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4.18.2019

Mãe e filha num spa? Que boa ideia!

No dia de aniversário da Isabel, fomos os quatro para um hotel e fomos recebidos desta forma:








Sinceramente, fiquei comovida com tanto detalhe e com o ar de surpresa da Isabel com tantos balões e bolinhos, a somar ao orgulho de quem fazia 5 anos (cinco!!!) naquele dia. 

Estávamos todos radiantes e aproveitámos cada segundo naquele hotel fantástico, mas também demos um passeio por Lisboa (sabem aquela sensação de sermos turistas por cá?), no qual incluímos uma ida ao teatro Nacional D. Maria para ver o "Mau, Mau, Lobo Mau": muito giro!

Mas bem, um dos nossos momentos preferidos foi mesmo o Spa para a mãe e para a filha (também há para pai e para filhos): The Spa





Já tinha visto o post da Joana Gama sobre isto e desde então que fiquei cativada. Foi ainda melhor do que pensei. Primeiro, estivemos só as duas num jacuzzi enorme cheio de espuma do The Spa do Corinthia Hotel Lisbon, sem pensar em mais nada, a conversar, a apanhar os patinhos de borracha, a relaxar e a sentir a pele uma da outra - que coisa boa, a sério. Depois disso, veio a hora da massagem e eu ia espreitando para ver como a Isabel ia estando: a cara dela, nem imaginam. Ia adormecendo. Quando saímos de lá trazia uma das pedras e contava-me tudo. Experiência mais que aprovada e a repetir.

Este hotel é mesmo, mesmo dos melhorzinhos onde já estivemos (e o SPA o segundo maior da Europa). A zona da piscina é agradável e com bastante luz natural, o pequeno-almoço tem uma vista sobre Lisboa que permite ver até bem para lá da ponte (e que pequeno-almoço!) e um dos restaurantes, o Erva, é muitíssimo bom e bonito. No fim do jantar, a surpresa das surpresas: o bolo da Vaiana, pelo qual ninguém esperava. Acho que a mãe estava mais emocionada do que a filha. 



Muito amorosas por todas as razões mas ainda mais com estes fatos de banho (são da Miau Mia)




No Erva

Ai que delícia!

Colinho à aniversariante

A vista do pequeno-almoço!

Isto não se faz! (Pequeno-almoço)

Mnhammmmm (pequeno-almoço)

Faz agora um mês que lá estivemos e ficará bem guardado na nossa memória o dia fantástico que lá passámos. Mesmo que não pernoitem, a experiência do SPA é qualquer coisa. E o restaurante também (ah! peçam um cocktail!). 








3.18.2019

E dicas para ir passear de auto-caravana?

Gennteeee, essas famílias por Portugal fora ficaram cheias de vontade de também ir passear por aí, não ficaram? É impressão minha ou há cada vez mais auto-caravanas? Não sei se será por sugestão ou se sempre andaram por aí. Seja como for, fico contente. É engraçado que tenho a  reação dos motoristas da Carris quando se vêem uns aos outros: sorrio e aceno ou lá o que é. 

Não sou perita nisto, mas aprendi algumas coisas com esta viagem e que, do que percebi no último post (que podem ler aqui) até querem que vos passe algumas dicas, sendo elas: 


- Contactos: 


Andei à procura na internet de imensas caravanas aqui e acolá e as daqueles sites, aquelas mais sedutoras como as semi pão de forma e afins não tinham casa de banho. Nós não queríamos ficar presas aos parques de campismo nem somos muito fãs de ir para balneários. Somos, talvez, as betas do campismo. Ter uma casa de banho e um sítio para tomar banho com água quente na nossa caravana era... crucial! Talvez um dia nos aventuremos a ir com menos condições mas, para já, quero dondocar. 

A minha amiga Sónia e o Ricardo gerem a Om Free Rentals (têm conta no Facebook e no Instagram). Perguntem pelos valores da Caravana da Joana do blog e ele saber-vos-á dizer. Há umas melhores há outras mais simples, mas desta posso falar à vontade. 



- Não sejam logo lambonas: 


Mas isto também é muito pessoal. Não fui logo fazer o sul da Europa e afins para me ambientar à coisa. Fizemos uma viagem pequena, de Lisboa a Nazaré com algumas paragens pelo meio. Foi fantástico e... não nos tínhamos importado nada de prolongar mais uma semaninha, confesso.

