segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Não aos tablets!

Já percebi que a Isabel fica rapidamente viciada no tablet. 
Andámos a evitar durante muito tempo, depois começou a dar jeito para ela desamparar um bocadinho a loja nos restaurantes com os vídeos do Panda e dos Caricas, quando os desenhos e os brinquedos já não eram "suficientes" (e eu era das que dizia que NUNCA haveria de o fazer). Depois instalámos uns puzzles de animais, depois pediu-nos a gata e o gato aos quais temos de dar comida e banho (que a prima tinha), depois veio o supermercado, o jogo do Ruca e vamos a ver e a porcaria do tablet está completamente monopolizado pela Isabel. Ainda para mais agora que descobriu a Patrulha Pata, acorda a pedir para ver os episódios no Youtube. Vê as versões em português do Brasil e às vezes em inglês e nem me importo muito, se for q.b. Acho piada àqueles desenhos animados. Começa a chatear-me mesmo quando dou com ela a ver os vídeos mais estúpidos de sempre. 

A SÉRIO, O QUE É AQUILO?
Isto. Ou isto. Depois isto. Brinquedos dentro de ovos, uns fazem cocó, mãos pintadas, happy fingers de todas as versões e possibilidades.
Pelo amor da Santa! São horríveis, todos iguais e não acrescentam nada. 
E ela fica vidrada, ri-se, festeja, chama-nos para vermos. 
É só RIDÍCULO.
Culpa nossa, claro ;)

Por isso, o fim-de-semana foi um "não aos tablets". Esteve com a avó, com o avô, foi dar comida aos gatos, andou nos baloiços, fez um bolo, pintou, fez plasticinas, passeou... É esta a infância que eu quero que ela tenha, caraças! Aquela coisa do "que giro, parece que já nascem ensinados" quando mexem com a ponta do indicador na geringonça com maior destreza que o Phelps não é assim tão gira. Revela muito acerca da sobreexposição deles perante as novas tecnologias e diz muito da mímica que eles fazem do nosso comportamento. É triste, até. 

Afastá-los a 100% de tudo isso não me parece a melhor opção, até porque agora "já vai tarde", mas há que moderar muito o uso dos tablets, senão torna-se viciante e parece que não gostam de fazer mais nada. 




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25 comentários:

  1. Também sofro com os happy fingers. Já dei por mim a pensar "prefiro que veja tv a isto" loool se é que tem alguma lógica :)

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    1. Tem toda a lógica. Se repararem o comportamento normal de uma criança num tablet é andar a saltitar de vídeo em vídeo, de jogo em jogo. A interatividade é muito mais prejudicial do que ver TV, em que têm que esperar que o programa acabe (ok, podem mudar canais, mas mesmo assim estão mais limitados). O meu tem dois anos. Quase não vê TV. Não o deixamos mexer no tablet nem smartphone. O que vê é connosco a mostrar e a acompanhar. Tipicamente vê vídeos do panda e muitos dele próprio, de crianças amigas, fotos de família! Volta e meia há choro porque quer ver mais, mas passa rápido. Temos tentado ao maximo que não se vidre nas tecnologias, e até para nos é bom porque nos obriga a sair mais. Eu fui uma criança e jovem adulta viciada em TV. Não morri por isso, mas acho que podia ter tido muitas outras experiências mais interessantes :)

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  2. Opá como eu percebo...Mas também temos culpa ás vezes dá jeito para descansar um bocadito ou fazer algo que precisamos e quando olhamos já passaram muito tempo no tablet....

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  3. Olá boa tarde....eu também tenho uma filha de 2 anos que começou a mostrar interesse no tablet (graças ao paizinho dela diga se de passagem😆) e no inicio isto é há uns meses atrás via videos normais do panda xana toc toc, musicas da galinha pintadinga e os favoritos the mother goose club!?! Achei engraçado como ela gostava de ouvir musicas em inglês ou noutras linguas...no inicio era só as vezes agora é na hora da caminha chama o tablet de Panda e é o acalma adormece ...o sussega Matilde....o pior é que eu deixei e não consigo lifrar me do vicio e pior ela sozinha sabe e descobrio videos horriveis das plasticinas play doh e diz massinhas...os do kinder surpresas a musica do daddy fingers em vinte mil cores e linguas!! over and over again Socorrooo e sao sempre os mesmos videos e agora os da baby alive a fazer poo poo...o Mickey e a Mini e o homem aranha...ninguem aguenta...ela só tem 2 anos! A culpa é nossa mas como evitar vai um grande desafio pois naquela altura em que queremos descansar....é muito difícil e não apetece nlevar com as birras! Beijinhos e contjnuem o vosso blogue 😙 Filipa Marques

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    1. Filipa, pela saúde de todos tentem acabar com isso.. saiam de casa, joguem e brinquem uns com os outros.. ela tem muito tempo para se "fechar" nesse mundo.. coragem! Seguramente vai adorar se tiverem alternativas giras! Acaba por se esquecer ;)

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  4. Como eu te compreendo �� ja tentei que so tivesse o tablet uma hora por dia ...e olha que tbm dizia que era completamente contra. Mas ca em casa quando vejo que chega tiro.lho e ele vai brincar com outra coisa.
    Mas nao troca a rua por nada . Adora passear como a mae �� o pai e que vai por arrastão que se pudesse estava sempre em casa , mas n tem sorte , a mae e o filho gostam e de passeio.

