12.25.2014

A maior gaffe deste Natal vai para...

... Joana Paixão Brás!

Então um dos poucos presentes que ofereci foram uns sais de banho cheirosos. Até aqui nada de mal.

Só que acontece que a pessoa em questão não tem... Tchan tchan tchan... Banheira! 

"Epa isto cheira tão bem! Mesmo bom para usar lá no poliban" (gargalhada geral).

Ainda sugeri pôr num alguidar com água morna para fazer um spa de pés... mas acho que só me enterrei mais. Até que me lembrei "passam um fim-de-semana romântico lá em casa e usam a banheira"

Ainda agora me desmancho a rir ao lembrar-me da minha azelhice. Cabeça de mãe fica assim destrambelhada de todo, não fica?

Se tiverem maior gaffe avisem! (Duvido que me superem, teriam de se esforçar muito!!!)



12.24.2014

Nunca mais é meia-noite



Lembram-se de esperar, envoltos em curiosidade e magia, pelas doze badaladas? 
De mexer nos presentes, abanando os embrulhos para tentar descobrir o que estava lá dentro? 
De perguntar 5 vezes a cada minuto: "já é dia 25?"
De inventar mil e uma estratégias para passar o tempo?
Ou de haver anos que já era meia-noite e meia e ninguém tinha dado por isso?
De comer tantos doces e chocolates até ficar com dores de barriga?
De estar na cozinha a rapar os tachos e a desajudar?
De ficar a olhar para cada enfeite na árvore e para as luzes a piscar?
De ir apanhar musgo para fazer o presépio?
De ver horas a fio os anúncios na televisão até os saber de salteado?
De cantar a música da Leopoldina (e de ainda a saber de cor!)?
De acordar dia 25 e ir à sala ver o presente que o Pai Natal tinha deixado? 
De percorrer as páginas e páginas de brinquedos do Modelo ou do Lidl e de fazer bolas e cruzes a escolher os que mais gostávamos?
De escrever a carta ao Pai Natal a dar conta do quão bonzinhos fomos?

Este vai ser o primeiro Natal da Isabel. Não vai ficar impaciente à espera da meia-noite nem faz ideia de quem é o Pai Natal. Muito menos esperava passá-lo no hospital com ela. 

Mas eu estou curiosíssima para saber se daqui a uns dois anos vai gostar tanto desta época como eu!


(Fotografias tiradas no dia da festa de natal da escola, já em casa e super bem-disposta. Saudades de vê-la assim, feliz!)


12.23.2014

Inventam tudo (#02)

Se receberem, de fininho, esta prenda no Natal, guardem o talão para trocar por outra coisa qualquer. 

Quando vimos isto (o meu rapaz e eu) na internet, ficámos malucos: "Nãaaaaao! Como é que isto não é usado por toda a gente? Isto é espectacular! Percebo que ainda não tenham inventado a cura para a rosácea, tendo-se dedicado a isto!"

Parece que estávamos enganados. 

Apresento-vos a...


Colher squirt. 
Tal como o nome indica, é uma colher que possibilita um jacto. Não parece incrível e maravilhoso? Põe-se a sopa no reservatório de silicone (ou lá o que é) e, se apertarmos, a comida sai por um orifício pequenino e enche a colher propriamente dita. 

Vantagens do conceito? Todas! Não suja um prato, ficamos com as mãos livres para afastar as mãos deles da colher ou para lhes limparmos as fuças, é só por na máquina de lavar...

Vejam lá o vídeo (ou não, podem passar à frente que só serve por motivos de curiosidade): 



Afinal, cá em casa, chegámos à conclusão de que não só a Squirt não é assim tão fabulosa, como não deveríamos ter sido garganeiros e ter afiambrado logo duas pela net e, pior, nunca deveria ter convencido a Joana Paixão Brás a comprar uma também para a Isabel. 

Desvantagens: 

  • Temos de sujar um prato na mesma porque não vamos aquecer a sopa dentro da colher no microondas. 
  • Visto que é mais indicado para bebés mais pequenos dado o tamanho da colher ser proporcional ao tamanho da boca de um bebé em idade de iniciar sólidos, a colher devia ser mole. Cheguei a magoar as gengivas da Irene com isto, numa daquelas vezes com falta de timing em que a miúda abre a boca e não cheguei a tempo. 
  • Se a sopa for um pouco mais consistente, tipo puré com alguma coisa (como é suposto ser), não passa tão bem pelo orifício. 
  • É preciso espremer com alguma força quando já há menos quantidade ou mesmo sacudir a maldita colher para que a sopa chegue toda à parte do orifício. Se não o fizermos, a colher está constantemente a espirrar o puré de legumes para cima da criança. É só estúpido. 
  • É um utensílio mais difícil de manusear por ficar pesado com a sopa. 
  • Quase metade da sopa depois fica agarrada ao silicone sem descer para a colher, por muito que apertemos. Desperdiça-se comida. 
Espero não ser processada pelos senhores que fabricam a colher, mas se forem tão bons em clipping como a fazerem colheres, não terei com que me preocupar. 

Fica a dica.