1.13.2015

a Mãe dá (#03) - Livros com a Marcador

Depois do sucesso do anterior "a Mãe dá - Livros com a Marcador", achámos por bem repetir. Nem que seja por ter ganho um par de homens (que não têm nada a ver um com o outro) e querermos também oferecer estes magníficos brindes da montra final a mães. Não estávamos mesmo nada a contar que os sacaninhas se infiltrassem para aqui, mas não tem mal. Sem homens, não haveria mães e esses homens são filhos de mães também. São todos bem-vindos, ó caraças. 

Quais são então os magníficos prémios? Senhor que está lá em cima a fazer voz de rádio no Preço Certo, pode falar!

Temos um livro de cada espécie para dois vencedores (ou vencedorAS, grrr ;))


Coisas Nada Aborrecidas para Ser Muito Feliz

BESTSELLER INTERNACIONAL 
100 000 EXEMPLARES 





Mergulha nestas páginas e deixa-te surpreender pelo mundo de Mr. Wonderful, do qual irás sair transformado e com um enorme sorriso. Ler estas páginas é um banho de mar em Agosto, é ficar com dores de barriga depois de tanto rir...

Tens nas tuas mãos um decálogo ilustrado sobre a felicidade explicada com quem fala com um amigo, sincero e transparente.

Coisas nada aborrecidas para ser mais feliz é o livro menos livro do mundo: é uma experiência, um sorriso, é como um espelho, um presente, é um caderno e um álbum.

Este livro é simplesmente um momento de boa disposição garantido.



Pais Que Educam, Professores Que Amam

UM LIVRO FUNDAMENTAL PARA PAIS E PROFESSORES!



Qual o segredo para ser um bom professor? Conhecer bem a matéria? Dominar plenamente as grandes teorias pedagógicas? Saber motivar os alunos? Ter a capacidade de estabelecer relações de amizade? Interagir positivamente com os pais e restantes elementos do processo educativo? 

De leitura fácil e orientada para o desenvolvimento pessoal de pais e professores “Pais que Educam, Professores que Amam” faz-nos repensar as nossas atitudes e posturas relativamente à educação que oferecemos aos nossos filhos e aos nossos alunos.

«Educar é por um lado dirigir os alunos e por outro estimulá-los, de forma a que por eles mesmos descubram coisas e participem.»

Neste livro, o professor Joaquim Machado partilha a sua experiência de mais de trinta e cinco anos ligados ao ensino e à educação em Portugal. 

Partindo de histórias e acontecimentos reais, relata-nos as suas próprias experiências e vivências, através de pequenos capítulos, escritos de forma clara e simples, motivando pais e professores a rever a modo como encaram a educação e oferecendo, ao mesmo tempo, ferramentas e conselhos preciosos para quem se preocupa não só em fazer, mas também em fazer bem.

Para participar é preciso:

1) Fazer like na página da Marcador

2) Fazer like na página d'a Mãe é que sabe (mas isso já está, não é?)

3) Partilhar publicamente este link no perfil do Facebook

4) Preencher o formulário em baixo (o link da partilha é o endereço do perfil do Facebook)


Condições:

Os vencedores serão anunciados terça-feira, 20 de Janeiro, às 15h num post no blogue.

Os vencedores serão escolhidos aleatoriamente através de random.org.

Só é válida uma participação por endereço de e-mail.



Como uma tatuagem...

Não sei bem porquê, mas o título fez-me lembrar de uma música qualquer. Algo me diz que ainda bem que não me lembro qual é porque, muito provavelmente, só sedimentaria o facto de eu resvalar para a bimbalhada a nível musical.

Nunca fui de tatuagens. Como sou uma moça que gosta de ir mudando de estilo de vez em quando (dantes parecia sempre uma lésbica macho e agora pareço uma lésbica macho de lacinho), assustava-me um compromisso tão compromisso (eu podia ter dito perene, mas achei que assim tinha mais estilo, embora me possa ter enganado). 

Agora que tenho a Irene, que outro melhor motivo para fazer uma tatuagem? 

"Mas tinhas mesmo de fazer uma, Joana, era? É por estar na moda?"

Quem disse isso? Quem está aí? 