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  5. O meu drama é idêntico. Não é o Tablet,apesar de por vezes utiliza-lo,mas a televisão à hora da refeição para ver se ela se distrai para comer. Especificamente a Marsha e o Urso. Cinsudero um projecto a longo prazo melhorar as horas da refeição la em casa,tentando que ela ganhe gosto em comer uma boa refeição.

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    1. Ana, ponto de honra lá em casa, com o objetivo de criar uma boa relação com a comida é exatamente não haver tv/tablets/brinquedos/distraçoes enquanto se come. nao há circos, nao há piruetas, nao há ameaças nem guerras. se quer comer come, se não quer nao come. acredito realmente que se respeitarmos o apetite das crianças elas nao precisam de distrações para comer o que precisam. a grande questão é se o que achamos que precisam está realmente adequado ao que precisam. nao conhecendo a vossa família, o que mais vejo sao crianças obrigadas a comerem muito além do que precisam.. crianças que às tantas têm uma aversao tao grande ao momento da refeição que nem sabem respeitar o seu apetite, reconhecer a fome que têm, ou do que gostam mais ou menos de comer..

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    2. Eu sei Ana,tem toda razão e concordo com tudo o que disse mas a minha filha está no percentil 3,alias neste momento até esta um bocadinho abaixo o que é sempre a minha preocupação, o peso.desde sempre os momentos de refeição são de alguma tensao e ansiedade.Por isso digo que é um projecto a longo prazo tornar as refeiçoes um momento harmonioso.

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    3. Ana, percentil 3 nao é mau. desde que a criança acompanhe a curva do seu percentil e demonstre ser saudável, ser percentil 3 nao é pior que ser percentil 97. eu sei que há muita pressão com a história dos percentis, porque a maioria das vezes os medicos nem sequer explicam o que significa.. os percentis são "percentagens" de crianças SAUDÁVEIS, ou seja, significa apenas que a sua filha é mais leve do que 97% das crianças da idade dela, saudáveis. mas ambas são igualmente saudáveis e normais :)é o mesmo que dizer que eu que tenho 1,60 deveria ter comido mais para crescer além disso.. há características que sao nossoas, inatas, e o peso e altura é fortemente determinado pela genética. percebo perfeitamente a aflição, o meu filho come muito bem e qdo come pior fico logo alerta, porque tb cresci com essa "pressão" de que se tem que comer muito bem. nao estou a convencê-la de nada, nem a dar palpites sobre a sua família, apenas a partilhar informação. espero que não me leve a mal a "intromissão"..

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  6. Na minha infância ainda não existiam tablets. Aliás, os meus pais tinham 1 telemóvel para os dois (daqueles a preto e verde - que o fundo ainda nem sequer era branco). Tive o 1º gameboy aos 6 anos. E nunca o meu pai se queixou que eu passava demasiado tempo agarrada a ele.
    Não, eu não era uma criança especial nem desligava o gameboy por vontade própria pouco tempo depois, o meu pai é que não me deixava passar muito tempo a jogar.. Quando achava que estava há demasiado tempo agarrada ao gameboy tirava-mo e pronto! E que nem atrevesse a tentar levá-lo para a mesa..
    É muito bom reconheceres que ela passa tempo a mais agarrada ao tablet e que tens de ser tu a dizer chega!
    A maioria dos pais queixam-se que os filhos passam muito tempo com tablets e Nintendos como se a culpa fosse das crianças. A culpa não é das crianças, é de quem lhes permite que passem esse tempo todo agarrado às novas tecnologias!
    Muitos pais parecem não ter noção mas um fim-de-semana como este que a Isabel teve sem tablet contribui infinitas vezes mais para o seu desenvolvimento em vários aspetos 😊
    E mesmo que agora os miúdos façam birras a pedir tablet, mais tarde vão agradecer aos pais por lhes terem obrigado a viver para além dos pequenos ecrãs táteis 😊
    Beijinhos para os quatro

