tens olho para estas tecnicalidades). Como hoje isto já não é nada assim (lá está, nasceu o bebé, o tempo foi-se), dou por mim a pensar se era ou não era "bué da fixe" se houvesse uma maneira de demorar aí uns 10 minutos, 15 no máximo, a fazer as unhas. Mas com verniz de gel, ainda por cima! Sim, porque, sendo eu o cúmulo da desastrice, o dia em que eu descobri o verniz de gel foi como se se tivesse aberto uma caixa de pandora e nunca mais quis outra coisa. Para isso já não era assim tão multifacetada (querias!!!), e ia, às vezes de propósito, ao Continente do Colombo fazer o tal do verniz de gel (sim, lá fazem disso). Mesmo sem tempo, lá o conseguia arranjar se coordenasse com o pai da criança e ele conseguisse ficar com ela uma hora que fosse, para eu ir fazer as minhas "néles".

Mas pronto, o que interessa, basicamente, é que recentemente tive de voltar a arranjar as minhas unhas, porque as "minhas duas moças" das nails não podiam, e as minha unhas já estavam tão más que eu estava quase a ter um ataque cardíaco. Mal sabia eu que ia ficar na mesma quase a ter o ataque cardíaco, já que tive de fazer cada etapa em vários períodos diferentes no tempo. Estou, por isso, há 4 dias para ter as mãos decentes, e isto está a dar cabo de mim.

Por isso apelo: Mães de todo o Portugal Continental e Ilhas e emigrantes que arranjam as unhas, como é que vocês fazem isso???

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O miúdo é algum cão?

Esta é apenas uma das frases que conto ouvir no futuro. Porquê, perguntar-me-ão vocês. Porque eu vou ser, muito provavelmente, adepta de um pequeno objecto a que damos o nome de trela.

Ainda nem 10 meses tem e já percebi que o meu filho tem uma genica do caraças. Como tal, às vezes ponho-me a imaginar o futuro, principalmente quando formos à rua. Sabem aquela piada do Jean Michel, tu vas tomber? Pois estou sempre a imaginar-me nessa situação, seja com quedas ou com fugas. Se por acaso me vir sozinha com o Lucas num centro comercial e ele me resolve fugir? Ou se eu me distraio por dois segundos? E se alguém o leva? São tudo dúvidas que tenho e que me assustam. Tenho um medo tremendo de perder o meu filho, e acho que isso deve ser um sentimento normal para qualquer pai ou mãe.

Por isso, decidi que vou usar uma trela. Não sempre, mas quando achar necessário. Quando perceber que determinada situação pode ser um risco para o que descrevi anteriormente. Nem preciso de a comprar, pois posso usar a minha. Sim, a minha. Perceberam bem. Eu andei de trela. E não fui menos feliz por isso.

Já me pus a imaginar as milhentas bocas que vou ouvir e estou a preparar-me para ser forte. Para não deixar que o preconceito me afecte quando é a segurança do Lucas que pode estar em jogo. Mas o miúdo é algum cão? Ai coitadinho, vai ficar traumatizado... (eu fiquei imenso!) Se o deixas fugir não estás a ser boa mãe (acidentes acontecem e eu só estou a tentar evitar um). Alguém se lembra de mais alguma coisa? Se sim, peço-vos que me digam, para eu depois não ficar desprevenida quando mas atirarem à cara.

O que acham disto tudo? Qual é a vossa opinião? Se são contra, de forma sugerem que contorne este problema? E porque é que são contra?

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Pilhas para o IPO

Já teve início o 6º Peditório Nacional de Pilhas e Baterias Usadas, promovido pela Ecopilhas, e que visa ajudar o Instituto Português de Oncologia.

Até ao dia 31 de Dezembro será possível doarmos as nossas pilhas e baterias usadas (e que normalmente já reciclávamos, não é?). O resultado desta recolha permitirá realizar a aquisição de dois aparelhos de tratamento para o IPO, à semelhança de edições anteriores. Não percebo nada dos aparelhos, pois não sou médica, mas poderão consultar mais informações aqui e aqui.

Podem depositar as pilhas e baterias nos balcões do Millennium BCP, que mais uma vez se associou a esta causa, ajudando na recolha e na divulgação da campanha. A dar uma mãozinha à divulgação estão também alguns locutores da RFM, por isso se os ouvirem por aí a apregoar qualquer coisa, já sabem do que se trata.