- Não entrem em survival mode: 


Não se esqueçam que uma auto-caravana é uma casa sobre rodas. E... isso significa que podem pará-la num parque ao ar livre, mesmo à porta do supermercado. Levem papel higiénico, guardanapos e afins, mas tudo o que precisarem de abastecer... continua a existir depois de entrarem na autocaravana. E, se forem nesta onde fui, tem talheres, loiça, tudo. 


- Vive-se melhor com internet: 


Se calhar sou só eu. Mas gostei de ter o conforto de poder ouvir música à fartazana e, se me apetecesse, de espetar com um episódiozinho na Irene dos Mundos de Mia só para ter uma meia hora de silêncio. O espaço não é enorme e, por isso, de vez em quando tem de haver controlo de danos, mas nada de especial. Só viu um episódio em 5 dias ou lá o que foi, ahah. 




- Levar alguém que não seja "mariquinhas" a conduzir coisas novas: 


Eu, para estacionar aquilo, deveria ter 2 avczinhos só com os nervos, mas felizmente levei a pessoa mais do que certa comigo. Hiper entusiasmada por experimentar e a conseguir sempre estacionar aà primeira - que nervos. Não é ciência nuclear, mas pode enervar. 


- Fazer cocós nos restaurantes e afins: 


Os não caravanistas que me perdoem, mas... como devem saber... as caravanas não têm saneamento, não é? Aquilo vai para um depósito que depois se deve ir despejando. Mas, até lá, os cocós ficam a boiar ali perto do sítio onde me sento (emoji vómito) e é desnecessário, digo eu. Vamos deixá-los ir à vida deles e presentear os estabelecimentos vários com o nosso antigo bolo alimentar. Não há nada de mal nisso. Ainda. 

- Descansar: 


O dia de auto-caravana cansa tanto como um dia de praia no Verão. Não se armem em campeãs e se ponham a mamar cafés à maluca porque o melhor é aceitar que estão cansadas e "deitar cedo e cedo erguer".



- Arrumar imediato: 


Enquanto que  a Marie Kondo não fizer um livro sobre as arrumações em caravanas, estou cá eu para vos dizer que é imprescindível que esteja sempre TUDO arrumado. Não só por uma questão de segurança - não me apetecia levar com livros na testa - mas também por feng shui. O espaço é pequeno... se estiver desarrumado... menos paz, de certeza. 


Outra dica? 

Não esperem mais!!!! Experimentem!!! Foi das melhores experiências da minha vida, a sério :)


3.06.2019

Fomos por Portugal fora de auto-caravana. ♡

Bom dia :)

Acho que ainda nem tive tempo de processar o que aconteceu. Pareceu tudo um sonho e nem por isso aconteceu assim tão rápido. A brincadeira começou há um ano e pouco, como vos disse, quando a Irene viu um episódio qualquer da porquinha Peppa em que a família ia de férias de auto-caravana. 

A Irene pediu-me, na altura, para irmos de férias de auto-caravana e eu pensei: "quem sabe, um dia". Quando estava a marcar as férias para o "ano inteiro", seguindo aquilo que partilhei convosco de me obrigar a parar mais vezes por ano, deixei logo o espaço para a "auto-bikanka". Não sei de onde veio o nome, mas ficou.

Partilhei a minha ideia com vários colegas meus até que a Sónia Santos da Renascença (uma das pessoas que me formou como locutora e animadora de rádio e que agora faz com o Renato Duarte - um dos melhores amigos da Joana Paixão Brás - o "Nunca é Tarde") me contou que ela e um amigo têm algumas auto-caravanas para alugar. Como não experimentar? 

A "nossa" Bikanka.


Experimentámos, claro. Marcamos para as férias do Carnaval. Sabíamos que não ia estar muito calor e era uma primeira experiência para ver como nos daríamos com a coisa. O roteiro foi simples: Lisboa, Ericeira, Peniche, Baleal e Nazaré. Parámos sempre ao lado de praias, de manhã fomos sempre pôr um pezinho na areia, conhecemos as vilas à noite e dormimos com aquecimento-central (nunca pensei que pudesse haver este tipo de mordomias, sinceramente). 

