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12.13.2018

Despedi-me.

Depois de um ano a trabalhar numa agência de comunicação, despedi-me. 

Foi um ano maravilhoso, em que aprendi muito, em que cresci imenso (e já tenho 1,74m). Foi, acima de tudo, e depois de ter estado em casa um ano e meio com a Luísa, uma oportunidade para sentir que ainda estou no mercado, que posso dar as voltas à vida que quiser, que se me esforçar posso aprender a fazer outras coisas... enfim, senti-me reconhecida. Fiz amigos. Conheci gente boa e excelentes profissionais.

Entretanto, andava-me a custar bastante chegar à escola delas às 19h00 todos os dias. Eram sempre as últimas a sair, às vezes estava a chover e apanhava trânsito e sentia-me impotente, nervosa e triste. Saía às 18h30 e não havia grande margem. A funcionária que ficava com elas chegou a perder o autocarro à minha conta. Se por um lado, sabia que elas estavam muitas horas na escola, por outro tentava desculpabilizar-me/nos: é a vida. Nem toda a gente tem avós que possam ir buscar. Nem todos saem às 17h. Tem de se fazer pela vida. A vida é como é. 

Só que eu precisava de fazer isto. De mudar, mais uma vez, de vida. De tentar outras coisas. 

E agora estou a trabalhar a partir de casa. A fazer consultoria. A escrever para o blogue. A gravar vídeos. A fazer locuções. E a preparar coisas novas. Vamos lá tentar ter os meus próprios horários, gerir o meu tempo, ir buscá-las bem mais cedo, a ter uma folha de papel em branco onde tudo começa do zero. 

Com todos os riscos, a ansiedade e o stress de não ter um ordenado fixo no final de cada mês. Com incertezas. 

Com (alguma) coragem. Já sei que sei fazer outras coisas. Já sei que posso sempre voltar a um ttrabalho mais convencional. Tenho duas mãozinhas. Adapto-me ao que tiver de ser. 

Mas agora sou eu. 

Vamos a isto. (Wish me luck!)





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8.13.2018

Como o Yoga está a mudar a minha vida

“Se soubesse o que sei hoje”. Usamos esta frase muitas vezes. Já pensei nisso em relação às minhas aulas de Yoga e ainda só tive duas. “Já devia ter começado isto há anos”. No entanto, se calhar há uns anos não estava preparada. Não estava com esta disponibilidade. Para (re)aprender a respirar. Achava que não precisava ou que não tinha tempo. Agora sei que sim, que preciso. E quero. A Mahima do Chama a Sofia vem ter comigo mesmo ao jardinzeco ao lado do meu trabalho à hora de almoço e a magia acontece. É sentir o mundo parar. É ouvir-me. Escutar todas as partes do meu corpo. Deixar-me conduzir pela voz da Mahima para me focar em mim. Quero muito isto para o resto da vida. Saio de lá cheia de energia, mas uma energia boa, zen. E olhem que no dia seguinte fico a descobrir músculos de que já não me lembrava! 

Preparadas para as minhas figuras? :) 



Já experimentaram? Chama a Sofia e vais ver. Obrigada Joana Gama por me teres influenciado a fazer isto. Foi mesmo uma mudança boa na minha vida! Já estou cheia de saudades, depois das férias, quero a Mahima de volta na minha vida! 

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1.29.2018

Querido, mudei de visual!

Mais uma moeda, mais uma voltinha. Quando lhe pegamos o gosto, dificilmente conseguimos parar. Dizem isto das tatuagens: ainda não tenho nenhuma, com receio de apanhar esse vício (mas já tenho duas pensadas, por acaso!). Falo de mudanças de visual: da última vez que cortei o cabelo, saí de lá a pensar que, para a próxima, ou cortaria mais ou pintaria de outra cor.
PUMBAS.

Pintei de outra cor. E, desta vez, da cor mais clara que alguma vez pus neste cabelinho: louro-cinzento, mantendo a minha cor na raiz (sim, sim, já sei que algumas de vocês irão dizer que não entendem o conceito e eu digo-vos já aqui que também não entendo muito bem, mas decidi arriscar - sabendo que, caso não gostasse, lá voltaria para pintar de outra cor).

