E agora?
A miúda faz sempre uma birra desalmada que não quer andar no carrinho porque quer treinar o andar (acho amoroso, claro). Atenção que ela ainda não nada, precisa de estar agarrada a mim. O problema é que assim não consigo fazer nada do que quero, não consigo transportar nada e, pior: numa mão levo a miúda, na outra levo o carrinho (sempre com esperança de que se aguente lá o tempo suficiente nem que seja para eu comprar fruta ou pão).
Quando uma pessoa pensa que já não consegue fazer o que quer, vem aí uma nova fase ainda mais complicada, não é?
A seguir deve ser quando começar a correr e eu ter de correr atrás dela, certo?