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    1. Também tive um gameboy e também não havia "gameboys a mesa" nem nunca houve "telemóveis a mesa" (isto do tlm recentemente já tinha eu idade para ter juízo).. Muito menos levar o gameboy para fora de casa. Mas também acho que os tempos são outros, ou seja, certo ou errado andamos todos agarrados ao tlm, ou ao facebook, ou aos blogues ;) e também precisamos de dar o exemplo e mostrar que há outras coisas para entreter. Mas... Fala quem tem um filho ainda pequeno para essas coisas, não gosto de falar muito porque já sei que "pela boca morre o peixe" :)
      Anónima Catarina

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    2. Sim, sem dúvida que o exemplo terá de ser dos pais.
      Mas eu conheço casos em que os pais pouco ligam ao telemóvel e vão ao facebook 1 vez por dia (não é normal e eu própria não sou assim mas sim, conheço alguns :p). Os mesmos pais que se queixam dos filhos passarem muito tempo no tablet/ Nintendo mas que não fazem nada para mudar isso. Mandam-nos parar mas como não param, os pais queixam-se.
      Acho que a grande diferença do "antes" e do "agora" é essa: antes os pais tiravam e diziam chega! Agora mandam parar e se não param os pais queixam-se!
      É isso que não acho normal. E é isso que estou a elogiar na Joana - achou que bastava e fez algo para mudar.
      Eu acho mais normal ver uma criança chorar por ser contrariada pelos pais do que uns pais a queixarem-se da educação do próprio filho [refiro-me ao tema criança. Adolescente é outro assunto :p]

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  7. Nós temos uma vantagem, por assim dizer, o único tablet que temos é meu mas é da empresa, não tenho permissão para instalar apps nenhumas, por isso só dá para ver vídeos no YouTube (e sim, começam nos Caricas e vão sempre parar as plasticinas em sueco ou novelas brasileiras da Barbie). Por ser uma ferramenta de trabalho, tenho especial cuidado por isso, sem exageros, devem ver vídeos umas duas vezes por mês. Não levamos para restaurantes, nem quando estamos à espera nalgum sítio, nem nas viagens. Fazemos tudo à moda antiga, viagens de 6h nas férias de verão a ouvir música, pintar, brincar, andar à bulha um com o outro e em partes, aborrecidos. Tal como a mim também me chateia estar tantas horas no carro, acho que faz parte da aprendizagem deles lidarem com esse tipo de tédio. Saberem esperar. Não estarem entretidos a todo o tempo e hora. Claro que é mais difícil, fazer com que estejam sentados no restaurante, aguenta-los nas viagens mas acho que é essa a nossa função como educadores. Os meus filhos têm 4 e 5 anos e não está nos nossos planos terem um tablet para eles pelo menos durante uns anos.

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    1. tb espero conseguir fazer isso, porque concordo com tudo o que disse! :) custa muito estarmos sempre a gerir o tédio deles, a levar com uma ou outra birra, mas faz parte da educação. e se nao estiverem sempre a ser entretidos, qdo se aborrecem sabem lidar com isso. dito isto, já houve duas vezes que usei o telefone num restaurante.. por isso sei muito bem o quão difícil é resistirmos à tentação, porque é um descanso. nao condeno os pais que usam esse instrumento, tenho compaixão por eles, mas sempre que posso incentivo quem me rodeia a nao cair nesse "facilitismo". então qdo nao temos avós por perto, e estamos sempre ao serviço, sem pausas e sem descanso.. custa! mas é o melhor para todos! :)

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    2. Eu também já usei o telemóvel, não para vídeos ou jogos, usam-no para ver fotografias ou para tirar. Ou para por emojis em sms. E não vou dizer que não dá jeito de vez em quando, claro que sim. Uma vez não são vezes. Mas fazemos um esforço grande para que essas vezes sejam a excepção e não a regra.

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  8. Esse texto podia ter sido escrito por mim. Já não posso ouvir pedir pela Patrulha Pata ou PJmasks ( como vivemos fora ela pede pela Pat Patrouille et Pijamasks ) e já estou pelos cabelos com aquela senhora que dá banho ais brinquedos e diz que tudo é Super Awesomeeee!! ��

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  9. A minha filha tem quase 3 anos e meio e deve ter mexido umas 2x num tablete, se tanto, e não foi em casa. Temos apenas um, por sinal bem básico e fraquinho, que utilizamos raramente para ir à internet quando o outro está no PC.
    Telemóveis não deixo mexer, nem ela sabe que os há tão apelativos e com tantas possibilidades.
    Terá demasiado tempo para se agarrar a essas tecnologias e enquanto nós podermos controlar e evitar é isso que tencionamos fazer.
    Vê TV, claro, tento não deixar também cair em exageros, e às vezes uns vídeos no youtube, mas somos nós que colocámos e estamos com ela a ver "os mais pedidos".
    Claro que é difícil por vezes que se entretenha quando queremos fazer outra coisa e tem sido difícil lidar com as birras, sem dúvida, mas não creio que demasiada tecnologia a solução. Prefiro por vezes agradar-lhe dando-lhe um livro novo.

