É horrível o que vou dizer, mas há coisas pouco horríveis em estares doente. Não devia dizer isto, pois não? Enfiar-te na minha cama para estar mais perto de ti, para sentir quanto terás febre - mesmo que sempre que tenhas, me aperceba já tarde - ou se começaste a tremer com convulsões.
Assim dormes comigo. Gostamos as duas.
Assim há dias em que tu não podes mesmo ir à escola e eu não posso mesmo ir trabalhar e não podemos mesmo sair. Assim estamos tão juntas. Gostamos as duas.
Assim pedes-me que te abrace a meio da noite e eu faço-o.
"Abraça-me.".
Abracei, claro. Tu não sabes, mas tenho-te abraçado praticamente a noite toda. É um prazer sentir a tua respiração (mesmo entupida e fazendo apneias grrr). Acordar contigo e com a tua boa disposição é mágico.
Gosto muito de ser a tua mãe, filha.
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Fotografia: Joana Hall |
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A JPB vai deixar de escrever?
ResponderEliminarAs melhoras para a Irene :)
Ainda deve estar em "relexão"
EliminarAinda deve estar em "reflexão"
EliminarAinda está a pensar na Nanny
EliminarNão pecado maior que a estupidez. (O. Wilde)
EliminarGet a life anónimos.
Margarida
Não há pecado maior que a estupidez. (O. Wilde)
EliminarGet a life anónimos.
Margarida
Não é nada horrível. Digo sempre que as crianças com uma pontinha de febre são maravilhosas: cheias de mimo.
ResponderEliminarGosto muito de ser tua mãe, filha. Adoro!!! E é tão isso...e é só isso.
ResponderEliminarOra essa, algum coisa havia de ter de bom, senão como é que o nosso pobre coração aguentava a preocupação e a exaustão?
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