Agora é só ajudar! O que não deve faltar por aí são pilhas, sejam dos maravilhosos intercomunicadores e bombas de leite ou dos brinquedos irritantes... É só escolher e depositar no Pilhão! O IPO agradece.


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Parabéns a nós!

Pois é, hoje fazemos um mês de existência. Um mês inteiro!

Quem diria que não só íamos conseguir encher o nosso querido blogue de posts, como íamos ter mais de 115 mil (MIL!!!) visualizações?! Isto enche-nos o coração!
Dá-nos muito trabalho, é verdade, mas por outro lado temos feedback, pessoas que nos lêem e que fazem comentários ao que escrevemos (essas, ao menos, sabemos que leram mesmo).
E ainda não desatámos à chapada umas às outras. Quase... Estou a brincar!

Fazendo um pequeno balanço, só posso pensar que é positivo. Não só porque ainda estamos online, mas também porque, e agora tambores.... Já tivemos algumas propostas de parcerias muito positivas! Vamos revelar uma delas hoje à tarde e a mãe vai dar. Ah vai vai!

Muito obrigada por estarem desse lado, a rir ou a chorar (ou até mesmo a refilar), connosco e com os nossos bebés. Estamos a dar muito de nós e esperamos que nos continuem a acompanhar!

Joana Paixão Brás, Joana Gama, Marta Vale Cardoso

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Não me façam demonstrações

A sério, não. Não, obrigada!

-Ah mas é só uma demonstraçãozinha, eu recebo comissão só pela demonstração, não me quer fazer esse favor? O nosso produto cozinha, aspira, lava a roupa e passa a ferro, ajuda os miúdos com os TPC e faz massagens.

-Pronto, se assim é, está bem.

NÃO FAÇAS ISSO MARTA MARGARIDA!!! (não tenho Margarida no nome, só achei que dava mais impacto).

Principalmente porque sou daquelas pessoas que fica com pena dos vendedores e depois compro tudo o que estiverem a vender, mesmo que não precise! E depois fico irritada e chateada comigo mesma e a achar-me estúpida por não ter sido capaz de dizer que não!

-Ah mas é só uma demonstração, não tem de comprar nada...

Tem de ser como se estivesse a educar o meu filho. Não é não.

-Não, obrigada! Passe um bom dia.

Já agora, só para enquadrar a coisa, fizeram-me uma demonstração, onde limparam o colchão do Lucas, que ainda nem um ano de uso tem. Conseguem imaginar o que aconteceu? Fiquei a sentir-me a pessoa mais imunda à face da terra e a pior mãe do mundo... Como era possível tirarem de lá tanta porcaria? Eu precisava de ter um aspirador daqueles!!! Já se sentiram assim? Isto tudo com uma demonstração! Por isso, não quero mais, obrigada.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Simba

Calma, não vou aqui debitar o Rei Leão (Embora fosse capaz. Sim, sei aquilo de cor, e depois?).

O Simba é o meu gato de estimação e era o meu filhote antes de saber que ia ter o Lucas.

Quando soube que estava grávida, e como não estava imune à toxoplasmose, pedi com jeitinho à minha mãe se poderia ficar com ele até o Lucas nascer. A probabilidade de vir a apanhar o que quer que fosse era ínfima, não só porque eu apanhava os cocós dele com a mão dentro de um saquinho que virava do avesso e ao qual dava um nó (xiiii... granda descrição! mas deu para perceber, não deu?), mas também porque ele só saía à rua para ir ao veterinário. 

A minha mãe lá aceitou, e o Simba vive com ela, a tia, até hoje. Primeiro, era porque o Lucas ainda era tão pequenino, coitadinho, depois, era porque havia coisas para arrumar na nossa casa, e hoje é simplesmente porque sim. O facto é que eles, o Simba e a minha mãe, adoram-se mutuamente. A minha mãe mima-o e ele... pronto, é um gato. Um gato simpático e querido, meio totó e zarolho, mas um gato. Também fazem companhia um ao outro.

Mas o melhor disto tudo é mesmo a festa que o Lucas faz quando vai a casa da avó, e dá de caras com o amiguinho cor de laranja. Ri, guincha, gatinha a toda a velocidade atrás do Simba e agarra-lhe o pêlo e os bigodes. O outro, desgraçado, deixa-se ficar um bocadinho até achar que já chega, que não está para aturar aquilo, e põe-se na alheta assim que possível. E eu, mãe babada dos meus dois pequenos, derreto-me toda...

