1.19.2015

Passa a outro e não ao mesmo!

É impressão minha ou no infantário os bebés andam a jogar à batata-quente? Parece-me que há lá sempre uma batata - o vírus -, eles formam um círculo e passam de uns para os outros, ao som de uma canção, até que um fica com a batata. É tão divertido! Para ficarem todos contentinhos e ninguém reclamar, na vez seguinte, calha a outro.

Não devem andar a jogar ao "passa a outro e não ao mesmo", porque invariavemente o mesmo recebe a bicharada de volta. No fundo, no fundo, é bom, aprendem o que é o espírito da partilha e da solidariedade desde pequeninos: "se eu tenho bichezas, toma lá também um bocadinho, que eu não sou garganeiro". 
Cá para mim eles já descobriram mas é que se ficarem doentes não têm de ir à escola...

Desde sempre ouvi que um infantário é um infectário, mas como a Isabel se aguentou um mês e meio sem apanhar nada, já andava toda contente a achar que o leite materno era um escudo implacável e que a minha filha não iria ficar logo doente. Pois, pois!

Os livros dizem que a probabilidade de infeção é 10 vezes superior se a criança frequentar a creche ou um infantário. Eu cá falo com os meus botões, para tentar aceitar tudo isto melhor, que este contacto com os vírus são vacinas naturais e que estas infecções vão torná-la mais resistente e que a socialização na creche compensa tudo o resto.

Mas por outro lado, há sempre este vai-não-vai: já está curada, ops!, afinal não estava e já piorou. Já está tudo bem, ops!, afinal já não está outra vez.
Quando eles estão com tosse e ranhosos, devem ou não ir à creche? Como sabemos se não estão ainda a convalescer? Arriscamos demasiado?

"Que remédio!", pensam muitas de vocês. Quando não há uma tia ou uma avó que fique com eles, o que fazer senão confiar na sorte? Que alternativas, ficar com eles em casa ad eternum?


Agora, só me resta ser optimista e rezar para que não venha aí mais nenhuma bronquiolite. E contar os dias para o inverno dar à sola. Também já só faltam 9 semanas...

Livrem-se de me desanimar e dizer que depois na primavera há alergias e que no verão há o perigo das salmonelas ou o diabo a quatro, que eu sou uma pessoa que sofre dos nervos!

Deserta para que venha o bom tempo para poder ver a filha a brincar no pátio ou a levar banhos de mangueirada como já fizeram lá na escolinha (acho uma ideia tão gira, mas deve ser só para os mais crescidos). 

Mais alguém fartinha deste inverno e de ver crianças ranhosas?



*Imagens do Pinterest e do We Heart It

1.18.2015

A Mãe dá (#04) - Carrinho da Greentom

Perdemos a cabeça! É a loucura! A mãe dá... um carrinho da Greentom, igualzinho a este!


Lembram-se da surpresa que a marca de carrinhos 100% reciclados fez à Isabelinha? Pois bem, por aqui ainda é Natal: um de vocês pode ganhar um! E mais: fica ao vosso critério a escolha da cor. Podem ir namorando as cores no site da marca.

Para participar é preciso:
1) Fazer like na página da Greentom
2) Fazer like na página d'a Mãe é que sabe (mas isso já está, não é?)
3) Partilhar publicamente este link no perfil do Facebook
4) Preencher o formulário em baixo (o link da partilha é o endereço do perfil do Facebook)


Condições:

O vencedor será anunciado dia 28 de Fevereiro, sendo aceites inscrições até às 23:59 de dia 27 do mesmo mês.

Os vencedores serão escolhidos aleatoriamente através de random.org.

Só é válida uma participação por endereço de e-mail.

O vencedor deslocar-se-á a Lisboa, no prazo de um mês após o anúncio, para levantar o carrinho e para uma sessão fotográfica, que publicaremos no blogue A Mãe é que sabe.




Restaurantes onde ir com os filhos (#05) - Rio's

É verdade, é verdade que a maior parte dos restaurantes que eu sugerirei aqui terão um buffet de cozido algures durante a semana, mas isso é porque o meu homem anda alimentado a cozido. 

Este cozido, do que ele disse e repetiu umas quatro vezes, incluindo a sopa, é muito bom. Fica dito.

Borrifando-nos para a opinião do meu marido, vamos ao que interessa!

A comida é óptima, os empregados são muito simpáticos, têm cadeiras para bebés (umas que, por acaso, me dão um bocadinho de medo porque ficam só apoiadas na mesa, sem pés), muitos casais, ao fim-de-semana levam crianças, há boa música ambiente...



É um dos meus restaurantes preferidos (acima de tudo por ter um crocante de queijo de cabra com mel que saio de casa já a salivar só de pensar nisso) também pela vista, claro.
Não me apeteceu andar a tirar fotografias ao restaurante por dentro à la turista, por isso ficam aqui as do site deles. 
Quanto à vista lá fora, que aproveitámos enquanto o pai foi fumar um cigarro (o sacana que pode fumar e eu não): 





Agora imaginem isto no Verão! Não eu... Isso não é bom de imaginar, mas o espaço lá de fora para almoçar/jantar e umas drinks (apeteceu-me dizer drinks mas, mais uma vez, uma palavra que nunca me tinha saído, a não ser que fale a dormir).

 Vista: Para o porto de recreio de Oeiras, muito bonita (e com esplanada para as refeições, no Verão, apenas)

 Estacionamento: parque privativo com elevador para o restaurante (é pago e convém levar moedas que é daquelas máquinas que se arma em estúpida com os trocos)

 Comida: Óptima variedade, comida fina e bem tratada. 

 Preço: É carote (apesar de valer a pena), não sei ao certo porque nunca me ofereci para pagar a conta, que não sou parva. 

 Crianças: Bem recebidas, apesar de haver possibilidade de se fumar praticamente na mesma divisão e com cadeiras um pouco duvidáveis no que toca a segurança.

✔ Serviço: Simpáticos e muito atentos, se não estiverem a abarrotar, claro!