Mas a verdade é que ADOREI! E nem me fez confusão nenhuma a raiz mais escura! Pelo menos não por enquanto. Vantagem: quando nascer "o meu" já não vou morder o lábio e sair a correr para ir tapar a raiz, já me habituei, por essa altura, ao contraste!

Acho que encontrei uma cor que me dá uma dose extra de confiança e vaidosice. Está certo que ainda não vi a trabalheira que possa vir a ter a manutenção do bicho, caso comece a amarelar, e não nego a possibilidade de me arrepender e de pintar de mais escuro na próxima vez que vá ao Nela Cabeleireiros. Logo se vê, vamos lá viver no risco! UUUUUUuuuuuuuu

Adorei tudo: a simpatia daquela gente (a Joana Gama não ia mentir), a simplicidade e o profissionalismo. As unhas, que não arranjava há dois meses e meio, também ficaram óptimas. Aprovado. Fui ao da Amadora, por ficar mais perto da minha casa, mas há também em Alcântara e em Belas. 

Fiquem com as fotografias que tirei lá. Se calhar muitas de vocês já viram no instagram, mas cá vão:


Uma publicação partilhada por Joana Paixão Brás (@joanapaixaobras) a





Cabelos e unhas (já não as arranjava há quase 3 meses, adorei!) - Nela Cabeleireiros
Macacão - Bagoxa
Sapatos - Aerosoles
 



Nota: o Facebook decidiu mudar o seu algoritmo e a partir de agora vai mostrar-vos mais posts dos vossos amigos e menos de páginas onde fizeram like. Querem saber quando publicamos coisas?
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12.03.2017

Primeira noite na casa nova!

Ontem mudámo-nos. Foi óptimo usar o nosso poder de síntese e escolher o que nos faria mais falta, livrarmo-nos de coisas que não nos diziam muito nem iriam ter grande utilidade, e empacotar só o que faria sentido na nossa nova casa. Está minimalista. Menos o quarto delas. Não quis que sentissem - principalmente a Isabel, que já percebe melhor - que estariam a perder e a abdicar de algo que lhes fosse especial com as mudanças. O quarto veio com o recheio praticamente todo: decoração, roupas, livros, brinquedos, jogos {já tinha feito uma selecção há uns meses, faço-o regularmente, para que vão tendo jogos e livros diferentes a rodar}.

Fizemos as mudanças no sábado e ficámos logo cá a dormir. Com cortinados postos e tudo! (só falta na sala)  Tivemos uma equipa a fantástica de amigos e família a ajudar, somos uns sortudos realmente! As miúdas estavam mais excitadas que o normal, felizes e eléctricas, e demoraram mais a adormecer. Correu tudo muito bem. Hoje acordámos e fomos tomar o pequeno almoço fora e fazer o reconhecimento da zona, parque incluído. Voltámos a Santarém para ir buscar mais umas coisinhas, com a certeza de que iremos lá muitoooos fins-de-semana certamente.

Estamos todos felizes. Cansados, mas felizes. Iremos estar os quatro juntos, todos os dias, sem excepção, e isso só pode ser bom. HOME IS WHERE OUR HEART IS. Esta agora é a nossa casa, cheia de amor e esperança. 

Amanhã as miúdas vão fazer o reconhecimento da nova escola, onde tenho a certeza de que vão ser muitoooo felizes. O projecto educativo é fantástico (movimento escola moderna), estamos encantados e tivemos o melhor dos feelings quando a visitámos, como se as peças do puzzle se encaixassem todas. Vai ser tudo feito com calma para a adaptação ser a melhor possível! 

Obrigada a todas as que vêm por bem, pela força que me têm transmitido nesta nova fase (tudo o que seja comentários com palavras como "egoísmo" ou "crueldade" não acrescentam nada de bom, escusam de se dar ao trabalho!). Estamos mesmo muito confortáveis e confiantes de que foi a melhor opção - aliás, nem havia outra que fizesse mais sentido neste momento das nossas vidas.

