5.05.2017

Para as haters que disseram que o meu cabelo estava horrível...

Há uns tempos e porque me ando a sentir melhor comigo mesma (deve ser uma combinação de optimismo com ginásio com ter umas roupinhas novas -vocês sabem como é) decidi publicar umas fotografias de mulher contente e feliz consigo mesma: estas.  Fui logo super atacada por malta que se sentiu ofendida pelo meu cabelo. Outra coisa não seria de esperar porque olhando para o meu cabelo, percebia-se logo que era logo algo que iria motivar ódio em tantas mulheres. Vá, não é ódio, é... outra coisa qualquer. 
Pensei: estou a atravessar mais uma fase na minha vida e necessito de uma mudança de visual, por muito ténue que seja, quero efectivamente dar um retoque ao meu cabelo. Apesar de eu dizer que os comentários das haters não me afectam - 99,9% não me afecta - acabo sempre por me inspirar nalguns. Inspirei-me e pensei: "vou ao Rui". 
Salvo seja. 
Já tinha trabalhado com o Rui Canento na SIC, ele fez alguns dos melhores looks de sempre para toda a equipa que apresentava festivais nessa altura e, desde que soube que ele abriu o Hair no Chiado que só quero ser tocada por ele - no cabelo. 
Tratou de mim. Fiquei tratada. Espero que (des)gostem. ;)


Em breve o Rui vai oferecer-vos um corte e brushing! Interessadas? Querem miminhos no Chiado?

PS - As outras mães do resto do país que me perdoem, se houvesse mais Ruis pelo país, poderia proporcionar a experiência a todas... 
Cabelos - Hair - Rui Canento Salon 
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Tanto amor numas fotografias

Quem segue o meu dia-a-dia sabe que elas são o centro dos meus dias e é raro ser eu a protagonista, é raro dar a cara. Ou porque estou desarranjada, ou porque não estou para aí virada, ou simplesmente porque estou atrás da lente e não tenho quem me (nos) tire fotografias. 
Desta vez, a convite da Zilian - uma das minhas marcas de sapatos de eleição -, a talentosa Catarina Ferreira do Ties captou alguns momentos das três e eu babei com o resultado. Estamos ali, as três, tão felizes, numa sessão para o Dia da Mãe, juntamente com outras mães que são uma inspiração (nem falámos e foi totalmente surpresa quando me cruzo com a Catarina Raminhos, amiga de longa data e uma mãezaça daquelas).

O Eduardo Estevam pôs-me toda gira (mesmo que tenha tido a árdua tarefa de me maquilhar e pentear com a Luísa sempre no colo e a querer mexer em tudo e a Isabel idem idem); as miúdas estavam com uns vestidos românticos lindos da Tsuru e eu com uns sapatos altos lindos (sim, altos, altíssimos para o que estou habituada, mas tenho de começar a treinar para o casamento da melhor amiga) num sítio também ele muito romântico, o Pestana Palace... só podia dar nisto. Fotografias para a posteridade. 
É o meu primeiro Dia da Mãe mãe de duas: uma experiência que tem tanto de mágica como de louca. E ainda bem.















Estão ❤️, não estão?

No próximo post vou falar-vos sobre as mudanças que tenho feito em mim (cabelo, corpo mas principalmente mente).

Camisa - Mango
Calças - Zara
Sapatos - Zilian

Cabelo - cor e corte - CutbyKate

5.04.2017

Retiro o que disse: se calhar usava isto.

(Acho que há à venda nos ebays e AliExpress desta vida)

No outro dia contei-vos da nossa primeira ida ao cinema. Mas não vos contei tudo. Levámos a sobrinha Alice e a minha cunhada esqueceu-se de nos avisar que a gaiata gosta de dar de frosques. Estávamos nós a cumprimentar uma amiga e foi coisa de 15 segundos quando olhámos para o lado e nos perguntámos: "a Alice?". Olhámos à volta e só a Isabel colada a nós, como de costume (já me pregou um mini susto numa loja mas não é hábito). Cada um para seu lado e dois corações a mil. No El Corte Ingles há escadas, há saídas para o metro, há tudo. Eu fui para a zona das salas de cinema, o David para a zona dos restaurantes. Fizemos uma ronda rápida e voltámos ao ponto de onde partimos. Olhámos um para o outro e nada. Só uma vontade enorme de chorar. Resolvi pedir ajuda à senhora da bilheira porque já estava a morrer de medo (que responsabilidade, meu Deus!). Eis senão quando lá vem a miúda de mão dada com uma senhora e o filho, de uns 15 anos. Então, como estava vestida de bailarina e estava a entrar numa sala que não era de um filme de animação, os senhores lá estranharam. Assim que a vi, foi uma explosão de sentimentos. Descompressão com vontade de a estrangular. Mas mantive a calma, dei-lhe um mini "raspanete" e disse-lhe que nunca mas nunca podia sair de perto da tia e do tio que eu ficava com medo. Disse-me: "vocês fugiram!" Respira fundo, já passou. Mas hoje, assim que passei os olhos por esta geringonça / trela/ pulseira voltei a lembrar-me da história que nos ia matando do coração: foram uns 3 minutos que nos pareceram 30. E que acabaram por deitar por terra a minha resistência à ideia de trelas nas crianças. Fez-me já muita confusão, já disse que era ridículo, acho (achava) que há métodos mais respeitadores deles. MAS... Passando por elas, a minha opinião mudou um bocadinho. É um susto tão mas tão grande que se calhar não é uma pulseira destas que faz mossa. Deve ser um alívio até (e os olhares e os comentários dos outros devem ser bem irrelevantes quando se tem uma criança mais arisca e destemida)...

O que acham vocês disto? 

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