Que os bebés choram, é um facto. Que choram por algum motivo, é outro. Que é nossa função fazê-los ficar bem e suprir todas as suas necessidades é inegável.
Problemas? Muitos. Os putos não sabem falar e, como mães "de primeira viagem" (odeio este termo, irra - irra também não gosto, por acaso, já que estamos a falar sobre isso), não conseguimos confiar nos nossos instintos o suficiente o que, tendo em conta as hormonas e os nervos, tudo se torna um desespero total.
A Joana Paixão Brás (a betinha deste blogue) partilhou este artigo com as nossas amigas mães de Março (não façam essa cara que eu tenho plena consciência da bimbalhada que isto parece, porém, das melhores coisas de sempre!).
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| We Heart It |
Basicamente, é isto:
Choro nº1: Neh = “tenho fome” - Este eu ouvia-o claramente na Irene. Tal e qual. E, a meu ver, resultava sempre. Era engraçado ouvi-la a dizer isto conscientes do significado até porque é uma das alcunhas que temos para ela: "né".
Choro nº2: Owh = “tenho sono” - No fundo é quando começam a fazer sons com a boca em ó! Não é tão óbvio assim como as bonecas insufláveis, mas dá para perceber que estão a tentar oxigenar o cérebro.
A partir daqui, enquanto mãe, achei só estúpido. Não consegui distinguir um dos outros. Entre heh e eh e eairh, sei lá! Era pô-la sempre a arrotar e fazer massagens na barriga deitada de barriga para baixo nos meus braços (awwww saudades quando a leitoa não me fazia ficar com as costas num 8).
Choro nº3: Heh = “sinto desconforto”
Choro nº4: Eairh = “estou com gases”
Choro nº5: Eh = “quero arrotar”
Ah! Claro que não vale tentar descodificar o choro quando eles já estão histéricos e nós também. Nessa altura mesmo que eles estivessem a dizer "tenho fome, porca" nós não perceberíamos ou, mesmo que eles quisessem dizer, só querem barafustar por estarem estão indignados com a nossa inoperabilidade (é o que sentimos, merd* de culpa).
E eles dizem que isto só vale até aos 3 meses. A partir daí eles já mandam um sms, não se preocupem.




