7.09.2018

Coisas que tenho comprado e que me fazem sentir outra.

Cada vez gosto mais de me sentir eu mesma, mas... esta expressão tem o seu quê de verdade. Por muito que ande a tentar abrandar no materialismo, acabo sempre por comprar umas coisinhas aqui e ali. Estas são as coisas que comprei ou que compro e que me "fazem sentir outra":



1 - Uma planta na Limbo Shop 

Vi pela primeira vez no instagram. É uma loja muito pequenina no centro de Lisboa que vende plantas, mas em que as plantas são tratadas como as estrelas. Deu-me vontade de encher a minha casa de plantas - tenho dois gatos o que torna a missão muito complicada. 

Aconselho-vos a ir. A dona é super genuína. Sabe o nome das plantas todas (não lhes deu nomes tipo velha dos gatos) e respectivos tratamentos adequados. Sabe bem ir aquela zona (tem óptimos restaurantes e brunches) e ainda saem de lá com uma Maranta como a minha que purifica o ar. Tenho-a no quarto. 




2 - Uma agenda da Happiness Planner

Uma agenda, para mim, nunca será "uma agenda". É como se fosse sempre um início. É o meu "Ano-Novo", mesmo que compre 4 ou 5 agendas num ano. Desde que comecei a comprar agendas da Happiness Planner só compro uma por ano (são caras para caraças). São mais do que uma agenda, são o que o nome indica. Estão organizadas para nos ajudarem a reflectir sobre o que nos faz felizes e organizarmos os nossos dias nesse sentido. A fazê-lo. Finalmente :)



3 - Os mirtilos da BioCabaz 

É daqui que vem os meus vegetais e frutas da Irene quinzenalmente (somos só duas lá em casa). Por conhecer o Nuno, confio piamente nos vegetais biológicos que me entrega à porta às quartas. Sei que é o que ele dá à filha também e não tenho dúvidas que há de ser o melhor para a Irene também. De tudo o que comemos, os Mirtilos dão-me aquele feeling. Comê-los na papa de aveia de manhã ou mesmo como mini-snack parece-me ser (e é) um luxo enorme. 




4 - Uma prancha de equilíbrio do Bosque Feliz 

Farta de ter porcaria lá para casa. Quero que a Irene tenha bons brinquedos. Brinquedos que direm e que estimulem a criatividade dela. Apaixonei-me por esta prancha de equilíbrio da Bosque Feliz (e toda a outra curadoria de brinquedos, para quem tiver os meus gostos).


Comprei também umas calças de linho na Oysho, mas acho que isso não terá tanto interesse. Ahah. 

Não pensem que lá por ser blogger que o meu divórcio foi/é fácil...

Não pensem que lá por ser blogger que o meu divórcio foi/é fácil .

Há muita coisa que temos conseguido fazer com que funcione e muito melhor do que estaríamos à espera, mas ainda me parte o coração quando, nas passagens da Irene da casa do pai para a casa da mãe, existem momentos de grande tristeza dela.

Ficamos sem saber bem como agir. Ela expressa que está triste e o que depreendo é que lhe faz confusão quando passa a ter um, deixar de ter o outro.

Já tenho recebido algumas dicas como fazer as trocas na escola ou nalguma actividade. Quero muito ajudá-la porque lhe dói.

No meu caso lembro-me que quando chegava à casa a mãe estava sempre muito zangada, mas depois passava.

Querem dar alguma dica ? ❤️







7.05.2018

Vou contar um dos meus maiores segredos

Parece clickbait - e acaba por ser - mas não é. Sexta-feira (hoje para quem estiver a ler na sexta-feira) vou contar uma das histórias mais marcantes da minha vida (até agora). Uma que, quem me conhece há muitos anos poderá saber ou ter ouvido falar mas... só agora me sinto preparada para falar sobre isso. 




Não sei ainda como me vou sentir. Acho que poderá ser um momento comovente, mas divertido. Ou, por ser extremamente emocional, poderei perder o controlo e, de repente, haver todo um espectáculo em que a Joana está a chorar baba e ranho no meio da Fábrica do Braço de Prata...seja como for, queria convidar-vos a irem. 

Vai fazer-me bem e acho que este modelo de espectáculo é muito interessante: ouvir-se histórias. De outras pessoas. Pessoas com as quais também possamos não nos identificar. Ouvir como contam e contar do coração, sem ser para likes. 

Eu vou deixar o meu coração e parte do meu passado em palco e convido-vos para viverem isso comigo - podem já reparar pela maneira como estou a escrever que o assunto me marcou e que me estou mesmo a encher de coragem. Não somos o que fomos, mas o que fomos também faz parte de nós. 

E, para mim, vai ser um fecho. Ou a celebração de um fecho, como quer que corra. 

Bilhetes à venda na Ticketline.

Não sigam o Conta-me tudo no instagram porque escolheram uma fotografia que não me favorece minimamente.