5.22.2015

Só 15 minutos e já me sabe a pato

São 15 minutinhos do nosso dia, quando está bom tempo e quando há tempo, e sabe-me a pato. Ela adora (chora a caminho do carro porque quer mais) e eu acho que ainda gosto um bocadinho mais do que ela. Fico feliz de vê-la assim. Ontem estava vento, mas um vento quente, e fomos até ao jardim um bocadinho. O vídeo, aqui.


O pai fez-nos uma surpresa e apareceu lá sem avisar (claro, ou não seria uma surpresa) e a partir daí não filmei mais e quis aproveitar o momento a três.

Notas sobre o vídeo:
1) apesar da minha voz de cana rachada no início, a Isabel não se parece importar
2) sim, a minha filha, a betinha dos fofos, está vestida com umas calças às bolas, uma t-shirt amarela com um cupcake, um laço verde menta (bem giro, da Little i), umas meias cor-de-rosa e uns ténis azuis. Prontinha para o Chapitô. E quero lá saber! Olha-se para ela e só se vê uma miúda feliz!!! (Já ando a aprender umas coisinhas com a Joana Gama).

Afinal Havia Outra (#25) O momento certo para engravidar?

Quando decidimos ter o primeiro filho contávamos com (ora deixa cá ver) pouco mais de três anos de casamento. Ele trabalhava, eu trabalhava e estudava. Era Dezembro de 2011. Deixei a pílula. Fui ao médico de família e depois ao ginecologista. Queria engravidar logo, há muito tempo que desejava ser mãe. Engravidei em Agosto do ano seguinte mas perdi o meu bebé quatro dias depois de me saber grávida.


Em Dezembro de 2012 engravidei novamente, soube-o em Janeiro de 2013 (há lá melhor maneira de começar um ano?!). Quase 41 semanas depois tive o meu filho nos braços e experimentei uma felicidade que, juro, é indescritível. Resumidamente, foi assim que tudo aconteceu e desde a decisão propriamente dita até sermos, efectivamente, pais passou mais de um ano e meio.


Ambos desejamos ser pais novamente, não sabemos exactamente quando. As dúvidas que, enquanto casal, fomos tendo antes de avançar para o primeiro são, estupidamente, as mesmas, às quais se juntam mais algumas por termos um filho ainda bebé. Estamos como que  a meio da ponte, sem saber para que lado ir. À direita avistamos placas que nos levam a pensar que o ideal era ser já e agora, à esquerda vemos caminhos de espera. E não é que a porcaria do GPS ficou sem bateria, dá para acreditar?! Ok, isto foi só uma graçola para aligeirar a coisa. Bom, vamos lá tentar organizar as ideias:


A questão profissional/económica: nunca é a altura ideal, isso já não é novidade. Ambos temos trabalho mas a minha empresa vive uma situação complicada e isso assusta-me bastante. Desempregada e com dois filhos é só assim uma visão dramática. Quanto à questão financeira... bem, se esperarmos pelo dia em que vamos estar confortavelmente ricos, sem preocupações deste género, compremos então uma cadeirinha, fazendo jus àquela coisa do "esperar sentado";

A questão do tempo: é bem capaz de ser um dos aspectos que mais temo. Se eu, com um filho, já acho que tenho tempo para nada, como será com dois? Vai daí e penso que se nos organizarmos ainda mais, em família, somos capazes de conseguir dar banho a dois filhos em simultâneo, fazer as refeições, pôr na cama (embalar na "pior" das hipóteses), levar e trazer da creche... Temos dois braços não temos? Ora, aqueles dois multiplicados por mim e pelo marido dá quatro (surpreendido amor, tu que estás sempre a troçar de mim por não saber a tabuada?), o que me parece um número aceitável de braços para dar conta das tarefas todas. Ok, ok, aqueles programinhas que ainda temos feito porque a avó fica com o bebé devem passar a eventos anuais, mas lá para os 40/45 anos já estaremos em condições de retomar a nossa vida social;


A questão da aceitação do irmão: ter um irmão é das melhores coisas do mundo, verdade? Ter um irmão com pouca diferença de idades, que alinhe nas brincadeiras, que partilhe sorrisos e lágrimas (bom, aqui o cenário já não é assim tão animador) deve ser ainda melhor.

Estou a pintar um cenário cor-de-rosa? Provavelmente, até porque gostaria de ter uma menina.

Queremos ter mais filhos? Queremos. E, se o momento ideal não existe, então que comece a grande aventura!

Clara

Atenção à pasta de dentes da Chicco!

Atenção que estes foram os conselhos que ME deram, perguntem aos vossos especialistas de referência, ok?

Sempre li que temos de lhes começar a lavar os dentes assim que lhe aparecer o primeiro dente. Mesmo me sentindo um pouco "ridícula" lá comecei a fazê-lo com uma dedeira (uma coisa de silicone que se põe no dedo e que tem uma espécie de escova) e com a pasta de dentes da Chicco, uma que há praticamente em todas as farmácias. 

A minha pediatra tinha-me dito para lhe lavar os dentes com uma pasta de dentes com flúor mas, quando procurei, não havia nada com flúor para a idade dela. Confesso que pensei: "olhem, a pediatra estava enganada". Às vezes enganam-se, não é? 

Continuei a lavar-lhe os dentes com a da Chicco. Até que, no Facebook, num grupo de mães, uma dentista bastante informada e solícita (e simpática), respondeu a uma mãe em relação a este assunto: que pasta de dentes utilizar. E coincidiu com o conselho que me deram hoje e com a dica da pediatra.



Ora, o que ouvi hoje da minha higienista foi o seguinte: 

Dantes, achava-se que se deveria dar flúor em comprimidos às crianças (lembram-se?), mas veio a ser provado que raramente esse flúor chegava aos dentes e que até, nalguns casos, poderia causar sobredosagem, tendo em conta a composição de algumas águas no nosso país (acho que é mais provável de acontecer nos Açores). Agora acredita-se que a utilização tópica (mesmo no dentes) é a melhor. E, portanto, tem de se usar pasta de dentes com flúor logo que nascem os primeiros dentes. A recomendação da minha higienista, para a Irene, são pastas com flúor, com um sabor agradável para crianças que tenham mais de 1000 ppms (vejam na embalagem, mesmo não sabendo o que isso quer dizer mas acho que quer dizer qualquer coisa como "partes por milhão"). Só vamos encontrar isso nas pastas de dentes para crianças com mais de 7 anos. 

Atenção que a ideia é apenas sujar os pêlos da escova com a pasta de dentes. Nem é por pasta, nem chegamos a apertar o tubo. Põe-se muito pouco porque eles depois não vão lavar a boca com água, pelo que aquilo fica ali a marinar. 

Só mais tarde, quando são mais velhos - do que percebi, por volta dos 5 anos, quando já aprendem a cuspir e isso - é que se deve por uma ervilha de pasta. 

Claro que, para terem mesmo muito menos problemas de dentes, o melhor é evitar hidratos de carbono e açúcares e tal ao máximo, principalmente daqueles que ficam colados aos dentes. 

Ah! E ao contrário do que se diz por aí, dar mama à noite não provoca cáries. ;) Obrigada também a essa Dra. Rita muito simpática e solícita que apanhei num ou dois grupos de mães.