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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

As minhas estrias, as minhas cicatrizes, a minha história.

Tinha 14 anos quando reparei que tinha estrias. Nos joelhos. Nos joelhos? Como? Andava toda contente porque as minhas colegas já tinham ou no rabo e nas ancas e eu nem vê-las e afinal… ali estavam elas, num sítio tão improvável. Depois delas, veio a celulite (e eu a pensar que escaparia). E novas estrias, desta vez nas mamas. Nem imaginam a injustiça que eu senti ao ver aqueles rasgões nas minhas maminhas. Sim, maminhas, tão pequeninas e com estrias, como se tivessem crescido tanto que a pele se vira obrigada a ceder. Só voltariam a crescer na gravidez.

A minha sorte, dentro do azar, era que, depois do choque, depois do tom rosa avermelhado, ficavam brancas e fininhas, ou pelo menos era o que me parecia. E eu encolhia os ombros, desvalorizava, e seguia com a minha vida. Contentava-me saber que não estava sozinha. E que pessoas que eu considerava lindíssimas, como a minha mãe, também as tinham e que não era por isso que deixavam de ser mulherões. 

Até chegar aos vinte e seis, engordei e emagreci e engordei e fiz dieta e ganhei estrias nas pernas, na zona interior, compridas. Ia pondo para trás das costas. Mas quando engravidei, comecei a olhar mais para o meu corpo, capaz de gerar vida e de me fazer a pessoa mais feliz do mundo, e tive vontade de cuidar melhor dele. Cremes nas zonas mais propícias a novas estrias (e uma grande dose de sorte, hidratação e genética?) fizeram com que, desta vez, nem uma ficasse para contar a história. Ou então nem reparei. 


Segunda gravidez e uma operação de urgência, logo após o parto, fez com que ficasse com uma grande cicatriz. Inesperada. A minha primeira, “à séria”, que me faria lembrar, para sempre, do maior susto da minha vida – uma atonia uterina que só parou depois de 6 horas de muitas tentativas, transfusões sanguíneas e medo. Está cá para que nunca me esqueça de que sobrevivi e vivi, após tudo o que me aconteceu, com ainda mais vontade, força e amor. Não gostei dela sempre. Sentia que algo tinha falhado. Tinha estado a um passo de ter o parto dos meus sonhos, pouco instrumentalizado, em que puxei a minha filha para o meu colo e, sem pontos, ia ter uma recuperação muito fácil, para poder dar atenção às duas filhas. Aquela cicatriz significava dores, dificuldade em levantar-me e levava-me àquele hospital e àquela sensação de impotência. Achava-a feia. A enfermeira do centro de saúde recomendou-me que espalhasse e massajasse com Bio-Oil e, com o tempo (terão sido meses?), aquele vermelho foi começando a perder a nitidez. Ainda cá está. Acho-a bonita. Relata uma história com final feliz.


Bio-Oil faz parte dos meus dias, desde então. Daí que o desafio em falar deste óleo, que marcou uma das fases mais duras (mas também mais mágica) da minha vida, seja tão especial. E não é por acaso que é o produto mais usado em estrias e cicatrizes em todo o mundo: é porque resulta. Não apaga nada, mas disfarça. Além de hidratar profundamente, reduz a aparência das estrias, cicatrizes, manchas e também do envelhecimento da pele. Também já experimentei na cara (duas gotinhas, não mais) e, ao contrário do meu receio (mito a abater), a pele não fica nada oleosa – pelos vistos, o PurCellin Oil deixa a fórmula mais leve, não fica gordurosa e a pele absorve-a de forma rápida. 


E vocês, que histórias contam? Sofreram ou sofrem ainda muito com marcas e estrias?
Já se aperceberam de que somos muitas?


*post escrito em parceria com a Bio-Oil

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Dicas para cuidar da pele dos nossos bebés (agora que o bom tempo está aí)

A Luísa está prestes a fazer um ano (um ano, Deus Meu!) e agora com o bom tempo passamos muito mais tempo na rua. Já é ela quem pede para ir à rua, gatinhando até à porta. Vivemos no campo, temos a sorte de ter baloiço no alpendre, mas temos também o "azar" de ter muitas ervas e carraças nas imediações. Além de que, como ela agora gatinha, arrasta-se e suja-se muito, sinto necessidade de lhe dar banho todos os dias, ao fim do dia. A ela e à irmã, que está na escola, corre e transpira: tomam banho juntas, brincam, divertem-se muito. Além dessa alteração, com a exposição ao sol, ao calor e até ao cloro da piscina e sal do mar, sinto necessidade de ter (ainda) mais cuidados com a pele delas (que é a coisa mais suave do mundo e espero que continue a ser). 

Por isso, ficam aqui, as nossas rotinas:


BEBER ÁGUA, MUITA ÁGUA
1) Nos primeiros 6 meses, caso estejam apenas a amamentar, não há necessidade - apenas precisam de reforçar as mamadas, oferecer mais vezes (ou caso o médico ou pediatra diga algo em contrário, por algum motivo que me escapa).
2) A partir daí é bom andar sempre de termo ou garrafinha atrás e dar-lhes num copo evolutivo. Gostamos deste que fica sempre em pé (quando ela não o manda ao chão eheh) mas há outras opções.




 CUIDADOS COM O SOL
 1) O Sol faz bem (todos precisamos de Vitamina D), mas exposições prolongadas e nas horas "proibidas"- aquelas em que o sol está mais alto - são de evitar.
 2) Usar protector solar (protecção de pelo menos 30 - cá em casa usamos 50) e colocado 30 minutos antes da exposição solar e repetir muitas vezes ao longo do dia
 3) Preferir cremes 100% minerais até ao primeiro ano, do primeiro ano até ao segundo, usar mineral ou misto e a partir do segundo ano, poderá ser misto ou de filtro químico - vamos variando, mas o que a Isabel (3 anos) usa mais é este.



ROUPA
Damos preferência a roupas leves, de algodão e de preferência tons claros, mas fiquei a saber que as cores escuras e saturadas, apesar de mais quentes, são mais eficazes em bloquear a radiação UV. Cores mais escuras tecidos leves, cores mais claras tecidos mais densos (e se tiver poliéster reflecte a radiação).

CHAPÉU
É um desafio a Luísa aguentar um chapéu na cabeça, seja ele qual for, mas acredito que por persistência se habitue. 
Preferimos os de abas largas e com fitinha para prender debaixo do queixo. 

HORA DO BANHO
1) Não tomam nunca mais do que um banho por dia e ficam no máximo 12 minutos por lá.
2) A água é morna e não quente
3) Brincam primeiro um bocado na água e só depois as ensaboo (a Isabel já o faz sozinha).
4) A Luísa usa destes
 

5) A Isabel usa todos, mas agora também destes.


6) Passo o chuveiro no final para garantir que os champôos e gel saem bem.

CREME DEPOIS DO BANHO
Faço-o desde sempre, a ambas, porque além de ser uma boa forma de as massajar e estar em contacto com aqueles corpinhos bons, ficam bem hidratadas.


E vocês, que cuidados têm?




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