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  10. O problema é que damos o tablet ou ligamos a tv a pensar que assim temos algum descanso e é exactamente ao contrario. Temos descanso no momento mas as criancas nao vao aprender a brincar sozinhas a esperar a estimular a imaginação ... No futuro vai ser pior.
    As criancas nao precisam de estar sempre entretidas. Nos somos pais, nao directores de animação ;)

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  11. Eu acho que é importante a tecnologia...
    Mas moderada.
    Também já dei com esses filmes e também gostou.
    O que optei foi por dividir p tempo um bocadinho de manha e um bocadinho à tarde. Criei uma playlist no youtube que passo para a TV e só v|e os filmes daquela playlist.
    O resto do tempo tem de brincar correr e inventar... sempre acompanhado e com monitorização.

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  12. Acho que tem de ser tudo com moderação. Não sou mãe mas, de facto, faz-me confusão ver crianças tão pequenas vidradas nos tablets. É nos restaurantes, no comboio, no carro, no supermercado, enfim. Quando penso na minha infância, lembro-me mais de andar de bicicleta e de brincadeiras na rua e acho que isso é mais saudável. Mas, há sempre um mas, já cresci com a sega e a playstation e o gameboy e tenho memórias deliciosas a jogar com amigos e com o meu irmão. O problema é que hoje, até o uso das tecnologias, é muito mais solitário...

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  13. Ora aqui está um tema super interessante.
    Cá em casa somos muito moda antiga. Nas refeições ou passeios ou esperas fora de casa usamos os brinquedos, livros de pintar, desenhos. O tablet nunca saiu de casa e dentro só é usado para pôr música a tocar.

    Aqui há dias estávamos numa esplanada em cima da praia, um sábado de manhã maravilhoso, cheio de sol, perfeito para aproveitar e senta-se na mesa em frente à nossa um casal com uma filha de talvez cinco anos. Assim que se sentam, imediatamente a filha liga o tablet e a mãe e o pai os respectivos telemóveis e ficam ali os três, juntos mas isolados na tecnologia. Acho que é um cenário cada vez mais comum mas faz-me muita confusão. Oxalá consigamos ensinar à nossa filha as maravilhas do convívio real com pessoas. No uso de tablets, telefones, etc., é sobretudo disto que tenho medo, que se isolem

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  14. Também tenho um problema semelhante em casa, com um príncipe de 2 anos e meio que pega no comando, acende a televisão, entra no YouTube e está no mundo dele! Entre patrulha pata, panda, masha e o urso ou ovos kinder e pessoas a darem banho a bonecos, há de tudo! Com mais uma pequenina de 10 meses em casa e o marido a chegar tarde, tornou-se um escape grande, pela dificuldade que era estar sozinha com os dois. Acontece que também pus a mão na consciência e pensei: "se não for agora, nunca mais pára..." e a partir desse dia, de manhã, antes de sair de casa, escondo o comando da TV para, quando regressarmos os 3 da escola, ter a desculpa para dizer muito convictamente "não tenho o comando nem sei onde está..." por vezes há tentativas de choro de segundos, mas passa rápido...o tablet e os telemóveis como têm códigos, não costuma haver problema.
    No entanto, se analisarmos bem as coisas, as crianças reproduzem o que vêem... hoje, numa urgência pediátrica, entre as mães e filhas na sala de espera, via-se mãe e filha agarrada cada uma ao seu telemóvel em joguinhos tipo "Candy crush" (ambas lado a lado na fila de espera). Nas cadeiras da sala, as posturas corporais eram corcundas nas cadeiras, vidrados nos seus telemóveis...
    O que esperamos nós??? Isto também é uma novidade para os adultos! Os adultos quando têm de esperar, agora podem passear pelo facebook ou pelo Instagram! Ou conservar no Messenger ou whatsapp! Como poderemos querer que eles não procurem as distrações deles??

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  15. Apoiadíssimo!!!

    Ainda há pouco escrevi sobre isso: http://abananaengorda.blogspot.pt/2016/11/sedentarismo-desde-bebes.html

    Beijinhos*

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  16. Cá por casa aboli de todo os tablets e ainda os telemóveis quando ele nasceu. Sabes aquelas coisas que dizemos que NUNCA FAREMOS!?!? Pois eu não fiz mesmo! E estou cada vez mais orgulhosa disso. Claro que a seu tempo será apresentado a um tablet e vai ter o seu como todos os outros meninos, mas 1 ano, 2 anos... 3, 4... É muito cedo! Vendo bem, também não lhe dou facas para as mãos por mais que ele chore certo?! É essa a minha ideia... Por enquanto nunca viu um tablet e nunca mexeu num telemóvel. É uma luta difícil, mas possível!

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