terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Já vomito de tanta betalhada...

Já vos contei como foi o dia 24 aqui. No dia 25 fomos à casa da minha mãe, do João e do tio Pedro. Havia milhares de prendas para a Irene e ela deixou bem claro que as preferidas foram um estojo de maquilhagem (até porque me tinha pedido para a pintar quando saímos de casa) e uma caixa gigante de Lego (era só a caixa vazia - brincadeira). 

Abetalhei-a toda (a minha mãe gosta de coisas pipis) e tínhamos as duas roupas a combinar e lá fomos. Só quando fui gozada por uma leitora no instagram a dizer qualquer coisa como "ai que bem... nunca pensei" é que reparei na betalhada inerente. Até a própria Joana disse que nem a Isabel estava assim. Pronto. Aí quis ter um revólver à mão e rebentar com a mioleira porque até dentro de casa a mulher põe uma touca à bebé (pff, how beta can you go!).  Quando põem toucas às bebés, penso sempre que terão uma doença qualquer contagiosa. Parecem hospedeiras pequeninas. Depois admira-se que a Isabel tenha começado a falar mais tarde que a Irene, não conseguia ouvir nada com tanta touca, tanta mantinha para a cabeça... (vamos ignorar que a Irene ainda hoje precisa de ajuda para subir escadas, Joana, vá!). 

Bom. Se calhar já não posso dizer estas coisas. Abetalhei mais do que a Joana. É certo que ia passar o 25 a Oeiras, mas não precisava de exagerar. Vá lá que a miúda a meio do Natal tirou as carneiras e equilibrou um pouco as coisas. 

Se não fosse o meu ar evidente de quem nasceu na Damaia de Baixo em 1986, vocês poderiam pensar que este era um post da outra Joana. Ai não, esperem, deixem-me só escrever qualquer coisa amorosa e lamechas e com adjectivos caros (gente que vai para escolas finas é assim): 

A minha filha. Tão pequena e tão minha. Gigante no meu coração, pequena no universo. Que grandes aventuras te reservará este planeta, minha princesa flor. Te guardarei sempre junto ao meu peito onde o meu calor te apoiará nesta caminhada que é a vida, que é o sol do amor de flores e terrinas de Vista Alegre. Inexoravelmente (faltava o adjectivo). Tu. E eu. Santarém é vida. 

Joana Gama, resolvi vir aqui só dizer-te que inexoravelmente é um advérbio de modo. Não tens de agradecer. E sim, fizeste-me rir. Muito. Parvalhona. JPB










Coisinhas que podem ter achado giras:
Camisola ou túnica (vi no post da Joana que talvez fosse isso): Laçarote - Sweet Collection

Gancho (Joana, queres ajudar aqui? Se calhar depois de leres isto não queres haha) 

Ajudo, sim, mesmo que não mereças. 
Laço - Mademoiselle's Bow
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Os putos estão a dormir? Ainda não fizeram tudo na sanita? Então leiam mais isto: 

- "O nosso Natal é com pais separados juntos" - o Natal da Joana Paixão Brás



12 comentários:

  1. Que post tão bom! Só a JG para abandalhar! A Irene estava linda de trancinhas! Boas festas!

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  2. Muito bom! Quem a viu no dia 24 com um vestido da boboli todo colorido e a vê nestas fotos fica baralhado.

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  3. Espectacular!!! 😂😂😂

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  4. AHAHAHAHAHAH opá tão bom...inexoravelmente só és oficialmente uma beta quando começares a pôr colares de âmbar à miúda 😂

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  5. Já me fartei de rir! Só uma nota, "inexoravelmente" é um advérbio de modo e não um adjetivo. Bjs e bom ano para todas

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  6. Não ligues Joana, a Irene estava super gira. :)

    Em relação às toucas, não consigo gostar e não acho que fiquem bem.

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  7. Adorei!!! Principalmente as luzes a imitar velas que estão a decorar a árvore de Natal. Adorei mesmo (tenho uma panca por decoracoes de Natal) 😀

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  8. Queria só dizer lhe que a tentativa de abetalhar a menina foi redondamente falhada porque nunca jamais em tempo algum um Beto iria colocar um laçarote num cabelo preso por duas trancinhas. Lol. Por isso, despeço me com um podem Tirar a pessoa da Damaia, mas não tiram a Damaia da pessoa...

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  9. Conheço-a desde o dia em que nasceu e tivemos esse encontro no Hospital Particular de Lisboa que nunca ficou na Damaia de Baixo ...

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  10. Que comentário mais triste...

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