Por que é que as toalhitas acabam sempre quando a Irene faz os piores cocós?
É desagradável estar a segurar-lhe as pernas enquanto tento abrir outro pacote e tento não sujar o resguardo.
Pior ainda estar a distraí-la da birra que ela faz sempre que está no trocador, sendo que já tenho o polegar pintado daquela bela mistela e o body já tem uma pintura rupestre que parece ter feito uma tatuagem de henna nas costas da criatura.
É missão quase impossível, no meio de tudo isto, tentar tirar o body de maneira a não lhe por aquele gel esquisito no cabelo e evitar que as mãos dela vão parar àquilo que sempre me pareceu que era uma Mousse de Oreo.
Ah! E ainda ter tido a destreza mental de ir buscar roupa lavada antes de começar a operação. Senão ainda temos de fazer uma maratona de 2,5 segundos para ir ao armário ou enquanto o leitão se chafurda na laminha das refeições anteriores ou enquanto está de maminhas ao léu.
Ser mãe devia enriquecer o nosso cv!