Tomámos banho com água quente - até tivémos de ter cuidado porque rapidamente saia a ferver - levámos internet connosco para ver uns filminhos depois da Irene adormecer, podíamos carregar os telemóveis e as máquinas fotográficas, duas camas de casal, espaço de "sala de estar" mesmo com a segunda cama aberta, tudo fechado, cortinas e afins para termos privacidade e também para não levarmos logo um chapão de sol de manhã. 

Outra coisa que me surpreendeu foi o conforto das camas. Não estava à espera que, numa auto-caravana, as camas fosse iguais às de casa. Eram mesmo. Dormimos com edredão e foi o suficiente. 

De manhã, abríamos a janela e lá estava a praia à nossa espera. 

A sorte... Fez-lhe maravilhas às vias respiratórias também... 

Fartámo-nos de comer fora, mas também cozinhamos uma refeição na bikanka. Comemos uns hambúrgueres no pão com salada e ao pequeno almoço uns ovos mexidos. 

Lembro-me de quando era mais pequenina e passeava com os meus pais de passar por parques de campismo e achar que as pessoas que iam nas auto-caravanas deviam estar super desconfortáveis, mais ainda do que a malta que ia de tendas, mas... afinal nem sempre é o caso.

Só há um problema: fiquei com o bichinho. O de querer mais. Queremos tornar isto numa tradição familiar e fazê-lo todos os anos. 

De janela aberta ao final da tarde a comer uma laranja. 


Vou escrever-vos mais posts sobre isto, quem sabe até com umas dicas para quem quiser começar - apesar de não ser NADA complicado.

Estamos tão felizes. A Irene delirou e contemplou o mar. Foi bom vê-la a sentir as coisas assim. 


Querem experimentar? 

2.28.2019

Sabem para onde vamos de férias?

Querem saber? 

Há uns tempos disse-vos aqui que uma das minhas resoluções para ser mais feliz era fazer pausas mais frequentemente. Mas nem por isso o dinheiro abunda. Tive de ser criativa - e de puxar uns cordelinhos a uns amigos (ou a uma amiga, neste caso) - e optar por planos menos tradicionais mas, nem por isso, menos agradáveis :).

Vamos de sábado a terça-feira, a três, dar um passeio de auto-caravana por aí. Era uma coisa que a Irene queria muito desde que viu um episódio qualquer da porquinha Peppa (ainda bem que a porca não foi ao Dubai) e achei que o timing era perfeito. 

Têm dicas? Estou muito entusiasmada, mas tenho uma visão muito cor-de-rosa disto. Acho que vai ser só natureza, calma e passeios. A ver se não estacionamos muito perto de um penhasco (sim, sei que há regras que proíbem isso mesmo). 



Estou tão entusiasmadaaaaa. 

E nervosa. Porque no dia em que volto, vou logo actuar a Aveiro às 21h30 nas Living Room Sessions. Alguém por aí de Aveiro? Que pergunta parva, bem sei que sim que isto tem estatísticas e tal ;)

Pode ser fantástico e querermos fazer o sul da Europa daqui a uns aninhos ou pode ser terrível e ser a última vez que nos chegamos perto de uma. Querem ir acompanhando a viagem?

Podem ser sobre as outras resoluções por aqui: "Quero ser mais feliz que isto!"


1.04.2019

Fomos à Serra da Estrela ver neve pela primeira vez!


No outro dia tinha planeado ir a Paris com a Irene, porque me apetecia e porque achei que ia ser uma boa viagem. Porém, quando vi as notícias, tive de cancelar. Ainda para mais indo só as duas. Não achei seguro e Paris poderá esperar - digo eu. 

Olhei para o calendário e havia as férias de Natal da miúda. Quero dar-lhe memórias, quero mostrar-lhe vida, coisas e lembrei-me de ir à neve. Ela falava de querer ver neve e, por isso, tendo em conta orçamento, idade e disponibilidade fomos à Serra da Estrela. 

Por ter feita a reserva um "bocadinho" em cima do joelho, os sítios mais giros estavam ocupados, mas acabámos por ficar numa casa em Vila Cova à Coalheira (gostava tanto de saber o que se passou para este nome) muito agradável. Posso dar-vos o nome, se quiserem. Se não quiserem escuso de meter aqui o nome porque aquilo que paguei, Jasus, dava para me banhar em litradas de cremes feitos de fetos de ovelha para todo o sempre - não foi assim tão caro, mas eu sou forretita. De qualquer das formas, duvido que exista mais algum sítio daquele género para ficar ali na Vila. 

