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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

A solução para noites mal dormidas.

Será que é por ser por volta desta altura que tudo nos parece estar a ficar mais fácil? Por muito cansativo que seja criar uma criança de 4 anos, acho que nada voltará a ser tão cansativo e exigente como aquelas primeiras semanas... :) 

Estou a conhecer mães felizes, mães que não se queixam nas conversas (como eu). Mães que conseguem ver sempre (parece) o lado positivo das coisas e que se metem em (mais) trabalhos porque estão (parece-me) só gratas por terem os filhos. 

Claro que não deverá ser a todo o momento, mas noto que têm uma postura muito diferente daquela que me parece ser a minha "natural" (assim inclinada para o negativo) e que lhes sai sem esforço. 

Até poderia dizer que são as mães que sempre puderam dormir, mas não é verdade. Há para todos os gostos. 


A história que contamos a nós mesmas poderá ser mais forte que noites mal dormidas. 

A Irene não dormiu durante 3 anos ou mais. acordava entre 4 a 6 vezes durante a noite e o meu dia girava em torno do meu sono e da tortura a que estava sujeita. Foi bem pior. Nem a aproveitei como deve ser e só me deitei mais abaixo. 

Um conselho para as mães que estão agora a passar por isso? Pode parecer ingrato, mas... desvalorizem! Abstraiam-se. Encolham os ombros e pensem: "é a vida, vai passar". Porque vai. 

Claro que há problemas de saúde e coisas que terão de ser pensadas antes da postura da relativização, mas acredito que todas, naturalmente, já terão percorrido uma lista interminável de coisas que vos pudesse estar a escapar. 

É a vida. Faz parte. Vai passar. 

Se, além do sono, lhe adicionarmos a nossa negatividade, mais do que sono, vmaos perder a força. E sem força é tudo pior. 

Prontas para contarem outra história? 


quarta-feira, 27 de julho de 2016

Esquecemo-nos do coelhinho!!!

Fomos passar o fim-de-semana ao Ô Golf Mar Vimeiro (ainda tenho mais fotografias para vos mostrar, mas estou a dar um intervalinho - se quiserem ver, vejam aqui) e houve um problema gigante (a fingir que ainda não leram o título): esqueci-me da porcaria do coelhinho.

Quem é o coelhinho? Esse mesmo! Vocês sabem perfeitamente quem é o coelhinho, mesmo que com os vossos filhos seja um pássaro ou metade de um bife. O coelhinho é O boneco da Irene. O boneco com o qual ela dorme desde nasceu e que sempre que tem sono vai buscar para se agarrar às minhas mamas. 

Depois da viagem, chegamos a casa precisamente à hora da sesta da Irene e quando ela chama pelo coelhinho, senti um arrepio pela espinha acima em que tenho vontade de dar uma auto-belinha: 

NÃO HÁ COELHINHO!!!!!!!!!!!!!!!!AHHHHHHHHHHHHHHHHH! NÃO HÁ COELHINHO!!!

Em vez de tentar desdramatizar, abracei-me a ela para tentar ganhar tempo... e depois disse-lhe a verdade: "O coelhinho ainda está no hotel, mas a mãe vai arranjar maneira de ele estar cá hoje ou amanhã, prometo. Queres dormir com a ovelha?". 

Não correu bem. Só fez sesta duas horas depois, já mais conformada com a situação, mas fiquei a saber que não é impossível dormir sem coelhinho. Pedi, com muito jeitinho, a umas amigas que também lá estiveram para o trazerem para baixo. Trouxeram. Infelizmente só depois da Irene adormecer é que o coelhinho chegou a casa e engraçado que chegou a tempo da única vez em que ela realmente chamou por ele. 

O pânico do coelhinho. Deixo aqui um conselho a todas as mães que ainda vão ser ou cujos filhos ainda não se tenham agarrado a um boneco em particular: TENHAM DOIS OU TRÊS BONECOS.

Se alguém souber onde posso comprar o coelhinho da Necas em duplicado, digam-me.

A Isabelinha à esquerda e a Irene à direita a segurar na relíquia da vida dela.