Agora estou na dúvida. Por um lado, adoraria ver aquela alegria na cara do meu filho todos os dias, mas por outro, sei que o Simba e a minha mãe estão tão bem um para o outro... Além disso, a questão da higiene preocupa-me. Principalmente nesta altura em que eles só gatinham e passam o dia ora com as mãos no chão ora na boca. Os amantes de animais dirão com certeza que isso não tem mal algum, mas eu não sei. E vocês? O que fariam?

Aqui fica uma amostrazinha do filme que é ver estes dois juntos (Música: Ain't it Fun - Paramore).


sábado, 6 de dezembro de 2014

Isto são horas?

Se há coisa que não suporto é de chegar atrasada. Deixa-me os nervos em franja. Como devem calcular, como sou pontual, também não gosto que me façam esperar. É que não acho a mínima piada. Não, nem mesmo um bocadinho pequenininho assim.

Desde que fui mãe, esta minha mania de querer que as pessoas cheguem a horas (só pode ser mania mesmo, devo ser eu que sou muito exigente, porque há um montão de pessoas que acham que chegar atrasado e deixar os outros de plantão é a coisa mais normal do mundo) intensificou-se... vá, um bocado. Pronto, vou ser sincera: imenso!

Seria de esperar que, não havendo respeito pela minha pessoa, ao menos houvesse pela minha pessoa quando esta se faz acompanhar de um bebé pequenino, que não só tem uma rotina a cumprir (senão é caso para ter uma "noite daquelas" - é ou não é?), como é capaz de ficar impaciente e a berrar num nanossegundo.

Por isso, quando combino ir tomar café com alguém, já que sou eu que tenho o bebé e mesmo assim consigo chegar a horas, o mínimo a fazer é que não se atrasem! E vá, ainda que seja só um bocadinho, ao menos que avisem! Os telemóveis também servem para isso, não é só para se andar no Facebook a cuscar a vida dos outros e a ler blogues (embora eu ache muito bem que o façam! ler blogues, entenda-se. principalmente este).

Atenção, não estou a criticar quem se atrasa esporadicamente e que não tenha controlo sobre o que lhe acontece! Por estas bandas é melhor clarificar bem as coisas, não vá vir o carmo e a trindade porque eu ter alegadamente dito, muito agressivamente, que quem se atrasa é estúpido. Era só um pequeno apontamento. Onde é que eu ia? Ah! Esclarecidas as minhas intenções, critico sim as pessoas que se atrasam por sistema e digo-lhes, com má cara, "Isto são horas?".

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Sugestões para o fim de semana (#02)

Olá olá! Hoje é sexta-feira! E o que é que isso quer dizer? Que a mãe é que sabe vai ser vossa amiga e dar-vos algumas ideias para entreter os vossos mini mais que tudo.
E parece que vai estar bom tempo neste primeiro fim de semana de Dezembro (e que é prolongado! YES!!!)! Tirando o frio, esta é uma excelente oportunidade para tirar os miúdos de casa e aproveitar os raios de sol de outono!
Aqui ficam algumas sugestões para a zona de Lisboa:
_The Lisbon Outdoor Day - Feira de Animação Turística de Lisboa
Várias actividades a vários preços e para todas as idades no Passeio Marítimo de Algés. Esta feira irá decorrer nos dias 6 e 7, das 10h às 18h. Reservem já as vossas preferidas antes que esgotem!
_Feira dos Sabores no Jardim Botânico da Ajuda
De 6 a 8 nada como relembrar com os nossos filhos os sabores da nossa infância. E começar a preparar o corpo para os excessos do Natal, claro! Mais informação aqui.
_Rumpel... e o Reino de Grimm, no Teatro Turim
E uma ida ao teatro? Para quem prefere os dias de chuva para passear, aqui fica uma história muito engraçada pelo mundo encantado de Grimm. Para mais informações podem consultar o site do Teatro Turim.
E para as mães do Porto não se desgraçaram completamente no fim de semana passado no Mercadito da Carlota, aqui fica mais um mercado recheado de marcas portuguesas para abrirem os cordões à bolsa e tratarem já das prendas de Natal:
_Mini Market - Coliseu do Porto
Dia 6, das 10h às 19h, com entrada gratuita. Mais informações na página de Facebook.
E para quem se desgraçou mesmo... Uma actividade gratuita! :)
_Sábados a Contar - Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Às 11h00 e às 15h30 podem divertir-se com os vossos filhos na Hora do Conto, seguida de actividades de expressão plástica, escrita ou dramática. No dia 6 a história será "Lulu e o pinheirinho órfão", para crianças a partir dos 3 anos. Para mais informações: 226 081 000.
Há ainda, por muitas salas de cinema espalhadas pelo país, Os Pinguins de Madagáscar, e a Óbidos Vila Natal (em Óbidos, para o caso de não ser claro) que decorre até 4 de Janeiro.

