A Isabel nasceu e parecia um macaquinho, acho que já contei essa história. Pelaria por tudo o que é canto e toda a gente a fazer questão de compará-la com um primata. Nada contra, adoro macacos (menos os que vejo os condutores tirarem nos carros - será que acham que os vidros são fumados?), mas também tinha olhos na cara, apesar de quase me terem saído das órbitas durante o parto.
Bem, a minha macaquinha transformou-se numa Cinderela e a pelaria foi à vida. Restaram os cabelos da cabeça, fininhos, fininhos, e uma quase monocelha (quando as sobrancelhas se unem). Já tirei com cera e com gilette, mas voltam sempre a nascer. Tive de recorrer à pinça e ela até nem chora muito. Estou obviamente a gozar, não fiz nada disso. Nem tenciono fazer.
Quanto ao cabelo, toda a gente me diz "tens de lhe cortar a franja, coitadinha". Ok, já lhe chega à ponta do nariz e vai-se a ver e é por isso que ela tropeça e cai tanto, mas eu tenho medo. Eu consigo saber a 300 metros que bebés foram submetidos ao Eduardo Mãos de Tesoura. Ora ficam a parecer uns abades, ora uns hippies. Franjinhas rentes ao cocuruto da cabeça não me agradam nada. Notei logo quando a Joana cortou o cabelo à Irene e aquilo ficou mesmo muito, muito estranho. Por isso, não quero, para já.
Agora, soluções: a que gosto mais são os laços. Só aguentam 10 minutos de cada vez naquela cabecinha porque ela adora arrancá-los. Fitas não ficam naquela cabeça nem 1 minuto. O que ainda aguenta lá mais tempo ainda são as palmeirinhas, que ela não consegue arrancar com facilidade, mas acho que não lhe ficam nada bem.
Há mais soluções? Não, pois não? Pronto, ficamos assim. Laços, enquanto ela não se lembra deles. Grandes, coloridos e a fazer pendant com as roupas, mesmo à betinha.
Bem, a minha macaquinha transformou-se numa Cinderela e a pelaria foi à vida. Restaram os cabelos da cabeça, fininhos, fininhos, e uma quase monocelha (quando as sobrancelhas se unem). Já tirei com cera e com gilette, mas voltam sempre a nascer. Tive de recorrer à pinça e ela até nem chora muito. Estou obviamente a gozar, não fiz nada disso. Nem tenciono fazer.
Quanto ao cabelo, toda a gente me diz "tens de lhe cortar a franja, coitadinha". Ok, já lhe chega à ponta do nariz e vai-se a ver e é por isso que ela tropeça e cai tanto, mas eu tenho medo. Eu consigo saber a 300 metros que bebés foram submetidos ao Eduardo Mãos de Tesoura. Ora ficam a parecer uns abades, ora uns hippies. Franjinhas rentes ao cocuruto da cabeça não me agradam nada. Notei logo quando a Joana cortou o cabelo à Irene e aquilo ficou mesmo muito, muito estranho. Por isso, não quero, para já.
Agora, soluções: a que gosto mais são os laços. Só aguentam 10 minutos de cada vez naquela cabecinha porque ela adora arrancá-los. Fitas não ficam naquela cabeça nem 1 minuto. O que ainda aguenta lá mais tempo ainda são as palmeirinhas, que ela não consegue arrancar com facilidade, mas acho que não lhe ficam nada bem.
Há mais soluções? Não, pois não? Pronto, ficamos assim. Laços, enquanto ela não se lembra deles. Grandes, coloridos e a fazer pendant com as roupas, mesmo à betinha.
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