Acordamos sempre com tudo cheio de gelo do lado de fora da janela do quarto, mas à hora de almoço o sol era tão bonito e forte... 


Fomos à Torre logo no primeiro dia. E, infelizmente, este ano, ainda não tinha havido neve. Porém, ainda nos deliciamos com alguns metros quadrados de gelo. Já deu para não poder ter outra alternativa se não tirar a etiqueta do fato de neve que lhe tinha comprado no dia anterior à pressa naquele centro comercial espanhol apesar de ter um nome que tenta disfarçar. 

Metrinhos de gelo na Torre.


Não compensou ir à Torre. A caminho, à beira da estrada, havia alguns pedaços de gelo com menos gente e menos carros que teriam servido perfeitamente. No entanto, a minha esperança era que lá em cima houvesse neve numa quantidade absurda. Não. Não havia. 

Fiquem a saber que - não sei se é verdade - mas reza a lenda que Na Torre nos dão queijo bom a provar e, depois, o que nos vendem  não é o mesmo. Achei o senhor muito simpático, não lhe estou a julgar o carácter, mas é história que corre por lá. Talvez para enganar os turistas. Só não comprei porque não queria o carro a tresandar a queijo. Só por isso. Onde se devem comprar queijos, pelo que me disseram, é na loja "da Maria" ali em Seia. É uma rua onde há 3 ou 4 lojas de produtos regionais e, do que percebi, são todas da Maria, pelo que não há que enganar. 

Na descida, tivemos que almoçar no Museu do Pão. O nome não me parecia nada atractivo para qualquer actividade que fosse. Haver um Museu do Pão desperta em mim uma vontade gigante de fazer stand-up sobre as ideias mais parvas para museus, mas fui convencida e ainda bem. Que restaurante e sítio fabulosos. A comida era óptima e o modelo de entradas e sobremesas em regime buffet também. Reservem. Pelo menos na altura da passagem de ano foi mesmo necessário. 

Aproveitamos para ir à festa de passagem de ano em S. Romão onde fomos brindadas com dois palcos "cheios de animação" - um chavão que a malta "do meio" usa quando já não tem mais nada que dizer. S. Romão tem imensos bons restaurantes, acabámos por almoçar num dia no Gato Preto e no dia 31 comemos umas sandes de leitão e de panado ali numa taberna no centro que eram um mimo. 

O Borges é um restaurante a não ignorar em Seia. É-se muito bem tratado, bom ambiente, carta reduzida e, por isso, bem cuidada. Comida acabadinha de fazer. Gostámos muito. 

Pelo caminho aproveitamos (estou a juntar dias, não fizemos tudo num dia que não andamos a drogar-nos, haha) e visitamos A Aldeia Natal em Cabeça. Além de cantares, de poder andar de pónei, comer crepes, beber ginjinha, também pudemos ver o presépio vivo (pessoas a sério que de vez em quando tinham de ir à casa de banho) e a beleza de Cabeça. Que vista inacreditável. 

Cabeça, A Aldeia Natal. 
Um mini-crepe de chocolate em Cabeça.


Loriga também nos recebeu de braços abertos. É uma vila, apesar de ter dito que tinha braços. Tem uma praia fluvial que nos deixou esmagadas. Ir ali no Verão é um paraíso. Nem imagino que haja tanta gente por cá que não conheça aquele segredo. Cada vez mais fã de praias fluviais. Uma frase que nunca pensei que viesse a dizer, confesso. Nem isso, nem Loriga.




Todos os caminhos na Serra tiram-nos o ar. A vista, a maneira como a luz vai mudando a cor das árvores. Por muito que a paisagem sejam semelhante, a temperatura da luz do sol vai fazendo com que haja sempre algo mais para ver.

As estradas são muito mal iluminadas à noite, tenham cuidado. 

De resto, foi uma experiência incrível que nunca esqueceremos e, ainda para mais, cá dentro. O nosso país está mesmo cheio de sítios maravilhosos para conhecermos. Quero mostrar à Irene também a riqueza que temos aqui bem perto de nós. Quero que se inspire para que quando lhe apeteça algo, já tenha ideia do melhor que há. A todos os níveis. 