Toca a aproveitar e boas diversões!

Sino de Natal

Ou "Raio dos TPCs para os pais", em homenagem a este post do Pais de Quatro (que, já agora, é hilariante).
Sendo "mãe de primeira viagem" e já tendo o bebé na creche fui, também, agraciada pela referida tarefa!
Fiquei toda orgulhosa, devo dizer!
"Eu? Participar nas festividades da escola? Já? Querem que decore um sino feito em cartão de Cerelac? Com muito gosto! Adoraria!" Isto foi o que eu pensei... na altura!!! Na hora de fazer já foi um bocado diferente, para variar.

Foram dias e dias a imaginar como poderia fazer para que o sino ficasse A Melhor Obra de Arte Jamais Produzida em Tempo Algum. Colagens? Papéis xpto com brilho? Bling bling? Purpurinas? Adoro isto!!! Até tinha os olhos a brilhar com o potencial piroso de tal obra de arte! Entretanto o tempo foi passando e o tempo para ir comprar os materiais também se foi.

Ok, não há crise, pensei. Tenho cá em casa tintas acrílicas, com as cores primárias e ainda uma cobre. Perfeito!!! Vai ficar Quase a Melhor Obra de Arte Jamais Produzida em Tempo Algum! Afinal, tirei um curso de Arquitectura, para alguma coisa há-de ter servido. Mas, claro está, o tempo foi passando...

Quando não dava para adiar mais, resolvi cingir-me então aos lápis de cor. Já não me lembrava como era difícil pintar com lápis de cor... Mesmo com os meus Caran 'Dache Supracolor Soft todos cromos de 22 anos, pintar em cartão não estava ser nada fácil... Pelo menos de modo a que ficasse alguma coisa de jeito. Ouvia a minha mãe na minha cabeça a dizer para pintar em círculos de modo a não se verem riscos nenhuns! Também não queria que aquilo parecesse ter sido feito por uma criança de 4 anos... Consegui começar na última sesta do Lucas, intervalei para ele jantar e tomar banho, e lá consegui acabar quando ele regressou ao sono. Ufa! Estava a ser um parto a ferros...

Observei a minha Quase Obra de Arte. Eh lá.... Até nem ficou nada mau, pensei. Deixa lá tirar uma fotografia para a posterioridade. E não é que na fotografia ficou muito melhor (tirando a minha infeliz ideia de colocar um "Feliz Natal" todo rococó)?


E as vossas Pseudo Obras de Arte ou Lá Como é Que Querem Chamá-las? Tiraram-vos o sono? São competitivos em relação aos outros pais? Têm mais filhos como os Pais de Quatro e rogam pragas aos professores?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Bebegel a torto e a direito?

É das coisas que mais pode fazer os pais entrar em desespero: o bebé não fazer cocó.

Ele é massagens ele é trinta por uma linha, mas quando o bebé não consegue fazer, não faz... E fica com dores, tadinho!

Felizmente para todos, mas principalmente para os bebés, existem umas bisnagazinhas cor de rosa muito porreiras, a que damos o nome de Bebegel. É remédio santo! Acaba-se quase ali na hora o sofrimento! Do bebé, que depois vem o dos pais de ir limpar cocó de três dias (não é bonito).

Mas isso é mil vezes preferível a ter um bebé com dores! À conta disso, até ao dia em que o meu filho começou a comer sopa, fazia um Bebegel de dois em dois dias. Foi só ouvir as palavras mágicas da pediatra a dizer que não havia mal nenhum, que com a introdução das sopas ia deixar de ser preciso, e siga! Não quis saber se mais opiniões nenhumas! Se a pediatra dizia que não fazia mal, não ia esperar mais tempo para que ele conseguisse fazer sozinho, pois até lá ia estar cheio de dores e ia ter imensa dificuldade em fazer à mesma. Pois, bem dito bem feito. No dia em que o Lucas comeu sopa pela primeira vez fez cocó sozinho, e até hoje (já lá vão quase 6 meses) nunca mais teve dificuldade.