Vida nova! (sabe tão bem!) 



{tenho andado mais ausente do blogue e do instagram mas é temporário, Ok? Hei-de voltar com a força toda, assim que tudo assentar! Beijinhos!}

Coisinhas de que possam ter gostado:

Colcha dupla face - Snug Me
Cama casinha - Pineapple Party 



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9.11.2017

Como está a correr a vida em Santarém?

Ninguém perguntou, mas já soube que algumas pessoas se mudaram para o campo depois da minha mudança. Não me posso sentir a responsabilidade desse passo, como é óbvio, mas fico feliz se correr tão bem como tem corrido connosco.

Não vão ouvir aqui só passarinhos. Nem sempre é bom (como em tudo na vida). Tenho melgas em casa e toda a espécie de bicharocos (até um morcego...), uma casa destas requer maiores cuidados e limpezas, não tenho amigos por perto, etc, etc, etc. Mas o que é bom, não é bom, é óptimo.

A vida é mais calma, não perdemos tempo no trânsito, há imensos parques espalhados pela cidade e vamos variando, se não formos passear depois da escola, há sempre flores para regar em casa e festas para fazer aos cães, as caras são-nos mais familiares... é bom, muito bom.

As miúdas são felizes aqui. Sê-lo-iam provavelmente numa grande cidade porque o mais importante não é onde estamos, mas com quem estamos. Mas há algo em mim que me diz que esta ligação à terra, irem apanhar amoras, ir à horta da vizinha apanhar feijão verde, andarem descalças na rua lhes dará memórias para a vida. 

Agora que a Luísa foi para a escola, tenho tido mais tempo para a casa e para mim, assim como para o blogue e outros trabalhos (escrevo e faço locuções), e, apesar de ter de ir algumas vezes a Lisboa e voltar, faz-se bem. Tenho 6 horas sem elas para gerir (e acreditem, passa a correr), mas, apesar desta fase de adaptação ter sido difícil até para mim, já percebi que vamos ser muito felizes este ano. 
Estou confiante. 

Por isso, a resposta à vossa pergunta imaginária: a vida em Santarém está a correr bem. 










 


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9.04.2017

Primeiro dia de creche e as dores de uma mãe

Hoje foi o primeiro dia de escola da Luísa e o primeiro dia na escola nova para a Isabel.

Ontem à noite estava bem. Consegui não sofrer por antecipação. Hoje de manhã a angústia começou a vir, devagarinho, mas fui engolindo em seco. A Isabel estava entusiasmada com a ida para a escola nova, foi o que nos pareceu. Acordámos, eu e o David, um bocadinho mais cedo, tomámos o pequeno-almoço, banho, preparar o pequeno-almoço da Isabel e elas foram acordando. Fizemos tudo com calma, sem pressas. Tínhamos de lá estar até às 9h30 e assim foi. Assim que lá chegámos a Isabel não quis entrar na escola. E assim começou o que viriam a ser longos 15 minutos de angústia. Quis deixar primeiro a Isabel, mas assim que viu a sala e a educadora, começou a chorar. Ok, vamos levar primeiro a Luísa, pelo caminho fomos falando, de forma calma, sobre tudo o que ia acontecer e fomos mostrar-lhe o espaço exterior, os escorregas e tudo o que a pudesse fazer sorrir. Ao irmos deixar a Luísa, uma miúda não quis deixar a Isabel brincar com qualquer coisa e esta ficou pior que estragada. Deixámos a Luísa, sem grandes problemas. Ao descer as escadas, a Isabel disse-me que estava a ouvir a Luísa a chorar e o pai confirmou-me com o olhar. Não tive a certeza. Preferi ignorar com a cabeça, para ver se o coração desacelerava. Lá deixámos a Isabelinha, entrei na sala, tentei brincar um bocadinho com ela, mas nada lhe estava a conseguir tirar a tristeza. Só queria estar agarrada a mim. Disse-lhe com doçura mas com firmeza: "a mãe vem buscar-te a seguir ao lanche, amor. Até logo. Diverte-te e brinca muito". Saí. Saímos.