Se e quando quiserem ir, já sabem. Foi isto que fizemos durante os 4 dias de estadia.

O que falta à lista? Querem acrescentar?

11.18.2018

Já não podem com eles? #estounomesmobarquinho 😏

Acho que já vos contei que a Irene e eu andamos assim numa fase mais desencontrada de momento. Estamos ambas a lidar com "coisas" e, assim, juntas, temos menos capacidade de... compreensão e de tolerância, ao mesmo tempo que temos imensas "saudades" de quando tudo está mais tranquilo. 

Recentemente senti que a minha vida estava novamente a afunilar, com aquela sensação totó do "ando a mil" quando, na verdade, depois vinha a verificar que a maior parte do stress era falso e estava só a fazer uma má gestão da minha cabeça e do meu tempo. Cheguei a desinstalar o instagram durante uma semana e tudo - uhh, o drama e o horror!

Tal como já escrevi aqui no Quero Ser Mais Feliz Que Isto #3, apercebi-me que não me andava a fazer nada bem associar os momentos de descanso, de férias, apenas ao Verão. Pensei: e se for arejar neste fim-de-semana? 

Houve um momento em que olhei para a Irene meio desamparada (foi de manhã à pressa para sairmos para a escola), peguei-lhe ao colo e disse-lhe: "Nós precisamos é de umas valentes férias, não é?". Ela, que não costuma ser muito de dar carinhos a torto e a direito abraçou-me e deu-me um beijinho à esquimó.

Claro que me desfiz toda. Senti mesmo que houve ali uma agradecimento. Afinal de contas, a crescida sou eu, eu é que tenho de tentar resolver as situações e de dar o exemplo à miúda de como reagir em momentos de stress, etc. Não quero que ela tenha de descobrir tudo sozinha quando for adulta. 

Corinthia Lisbon Hotel


Lembrei-me daquele dia paradisíaco que passámos há uns tempos no Corinthia Hotel Lisbon (5 estrelas, babies), leiam aqui "Nada nunca nos fez tão felizes". Pode parecer ridículo, mas é a menos de 5 minutos de nossa casa (calma, stalkers) mas é o ideal para uma escapadinha rápida (aquela noção de andarmos "a mil" às vezes faz com que tenhamos de ser práticas em tudo, não é?). 

Corinthia Hotel Lisbon
Antes de comermos sopa de batata doce e abóbora e marcharem uns quantos mini hambúrgueres.


Voltamos a aproveitar a massagem para Mães e Filhos no The SPA (conto-vos noutro dia) e fomos estrear o novo restaurante do hotel: "ERVA".  Não, não se pode fumar lá dentro - pá, tinha que ser. 

Recentemente (há coisa de um ano) fui a uma das zonas hipsters de Londres (Shoreditch) e reparei na quantidade de restaurantes com bom aspecto, com cuidado e tudo hipster ultra instragramável, como agora está a acontecer em Lisboa aos brunches, por exemplo - que tenha reparado. Este ERVA podia muito bem estar por lá. O DJ ao vivo com uma playlist fantástica e adequada, o cenário urbano mas com espaço. Sem ter confusão. 


Tinha acabado de entrar e já sabia que era o meu restaurante preferido. Vá, neste momento está em ex aequo com outro, mas... no outro tive que jantar para pô-lo no top.

Restaurante Erva

Ainda por cima a carne é tratada com aquele protagonismo que tem para mim. Nada se sobrepõe a um bom naco de carne mal passado, bem temperado quando se tem vontade de comer. Ah! E os cocktails? Há um senhor que vem à mesa só para isso, atirei-me para o do dia (o cocktail, não o senhor) e foi... fantástico (o cocktail...). 

A Irene foi mimada por todos, com uma atenção especial de um dos empregados que a deixava toda envergonhada e ainda melhor foi depois subirmos o elevador para o quarto. Barriguinha cheia, depois de um spa à tarde e caminhas das melhores que já apanhei em hóteis (e eu adooooro hóteis) para descansar. 

Foi apenas um dia, mas valeu-nos de muito. Mesmo. 

Às vezes precisamos de parar para recomeçar, já dizia provavelmente o Gustavo Santos porque o rapaz farta-se de falar e, por isso, já deve ter dito isto também. 

9.04.2018

Voltou mais cedo das férias com o pai.