Por isso já sabem, o Bebegel é vosso amigo! E dos vossos bebés também!

(se precisarem da técnica perfeita para aplicar digam que eu explico) :) - Quem é amiga, quem é?

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Só quero rapazes.

Gostava de ter mais filhos. Não sei se será possível, nem se o for, quando será. No entanto, se fosse hoje e se pudesse escolheria ter outro rapaz...

Quando soube que estava grávida perguntei-me vezes e vezes sem conta, como aliás todas nós, se seria menino ou menina. Ia às lojas ver roupinhas e o facto é que ter uma menina era muito mais aliciante! Roupinhas giras, mesmo as mais baratas. Tudo e mais umas botas, cinquenta mil milhões de modelos por onde escolher. Tudo tão mimoso e fofinho!

Depois soube que ia ter o Lucas. Se fosse rapaz o nome já estava escolhido e tudo! Se fosse rapariga não. À medida que o tempo ia passando, ia-me apaixonando cada vez mais por ele, e com a ideia de que ia ter um menino. Nunca tinha reparado antes, mas as roupinhas de menino também eram, afinal, aliciantes. Giras, modernas, "abebezadas" ou mais "de crescido". Está certo que não havia (e ainda não há, e creio que não venha a haver) tanta variedade como para menina, mas fui sempre escolhendo conforme o que ele necessitava. Às vezes perdia-me um pouco, mas não houve uma peça de roupa que o Lucas não vestisse pelo menos uma vez e à grande maioria foi dado muito uso. Dentro do possível, claro! De semana para semana há roupa que deixa de servir, tanto que hoje em dia já a compro com alguma folga.

Não sei se também pela personalidade dele e da minha, confesso que, a ideia que tenho no dia de hoje (sei lá se não vou mudar de ideias, principalmente se engravidar e for uma menina, claro está), é que sou muito mais compatível com filhos rapazes que com raparigas...

Enfim, o tempo dirá se vou continuar com a mesma opinião ou não...

E vocês? Só têm meninos ou meninas? Também sentem que o que vos "calhou" é o melhor que vos poderia ter calhado (se é que isto faz algum sentido...)?

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Do primeiro para os filhos seguintes

Foi na revista Activa do mês de Novembro que encontrei uma página deliciosamente escrita pela Catarina Fonseca e que não podia deixar de partilhar aqui convosco.

Ainda sou só mãe de um, é verdade, mas tenho três irmãos mais novos, filhos da minha madrasta e do meu pai e posso garantir: se isto não é assim, anda lá perto!

"O que muda do primeiro para o terceiro filho

Ou do primeiro para o segundo, se não se chegar ao terceiro... E tudo muda, juram as mães. Não é por acaso que os primogénitos ocupam 90% dos álbuns de família.

  • Quando sabe que vem aí um bebé
    • 1º. Liga-se à família toda e aos amigos, partilha-se a notícia no Facebook (979 likes) e compra-se todas as revistas de decoração de quartos de bebés.
    • 2º. Liga-se à mãe e ela dá a notícia ao resto do mundo.
    • 3º. "Olha, a propósito, vem aí mais um."
  • Preparação para o parto
    • 1º. Compra-se todos os livros sobre bebés, faz-se um curso pré-parto e pratica-se a respiração.
    • 2º. Já se percebeu que a respiração não ajuda. Reza-se a Santa Epidural.
    • 3º. Faz-se tudo o que for preciso para marcar uma cesariana.
  • Quando a chucha cai ao chão
    • 1º. Ferve-se a chucha durante dez minutos antes de a voltar a dar ao bebé.
    • 2º. Sopra-se a chucha e volta-se a dar.
    • 3º. Nunca usou chucha.
  • Fotografias
    • 1º. Todas as paredes da casa estão forradas de fotografias do bebé.
    • 2º. Quando ele faz 3 anos, a casa continua cheia de fotos... do irmão.
    • 3º. Aparece com os irmãos naquela foto que os avós lhes tiraram nas férias (e que ficou desfocada).
  • A Família...
    • 1º. Ninguém pode pegar-lhe ao colo, nem tirar-lhe fotos, nem falar alto, nem respirar.
    • 2º. Podem fazer o que quiserem, desde que as janelas estejam fechadas.
    • 3º. "Voltamos às 7h. Telefonem só se houver sangue."
  • Quando o bebé dorme
    • 1º. Anda a família toda em bicos dos pés porque se ele acorda é um drama.
    • 2º. As pessoas comportam-se normalmente porque o bebé tem de se adaptar aos horários da família.
    • 3º. O bebé dorme enquanto os outros gritam.
  • A criança cai e bate com a cabeça na mesa
    • 1º. Vai-se a correr com ele para o hospital e fica-se lá o dia todo a fazer exames.
    • 2º. Põe-se água fria no 'galo' e espera-se para ver se não há sequelas.
    • 3º. "Para lá de chorar que isso não é nada."
  • O que é que ele pode comer?
    • 1º. Os pais zangam-se com os avós se sabem que deram uma bolacha ao bebé.
    • 2º. Os avós dão-lhe chocolates e a pessoa fecha os olhos. Há males maiores.
    • 3º. Come o que quiser, desde que esteja sossegado."