Custa, caraças. Custa muito. Vai custar menos, mas enquanto custar, custa. Aquele choro fica a ecoar dentro da nossa cabeça e sentimos as reverberações no nosso peito. Ficamos a pensar se terá ficado muito tempo a chorar ou se terá passado. E a Luísa? Terá comido? Como foi para adormecer, sem a maminha? Terá chorado muito?

Espero que deixe de custar já hoje, já amanhã, na próxima semana, mas o mais provável é que se prolongue mais umas semanas... Vai deixar de custar quando vir nelas sorrisos rasgados, quando quiserem ficar lá mais tempo, quando perceber que estão bem, que estão a ser bem cuidadas, mimadas e a fazer amigos. 

Tinha mesmo de ser? Perguntei-me - perguntei-nos - várias vezes. Sim, tinha. É preciso equilibrar o orçamento familiar, concentrar-me e trabalhar mais. Precisava de ter uma hora só para mim (voltei ao ginásio, ao Scape) [ok, é um luxo, é um extra, é um bónus, percebo que muitas preferissem ter mais tempo para os filhos, mas para a minha saúde mental - e física - estava a fazer-me muita falta]. Uma hora para compras, limpezas, arrumações. Deixar o jantar já pronto. E mais três horas em que consigo trabalhar de forma fluída e sem interrupções. Depois, é ir buscá-las às 15h30, já com tudo pronto e disponível, de colo e de alma, toda delas. Por inteiro. 

A seguir à escola, vamos ao parque, pelo menos nos dias sem chuva, e depois voltamos a casa para continuarmos a brincar, a dançar, a fazer cócegas. Banhos, jantar, história e cama. Vai ser esta a nossa rotina a partir de agora. 

Já não estava a conseguir dar o melhor de mim em nada. Nem conseguia escrever em condições, nem pensar em novos projectos, nem conseguia dar-lhes a atenção de que elas tanto precisam, nem dava conta da casa. Agora, com muita organização, vou conseguir ser tudo o que quero ser.

Tenho receios? Tenho. Tenho receio de que a Luísa deixe de ser aquela bebé sorridente e sempre bem-disposta, muito dada a toda a gente, e que fique riscada (como disse a Joana neste post). Pela Isabel, não tantos, porque já me provou que se adapta muito bem às mudanças.

Relatório: A Luísa ficou a chorar praticamente toda a manhã (mesmo ao colo), não almoçou grande coisa, dormiu quase duas horas e não chorou mais, lanchou bem. Quando lá cheguei, choramingou, mas coisa pouca. Despediu-se com beijinhos, foi a cantar no carro, correu e riu à gargalhada no parque. A Isabel parou de chorar assim que saímos e esteve sempre, sempre bem. Brincou, falou, comeu bem, dormiu a sesta e estava felicíssima quando a fui buscar, cheia de coisas para me contar.

Conclusão: não foi tão mau como pintei. Vamos ver amanhã.

Foram um ano e três meses maravilhosos. Não trocava por nada deste mundo. Faria tudo de novo. Obrigada ao David, porque sem ser um projecto de família não teria sido possível. Obrigada, Luísa, por me teres feito renascer. Obrigada, Isabel, por me ensinares tanto. Obrigada, Vida, Sorte, Deus, o que for, pela oportunidade. Foi duro, foi desgastante, mas foi muitíssimo compensador e este ano já ninguém nos tira. Agora, novos desafios. Para todos. 


Como foi o vosso primeiro dia?




Mochilas - Pêra Doce

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7.13.2017

Como/quando se diz a um filho que vai mudar de escola?

Hoje não sou eu a dar dicas, mas sim a procurar sugestões. Como/quando se diz a um filho que vai mudar de escola?