Como vos contei (podem ler aqui em "Uma semana sem ela, vou sobreviver?"), estive uma semana sem a Irene, pela primeira vez. Sei que muitas de vocês têm de passar por períodos mais alargados, até há quem tenha custódia partilhada e, desde que os filhos são bem bebés, passam uma semana com cada pai, mas isto para mim foi difícil. 

Claro que não foi horrível. Tenho muitas coisas que quero fazer e que só posso fazer quando ela não está comigo. Nomeadamente: nada. A minha cabeça abranda em quase 75% e vejo outras qualidades minhas - das quais normalmente tenho saudades - a regressarem a mim mesma. Uma semana deu para ter um laivo da Joana que não está sempre preocupada com tudo o que tenha a ver com a Irene. 

A Irene divertiu-se muito com o pai e com os avós de férias. Fiquei de coração cheio a vê-la na piscina a brincar. Pareceu o timing certo para já passar uma semana inteira sem mim e agora tive a certeza. No entanto, no último dia, perguntou várias vezes por que é que ainda ia dormir um dia à casa do pai e não vinha logo ter comigo. 

Estava na dúvida se abria a excepção ou não. Visto que a conversa tinha sido "a mãe está a trabalhar, só pode a partir de terça". Ainda para mais agora com o regresso à escola, não queria muito que ela percebesse (mal) que existe alguma maleabilidade nestas situações - quando a mãe diz que tem de ir trabalhar, é porque tem de ir. Porém, como em tudo o que tenho aprendido nisto de ser mãe até agora - o meu coração dizia que sim. Afinal de contas, a minha filha estava a dizer-me que tinha saudades minhas e eu, a morrer de saudades dela, só tinha mais que lhe dizer que sim. 

Fui educada a ver todas as combinações como contratualizadas, como se não pudesse haver flexibilidade ou se pudesse seguir algum tipo de fluidez. Reconheço como uma boa qualidade minha esta pseudo-fiabilidade, mas há que "deixar a vida entrar". Se a minha filha perguntar duas ou três vezes por que é que não podia dormir comigo não é motivo suficiente para quebrar um plano, o que seria? 

E que parvoíce que é a minha cabeça. Acreditam que a minha cabeça ainda questionou se podia ser apenas curiosidade? Como se eu não fosse "uma mãe que desse saudades"? 

Afinal sou! E hoje fiz-lhe umas panquecas de espelta com linhaça, banana e ovo (ahah nunca pensei usar sequer estas palavras alguma vez na vida, quanto mais tê-las na minha cozinha) numa frigideira que comprei o ano passado... e pensei: "Porra, ela até tem sorte!".




Claro que não é por causa da porcaria das panquecas, mas acho que a Irene até tem uma mãe porreira. Imperfeita, mas porreira. Vocês conseguem ver o quão incríveis são? 

9.02.2018

Quero ser mais feliz que isto (#03) - Nunca mais tenho férias só no Verão!

Epá, miúdas... Importam-se que vos chame "miúdas"? Não é que não seja miúda como vocês, é precisamente pelo contrário. Acho que somos todas umas miúdas e que vamos ser para sempre. Mesmo as avós que andam para aqui a ler umas coisinhas - só não digo que são mais "que as mães" porque seria parvo. 

Já viram a diferença que nos faz termos férias? Fazermos uma pausa? Bem sei que nem toda a gente tem a minha sorte de poder ter 25 dias de férias por ano e de poder escolher quando as tira, mas têm visto como tudo muda? O sol, o bom tempo ajuda, mas... acima de tudo acho que é parar e "sair". Quebrar a rotina. 

Nem tudo tem que ser caro. Não precisamos de estourar um ordenado num hotel. Ou de ir para o "estrangeiro". Há amigos que têm casa em sítios, sei lá. É termos a lata de pedir a chave para um fim-de-semana. É roubar a tenda a alguém e ir acampar para outro concelho, é... irmos ter com alguém algures e ficar acordados até tarde. Muitas de vocês já devem fazer isto e já descobriram "o caminho para a felicidade", não era o meu caso.  



Tenho deixado as minhas férias todas e a mentalidade "de férias" para as férias. Não pode ser. Tenho de pausar. Tenho de deixar mais férias para o resto do ano, para irmos. Só. Irmos. Para desaparecermos um bocadinho e voltarmos a nós. Especialmente eu. A diferença em mim quando saio da "roda de hamster" é... incrível. 

