1.11.2015

Era uma vez um cavalo...

... que vivia num lindo carrossel. É esta a canção que lhe canto enquanto ela anda no cavalinho que lhe comprei, na Pingi ao Cubo.
Quando estava internada no SFX, uma das coisas de que mais gostou na salinha das brincadeiras foi andar no cavalo de madeira. Um sorriso de orelha a orelha que me fazia esquecer do sítio onde estávamos a passar o Natal.


Gosta tanto que quando paro de baloiçar, dá guinadas para tentar que aquilo abane. De chorar a rir! Até já arrisca e tira uma mão, as duas... enfim, tem uma kamikaze dentro dela.

Como dizia uma amiga, um cavalinho de balouço já fez muitas crianças felizes. Sou uma romântica e quero acreditar que a Isabel vai ser feliz com estas coisas e não com tablets e telemóveis. Utopia, eu sei... mas no que depender de mim, vai brincar muito!



Uma peça tão simples e tão bonita. Como já devem ter reparado, sou a mãe mariquinhas do cor-de-rosa e branco e dos detalhes. O quarto da Isabel foi namorado e pensado ao pormenor uns meses antes dela nascer, mas ainda está em construção (acho que vai estar sempre, e talvez mais em desconstrução, já que ela adora mandar tudo ao chão).
Mostro-vos só mais umas mariquices pelas quais me apaixonei.
A luz de presença mais bonita de sempre (foi a avó Béu que ofereceu)
A torradeira mais fixe de sempre (da Pingi ao cubo)
A torradeira veio agarrada ao cavalinho. Estava na loja a chamar por mim e não resisti.

O anjinho da guarda

Bibelots no armário

1.10.2015

Inventam tudo (#03)

Gosto desta rubrica. Quem teve a ideia foi a Joana Paixão Brás, mas gosto na mesma, hehe.

Vi isto num programa da Sic Radical, o Dragon's Den (o formato original do Shark Tank, mas no Canadá) e achei que tinha mesmo de partilhar convosco. 

O princípio não é estúpido porque, no início, depois de ultrapassarmos a barreira do suplemento impingido no hospital, reparei que o meu marido guardava, com muita ternura, os momentos em que tinha dado de biberão à Irene. E, não que tivesse ciúmes de não poder dar de mamar, mas quase. 


Do que explicaram (apesar de, no site, sugerirem também que as mães o possam usar - não faço ideia porquê) assim, o pai, também pode amamentar. 

Está aqui um vídeo explicativo, mas não percam tempo nisto que é uma seca. Só se estiverem mesmo interessadas ou na casa de banho. 

                                          

Não sou especialista nestas coisas, mas acho que sempre que a mãe tiver por perto que deve dar o leite pela mama. E, no caso de não amamentar, por que não há de dar normalmente com o biberão?

Não acredito também que os pais retirem um prazer especial de vestirem uma espécie de colete para terem uma mama de plástico duro (se fosse molinha, ainda se divertiriam a brincar um bocadinho, à parvalhões, digo eu). 

Para quem quiser ver mais, está aqui

Estou a ficar maluca ou... estamos todas?

À sexta começa a limpeza da casa. Pedi educadamente à senhora que me ajudava para deixar de vir para limpar (continua a vir para passar com a desculpa de "as camisas são muito complicadas e os edredões também) já que eu vou ficar até Outubro sem trabalhar. Se estou arrependida de ter pedido à Paula para vir menos uma vez por semana? Muito. Já não me lembrava do quão chato é estar a limpar tudo e não ver o fim (a não ser que aldrabe um pouco, que aldrabo, mas também saio barata). 

Porém, apesar de ser um trabalho aborrecidinho (até porque tenho de estar com um olho na criança e um ouvido também e não posso ouvir música como antigamente quando limpava a casa - sim, já houve um antigamente em que eu limpava a casa), ontem retirei algum prazer nalgumas coisas. Calma, nada que ver com o meu marido. Pouca bardajanice, sff. 

- Descobri que, afinal, a Paula não era mágica. Sempre que ela aspirava os tapetes ficavam limpinhos  e eu não conseguia fazê-lo com o aspirador. Imaginei-a a apanhar aquilo tudo com as mãos mas, claro: há uma peça especial para isso! Que alegria! Vida de doméstica é assim! Uma peça de aspirador é o equivalente a darem-nos uma pancadinha nas costas no trabalho, não por estarmos engasgadas, mas por termos sido muito boas. 

- A outra coisa que me deu muito prazer (além da picanha que houve para o almoço - obrigada, amor ) foi estender a roupa da Irene. Já quando estava grávida e o fiz pela primeira vez gostei e muito. Gosto sempre de ver as coisinhas dela estendidas, porque existe mais uma pessoa cá em casa. Uma pessoa de quem eu trato e que até lavo a roupa. Uma pessoa que sobrevive graças a mim e que, por acaso, até tenho estado a fazer um bom trabalho. Ela é a minha pancadinha nas costas não só diária, mas ao minuto. 

Vocês também sentem isto ou a vida de doméstica já se está a apoderar de mim?