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domingo, 18 de dezembro de 2016

Farta deste cocó

Não há coisa que não caiba neste blogue e hoje o tema é uma merda, literalmente. Estão a ver ali a pessoa até com bom aspecto - assim ao longe (não conseguem ver as sobrancelhas e o buço a quererem espreitar as luzes de Natal) - a Luísa é uma bebé amorosa, amorosa, que desde que tenha barrinha cheia e ande de um lado para o outro, em babywearing preferencialmente, lá vai andando na vidinha dela sem grandes queixumes, o cenário é bonito - adoro estas luzes pingadas nas árvores da Avenida da Liberdade - mas a verdade é que, pouco depois desta fotografia, houve roupa suja, cadeirinha do carro suja, troca de roupa no carro, com o pai a fazer um número de contorcionismo digno de circo para a vestir e não nos constiparmos todos e eu dou comigo fartinha deste cocó. Eu que elogiava o cheiro do cocó só de leite (até gostava, confesso, não vale rir!), já me ando a passar com chafurdanços em cocó. É bom sinal, claro, a miúda não é presa, mas eu não consigo acertar com as fraldas/tamanhos/timings de muda e volta e meia ela afoga-se em cocó. Estou fartinha. Quando é que começa a fase do cocó de gente? Quando é que vou deixar de ter de meter roupa de molho? O problema dela acordar encharcada de chichi de manhã já está resolvido: meto a fralda dela e meto uma da irmã por cima, fica toda enchouriçada mas pelo menos não há mudança de roupa, lençóis e o diabo. Agora e durante o dia?... Soluções?

Desculpem lá o tema tããããão natalício... :)


Uma foto publicada por Joana Paixão Brás (@joanapaixaobras) a



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domingo, 25 de setembro de 2016

Levou com chichi em cima...

Isto aconteceu já há duas semanas e ainda hoje me rio. Estávamos numa espécie de brunch com a Raquel e o Renato, amigos de anos e anos, com quem adoramos conversar - estivemos lá seguramente umas 3 horas sem dar por isso: Isabel dormiu no sofá, Luísa no colo e no ovinho e foi bom sentir que, por momentos, consegui conjugar tudo [este texto - Aos amigos sem filhos - foi em parte inspirado neles]. Pôr conversa em dia, cortar na casaca deste e daquele, falar de televisão, de sexo, de casamento, dos trabalhos, de novos projectos, das miúdas, tirar fotografias para mais tarde recordar e... um de nós levou com um chichi da Luísa na roupa (ou cocó, mas eu preferi afirmar confiante que era chichi, mesmo tendo cocó na fralda...), daqueles que extravasam a fralda, que não era mudada há algum tempo. Não vou dizer quem, que isto é gente que tem uma reputação a manter. 


Essa pessoa ficou a saber que:
  • se vai para um sítio com bebés convém levar uma mudazita no carro, não vá o diabo tecê-las, principalmente se vai para um sunset a seguir. 
  • há malas espalmadas (têm um nome específico que agora me escapa, clutch?) que são óptimas para tapar toda a área afectada e nem se nota por aí além
  • mesmo que se desconfie que possa ser dejectos humanos na roupa, não vale muito a pena passar a mão e cheirar para se certificar












A mãe da culpada ficou a saber que:

  • convém ir mudando o tamanho da muda de roupa que temos guardada há dois meses na mala da criança, porque - preparem-se para a revelação estonteante - os bebés crescem e a roupa deixa de servir: é escusado andar a fazer depois estas figuras, sem body:

     

  • convém ir mudando a fralda da criança, mesmo sendo o segundo filho, porque apesar da pele deles aguentar ficar horas e horas em banho maria de chichi, mas não é preciso chegar a cozer.




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