Temos todas - principalmente as que sentem, como eu, que "andam a mil" - de ser mais espertas e ver como podemos quebrar esta sensação de urgência constante que tão nos maltrata e aos mais próximos de nós. 

Recebi uma mensagem de uma amiga e leitora na semana passada a pedir-me o contacto de uma psicoterapeuta (eu faço terapia e já falei disso aqui no blog aqui em Faço Terapia) e pulei de felicidade (parte do motivo de ir às consultas é este meu histerismo - ahaha brincadeira) por saber que há mais uma pessoa a "acordar" e a ter vontade de "Ser mais feliz que isto". Não tem necessariamente de passar por terapia para toda a gente (para mim é importante que tenho... muitos sentimentos reprimidos, muita história por desconstruir e muita... dor por arrumar), mas acho que uma das coisas que temos de fazer é esta: parar mais vezes. 

Conseguem já não andar sempre "a mil"? 

Tenho andado a repensar coisas, fica aqui a lista do que já partilhei convosco: 


8.07.2018

A acampar pela primeira vez na vida!

Não eu! Não que tenha muita experiência, contam-se pelos dedos de uma mão e em alguns casos incluem-se festivais (e nunca foi de uma forma pró). Mas para a Luísa e para a Isabel (numa versão mais a sério) é a primeira vez! A Isabel, desde que acampou no jardim da escola, que nos falava imensas vezes em irmos acampar e cá estamos nós.

Erros de principiantes: não trouxemos um tapete para colocar à porta das tendas e esquecemo-nos de trazer lanterna e uma linha e molas para estender a roupa molhada e as toalhas. Amanhã já vamos tentar arranjar. Para primeiro dia até não correu mal: só a espera para tomar banho, a espera para jantar, mas elas estão tão bem dispostas que acabou por não se notar. Vamos lá ver como corre a noite, já que estamos rodeadas de gente que gosta de conversar! :) 

Já acamparam? Gostam? Dispensam?
Nós estamos a gostar! Vamos lá ver quantos dias aguentamos 😊

8.02.2018

Nunca me senti tão bem na vida


Fatos de banho Bikini Kloset

Nem é por estar toda fit, que não estou, nem por sombras. Este corpinho não vê um ginásio há 9 meses - e nunca viu durante muito tempo, para ser sincera. Nem é por estar com uma pele luminosa. Estou com acne bem forte, resultado de uma alimentação não muito equilibrada, talvez também de stress e talvez da falta de pílula, que ajudava a regularizar (tenho DIU). 
É por estar numa fase em que nada do que estou, ou sou, me impede de vestir o que quiser, sem me sentir mal com isso (já estive bem mais definida e com menos flacidez e não estava tão tranquila). É por estar no meu primeiro dia de férias, em família, a encher-me de tudo o que é importante. É do ar do Algarve, dos cheiros e dos figos. É do vinho branco fresco. É do reencontro com as miúdas e comigo. É de ter tomado a decisão de estar, os próximos dias, sem internet [tudo o que publicar aqui no blogue foi agendado antes]. 
É de gostar do que sou, do que me tornei. É sentir uma calma e uma paz interior, apesar de tudo o que há para fazer [há um casamento para preparar já para outubro]. Mas tudo pode esperar. E tudo se resolve.
Agora é abrandar e curtir estas miúdas queridas, dar-lhes beijos na pele salgada, dar a mão ao meu amor, ler um livro e deixar que o sol me dê felicidade. 

Férias, uma sorte. 
















Os nossos fatos de banho são da Bikini Kloset, uma loja em Santarém e no Chiado e com outlet na Ericeira [online aqui], que tem, entre outras marcas, a MAAJI, que tem só os bikinis e fatos de banho mais bonitos de sempre. Não são baratos, mas são muito bem feitos, macios e quase todos reversíveis (2 em 1, mas há bikinis que dão para 4 conjugações diferentes e até há uns que dão para 6 possibilidades!). Já sabem que sou uma pirosa e que adoro combinar com elas - enquanto elas deixarem - e fiquei fã da linha kids da marca também, muito surfista e com estes padrões lindos e conjugações inesperadas! Mães de rapazes, também há para miúdos a condizer e até para os pais! 

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