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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

As nossas brincadeiras.

# jogo do silêncio

Começamos a brincar a isto as duas. Não sei como terá começado - acho que fui eu, mas não tenho a certeza. O jogo do silêncio é, basicamente, lermos nos lábios uma da outra o animal que a outra está a dizer. Ela adora. E eu também. Hi-pó-pó-ta-mo. Divertimo-nos imenso. 


Estou apaixonada por estas fotos da Yellow Savages.

# ela fingir que é outra pessoa 

Por muito que às vezes me passe pela cabeça se isto é normal, cada vez mais entro na brincadeira. Preocupar-me-ia se ela se perdesse na fantasia, mas nem por isso. Eu sou a Joana Paixão Brás e ela é a Isabel e temos um Nenuco que é a Luisinha. 

# tem uma irmã que é um Nenuco

Deixa-me muito feliz vê-la a brincar com a bebé. É a brincar que consigo ver o que é que se passa na cabeça dela, qual é a percepção dela das relações e onde manifesta as suas preocupações do momento. A melhor maneira de saber o que se passa com ela é vê-la e ouvi-la a brincar. 

# somos a Selena Gomez e Jennifer Lopez

E damos um espectáculo num palco que é o tapete que agora pus no chão do quarto dela. Ela segura no microfone e eu numa garrafa de água. Ela canta no seu melhor inglês a "Wolves" da Selena Gomez e eu delicio-me a vê-la. 

# macaco de imitação

É tão simples quanto isso. A miúda adora que a imite. Estamos as duas sentadas na cama - dá-lhe mais para isto antes de ir dormir - e imitamo-nos. 



# nhecs

Lembram-se da brincadeira de há uns bons anos? A miúda adora e faz-me isso e eu a ela. Divertimo-nos muito. Ela já percebe mais ou menos o conceito e farto-me de rir. 


São algumas das brincadeiras do momento, além das outras coias que, quando tenho tempo, tento fazer com ela como já vos mostrei aqui nas 60 actividades para fazermos em casa


📷 Fotografias: Yellow Savages


🎔


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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

E de repente não me passo quando ela quer sujar tudo.

Ui, meninas! Espero que não tenham noção do que é viver cada movimento deles com um stress enorme antecipando aquela mancha de iogurte no sofá ou aquele rasto de migalhas da sala até ao quarto. A plasticina espalhada por aquele tapete que é difícil para caraças de aspirar, terra das plantas no edredão da cama, essas coisas. Vivo com muito stress (tudo no geral, mas em particular...) a possibilidade dela sujar alguma coisa e, por isso, o meu instinto é acabar com a brincadeira ou estar a fazer ressalvas de 2 em 2 minutos - o que é , de longe, das coisas mais irritantes de sempre quando se está no lugar da pessoa que só quer fazer alguma coisa em paz. 

E, houve um dia em que aqui esta mãe que hoje espalhou mal a base e como não a trouxe vai ter que lidar com isso até às 22horas teve a brilhante ideia de ir buscar a toalha anti-manchas que a mãe lhe ofereceu para por debaixo das toalhas normais da mesa. De repente, a Irene tem um tapete em que pode ajavardar o que quiser, como quiser e eu sei que é só pegar naquilo e sacudir na janela ou espetar para dentro do tambor da máquina e entrar em negação sobre o que aconteceu. 

Fotografia de Março de 2015, no post de receita de Plasticina Caseira.
Fotografia de Março de 2015, no post de receita de Plasticina Caseira.

Isso tem feito com que a Irene não só se possa lambuzar toda em tintas, mas também fazer papinhas com coisinhas fora do prazo que a mãe guarda no frigorífico até começar a ganhar um verde floresta simpático, assim até saem de lá mais cedo. A plasticina pode ser amassada no chão, até pode ser pizzada ou até posta dentro dos iogurtes, não quero saber. 

Numa brincadeira com tintas caseiras, num workshop em Fevereiro de 2015.



Amén, toalha anti-manchas que salva a motricidade fina da minha filha da minha ansiedade. 



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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

No chão é que é.

É esta a conclusão a que chego. Claro que há muitas brincadeiras que posso fazer com a Irene, mas nenhuma me deixa mergulhar tanto na cabeça dela e na fantasia dela como me sentar no chão a construir em conjunto. 

Cria-se uma ligação diferente e o tempo passa de outra forma. Nem damos por ele, desaparecendo pressas e obrigações. 

Mergulha-se. 

Os Mega Bloks da Fisher-Price são uns dos brinquedos que usamos para ter este tipo de momento. São brinquedos muito úteis para ajudar a desenvolver outras capacidades da Irene como a fantasia,  a imaginação, a motricidade fina ou até mesmo de vocabulário ou de cultura com a explicação da quinta e como funciona ou as letras e para que servem. 

E arrumar os Mega Bloks também pode ser giro se jogarmos ao "atira para a caixa". Consigo pôr a Irene com vontade de arrumar assim, mesmo que já seja final do dia. 