 É ou não é, pais de xis filhos?

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Quando o leite sobe

Ou desce... Como se diz não é para aqui chamado...

O que é para aqui chamado é que dói, pra chuchu!!! E isto para não dizer uma asneira daquelas! Das que começa com C e acaba no refogado.
Acho que a descida do leite (vou chamar-lhe assim porque me explicaram que tem mais lógica, uma vez que as glândulas que produzem leite começam junto às axilas e descem até ao mamilo - afinal era para aqui chamado sim...), a seguir ao parto (e aí nem posso dizer grande coisa, visto que só tive umas 2 horas de contracções a sério antes da epidural e depois fui para cesariana), é das dores mais horrorosas que uma mulher pode ter. E acho também que não estamos devidamente preparadas para tal acontecimento. Tudo bem, sabemos que vai acontecer, que vai doer, que as mamas vão ficar duras e tal. Mas nunca ninguém nos diz que vão ser dores daquelas em que suplicamos para nos darem alguma coisa para que parem.

Presumo que seja assim com a maioria das mulheres, mas no meu caso, de uma hora para a outra, as minhas mamas triplicaram de tamanho, ficaram rijas que nem pedras e a ferver! Eu sabia do curso de preparação para o parto, e na altura também os enfermeiros me disseram, que devia fazer massagens, que o bebé devia mamar (o que no meu caso também não dava muito jeito, uma vez que ele estava na incubadora da neonatologia e não sabia mamar um chavelho), e que o desconforto ia passar. O tanas!!! Foi uma noite inteira em que não dormi. Tinha de tirar leite com a bomba, ou um caganitogésimo de gota que foi o que aconteceu, e massagens nem vê-las, que só de tocar nas mamas só me apetecia gritar. E depois na minha ala ter um enfermeiro (homem) a dizer-me que não podia pôr gelo porque isto e porque aquilo e que tinha de aguentar também não abonou a favor da minha boa disposição. A minha vontade era dizer-lhe "Vá-se f****, o senhor não sabe um c****** daquilo que eu e as outras mulheres estamos a passar porque é homem!!! Por isso não me venha dizer o que eu tenho ou não tenho de aguentar!!!". Coitado, não tinha culpa, mas foi o que senti...

Portanto, senhores que fazem os cursos de preparação para o parto e malta das maternidades, é mesmo para assustar! Não chega dizerem que vai ser muito desconfortável. O melhor mesmo é serem directos e dizerem que vai doer horrores, porque assim ao menos não vamos enganadas.

domingo, 30 de novembro de 2014

Dois pais ou duas mães

Sou a favor da família. Da família tradicional, da família monoparental, da família homossexual, da família às bolinhas amarelas. Desde que trate bem as crianças, lhes dê amor, carinho e educação, a mim não me interessa que tipo de família é.

É por isso que não posso deixar de defender a co-adopção por casais do mesmo sexo. Defendê-la-ei com unhas e dentes se for preciso! E tenho argumentos, também:

1. Para crescer feliz e equilibrada uma criança tem de ser amada, acarinhada, mas também educada. Deve ser livre mas também deve ter regras e limites (aliás para as crianças a ordem deveria ser mesmo ao contrário). Isto tudo independentemente de quem habita com ela. Seja um pai e uma mãe, só uma mãe ou um pai, um avô, uma tia, dois pais ou duas mães.

