4.05.2015

Páscoa a três

A nossa Páscoa foi diferente, a três. Ontem trabalhei até às tantas e hoje de manhã não houve coragem para ir até Évora, já que daqui a uma hora vou estar a trabalhar. Com bebé já não há espaço para loucuras. Houve tempo para almoço ao pé do rio, para a mãe embuchar doce de leite e tiramisu, para as gracinhas da Isabel a dizer "olá" a quem passava, para ver os barcos e as gaivotas, para levar com vento da cara (e esperar que não se constipe), para a nossa brincadeira preferida em que ela fica de cabeça para baixo. Vai ser artista de circo a minha filha. 

Filha mais linda, mesmo quando parece um repolho














A nossa Páscoa foram apenas umas horas. Mas umas horas boas, em família.

Já somos famosas (#06)


Que até fomos convidadas para o lançamento de um livro de alguém que nunca conhecemos. Olé.

Se estiverem pela zona, podem sempre ver o meu ar de neurótica por estar na hora de jantar da Irene e eu não estar em casa.




Quanto ao livro, obviamente que o achei adorável. Ilustrações que são um mimo e um livro que é possível de ser preenchido até ao fim, que não apresenta metas fictícias como: o meu primeiro cabelo ou o meu segundo macaco do nariz. 


A minha filha foi-me às mamas!

Nunca me tinha acontecido!

Já tinha visto, no Jardim, uma mãe a ser completamente assediada pelo seu filhote de um ano e tal, a por-lhe as mãos no decote a tentar por as maminhas da mãe para fora.

Pensei: "era giro que a Irene um dia fizesse isto!". Não por ser super destemida e não me importar com o embaraço de uma possível situação dessas em público, mas porque a Irene nem sempre amou as maminhas da mãe. Teve um episódio de recusa aos 3 meses que foi muito difícil de ultrapassar mas que, em família, conseguimos.

Agora de certeza que as "mamis" são uma das coisas preferidas dela. Pede "mami" para ir dormir e foi-me às mamas quando lhe estava a vestir o pijama.

Não estava nada à espera.

Adorei. Adorei. Adorei.