5.15.2015

Não gaguejei, pois não?

Cá está a primeira parte do vídeo do fim-de-semana em família com o Barrigas de Amor. E o mais importante de tudo, (claro, claro...) é o facto de não ter gaguejado nem um bocadinho. Ou será que já estou completamente alheia a isso e já não me ouço? Para quem chega agora ao blogue e não apanhou os posts, aqui a Joana é gaga. Gosto tanto de falar na terceira pessoa.



Gaguejei?

Fica a sugestão para umas mini-férias muito, muito divertidas, cheias de actividades para os miúdos e em família.

Daqui a pouco já vos digo o que achou a Isabel deste grande acontecimento, pedi-lhe que escrevesse o próximo post.

Entretanto, ficam os agradecimentos (sinto-me no palanque dos Óscares): Obrigada Barrigas de AmorHotéis Vila GaléMagma Photo, CitroenNintendo e Emotion - Life on adventure. Sem vocês eu não teria chegado onde cheguei. A Beja.

5.14.2015

Vão passar a ter muito mais tempo para vocês!

Os meus títulos não são enganadores. Não são, não. Não, não, não. Este, pelo menos, não é.

Se calhar, as mães já super versadas nisto, aquelas que já têm grande andamento e que já fazem filhos enquanto mudam a fralda a outro e levam o terceiro à escola já conhecem isto, mas só procurei por isto ontem e, quando encontrei, fiquei super feliz.

Vou explicar-vos o que se passa: a Irene anda toda carcomida dos sonos outra vez e, infelizmente, parece que ficou instituída a nova rotina de se deitar depois das 22h (ontem até foi à meia noite e meia - imaginem o desespero). Por causa disso, sucumbi aos vídeos no smartphone e ponho-lhe o Hakuna Matata a tocar. Ela gosta, fica concentrada, para de se mexer, apago as luzes e eventualmente a magia acontece:

- Mami!!! Maminhe!! Mamininhe (às vezes confunde "maminha" com "uma menina", troca-se toda)

- Quer maminha??

- Xi.

- Quer maminha e ó-ó?

- Ó-ó.

- Quer ir ter com o coelhinho?

- [imita um coelho]

Vitória. O bezerro já está na cama. 

Não aconselho isto de lhe darmos vídeos no telefone para as mãos frequentemente por vários motivos. Acho que altera os ritmos circadianos e faz com que os sonos fiquem todos trocados. Além doutros inconvenientes a nível de apego. Porém, como a Irene já está toda lixadinha dos sonos na mesma e apego não nos falta, não consegui. Já não tinha forças para continuar a "brincar calmamente" com ela. 

O problema é que a miúda, enquanto vê o vídeo, entusiasma-se e carrega no visor ou nos botões do telemóvel e isso faz com que saia do youtube e eu tenha que voltar a por a porcaria do vídeo. 'Tadinha. É bom sinal, quer dizer que não fica completamente hipnotizada mas, nestes momentos, adoraria que ficasse. E por isso pensei: deve haver uma aplicação que dê para bloquear os botões todos do telemóvel. 

E há!! Várias!





Procurei por "Touch Blocker" no Android e funcionou perfeitamente. Procurem qualquer coisa como "Touch Blocker" ou "Kids Blocker Smartphone" na App Store ou na GooglePlay ou noutras coisas que não sei o nome. 

Mudou a minha vida. Agora tenho 4 minutos para mim. Para poder ir fazer xixi. Para poder adormecer um bocadinho. Para poder e beber um golo de Tisanas à cozinha sem ela começar a espernear. Para ficar só mais um bocadinho sentada na sanita, mesmo que não esteja a fazer nada.

Fica o conselho. Para momentos de stress, vá. Não é para ser o Pumba com aqueles puns a educar o vosso filhote. 

O meu casamento de sonho.

O meu casamento de sonho. 
És tu, sou eu, é a nossa filha. 
Os amigos e a família. 
No campo, com flores, com luzinhas penduradas nas árvores, com mesas corridas cheias de petiscos cozinhados pela avó Rosel, com cadeiras cada uma de sua nação, com mantas no chão, bandeirinhas penduradas, sorrisos e balões. 
Um bolo branco imperfeito de dois pisos mas saboroso. 
Um vestido de noiva discreto, mas romântico. 
Fotografias pouco estudadas e momentos cúmplices. 
Danças de pés descalços e com a luz de fim de dia a dourar os cabelos. 
Beijos e mais beijos e música da boa ou pimba quando os brindes forem já muitos. 
Um dia inesquecível, onde o nosso amor a três será partilhado com todos aqueles que nos querem bem e que nos amam. 
Sonho com isto. 
Quem sabe... um dia! 
A três ou a quatro ou a cinco. 
Todos juntos, a celebrar o amor.












Texto do meu (defunto) blogue Três é melhor do que dois, sempre atual. O sonho continua...