2. É 569735 vezes preferível que uma criança seja desejada e tudo o que referi no ponto anterior e ter uma família menos normal a ter uma família normal que a maltrata ou negligencia, física ou psicologicamente. Que a rebaixe e que não lhe dê valor. Que abuse dela fisicamente. Que abuse dela psicologicamente. "Ah mas a criança tem um pai e uma mãe, isso é que é importante." Isso é BS (Bull Shit).

3. Os miúdos gozam com tudo. Se tem óculos, se é gordo, se os pais são separados, se chora, se não consegue fazer o triplo mortal encarpado de costas, etc. O facto de ter pais homossexuais é apenas mais um tema de gozo. Todas as crianças que são gozadas sofrem de uma maneira ou de outra. Cabe à família relativizar o gozo e ajudar a sua criança a ultrapassar esse problema (se o for) e cabe aos pais das outras crianças não passarem para elas o preconceito que possam ter ou sentir.

4. O Dr. Mário Cordeiro concorda comigo. Pumba!


Por isso, haja respeito, amor, carinho, educação e disciplina, e as crianças podem crescer com quem lhes calhou na rifa! E a lei deve protegê-las, permitindo que ambos os pais ou ambas as mães sejam seus progenitores.

sábado, 29 de novembro de 2014

Deus no céu e Aero-om na Terra

Aposto que com este tema as opiniões se dividem, mas também tenho a certeza que há muitas mães que estão comigo. Eu sou fã do Aero-om!

Felizmente agora já não preciso, pois o Lucas não só já não sofre de cólicas, como já se consegue acalmar com outras coisas.
No entanto, quando ele era recém-nascido, até cerca dos seus 4/5 meses, eu usei e abusei deste medicamento maravilha. Era a maneira que eu tinha, esgotadas as outras hipóteses, de conseguir que o Lucas se acalmasse e fechasse a boca à chucha. Ele sempre gostou de chucha, mas às vezes estava de tal maneira irritado que precisava de um empurrãozinho para fechar a boca e começar a chuchar. As duas gotas que eu deitava na boca dele serviam quase como um abanão ou uma palmada na cara, ao estilo snap out of it. Eram o click que ele precisava para ficar mais calmo.

Compreendo que quem não concorde diga que aquilo tem montes de açúcar, que tem álcool, etc... (só para informar, já não tem álcool há mais de 10 anos) Eu própria tinha muitas dúvidas. Cheguei a pensar se ele às vezes não ficaria mais agitado, já que o açúcar costuma acelerar-nos, mas o facto é que aquilo funcionava e ajudava a acalmá-lo. Isso mais as manobras de embrulhar ao estilo do Dr. Harvey Karp. O facto é que ele quando se irritava era a sério (na verdade ainda é assim...), contorcia-se todo e a casa quase ia abaixo. Quem não o conhecesse, e a nós, vá, era capaz de pensar que estávamos a espancar a criança. Tinha medo de o aleijar tal era a força que ele fazia. Por isso vou montar um altarzinho em honra do Aero-om no aparador, junto à televisão.

Se voltava a usar? Sem dúvida!


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Bebé: Livro de instruções

Literalmente!

Este livro é extremamente leve (na escrita e no peso), apesar de se focar nas fases mais importantes dos bebés dos 0 aos 12 meses.
A sua escrita é muito engraçada, sendo por isso ideal para ler naquelas alturas em que não estamos com paciência para nada, mas temos de nos informar de alguma forma. Além disso é muito sucinto. Não estou a dizer para não lerem as bíblias do Mário Cordeiro, até porque eu sou fã. Mas este é compacto e divertido.

Para o caso de ainda não ter dado para perceber comigo a ser extremamente chata, eu adoro esta colecção! Tive o primeiro contacto com ela quando adquiri o modelo gato. Deu-me imenso jeito para não danificar o equipamento adquirido. Só precisei de o levar à manutenção algumas vezes e foram de rotina.

Sim, é assim que este livro está escrito.

Acho que é uma excelente prenda já que, na hora de escolher um livro de puericultura, a escolha pessoal recai geralmente sobre os mais completos. Assim, a probabilidade de já terem ou de terem de ir trocar é mais baixa. Mas este fui eu que comprei, assim que soube que estava grávida. Comprei este e os outros todos que estavam na prateleira da Fnac.