Aproveitem para ver o vídeo para conhecerem a minha sala de estar e, já agora, para nos verem às duas em movimento. Como é para vocês, o vídeo, deixei-me de formalismos e é o que somos. :)



*Post escrito em parceria com a Fisher-Price.





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sábado, 7 de outubro de 2017

Cuidado com estas canetas!!!

A sério, muito cuidadinho.


Podem tornar-se a coisa que os vossos filhos mais gostam de fazer! Cá em casa são um verdadeiro sucesso. Podem pintar frigoríficos, azulejos, vidros... Até da pele saem bem (experiência própria! eheh).

São da Meekbum que tem mais uma série de brinquedos fixes, como este caderno com folhas a imitar ardósia (o papel que se poupa!). E os marcadores não tóxicos que estamos a usar também escrevem nele também! 





A Isabel desenhou a família e reparem nos símbolos debaixo das cabeças/corpo (uma bolinha é o pipi, um traço a pilinha). ;) A Isabel e a Luísa estão a fazer o pino. Eheh Adoro


A mãe gosta e as filhas também, claro. Aconselhado.

Bom fim-de-semana!!!

www.instagram.com/joanapaixaobras
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Há por aí mais viciadinhos em autocolantes? Então têm de saber isto!

Se vos dissessem que havia autocolantes que colam e descolam as vezes que quisermos, não ficavam mega entusiasmadas? Eu fiquei.

Tenho uma filha doida com autocolantes - por ela já teria paredes e louça de casa de banho forrada a pandas e a coroas - e quando a avó cá apareceu em casa com este caderno de autocolantes, achei a melhor ideia do mundo. Além de prático e dar para pôr e tirar e brincar sem ser nada definitivo, e, por isso, durar muito mais tempo e dar muitas mais possibilidades, é super didático.
Tem 5 habitats de animais e 150 autocolantes diferentes para associar a cada ambiente (ou então não, já nos divertimos a colar dinossauros na quinta do tio Manel!).
Outro ponto positivo: a Luísa (com 1 ano, idade óptima para destruir tudo e estragar os brinquedos da irmã) pode colar e descolar e pôr cuspo e amarrotar porque eles não se estragam. :)

Nota-se que fiquei muito fã? Fiquei mesmo. 
Onde podem encontrar? Encontram na Catavento, que envia para todo o lado.









terça-feira, 20 de junho de 2017

21 brinquedos para cada fase da criança

Brincar é das coisas mais importantes da primeira idade - e das que se seguem. Cada vez mais os pais e os profissionais de saúde estão atentos à relevância de, mais ainda do que lhes dar brinquedos adequados à idade, estimulá-los, dando-lhes oportunidade de crescerem saudáveis e felizes. Estar com eles, dar-lhes tempo para brincarem connosco e sozinhos, é fundamental. Mas como escolher os melhores brinquedos para as respectivas fases?

Falo-vos da minha experiência com duas crianças de 1 e 3 anos, numa casa em que tentamos que não haja excessos: abusamos em livros, mas brinquedos achamos melhor apostar em dois ou três bons e didácticos para cada fase do que exagerar, amontoar e acabarem por ficar todos a um canto.

1 mês

Não vejo necessidade de lhes dar brinquedos. Colo, mimo, canções de embalar são mais do que suficientes.

2 - 3 meses
Já começam a ter algum interesse por alguns brinquedos, como rocas, bolas ou guizos, gostam de ter algo para agarrar no banho, por exemplo, gostam de mobiles (na Luísa não usei), mas o melhor brinquedo continua a ser os pais - preferem caretas, vozes diferentes, sorrisos, músicas, embalo ou danças, beijinhos ou cócegas no corpo.


4 - 7 meses

Nesta fase já brincam com as mãos e os pés, já começam a querer rebolar para buscar brinquedos, já vêem as cores e têm noção da bidimensionalidade, já passam objectos de uma mão para a outra, já têm maior motricidade fina e começam a querer sentar-se.
É também quando habitualmente começam a nascer os primeiros dentinhos e quando começam a descobrir o mundo através da boca. Brinquedos de plástico, mordedores, bolas e brinquedos que se empilhem ou encaixem começam a ser interessantes, assim como livros apropriados para a idade. A hora do banho pode ser das mais divertidas, por isso uns patinhos de borracha (cuidado para não ficarem com água e ganharem muita sujidade) vêm sempre a calhar.





8 - 12 meses
Além de continuarem a gostar de brincar com tudo o que foi anteriormente mencionado, começam a ganhar maior destreza motora, a gatinhar, a querer ir atrás mas também a perceber como funciona o encaixe (adoro ver a Luísa toda feliz a "arrumar as coisinhas" dentro das caixas em vez de ser só mandar tudo ao ar, como era até então eheh). Brinquedos de empilhar ganham agora outro significado, assim como todos os que tenham sons e luzes (confesso que sou um bocadinho alérgica a esses, por me cansarem de sobremaneira e alguns têm volume tão alto, credo!), mas eles costumam gostar mais ainda se imitarem objectos que já conheçam: telemóveis, telefones, tablets (se forem os dos pais, ainda melhor hehe). A prenda de aniversário da Luísa escolhida e oferecida pela Isabel foi um tablet com sons, formas, bonecos e cores (e música, muita música!).