A Luísa - 13 meses - vai para a creche em Setembro (farei um post mais pormenorizado sobre isso e como me sinto em relação a isso, em breve) e, como a Isabel - 3 anos - também teve vaga nessa escola, fiquei com aquela sensação agridoce: é bom para nós que vão as duas para a mesma escola, por variadas razões (levar e buscar, integração da Luísa, valor, etc, etc), mas tenho medo que lhe custe muito. Se me custa a mim afastá-la dos amigos e das educadoras de que tanto gosta...
É certo que a Isabel se adaptou lindamente à mudança de Lisboa para Santarém (e se adapta bem à mudança em geral), mas era mais pequenina. Agora vou ter de lhe explicar tudo bem explicado e espero alguma frustração e tristeza da parte dela. 

As minhas dúvidas são: 

Com que antecedência se explica? 
(Começo a explicar depois de virmos de férias? Na semana antes? No dia antes?)
Como se explica? Com entusiasmo, com naturalidade?
Como faço a transição?


OBRIGADA A TODAS. 



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6.11.2017

Primeira noite com ela na casa do pai (e primeira noite sem ela).

Há uns bons meses, quando fantasiava com a primeira noite sem a Irene, estava longe de imaginar que seria por me ter separado e por ela ir dormir à casa do pai. Apesar de termos concordado que fico com a custódia dela, que ela vai fim-de-semana sim, fim-de-semana não para a casa do pai, todas as sextas e durante a semana sempre que o pai quiser (desde que a traga a hora de iniciar a rotina de sono), as coisas têm ido devagarinho.  

Assim que o pai teve o quarto dela pronto na "casa do Pai", fiquei entusiasmada por poder incentivar a dormida. Não quero que ela perca a ligação com o pai enquanto cuidador e fique só pai "de fim-de-semana". Tudo isso depende da relação que construirem os dois, mas dormir em casa do pai é fundamental, o pai cozinhar para ela, dar-lhe banho, verem os dois televisão, fazerem planos... 

Estava feliz por ambos e ainda estou. A Irene precisa de sentir o toque do pai, o cheiro do pai, ouvi-lo gargalhar, fazer as brincadeiras que só eles sabem, sentar-se no colo do pai, pentear o pai, pregar-lhe sustos, ver o amor profundo nos olhos do pai... Só se vêem essas coisas estando, sentido, com calma. 

Ontem foi a primeira noite na "casa do pai" e foi também a nossa primeira noite separadas. Estava confiante que iria ser simples, mas não foi. Quando a deixei lá, ele fez-me notar que dei umas 3 vezes o mesmo recado e acabou por me sair (surpresa) "isto não está a ser fácil para mim". Facilmente me desfiz em lágrimas enquanto "corria" para a saída (a Irene não viu nada) e disse: "é a primeira vez que durmo sem ela, não é fácil". 

Dei-me uns minutos de tristeza esquisita. Porque não era tristeza, era... Desconforto. Fui eu que incentivei a dormida, quero muito que ela durma mas... e quando chegasse a casa e visse o quarto dela vazio? 

"Ela está com a outra melhor pessoa para cuidar dela em todo o mundo".

Segui e fui correr. Corri 5 kms e passou-me (reportagem no meu stories no meu instagram). Fiquei feliz pelos dois, apesar de ter sido difícil adormecê-la. Ela percebe que quando está com o pai que é o tempo dos dois e que, quando está comigo também. Não chamou por mim. E por que haveria de o fazer? :)

Voltou hoje às 11 da manhã. Tranquila. Descansada. Sem saudades minhas. Feliz. Pronta para outra e eu também.  






Coisinhas giras: 

Fotografias - Joana Hall


Colar do coração e brincos - Our Sins 

Relógio - Timex 


Para ler: 


✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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5.12.2017

Existe uma crise aos 30? Nem acredito que fiz isto!

Por motivos que em breve vos contarei (eu, enquanto blogger, tenho vontade de partilhar quase tudo convosco, mas tenho sempre algum intervalo para conseguir digerir os acontecimentos) estou a passar por uma fase de mudança gigantesca e uma das minhas decisões foi largar o meu querido Smart (que adorava do fundo do meu coração por ser tão querido e útil) e voltar a ter um carro com mais de dois lugares. 