Claro que não "tenho que fazer uma", mas sinto que é a coisa mais importante da minha vida e, não sei explicar bem, mas apetece-me celebrar esse facto mutilando o maior órgão do meu corpo: a pele. 

Enquanto ainda andava na dúvida, lá fui eu pesquisar tatuadores. Eu sou contra as tatuagens, mas aquelas horríveis, que se fazem a correr, que se fazem quando se apontam para um livro. Vá, não se insultem, não é ser contra, do género: "que horror, isso é pior que a fome no mundo!". É mais numa de pena por estarem a cravar algo tão pouco original no corpo.

O que fez com que eu me decidisse foi encontrar uma tatuadora que me deixou louca com o trabalho dela. Tania Catclaw. Estou a referi-la, mas vou arder com as 200 bombocas na mesma (nunca disse "bombocas" na minha vida, isto de querer ser engraçadinha no blogue faz com que às vezes diga coisas tão, mas tão à lá mecânico). Vejam lá o trabalho dela aqui e se não vale a pena. Vale, não vale? Vá, alguns exemplos para os mais preguiçosos!




A minha ideia era fazer algo que tivesse que ver com o olhar que ela me faz enquanto está a mamar e que parece um ratinho (chamo-lhe "o ratinho do leite" desde pequenina). Quem me conhecer e lesse isto ia pensar: "para além de ser mãe, chama-lhe ratinho? A Joana teve uma depressão ou assim". Nope, antes pelo contrário! 

Acho que vou acabar por fazer uma panda mãe a dar bambu à panda bebé. Fica uma tatuagem alusiva à maternidade pela protecção, alimentação/amamentação... 

É na próxima terça. Já estou cheia de nervos porque sou muito mariquinhas. Dói muito? Mais mães que tenham feito tatuagens? O que fizeram? 

1.12.2015

Banho a duas

Sempre achei que a hora do banho ia ser uma das partes mais espectaculares da maternidade. Mito!

Até aos 4 meses da Isabel eu até estremecia de pensar que tinha de lhe dar banho. Do banho ela até gostava, o pior era a saída do banho, o creme, a fralda e a hora de vestir. Era como se lhe estivesse a arrancar uma unha. Todas as técnicas saíam ao lado: chucha, canções, caretas, quarto mais quente, toalha aquecida, não pôr creme. Não valia a pena, a miúda chorava que se fartava. Sugeriram-me que mudasse de horário e experimentei tudo: antes da mama, depois da mama, à noite, à tardinha, de manhã, mas nada a acalmava. E atenção que estamos a falar de uma bebé super calminha, que raramente fazia grandes birras.


Ali no 5º mês houve um dia em que não chorou nem um bocadinho e senti que era um momento de transição. Assim foi, do nada.

Hoje em dia depende da disposição da criatura e principalmente se dormiu bem as sestas, mas normalmente não faz um grande filme. Agora no inverno já não lhe damos banho todos os dias, dia sim, dia não chega perfeitamente, mesmo estando na creche. Que me tenha apercebido, ainda não cheira a cavalo. Só os cocós é que às vezes cheiram...

Bem, continuando. Experimentei no fim-de-semana tomar banho com ela. No primeiro dia, ou estranhou a banheira cheia ou estava cheia de sono (aposto mais na segunda). No segundo dia, adorou. Bem-disposta, a dar à perninha, a tentar nadar, sorridente, foi uma maravilha.




Estamos a adoptar esta técnica para ver se ela não desmama definitivamente. Sim, as razões do banhinho a duas têm um alcance maior e muito importante para mim. Desde que a Isabel teve pneumonia que não quer mamar. Eu estava quase, quase a desistir, mas a Joana Gama, sabendo que eu não estava tranquila com este fim antecipado, insitiu para que procurasse ajuda. Um dos conselhos, além de dar de mamar pele com pele foi este e resolvi experimentar. Até agora nada. Ignora as maminhas por completo. Não insisto, não quero que lhes crie aversão.
Vamos com calma. Ainda tenho esperança.


E quanto aos banhos, não são nada, nada ecológicos e vão ter de ser só quando o rei faz anos, mas adorei a experiência!

Já tomaram banhinho com os vossos filhotes?