1-2 anos


Noto que a Luísa (1 ano acabado de fazer) começa agora a achar piada a livros, apesar de sempre os ter tido à disposição. Ao longo deste ano muita coisa muda, claro: começam a andar e a gostar de puxar bonecos à frente e atrás, carrinhos de bebé, começam a querer pintar (há aquelas digitintas muito giras), brincam com bonecos, peluches, carrinhos, começam a reproduzir o que vêem e as dinâmicas familiares, gostam de plasticina caseira (da outra acho que só me arrisco mais próximo dos dois anos para não ir parar à boca), o leque de brincadeiras aumenta que é uma loucura. É quando brincam com Lego (adoro!), quando começam a achar muita piada às bolinhas de sabão e a tentar soprar e estar dentro de uma piscina de bolas então é como ir à Eurodisney.




2 - 3 anos

Bem-vindos ao hospital, a casa, à escola, às compras. Nesta idade, eles já fazem as vozes das diferentes personagens, já constroem histórias e realidades e é uma delícia vê-los brincar com tanto simbolismo (e brincar com eles). Carros dos bombeiros, máquinas registadoras, carrinhos de bebé, vale tudo. Esta é também uma boa idade (não que as anteriores não sejam já) para lhes dar uns instrumentos musicais (cá em casa há um órgão do Frozen) e para apostar em puzzles mais elaborados, assim como experimentar o triciclo, a bicicleta...
Livros, contos e jogos didácticos são também boas opções, mas sabem o que também é bom? Dar-lhes objectos simples do quotidiano e deixá-los imaginar e inventar histórias e acções. Menos é, muitas vezes, mais.




Espero que tenham gostado :)


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terça-feira, 11 de abril de 2017

Cedo Demais?

Ui. O que tenho ouvido ao longo da vida tooooda da Irene (3 anos) que compro as coisas "cedo demais". Eu gosto de ter para quando já estiver pronta. Nunca fui a mãe louca por estímulos e gosto muito de respeitar o crescimento e desenvolvimento dela (tanto a nível físico como emocional). Há pressões de todo o lado para as fraldas, para o desmame, aqueles negócios que estimulam as crianças fisicamente com o pretexto de que estão a ganhar competências "para a escola" (supostamente o sítio para onde eles vão para ganhar competências - onde é que já vamos!!)

Gosto, porém, que ela tenha os instrumentos que a possam deixar mais contente e que se possa divertir com eles, quando lhe fizer sentido. E como havia uma trotinete na escola e me tinha parecido muito entusiasmada, foi essa a prenda dela de aniversário. 

Ando louca para andar em cima daquilo, já andei um bocadinho pequenino só para matar "o bicho" (falo da vontade de andar de trotinete e não o sujeito da canção do Iran Costa). Na volta temos a trotinete só por minha causa, ahaha. Ela ficou mesmo muito feliz e assim que for desenvolvendo as skills, vai-se apercebendo que se vai tornar mais e mais divertida. 

E é muito mais leve e prática que andar com um triciclo depois quando ela não quiser mais em cada passeio. :)









Coisinhas que possam ter achado giras: 

Roupa - Zara
Ténis - Vans (dah)
Trotinete - Imaginarium
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quinta-feira, 9 de março de 2017

Já brinca às bonecas com 9 meses!

Agora este título lembrou-me aqueles diálogos entre mães cujos filhos são o supra-sumo da batata. "Ah o meu filho com três meses e dois dias já comia um bife de faca e garfo" "E o meu com cinco meses já corria pela casa". 
A Luísa gosta efectivamente muito de tudo o que lhe seja mais ou menos vetado, como por exemplo, comandos, chaves, cabos, e claro, as bonecas da irmã, até porque tem momentos de euforia em que esbraceja com elas na mão e as manda para a Namíbia, outras em que parece que as quer colar com cuspo ou até mesmo depositar no estômago. Por ela, marchava tudo. Pelo que foi numa tarde em que a irmã estava na escola que a autorizei a mexer no fruto proibido. Adorou, claro. :)










Pormenor das collants novas que têm antiderrapantes em 3 sítios: joelhos, planta do pé e no peito do pé




A tentar gatinhar - andou nisto quase dois meses, a arrastar-se à recruta para trás, mas agora já gatinha mesmo desde a semana passada <3








A preparar o cuspo para a degustação ;)

Não aguento esta cara.

Falta aqui um bocadinho de oregãos ou erva doce.



Coelhos e mobiliário Maileg - Docinho de Açúcar, por exemplo
Collants antiderrapantes - Caramello
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