As escolhas não eram muitas, visto que as possibilidades são nenhumas aqui da querida, então, a única hipótese seria trocar por um carro de valor tão semelhante que não envolvesse dinheiro. Depois de umas horas num site para carros (o único que conheço), apaixonei-me por um carro azul-cueca. E sabem que mais? Estou louca por ele. 


Não, a Renault não pagou por este post (mas devia, ahah). Eu é que não queria por uma fotografia do meu com a matrícula, não sei porquê - "Ai, a filha expõe feita parva, mas a matrícula não?". A verdade é que há muitos anos (15) namorei com um rapaz que tinha um Twingo (acho que foi quando eles apareceram) e gostei tanto do interior do carro e das cores que dizia desde aí que, quando crescesse, queria ter um Twingo verde alface. Está lá perto, digo eu.

Perguntei à Irene se queria dar um nome ao carro e ela disse "Isabel" - o nome da filha mais velha da Joana Paixão Brás - como aliás agora tudo se chama.

Ontem já foi um alívio termos ido às compras e caber tudo na mala juntamente com a minha do ginásio, etc, etc.

Nova fase, "novo carro". Um azul-cueca - só porque não havia verde alface.

Crise dos 30? Provavelmente, mas estou a gostar.

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5.08.2017

Migas que não reparam que mudámos a cor de cabelo merecem o quê?

Aqui o estaminé andou ao rubro com as (não-)mudanças de visual da Joana Gama/ californianas não sei de onde (não eram da Califórnia segundo certa anónima). Eu cá acho que ela está giríssima. Sou a primeira a elogiar a moça, acho que lhe fica meeeeesmo bem aquele corte e aquela cor. Só acho que podia dar ali uns toques com o babyliss antes de sair de casa. Esperem, eu não disse isto. A gaja que quase nem seca o cabelo nem se maquilha quase nunca - eu - a dizer que a outra devia passar o babyliss, como se isso fosse prático em dias de trabalho (bitch, please...).

Mas a verdade é que ela não merecia estas minhas palavras de apreço. Sabem o que é pior do que o nosso mais-que-tudo não reparar que estamos kitadas? Uma gaja não reparar. Ou reparar mas não achar que foi nada digno de um "estás diferente". Buaaaaaaa amarrei a burra.


*fotografia Ties para a campanha da Zilian
Vamos aqui colocar duas imagens. Um antes e um depois.

Tentem ignorar a cara de parva. Se conseguirem.

Sim, eu sei que não cortei um palmo, nem fiz franja, nem fiz permanente, nem pintei de rosa. Mas não se nota nada? Como não se nota? Não estou a perguntar se gostam ou não (podem opinar, claro), mas não vêem nada? Não me falhem, não vos perdoo! Eu não queria uma mudança radical, quis pintar de castanho.

A Catarina do Cut By Kate (o meu cabeleireiro em Santarém que, além de muito bonito, tem imenso cuidado com os produtos que usa, super seguros para quem está grávida, amamenta e preocupa-se também com a sustentabilidade, o ambiente, etc) avisou-me que, tendo madeixas por baixo, ficaria mais claro nessa zona, mas assim mesmo, quis experimentar. Usámos um tom quente e eu gostei imenso (eu, que sou sempre super crítica e que acho que tudo me fica mal eheh). Gostei tanto que quero continuar morena mais uns tempos (eu, que sempre disse que gostava de me ver era loura, talvez por saudades da minha cor em miúda, que se alterou na adolescência).

Se estão a pensar que merecia um grande corte, guardem essas tesouras e navalhas que eu ando louquinha por ter o cabelo bem comprido (depois, quando me fartar, corto mais radicalmente, prometo) e acho que assim fica com potencial para apanhados, para uns caracóis, umas tranças. Gosto para o Verão, pronto. :)




*fotografias Ties para a campanha da Zilian

Mais fotografias do cabelucho, aqui.



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