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segunda-feira, 27 de março de 2017

Terei uma filha demasiado mandona?

Talvez. A verdade é que ainda acho graça!

Ora, na festa de aniversário das miúdas, tivemos a sorte de que todos os nossos convidados fossem recebidos por dois ursinhos mesmo muito carinhosos. Repararam que sublinhei? Foram mesmo muito carinhosos.

Fotografia Yellow Savages.
Depois falamos da nossa indumentária e de eu ter destruído os collants que tinha levado (nem me digam nada, pá), mas para já concentrem-se no facto da Joana Paixão Brás ter uma altura bastante considerável e os ursinhos darem uma abadinha das boas.

A meu ver, a festa começa logo pelo começo (uau, parece uma frase à Lili Caneças), mas é verdade. Dá logo aquele tom de surpresa e de expectativas em alta. 

Há uma amiga minha que fica muito nervosa (Renata, a sério?) quando vê pessoas mascaradas de cima abaixo, mas neste caso não se aplica. Apareceram ainda antes de estarem vestidos (calma, não estavam nús) para me pedirem indicações para a operação recepção e... fiquei com muito pouco medo. Não me quero alongar, mas estou indecisa se ficam mais carinhosos com fatos ou sem (muahahha - menos, Joana, menos). Até vos dizia que um é bodybuilder e o outro é mister Portugal, mas isso implicaria eu ter que assumir que fui ver o instagram deles que não fui (muito). 

Se também quiserem fazer uma festa de aniversário diferente, a Grand'Ideia tem sugestões que fiquei já com água no bico para o ano que vem: a limo party, o mini spa, a pijama party... Será que têm de fazer anos para fazer tudo isto? Apetece-me fazer isto sem pretexto nenhum. Logo se vê ;)

Depois de terem chegado as crianças todas, os ursos continuaram a fazer a festa, mas a Irene tratou de lhes dar direcções 

Fotografia: The Love Project 
A Irene teve dois ursos a darem-lhe o lanche. Ela que raramente admite que se quebre a hierarquia de cuidadores e das tarefas, achou que merecia ter dois ursos a darem-lhe o lanche na sua festa de aniversário. E os ursos, carinhosos, lá lhe deram o lanchinho. Nem imaginam o quanto me ri quando vi estas fotografias. Nesta altura eu deveria estar a atacar o presunto como se não houvesse amanhã. O costume.

Super satisfeita com esta Grand'Ideia e com estes ursinhos tão simpáticos e proactivos e... Será que dão jantares naqueles dias em que ela sai mais birrenta da escola? Eheheh é só mais uma ideia... ;)

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Ando insuportável.

Sinto, como já disse num post qualquer, que ando a dar rabias à idade. Ou, pelo menos, que vou crescendo mas que não dou por isso. Tenho praticamente 30 anos, mas sinto-me ainda aquela tonta que ouvia El Bosco e Wingfield num walkman da Sony no recreio. 

Por causa da sessão de que vos falei ontem aqui, acho que fiquei com a certeza de que estou numa fase maravilhosa. Nunca me senti tão bonita, tão cheia (vá, mãe, estou a falar do coração), tão alguém que me orgulho de ser e com maior consciência de si. Começo a acreditar naquelas "tretas" que ouvimos há anos de que "aos quarenta é que sabes o que é viver" ou que o "sexo na terceira idade é maravilhoso". É realmente inevitável achar-se que já se sabe tudo na adolescência, mas o sentir-se que não se sabe grande coisa é uma rendição que nos torna tão bonitas...

Sim, estou a falar de mim também. Sem vergonha digo que acho que estou bonita. Não só nestas fotos, mas um "ultimamente". Ser mãe, ao mesmo tempo que nos dá uma inquietude constante, também nos dá este ar "acabado". Não esse "acabado", este "acabado" de quem sente que não precisa de correr desenfreadamente para sentir tudo ao mesmo tempo por se sentir tanto todos os dias, tanto de muito.  Polido.

Ando insuportável de vaidosa, de feliz, de... não querer perder um segundo desta maravilhosa fase. Nem fase lhe deveria chamar porque ser mãe não é um pedacinho de tempo, é ter um pedacinho do mundo.

Obrigada, Inês, por me teres ajudado a sustentar as minhas suspeitas de que estou muita gira (ahah). 











Fotografia por Inês Ferraz - Yellow Savages (site aqui)
Macacões - Little Jack 
Local - Lx Factory


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Mãesura.

Nem acredito no impacto que isto tem no coração de alguém. Aos poucos tenho-me rendido a "isto" de ter fotografias tiradas por alguém que sente e vive fotografia. É daquelas profissões que toda a gente acha que consegue fazer "se tiver uma máquina", mas não é assim. Todos podemos divertir-nos com fotografia, todos podemos sacar uma "maravilhosa" fotografia com o telemóvel, mas a fotografia é mais do que uma fotografia. A fotografia é um juramento silencioso de apreciar a vida, recuada uns centímetros e muito mais devagar do que qualquer outra pessoa. 

O que sinto que há nestas fotografias é alguém que nos observa com um carinho enorme. Alguém que vibra por querer retratar o que me corre nas veias quando olho para a minha filha e as cores dela. 

Sinto que nos foi feita justiça. Que se vê a nossa ligação. 

Sofro de mãesura. Como sou eu que geralmente ando com a máquina, sou eu quem é cortada das fotografias da maior parte dos eventos especiais, dos momentos mais bonitos das memórias da minha filha. 

O nosso coração bate nestas fotografias. Daqui a muitos anos, quando a Irene se quiser recordar da mãe, quero que ela oiça a música que estão nelas, porque é aquela que nos faz dançar todos os dias desde que nos apaixonamos uma pela outra. 
























Fotografia por Inês Ferraz - Yellow Savages (site aqui)
Macacões - Little Jack 
Local - Lx Factory


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