7.12.2016

Pintei o cabelo de cor-de-rosa!

Ui! Será que há uma crise antes da crise da meia idade? A crise quase-meia-idade? Aquela que faz com que as pessoas se esfreguem numa parede como se estivessem à noite no Urban, mas estão afinal na Quinta do Bom Pastor, o radiopark do grupo Renascença Multimédia? É o sítio mais adequeado para me esfregar onde for. 

Será que há aquela meia crise que me faz cortar muito pouco cabelo que tenho, arriscar tudo em parecer o lado mais machão de um casal lésbico (sempre foi o meu forte ser o lado mais machão da coisa) e, como tal já não fosse suficiente, além de estar em negação em relação à forma como o meu buço cresce (é só dos lados, que estupidez é esta???), ainda pintar o cabelo de cor-de-rosa? 



Continuo por aqui a usar interiormente o #caguei. Caguei. Apeteceu-me. E, se me apeteceu, faço. O cabelo cresce, o cor-de-rosa sai. Fico diferente. Quando decidi e hoje não me importa muito se mudei para melhor ou para pior. Foi uma experiência. Uma escolha, como tantas outras. 

Gosto de estar diferente.

Sim, ninguém perguntou nada, eu sei, mas eu disse na mesma. #caguei. ;)

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Agora somos forçados a pensar nalgumas coisas mais a sério...

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*Já vos disse que percebo tanto de seguros como de apicultura (ainda agora tive de ir ver o que é). Porém, ando mesmo a pensar nisto. Acho que, quando se tem filhos (tal como escrevi aqui), somos forçados a pensar nalgumas coisas mais a sério e em cenários menos optimistas. Queremos deixar tudo organizadinho e fazer com que as coisas más, se acontecerem, sejam menos más. 


Uma das minhas dúvidas sempre foi (entre muitas outras que não têm que ver com seguros, nomeadamente porque é que ainda tenho dentes de leite e tenho quase 30 anos) a diferença entre um seguro de vida risco e um seguro de acidentes pessoais. Sabem quando a resposta é tão óbvia que vos apetece dar uma auto-belinha? Pronto. É um "Duh". "No seguro de vida, a cobertura principal de morte e as complementares de invalidez funcionam por doença ou acidente. No seguro de acidentes pessoais, essas coberturas apenas funcionam por acidente" - tirei isto do site da NETVIDA das Faqs que, ainda bem que falam a língua das pessoas e têm tudo explicadinho. 

Outra dúvida que tenho é o que há no fundo dos buracos negros. Por acaso não tenho é dúvidas nenhumas em relação às diferenças entre um seguro de vida e um seguro de saúde: o de vida oferece cobertura de morte ou invalidez e doenças graves (caso estejam incluídas) e o de saúde é... o que já sabemos: reembolso de despesas e/ou prestação de cuidados de saúde. 

Sabem o que acho? As coisas só parecem difíceis antes de tentarmos mesmo compreendê-las. É tipo matemática na escola ;) Neste caso, acertar tem um payoff muito maior que é o de ter vantagens para toda a família. Vejam mais sobre o seguro NETVIDA, da MAPFRE que engloba também doenças graves ou invalidez, ou seja tem coberturas que também podem ser gozadas em vida. E com a vantagem de o podermos fazer totalmente online. 

*post escrito com a agência de comunicação. 

7.11.2016

Uma bebé num casamento? E então?

Odeio fazer títulos. Este iria ser "A minha ribatejana" porque, quando comecei a escrever, foquei-me na Isabel. Depois, o texto levou-me ao facto de estar no casamento também com a Luísa. Já lá vamos.

A contar o gado











Nasceu em Lisboa, mas acho que é uma miúda do campo. Adora animais, adora andar de cuecas e pés descalços a regar flores, mesmo que pise pedrinhas e ervas com picos, adora pisar poças de água, mexer na terra e limpar na roupa, arrancar fruta da árvore e deixar que as gotas coloridas escorram pelo queixo, percorram o pescoço e desagúem numa t-shirt. Quando anda na rua, anda bem. Dêem-lhe um alguidar com água, umas tacinhas, flores, ponham-lhe cães ou gatos à frente e a festa faz-se, sem grandes birras.

Ontem, porém, foi dia de andar toda arranjadinha, com um daqueles vestidos clássicos da Laranjinha. E não faz sacrifício nenhum, está na fase do rosa, das princesas e adora ter uma saia rodada para dar voltas até ficar tonta. Pirosona como sou, vesti a Luísa a fazer matchy matchy, claro.

Fomos ao casamento de um grande amigo e a família foi todinha, mesmo que a Isabel só tenha chegado com o David, depois da sesta. Sim, somos daquelas famílias que vão com uma bebé de um mês e picos para um casamento (não ficámos até ao fim, vá, não chamem já a CPCJ). Fomo-nos revezando, a Luísa fez uma sesta de 3 horas numa salinha do espaço. A Isabel fez birra às 21h e tal - ainda a tentei adormecer lá, mas sem sucesso - e percebemos que estava na hora de "abandonar". Não tomou banho, não lavou os dentes, não jantou como deve ser, adormeceu no carro. A Luísa ouviu música uns decibéis acima do habitual (às vezes os gritos da Isabel até são mais fortes). E então? Um dia não são dias. Não sou, de todo, uma control freak, como a querida Vera (d'As Viagens dos Vs) diz ser. A Isabel esteve com a tia Marisa dos Estados Unidos, que só vê muito raramente e estivemos juntos, em família, a treinar esta nova dinâmica familiar e gestão de uma família de quatro. E, sinceramente, até tenho um orgulhozinho parvo em andar com a filharada toda atrás, gosto que nos acompanhem nos nossos programas, sem grandes dramas. Tenho perfeita noção de que as rotinas são fundamentais para eles estarem bem e crescerem saudáveis e tranquilos, mas não é - e falo da minha experiência - por uma fuga pontual à rotina que vão ficar com oito braços.

Tenho umas fotos queridas para vos mostrar um dia destes (aproveitámos e metemos cunha na fotógrafa - nossa amiga - para nos tirar umas fotografias dos quatro, que ainda não tínhamos).  Para já, as minhas:












Alcofa da Greentom






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